O nadador olímpico mais medalhado de sempre…
Roubar no ensino público para dar ao privado
Este é o bom governo de Portugal:
O Ministério da Educação e Ciência (MEC) vai continuar a pagar 85 mil euros por turma às escolas do ensino particular e cooperativo com as quais tem contrato de associação.
Palavras para quê? Os donos dos colégios são pobres, precisam da solidariedade do estado, e Nuno Crato é um homem de bom coração. Tão bom que ainda dá um bónus, depois de ter aumentado esta verba o ano passado. Tão caridoso que esquece o que está no memorando da troika.
Já agora sempre gostava de saber qual o número mínimo de alunos destas turmas…
Passos Coelho em castelhano
Isto é nojento, Passos Coelho. Andam a plagiar-te. Processa-os. Cobra direitos de autor ou exige Olivença de volta. Não deve chegar para salvar a economia portuguesa, o Gaspar não deixa, mas sempre é uma ajuda na balança económica.
Sê empreendedor: regista a patente, empacota, embrulha e exporta. A indústria da mentira espera por ti.
Proposta Frugal ao Pançudo Soares
Conspirativo e velho, mas de velhice moral aplicada à política, por que é que Mário Soares, em vez de vir propor um novo Governo, com aquele tesão todo juvenil e manhoso, não propõe que se finem os salários e mordomias vitalícios dos ex-PR?! Um acto finalmente frugal no ocaso da vida seria tão belo como todo um Januário com tento na língua e visão de conjunto. Ou ainda não chega de encher a pança à fartazana pelas décadas das décadas?! Soares, o Grande Cevado da Política Portuguesa, seria amigo se me transferisse uns cinco euros para eu poder comprar uns pães, uma garrafa de vinho tinto e uma dúzia de ovos.
As ditaduras de A a Z
Quando numa casa onde ainda há pouco se defendeu uma intervenção dos coronéis caso a Syriza ganhasse as últimas eleições gregas se tenta argumentar com a contabilidade de vítimas das ditaduras que por alma e graça do divino espírito santo se atribuem à esquerda (incluindo como de costume o Cambodja), entramos na incapacidade argumentiva mais básica.
Primeiro porque se o assunto é comigo, era bom que encontrassem uma linha onde tenha defendido qualquer um dos carniceiros citados ou um regime seu aparentado. E segundo porque as ditaduras não são uma operação contabilística quantitativa e se o fossem conviria utilizar percentagens, ou acabamos a meter o China dentro da Chile, e se calhar não cabe, de resto não há números fiáveis para nenhuma ditadura, nem a Alemanha hitleriana contabilizou as suas vítimas. Um morto chega perfeitamente para enumerar criminosos, a morte é irreversível independentemente das convicções religiosas de cada um e uma ditadura é sempre um modo insuportável de se viver, excepto para os opressores. Basta ter experimentado a portuguesa para dar por isso. [Read more…]
Podres de um MP a Cair de Podre
Há por aí rumores de que o Ministério Público e os juízes andam às turras e tudo porque o colectivo que julgou os amendoins Charles Smith e Manuel Pedro, no caso Freeport, foi implacável na crítica emitida publicamente à forma displicente e complacente como os procuradores investigaram o caso.
Nem seria preciso ser juiz, ter julgado este caso, para estar obrigado a criticar duramente tais procuradores. Bastaria qualquer de nós ser um cidadão atento para perceber quer o andamento-lesma quer o grande esforço sorna por ilibar à partida o degenerado que hoje, sem vergonha, se acoita em Paris. Quando o referido colectivo visa concretamente o departamento liderado por Cândida Almeida, continuamos no domínio do óbvio triste. Não é uma questão de intromissão de juízes na função de procuradores. Nem sequer se trata de um caso de transposição de competências, porque se aos juízes competiu julgar os factos, ninguém minimamente informado e atento em Portugal confiaria na hierarquia do MP para uma análise às questões de alta corrupção que este caso arrola. Talvez por isso é que os amigos do PS e de Sócrates, Cândida e Pinto Monteiro, não engulam facilmente que o Tribunal do Barreiro tenha, a 20 de Julho, mandado extrair uma certidão pedindo que voltem a ser investigados indícios fortíssimos de corrupção no seio do Ministério do Ambiente, então liderado por o referido ex-político. [Read more…]
Sou um trabalhador de cultura
Diogo Curto no suplemento Ipsílon do Público coloca a questão dos professores no tom e no ponto certo: cultura!
Num artigo muito claro o Historiador faz notar a importância da Escola, nomeadamente ao nível da escolaridade obrigatória, para a dimensão cultural de um povo.
Quando Nuno Crato coloca exames no 4º ano está a provocar uma divisão artificial e precoce que vai destinar alunos a uma segunda via onde a Cultura será um anexo da profissão. Para uns, os de menos sucesso, estará à sua frente um percurso centrado na aprendizagem (???) de uma profissão. Para outros, os que têm mais sucesso nos exames estará em cima da mesa um cardápio mais cultural.
Olho lá para trás e penso que fui pela primeira vez a um Museu numa visita de estudo. Foram os Professores que me levaram pela primeira vez ao Teatro e a música, nas suas múltiplas dimensões menos populares, só me chegou na Escola. Isto, para não falar dos livros e das revistas…
E quando me perguntam qual é o meu problema com o Nuno Crato respondo isto mesmo: [Read more…]
Proença, o Grande Mefisto Tuga
O Mefisto Proença de Carvalho, extremamente inteligente e sagaz, também é, e morrerá assim, uma criatura muito à vontade nos grandes lodos contaminantes da Justiça. Ao ler a sua entrevista ao Dinheiro Vivo, JN, de hoje, a certa altura diz o seguinte acerca da Justiça, da actuação e medidas da Ministra, e não precisaria dizer absolutamente mais nada que mais bem o definisse como tubarão dos orçamentos entre os demais tubarões protegidos do sistema, que é, a par de Júdice.
Só um bem sucedido Mefisto português, nos respectivos comércios com quem está Governo, atiraria que: «Há aqui uma visão securitária e perigosa. Está a tentar resolver-se os problemas de ineficácia do sistema retirando direitos, ou seja, sacrificando-se o Estado de Direito [O direito de ir para Paris gozar com os milhões comissionistas de negócios ruinosos para o Estado!]. Falamos dos prazos de prescrição [Não toquem nos prazos de impunidade!], aligeiramento das regras de processo [Sim, mantenha-se o labirinto legiferante com que, em Portugal, é mais fácil fugir imune e impune na proporção do dinheiro que se tenha!], nomeadamente retirando direitos aos arguidos, retirando recursos [Os recursos a peso de ouro que conservam Isaltino a secar como um bacalhau ao sol da liberdade!]. Considera-se que há abuso de garantismo, quando não há. [Não há para ti e para os que defendes, Daniel, tu que és tão próspero, tão rico, tão administrador de tanta coisa ao mesmo tempo?! Garantismo para criminosos ricos e com as costas quentes por advogados mefistofélicos, como tu, em Portugal, é como dois mais dois, Proença!]. Caricaturalmente, era como querer resolver os problemas da saúde retirando tratamentos aos doentes.» [Não será antes, caricaturalmente, como simplesmente castrar violadores da lei, legiões de impunes da corrupção e do roubo?!]
Proença de Carvalho não pode desiludir-me. É isto. E corre-lhe bem. Que tal se me transferisse cinco euros para eu poder comprar uns iogurtes e uns pacotes de leite?!
Governo opta por não vender o tele-lixo
Governo opta por vender o único canal que não passa telenovelas, pirosas ou não (se bem que as primeiras dominam), que não tem concursos da tanga e que não faz dos espaços noticiosos um autêntico folhetim de fait-divers. O governo opta por vender o único canal que emite séries a horas decentes, que tem desporto sem ser bola e que passa filmes sem serem os repetidos e repetitivos blockbusters. Mas há-de querer que eu continue a pagar a mesma miserável taxa na factura da electricidade, os prós&prós do regime continuarão a ter tempo de antena e a concursomania não há-de parar.
É uma história dos homens
Mais do que a história da inconstitu-cionalidade do corte dos subsídios, é o que conta Pedro Lomba.
Progressos
Enquanto transforma o fascismo em mera banha da cobra (compreende-se, há que desvalorizar, mataram uns tipos, coisa sem importância, menos uns comunas), Miguel Botelho Moniz faz progressos na distinção entre estalinistas e trotsiquistas. Pelo andar da carruagem ainda descobre quem foi Ramón Mercader.
Post Scriptum: Apagar um trackback é feio. Curiosamente acontece muito em blogues de extrema-direita instalados no WordPress.
Hóquei em Campo: Maré alta dos portugueses continua
Armindo de Vasconcelos
Bernardo Fernandes é, desde o passado dia 1, o coordenador da formação de um dos clubes históricos do hóquei holandês, o Venlose HC, da cidade de Venlo, que faz hoje 84 anos. Há menos de um ano na Holanda, este português de Cascais é, aos 26 anos, a mais recente jóia da coroa do hóquei português.
Chegado a Venlo em Outubro de 2011, para realizar um estágio de quatro meses no âmbito do seu projecto pessoal, iniciou-se a treinar e a jogar no Venlose HC.
Começou, de seguida, a treinar uma equipa feminina de sub-18, passou para os sub-16 e sub-18 masculinos e terminou a época como treinador assistente da primeira equipa feminina.
É então que surge o convite parra coordenar a formação, “ um desafio muito grande se atendermos ao facto de durante a temporada ter de coordenar os treinos, workshops, clinics, entre outras coisas, de 32 equipas na formação, nos quais estão envolvidos aproximadamente 40 treinadores”. E continuará como treinador assistente da primeira equipa feminina. [Read more…]
Ao cuidado do insurgente mental Miguel Botelho
Convém ler primeiro o que se tem lá em casa:
Sem morrer de amor pelos Coronéis, entre eles e a Syriza, venha o exército inteiro.
Evita-se asnear tanto depois. Quando se compara estalinismo e trotsquismo temos a ignorância instalada entre os “liberais”, essa designação tão a despropósito para o que não passa de absolutismo do mercado. Já sei, Pinochet não foi fascista, e os coronéis gregos uns meros patriotas ligeiramente exaltados.
Tudo isto até podia ter a sua piada, mas morreram homens, outros foram presos e torturados. Chamar parvo a quem defende criminosos é mesmo muito aligeirado.
Ainda os horários zero dos professores, uma explicação simples
Este é um verão estranho para os professores – é o único momento do ano em que podem ter férias e nem isso o governo permite. Para os que estão com horário zero (sem serviço atribuído) os últimos dias têm sido passados à volta dos concursos e dos erros, sucessivos, do MEC. Para os contratados é o precipício, com o Nuno Crato a insistir no passo em frente.
Mas porque é que Nuno Crato arriscou perder o capital político que tinha num processo tão complicado como o dos concursos?
Há, basicamente duas teorias, mas antes disso queria formular uma história que ajuda a perceber isto dos horários zero: [Read more…]
Mentalmente parvo
Numa curiosa troca de piropos (um bocado típica do Agosto blogueiro) dou com esta pérola:
Depois, alguém que acha que o liberalismo é fascismo obviamente não é uma pessoa mentalmente sã.
Assina Samuel de Paiva Pires. O de Paiva não deve ler os insurgentes (nem todos defendem o Pinochet, convenhamos, mas pelo menos convivem com a sua idolatria). Mas apreciei a acusação de insanidade mental, já para não falar no diagnóstico de autista que levou o meu amigo Renato Teixeira.
No meu tempo era coisa típica de estalinistas, mas a extrema-direita moderna não se perde com essas minudências, e pelos vistos aceita as melhores práticas ditatoriais. Para a próxima já não vamos para Caxias, um qualquer manicómio (privado) espera os sobreviventes. Se os houver, que esta aristocracia anda cá com uma sanha…
Garota Ipanema, por Diana Krall
Esta versão não tem 50 anos, mas tem um toque, uma sedução…
Lento Manguito às Fundas Fornicações
Não percebo como é que em devido tempo não se havia actuado nas sinecuras e privilégios de algumas fundações públicas. No tempo do Parvalhão de Paris, por exemplo, parecia que não havia mais onde se procedesse a cortes até se chegar a esse totem de possíveis, que foi o redentor PECIV.
Finalmente, [mas só agora!] o resultado de uma auditoria governamental às fundações para se poder sanear os salários dourados dos seus administradores, especialmente nos casos onde o financiamento destas instituições é exclusivamente público. Mas até quero ver se há músculo para exigir tectos salariais ou, na falta deles, proceder-se ao prometido corte de financiamento.
Mas alguma dia tivemos País para que o administrador delegado da Casa da Música, Nuno Azevedo, receba 11.192 euros mensais?! Ou o presidente da Fundação Cidade de Guimarães, João Bonifácio Serra, aufira 10.300 euros?! Ou o presidente da Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior, Alberto Amaral, mame 9.985 euros?! Ou Miguel Lobo Antunes, receba, na Culturgest, 8.550 euros?! [Read more…]
Manual do Discurso Político Pleno de Conteúdo (MDPPC)
Enviado por Amadeu
Andei 10 anos para reencontrar este texto.
Ao que parece, terá sido originalmente publicado numa revista polaca.
Poderá ser personalizado de modo a satisfazer os tiques oratórios, por exemplo, do nosso primeiro ou restantes ministros, bem como dos nossos amados dirigentes partidários.
Modo de usar: Começa-se pela 1ª frase da coluna I, depois escolhe-se qualquer frase da II, depois qualquer da III, depois da IV, depois volta-se a qualquer frase da I e assim sucessivamente até termos esgotado todas as frases.
Pode ser usado para imposturas políticas ou intelectuais. Sempre diferente, sempre cheio de conteúdo.
A música mais bonita de sempre
Deve ser bom acreditar em deus. Deve ser bom acreditar num ser que tudo sabe e tudo pode. Deve ser bom saber que, no limite, a culpa não é nossa. Deve ser bom saber que, a qualquer momento e numa fracção de segundo, ele pode resolver-nos qualquer problema. Na verdade, até nem é isso que nos vai fazer mais pequenos, porque pequenos já nós somos. Poderá, quanto muito, impedir-nos de sermos maiores, mas diga-se, em abono da verdade, que a maior parte de nós quando chega o momento de poder ser grande ou já se instalou ou já fez tanta asneira que já não conseguirá medrar.
Mau é ter de enfrentar a realidade sem ajudas. Sem o conforto de uma ilusão que, quer se queira quer não, ajuda a esbater a crueldade e a frieza do que temos de enfrentar. E com a absoluta certeza que, não tendo havido alguém que no princípio dos tempos tenha escrito o regulamento desta coisa, não há limites para o tormento. Isto tudo, polvilhado de minuto a minuto com a desesperança com que a realidade nos brinda.
O Moussem de Imilchil
O Lago Tislit. autor desconhecido
“Eu sei que este lago será a nossa morada para a eternidade.
Tu verás,
nós vamos viver na morte, já que fomos obrigados a morrer na vida… “
(FLOPSO, 2009, página electrónica citada)
No final de cada Verão tem lugar um acontecimento extraordinário no Planalto dos Lagos, no vale de Assif Melloul, no Alto Atlas marroquino, que reúne as populações da tribo dos Ait Hadiddou numa festa ou “moussem” conhecido como o “Moussem dos Noivados”. Organizado sob a égide de uma antiga lenda tribal, o festival tem uma grande relevância política, económica, social e religiosa para as populações locais.
Política, porque reforça os laços de amizade e de boa vizinhança entre os dois ramos da tribo Ait Hadiddou e entre esta e as várias tribos que consigo constituem a confederação Ait Yafelman. Económica, porque constitui um importante evento ligado à comercialização dos produtos agrícolas, de artesanato e de gado. Social, porque preserva a tradição dos casamentos em grupo, que asseguram a continuidade da linhagem tribal, permitem o casamento das muitas viúvas e divorciadas, asseguram a permanência na região dos elementos mais jovens da sociedade e evitam a consanguinidade num território em que as aldeias se encontram isoladas a maior parte do ano por motivo dos fortes nevões e difíceis acessos. Religiosa, porque dá continuidade à prática do Islão popular, adaptado ao modo de vida das populações berberes semi-nómadas, liberta dos fortes códigos sociais da sociedade Árabe tradicional. [Read more…]
Rui Ramos, pura vigarice
Já me tinha queixado recentemente do hábito muito português de deixar impunes as vigarices que se disfarçam em ciência histórica e entre nós abundam. Manuel Loff dá hoje um bom exemplo de sinal contrário, desmontando o labor revisionista de um tal de Rui Ramos, vendedor de banhas da cobra várias, com o objectivo muito claro de, neste caso, branquear Salazar e afins. Basicamente a História para Rui Ramos é uma narrativa fantasiosa elaborada sem qualquer rigor para defesa de um programa ideológico, algo à altura de um doutorado em… “ciência política”. Coisa que a esquerda já praticou, convenhamos, com a honestidade de a historiografia marxista sempre se ter assumido como… marxista.
A Joana Lopes publica o artigo saído hoje no Público. Helena Matos não refuta uma linha e diz que é inveja. Um argumento imbatível, ao nível da desonestidade intelectual que caracteriza a nossa extrema-direita.
“A Garota de Ipanema” está uma cinquentona
No dia 2 de Agosto de 1962, era apresentada ao mundo “A Garota de Ipanema”, com música de Tom Jobim e letra de Vinicius de Moraes. Continua lindíssima. O vídeo é de 1979.
Para a direita, as pessoas são números de circo
Na segunda-feira, um homem morreu à porta do Centro de Saúde de Castanheira de Pêra. Pode ler-se aqui um resumo da notícia do Público. Num país governado por gente responsável, mortes como esta seriam, no mínimo, menos prováveis. Em Portugal, os contabilistóides que querem criar uma nação sem Estado limitam-se a “reduzir custos”, a “racionalizar recursos”, contribuindo para uma economia florescente e para a diminuição da qualidade de vida das pessoas, que é outro nome para números. Percentualmente, que significado terá a morte de Albertino Pires Henriques? Se se tiver em conta que não chegou a ser atendido por um médico, o país terá poupado em mão-de-obra, o que será, com certeza, a alegria de um burocrata. [Read more…]
Acordo Ortográfico: consoante antes de consoante não se escreve
Continuando a vampirizar o trabalho de João Roque Dias, descobri a palavra “adeto” (por “adepto”), em dois textos, um dos quais ainda está disponível. Antes do chamado acordo ortográfico (AO90), nunca me apercebi da existência de tal erro.
Não tenho nada a acrescentar ao que já escrevi em textos anteriores acerca deste efeito provocado pelo AO90: a supressão imprevista (?) de consoantes articuladas. Limito-me a lamentar que sejamos um país dominado por gente medíocre e corrupta: num país a sério, uma reforma ortográfica teria sido verdadeiramente estudada e debatida. Em Portugal, ficámos com o AO90.
A música
Versão Pós-Moderna.








Recent Comments