Encostado à parede pelos parceiros europeus, o governo grego procura soluções noutras latitudes. Alexis Tsipras deslocou-se ontem a Moscovo para fechar um acordo de 2 mil milhões de euros com o governo de Vladimir Putin para a extensão de um gasoduto russo até à Grécia, mas também para negociar outros acordos, nomeadamente na área dos produtos agrícolas, isto apesar da recente decisão da União Europeia em prolongar as sanções impostas ao país. Bruxelas, como seria de esperar, não vê com bons olhos esta aproximação, apesar das empresas petrolíferas europeias e americanas continuarem a explorar petróleo em território russo e em parceria com a estatal Rosneft, sem que tal levante grandes indignações.
Quando a extrema-direita defende o politicamente correcto nem mede as palavras
Este falejar quer tão só dizer que nove negros foram mortos por um não negro numa igreja frequentada por negros em Charleston.
Se eles fossem brancos a notícia seria: nove pessoas mortas numa igreja em Charleston.
No primeiro caso mata-se por ódio, No segundo os sentimentos do assassino são irrelevantes. É assassino e ponto.
Para Helena Matos um segregacionista de 21 anos que entra a matar numa igreja de negros não personifica um crime de ódio. É só um crime. Chama-se a isto politicamente correcto, precisamente a expressão que é utilizada para o defender. Não, não é um paradoxo: o politicamente correcto, ou seja, o totalitarismo da linguagem, existe tanto à esquerda como à direita, mas a direita finge-se virgem, e depois cai nisto.
É doentio? é. Mas sobretudo acontece quando a ideologia é tão forte que por vezes nega o mais elementar bom senso. Infelizmente é humano.
Da mitologia a um Eurogrupo de mentirosos
Para refrescar do calor das mentiras do pensamento único dominante, sugiro este vídeo:
e a leitura do discurso integral de Varoufakis às crianças birrentas e aldrabonas. Depois pode confrontar com as declarações das marias luíses e das lagardes deste mundo, segundo as quais não foi apresentada nenhuma proposta pela parte grega.
Carlo Collodi, um escritor italiano, criou a personagem que hoje na nossa mitologia personifica essa gente. Chama-se Pinóquio.
Iniciativa de Referendo
Ontem, teve início a fase de recolha das 75 mil assinaturas necessárias para que o projecto de lei de referendo ao Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990 seja votado na Assembleia da República.
As folhas de assinaturas encontram-se na página da Iniciativa de Referendo e no grupo do Facebook Cidadãos contra o “Acordo Ortográfico” de 1990.
Esperemos que o barco chegue a bom porto, para que não haja mais “fatos ofensivos do direito ao repouso”.
Sim, são factos.
Novas da Sicília
Paulo Vieira da Silva denunciou Marco António Costa.
A vida continuou, a justiça entrou em acção, e com o habitual dinamismo da sociedade portuguesa agora o denunciante escreve isto na sua página do Facebook.
Afastamento temporário por questões de segurança
No seguimento da denúncia efectuada, por mim, à PGR, PJ e DCIAP, relativamente a Marco António Costa, e com o decorrer normal do processo de investigação, as perseguições e ameaças à minha pessoa e à minha Família têm aumentado nos últimos dias.
Estas perseguições e ameaças têm sido denunciadas junto das entidades judiciais competentes e juntas ao processo de inquérito.
Nos últimos dias tenho também sido avisado por diversos amigos e leitores para tomar cuidados acrescidos. Por isso, peço-vos desculpa, mas por uma questão de segurança da minha Família e minha, deixarei de escrever, temporariamente, nesta minha página.
O que pensa Henrique Neto sobre o polémico Tratado Transatlântico
Paulo Pereira
Imagina um documento, desconhecido pela maioria da população da União Europeia e dos Estados Unidos, que substituía as leis nacionais e comunitárias de uma só vez. Imagina que esse documento era discutido atrás de portas fechadas, com as negociações entregues a burocratas não eleitos e representantes de empresas multinacionais. Imagina que esse documento quebrava à partida a legislação comunitária ao ser discutido em segredo. Imagina que o documento entrava em vigor e tu nem sabias de nada. Não precisas imaginar mais. Esse documento chama-se Tratado de Parceria Transatlântica de Comércio e Investimento (sigla TTIP) e está em discussão há meses em Bruxelas e Washington. Imagina agora que o país em que ocorrem esses “investimentos” não aceita revogar as suas leis perante o investidor estrangeiro. Que não aceita destruir a legislação de proteção do ambiente, da legislação laboral… Vão para os tribunais, certo? Não. O TTIP cria o mecanismo de “Resolução de Litígios entre os Investidores eo Estado” (ISDS) , que, não sendo um tribunal, decidirá sempre que uma empresa processar um Estado por pôr em causa ganhos futuros. O ISDS mais não é que uma reunião de advogados das principais firmas privadas em que está proibido levar em conta questões de saúde pública, direitos humanos, protecção ambiental, direitos laborais e direitos sociais. Só o comércio e o investimento livre interessam. Dá às empresas o poder de estados, e podem exigir não só a alteração de leis em vigor como impedir a criação de novas leis por parte de organismos eleitos democraticamente como os parlamentos
A única sondagem credível é o voto, mas entretanto…
É cedo para dizer se a coligação está a subir: se assim for, isso terá forçosamente de ser confirmado nas próximas sondagens da Aximage e da Eurosondagem. (…) Podemos gastar os rios de tinta e os biliões de píxels que quisermos sobre a “descida” do PS, mas até agora não se infere descida alguma. Imediatamente antes das Europeias, o PS estava estimado em 37,4%. Em Dezembro, 37%. Hoje está em 37,5%. (…) A CDU, depois de uma descida em relação aos melhores valores da legislatura, cujo início coincidiu com a chegada de Costa à liderança do PS, tem estado estável em torno dos 10% desde o início de 2015. PDR e Livre não aparecem discriminados na sondagem da Católica, pelo que ficam na mesma na nossa estimativa. O Bloco, com um resultado muito bom nesta última sondagem, sobe um pouco.
Pedro Magalhães, a partir das estimativas do POPSTAR.
Estranha forma de rigor
Quando nos vêm falar sobre a má gestão da coisa pública, recordo-me sempre desta intervenção da parlamentarmente saudosa Ana Drago, que durante menos tempo do que seria desejável representou efectivamente os portugueses na Assembleia da República e foi entalando uma série de boys e outros fantoches arregimentados como quem tirava doces a crianças. Era inspirador vê-la reduzir produtos de universidades de Verão, do abanamento de bandeiras e de outras formas de parasitismo político-partidário ao absoluto ridículo. Tenho saudades dela e o Parlamento ficou, com a sua saída, indubitavelmente mais fraco.
O Labirinto de Costa
Olho para a sondagem de hoje da Católica para o JN/DN/Antena 1/RTP e recordo-me dos primeiros dias de António Costa na liderança do PS.
O Secretário-Geral do PS, António Costa, tinha tudo para estar a um passo de ser o próximo Primeiro-ministro. Reparem: a classe média praticamente desaparecida em parte incerta. Os jovens viviam entre a certeza do desemprego cá e a esperança de qualquer coisa lá fora. Os professores estavam revoltados. Os médicos descontentes. Os funcionários públicos (essa enorme massa eleitoral) furiosos. Os trabalhadores frustrados. As empresas no fio da navalha. Depois temos os velhos problemas e os problemas velhos: BPN, BPP, privatizações, parcerias público-privadas, justiça, listas de espera nos hospitais, etc, etc, etc. Uma tempestade perfeita.
Entretanto veio a detenção de José Sócrates. E antes dele a “tralha socrática” dentro do partido e Mário Soares a falar em barda. Depois as eleições na Grécia. Uns cartazes espalhados pelo país com uma menina em pose religiosa, ao mais puro estilo de seita brasileira. E a demora em largar o lugar de presidente da Câmara de Lisboa. E as pressões internas para falar à comunicação social sobre tudo e um par de botas. O labirinto crescia em proporções dantescas.
Mas além mentir com semântica, PPC mente factualmente.
“Governo aumenta IVA para 23,25% e agrava TSU aos trabalhadores“. Notícia de 30 Abril 2014. Que se saiba, passar de 23% para 23.25% é um aumento.
Um mentiroso que se esconde na semântica continua a ser um mentiroso
PPC: “Não aumentámos o IVA. Passámos foi o IVA da electricidade de 6% para 23.5%”. O que dizemos quando o IVA aumentou? Referimos-nos à taxa ou ao valor do imposto? Importa lá! O IVA da electricidade aumentou.
É que o objectivo é também isso
“Quando chegarem as subconcessões [dos transportes públicos] acabam-se as greves”, PPC hoje no Parlamento.
Tem toda a razão
Lagarde só quer discussões com adultos na sala. Acho muito bem, já era altura de ela sair.
Não é a Grécia, é Portugal
A campanha contra a Grécia já chegou à xenofobia germânica (o Die Welt acusa a Grécia de ter destruído a Europa de Metternich em 1821 e manda umas bojardas arianas sobre a “composição étnica do povo grego”), para não lhe chamar outra coisa.
Por cá, entre mentiras e manipulações de números, fica a acusação de que a culpa é dos gregos porque votaram no Syriza. Ora precisamente os gregos, que votaram durante décadas no seu bloco central, mudaram o rumo.
Quem ainda tem um governo inventado por um Relvas e um Marco António, facilitadores de negócios profissionais, não é a Grécia, é Portugal.
Quem tem um ministro Portas que escapa do caso dos submarinos e Portucale, não é a Grécia (que até julgou e condenou o ministro que fez o mesmo), é Portugal.
Quem tem um primeiro-ministro que andou a sacar fundos europeus para coisa alguma, caloteiro da Segurança Social e que teve uma longa carreira entre a política e os negócios, não é a Grécia, é Portugal.
Quem tem um ex-primeiro-ministro preso, que tudo indica será acusado de corrupção e absolvido porque impediu que as propostas de Cravinho fossem aprovadas, mantendo a corrupção política como crime quase impossível de provar, não é a Grécia, é Portugal.
Quem nas próximas eleições vai eleger os do costume, porque tem uma esquerda de egos incapaz de se unir e avançar para o poder, não é a Grécia, é Portugal.
Portugal não é a Grécia, pelo menos por enquanto. Tenho pena, muita pena, essa parte os gregos já resolveram.
Fotografia: Rogério Santos
AMTP: Mais uma estória de bravos boys laranjazuis
Carlos de Sá
Joaquim Cavalheiro passou os últimos cinco anos, ou quase, a presidir a uma entidade que não passa de um nado-morto: a Autoridade Metropolitana de Transportes do Porto (AMTP). Nomeado por indicação de Rui Rio, em Novembro de 2010, cedo deparou com a completa obstrução do governo da Direita – que tomou todas as decisões, em matéria de transportes públicos na área metropolitana do Porto, sem passar cavaco à AMTP, para a qual nunca nomeou os vogais do respectivo Conselho Executivo. Mas isso não fez desistir Joaquim Cavalheiro: continuou a presidir a um organismo sem qualquer utilidade, e a auferir o vencimento de 4.204,20 Euros, pago por 14 meses em cada ano, mais despesas de representação de 1.471,50 Euros pagas por 12 meses em cada ano (fonte: http://dre.tretas.org/dre/281920/).
De saída do cargo (a AMTP será extinta a 09 de Agosto próximo), Joaquim Cavalheiro quis fazer jus aos mais de trezentos mil Euros que custou aos contribuintes, levando à reunião do Conselho Executivo da AMTP uma proposta de última hora, fora da agenda, para sancionar alterações nas linhas da STCP e prolongar a concessão por dez anos – ao encontro das exigências do consórcio espanhol a quem foi dada a subconcessão pelo governo. Para tal, contou com o seu próprio voto e o voto da senhora Ana Isabel Miranda, uma vogal do Instituto da Mobilidade e Transportes, contra o voto do senhor Lino Ferreira, representante do Conselho Metropolitano do Porto.
Assim, nas costas dos autarcas, e nas costas dos utentes (que nem contam nestas coisas), os boys do governo na AMTP acrescentaram mais um frete ao rol de manigâncias de que está pejado o negócio da subconcessão dos transportes.
Fundamentalismo de tijolo e cimento
RDA, Israel, EUA, Bulgária e agora Hungria. Os radicais adoram rodear-se de muros.
O empresário idiota
uma ideia que a comunidade hispânica nos EUA e eu partilhamos sobre Donald Trump, que na Terça-feira afirmou que o México envia “traficantes” e “violadores” para o país. Teria a sua piada ver a Casa Branca ocupada por alguém ainda mais idiota que G.W. Bush.
Um poço sem fundo chamado BES
Bons velhos tempos em que o boliqueimense mais famoso do PSD e do Palácio de Belém nos sossegava afirmando que era seguro confiar no Banco Espírito Santo. Ontem, por entre arrestos de bens e buscas às casas de algumas figuras de topo da antiga administração do BES, surge uma notícia que dá conta de um fundo do Estado que perdeu 6 milhões de euros com a aposta no cavalo esbarrado que dá pelo nome de papel comercial, desta feita não da Rioforte mas do Espírito Santo International (ESI). O Fundo de Apoio à Inovação (FAI) é um organismo público criado pelo Estado para gerir um montante total de 40 milhões de euros que resultaram de contrapartidas dos concursos eólicos lançados no tempo do prisioneiro nº44, que teve a triste ideia de investir 6 desses milhões nas artimanhas do Dono Disto Tudo. Remontando a Novembro de 2013, a aplicação venceu a Novembro de 2014 mas a devolução do investimento nem vê-la.
O truque da venda da TAP

Mário Amorim Lopes fez um post cheio de números e gráficos – números e gráficos dão um ar sério a qualquer post – sobre a TAP. E jurou a pés juntos que se iria flagelar se, com esta privatização, dívida da TAP passasse para o estado.
Está na hora de o fazer e até pode usar a sugestão da imagem.
Victor Baptista, economia e ex-deputado do PS, é assim que ele assina, fez uma coisa que qualquer um pode fazer quanto a números, qualquer um é um exagero porque aquilo é intragável, e olhou para o último Relatório e Contas da TAP, o de 2014.
Portugal tem um “pedregulho” às costas que “é pesado”

Título roubado ao DN (sintaxe “criativa” idem).
Que me perdoem Rodin e mais uns quantos.
E agora, vão dizer que os juros subiram por vossa culpa?
Em 20 de Maio a propaganda do governo fez um boneco, daqueles de atirar areia para os olhos, onde dizia:
Crescimento!
Portugal coloca Bilhetes de Tesouro a taxas negativas pela primeira vez!
Não era a primeira vez que a malta da propaganda laranja fazia passar a mensagem de que o que eles fizeram foi tão bom que se viram os resultados nos juros.
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As duas troikas e a comunicação social
Santana Castilho *
1 A governação de Sócrates foi julgada nas últimas eleições. Nas próximas devemos julgar a governação de duas troikas: a estrangeira e a nacional, composta por Passos Coelho, Paulo Portas e Cavaco Silva. O rasto impressivo desta troika nacional não pode ser iludido pelo apaziguamento dos mercados e pelos elogios hipócritas dos credores, mas antes recordado pelas imagens degradantes dos últimos dias, quando vimos centenas de portugueses passarem noites inteiras numa fila, esperando uma senha para fazerem uma colonoscopia. Ao estado a que o Estado chegou! Literalmente destroçado por um Governo que procurou alistar jovens, trabalhadores privados e activos contra velhos, funcionários públicos e reformados. Que fez a dívida galgar 20 pontos percentuais, apesar de ter vendido toda a economia pública relevante (parte da banca, EDP, CTT, ANA, REN, PT, Tranquilidade, Espírito Santo Saúde e TAP). Que tenta dissimular, com as “Linhas de Orientação para Elaboração do Programa Eleitoral”, o PEC que enviou para Bruxelas: mais austeridade, mais despedimentos e mais extorsão de salários e pensões. [Read more…]
A venda da TAP e um criminoso chamado Pedro Passos Coelho
Fotomontagem@Uma Página Numa Rede Social
Muito se tem discutido a privatização da TAP. Na arena ideológica, a contenda divide-se essencialmente entre três facções: a direita ultraliberal, sedenta por privatizar todo o país excepto, por enquanto, o solo, o oxigénio e a ZEE (sublinhe-se o “por enquanto”), a esquerda mesmo esquerda, que se opõe ferozmente a esta e a qualquer outra privatização e o PS, que igual a si mesmo se limita a fazer campanha eleitoral, actividade que neste momento passa por ser contra a privatização, apesar de um passado privatizador altamente prejudicial ao país que tenta, sem sucesso, branquear.
Vamos brincar aos pobrezinhos?
PJ efectua buscas nas casas de Ricardo Salgado e restante corte com o objectivo de apreender bens e documentos. A Comporta vai ser pequena para tanta brincadeira.
Dos reality shows para a Casa Branca
o ayatollah do capitalismo selvagem Donald Trump está na corrida presidencial americana. Nas palavras do próprio, será “o melhor presidente que Deus alguma vez criou“. Medo.
Ronaldo já tem nome nas estrelas
Entre as designadas galáxias distantes, formadas no Universo primordial cerca de 800 milhões de anos após o Big Bang, a galáxia CR7 (COSMOS Redshift 7) é a mais brilhante entre todas. Foi observada por uma equipa liderada pelo David Sobral, do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço, Universidade de Lisboa, e do Observatório de Leiden, Holanda, que realizou as observações com o Very Large Telescope do ESO. Explicou o David Sobral que o nome também é inspirado no Cristiano Ronaldo porque também ele emana um brilho “fora de série”.
Um magno embuste e outras cartas
Anda por aí um corropio por causa de uma tal de Magna Carta que faz 800 anos. É conhecido o fenómeno da manipulação da História ao serviço das ideologias, um clássico, e que pelos vistos hoje é assumido por uma facção da chamada ciência política, instalada na “universidade” da ICAR (um excelente local de exílio para académicos de carreira fracassada nas universidades laicas).
A tal carta resulta de um clássico conflito entre nobreza feudal e poder régio. Afirma direitos aos barões perante um rei fraco. Nada de especial, a História Medieval europeia está cheia disso. Fazer dela um documento fundador da liberdade das elites faz algum sentido, simbólico. Mas qualquer carta de foral que por esse mesmo tempo em Portugal defendia os direitos dos povos perante a prepotência senhorial, nas particulares condições portuguesas que levaram os reis a com eles tantas vezes se aliaram precisamente contra os nosso barões, que eram mais condes, é um muito superior exercício da liberdade, no sentido que lhe podemos dar nesse tempo. [Read more…]
Conselho gratuito
Exmo. Sr. Presidente da Republica:
Tendo V.Exa. manifestado, repetida e emocionadamente, o seu” alívio pela venda da TAP” venho, por este meio desinteressadamente, trazer V.Exa. a alvissareira notícia de que é possível obter alívio por formas muito mais simples e económicas que a que decorre da venda da companhia aérea nacional. E com a vantagem de, proporcionando o alívio a V.Exa., não prejudicar o país nem favorecer negócios mais que duvidosos – argumento a que, acredito, V.Exa. será particularmente sensível. Aqui está:

























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