
Área de Serviço de Aveiras, pausa para almoço.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Área de Serviço de Aveiras, pausa para almoço.
CDS quer que voto contra de Ribeiro e Castro tenha “consequências políticas”
Que mais um voto contra faça a diferença contra o habitual (mas vergonhoso na mesma) voto em rebanho. Afinal, temos e pagamos a mais de duzentos deputados para pensarem por si mesmos ou queremos um directório de um voto por partido, ponderado pela representação eleitoral? Eu sei a resposta mas então é de lembrar que bastam cinco deputados, o que nós, que pagamos impostos, agradeceríamos.
Documentário e sátira. Produzido e apresentado por Bill Maher, um dos grandes cultores de stand-up nos Estados Unidos, dá-nos uma visão cáustica sobre a religião. Aconselhável apenas a crentes, a agnósticos e a ateus. Legendado em Português do Brasil.
Tem sido divertido tentar retirar da cova de distorções e insultos a serpente anónima Valupi que lá se acua com as suas plúrimas vozes endemoninhadas, não fosse aquele antro um lugar de reverberação abjecta e ventriloquia de mentiras que disfarçam crimes. Para contornar toda a nojeira conspirativa perpetrada por um chefe de Governo contra a liberdade editorial de uma estação televisiva independente, a TVI, logo, contra o Estado de Direito, Valupi resolve que as escutas a partir de Aveiro, no seu rastreio fortuito e indirecto, é que foram um «atentado contra o Estado de direito». Para quem se fartou de conspirar contra tudo e contra todos, a fim de conservar o Poder e a posição de poder para negócios ruinosos contra Portugal, tudo nos demais não passa de conspiração contra si e por isso, segundo o intelecto prostituído do Valupi, o flagrante aveirense à corrupção massiva praticada pelo socratismo não tinha como objectivo proteger Portugal de abusos de poder, proteger-nos dos excessos no exercício de funções públicas e de crimes hediondos com o dinheiro de todos, mas o simplório objectivo de as revelações desse putrescente consulado caírem «em cima do período eleitoral de 2009». Compreende-se que tal forma de pensar não mostre o nome, não se exponha: pode ser intelectualmente obsceno à vontade, tratando abaixo de canídeo tudo o que não seja Sócrates. [Read more…]
é o que me sugere o único neurónio que tenho ligado. O outro já foi dormir!
Depois de ler na primeira página do Expresso que ” Separação entre bons e maus alunos melhora resultados.”
Já agora duas perguntas que o meu solitário neurónio me solicita apresentar:
– Quem decide o que são bons e maus alunos?
– E que resultados melhoram?
– Melhoram os resultados de quem?
(Olha. Menti! Caro leitor, prometi que eram duas, mas afinal são três as questões que ele me envia. É um abusador.)
E o Tico (o Teco é o que está a dormir) pergunta se os Senhores Professores que colocaram o Sr. Nuno Crato no poder ainda se sentem felizes por nos terem atirado da frigideira para o lume?
Depois do exame na 4ª classe, esta maravilha!
Quando é que chegam os crucifixos para colocar por cima do quadro? A fotografia do Ditador? E, quem sabe a palmatória!
Viva o 24 de Abril de 1974!
Este era o momento em que escrevia um insulto à moda do porto, mas vou ser mais educado e vou usar um insulto da linha de Cascais:
Seus estúpidos!
Foi o que Piteira Santos respondeu a Mário Soares e é aquilo que penso. Obrigado pela informação, Baptista Bastos.
Trouxeram-me (por grande lapso, digo) para aqui por causa dos comboios.
Fui ficando…
Agora falo eu, pode ser?
Acho que nunca percebi o alcance do Aventar. Nem hoje percebo.
O Aventar? O que é o Aventar? Lembro-me de ter sido discutido o nome! Recordo-me de ter sugerido outra coisa qualquer e quando ouvi Aventar, perguntei o que é isso?
De “conversar” com gente que só conheci há dias – gente antes, amigos agora! Recebi há dias o maior elogio que alguma vez me foi feito e em “público”: obrigado Ricardo, pelo convite e pelo MEGA-elogio!
Mas, chega de conversa.
Não faço a mais pequena ideia sobre o que foi o meu primeiro post… Mas, DEUS, como ele continua actual. [Read more…]
Disse um dia o Rui Reininho que andava sempre a contar a mesma história, só que com palavras diferentes.
É exactamente a sensação que tenho quando relembro, em dia de aniversário, o momento da fundação do Aventar. Eram umas 3 horas da madrugada de 16 de Março de 2009. Ou 4 horas. Ou 5. Não sei, a essa hora já estava tudo muito enevoado lá para os lados do Café Poeta, o único ponto de encontro dos noctívagos da vila de Cinfães.
Dou aulas há 18 anos, mas aquele, por todas as razões, foi o melhor. Quando se está longe de casa, sozinho na imensidão do Douro Sul, os dias parece que não acabam. Há tempo para tudo e até para preparar as aulas do dia seguinte. E à noite, bem, à noite começa a festa.
Naquela noite, a festa já tinha acabado. Porque a madrugada já ia alta, os mais fraquecos desistiram. Com o Vítor, o dono do Poeta, eu era o único que resistia. Eu e um trapalhouço de que não reza a história. Naquela noite, especialmente naquela noite, o João Pestana teimava em não chegar. [Read more…]

Bem podem desfazer-se em explicações que não convencem nem o mais seráfico “menino Jesus”. A abolição dos feriados trata-se simplesmente de um descarado saque, obrigando os assalariados ao trabalho gratuito em quatro datas tradicionalmente votadas ao lazer que como se sabe, nunca foi nem é sinónimo de preguiça.
Esta manhã, o alegadamente irmãozinho de causas turvas Magalhães, teve a ousadia de sugerir a demissão de Ribeiro e Castro, o único deputado que mostrou não ser mais um invertebrado naquela mole de holotúrias parlamentares.
O dia esteve em grande, pois ao insulto da abolição do 1º de Dezembro, acrescentou-se o descarado assalto com a chancela B(uíça)PN. Corja!
* Imagem: no Brasil e ao contrário daquilo que se passa em Portugal, as Forças Armadas cultivam a memória da nossa História comum.
Há quem tenha o defeito de ser muito seletivo na leitura de jornais. Estou nesse grupo de leitores e não me envergonho.
Procuro ler o que me interessa e que acrescente algo de construtivo aos meus dias.
Ora hoje, soube pelo Público que se discute no Porto, desde quarta, o Sono e os Sonhos no simpósio Aquém e Além Cérebro. A neurologista Teresa Paiva vai lá estar amanhã para defender que, não obstante as razões mais que válidas para perdermos o sono (que toda a gente sobejamente conhece), “há muita coisa entre o céu e a terra, além da economia e das finanças” e que “se as pessoas tiverem uma atitude mais positiva, tudo melhora”. A especialista desdramatiza e defende o otimismo e o “tudo se resolve”. Esta será a receita para o sono anticrise. Aponta soluções como parar o desassossego, ir para casa mais cedo e agarrarmo-nos a uma atitude positiva. [Read more…]
Dê-nos uma prenda votando no nosso cabeçalho. Que é também uma forma singela de agradecer ao Hugo o trabalho de o ter criado, tal como já referiu o JJC.
Perante o vídeo que demonstra inequivocamente que tudo no Chiado começa com uma carga policial completamente desproporcionada, logo ilegal, Diogo Duarte Campos mete os galões de advogado e diz que um crime é sempre um crime. Pois é. Assim a correr até eu, que desisti de Direito e seus dogmas sebenteiros, vejo vários crimes: abuso de autoridade, violação da liberdade de imprensa, agressão, e…
“Todos têm o direito de resistir a qualquer ordem que ofenda os seus direitos, liberdades e garantias e de repelir pela força qualquer agressão, quando não seja possível recorrer à autoridade pública”
Diogo Duarte Campos faltou à aula de Direito Constitucional que tratou do artigo 21º. Só pode, que mesmo a cegueira da direita na defesa da polícia (ou seja, do velho tríptico Deus Pátria Autoridade) em toda e qualquer circunstância, não justifica tanta cegueira. E estão com azar: o único detido acaba de ser absolvido. Pelo tribunal, a quem compete, ou o julgamento deveria ter sido feito pela PSP?
Socretismo: ideologia vagamente política especializada na manipulação de dados. Apanham-se mais depressa que os coxos.
Pertencendo eu à geração do papel, a verdade é que devo à Internet, em geral, e ao Aventar, em particular, a possibilidade de escrever em público, um dos meus sonhos de adolescente. O outro sonho, o de jogar no Benfica, tem sido constantemente adiado, para grande alívio das defesas adversárias, evidentemente.
A importância da blogosfera e das redes sociais é tão inquestionável que se tornou inclassificável. O Aventar, em três anos, ocupa, agora, um espaço importante e quase único, graças ao convívio improvável de tantos contrários, uma ideia generosa do Ricardo Santos Pinto.
Neste dia de aniversário de um blogue, faria sentido contar uma história ou fazer um bocado de história. Como não faço parte do núcleo fundador e como, de qualquer modo, estou a atravessar uma fase egocentrista – que durará o tempo que demorarei a escrever este texto –, limitar-me-ei a confessar que o Aventar me fez ver que sou muito mais intolerante, muito mais preguiçoso, muito mais ignorante e muito mais irresponsável do que pensava e que, portanto, deveria fazer um esforço por combater quatro desses meus muitos defeitos. Não é que esteja muito melhor, mas sinto-me muito menos pior. Obrigado, Aventar.
Quando escrevi este post, sabia que este se lhe seguiria. Seja que cor política for (vejam-se as autarquias), o resultado é sempre o mesmo. Devemos calar-nos por isso? Claro que não! É preciso continuamente denunciar o tachismo partidário.

“Não vamos para o Governo para enxamear a Administração Pública de quadros do PSD e não vamos meter nos gabinetes dos ministros e dos secretários de Estado um exército de gente que constitua administração paralela àquela que já existe no Estado”, Passos Coelho, citado pelo jornal i
Relembrado o que foi dito, compare-se com a realidade:
*Campanhaeleitoral é o nosso Brideshead
Nos 3 anos do Aventar, com uma dedicatória muito especial a todas as mulheres passadas e presentes deste blogue: a Glória Colaço Martins (De Puta Madre), a Carla Romualdo, a Ana Anes, a Ana Paula Fitas, a Maria Pinto Teixeira, a Daniela Major, a Filipa Martins, a Expatriee, a Isabel Botelho Moniz e, the last but not the least, a Maria do Céu Mota.
Já o escrevi uma vez e repito. Ao logo destes três anos o Aventar provou algo em que sempre acreditei: é possível partilhar espaço de ideias entre homens e mulheres tão diferentes, da esquerda à direita, monárquicos e republicanos sem medo, sem preconceitos e em plena democracia.
É por isso que uma frase chega para sublinhar aquilo que sinto no Aventar: Um enorme prazer.
Tal como Miguel Relvas no PSD, Francisco Assis é das poucas metralhadoras falantes da política nacional. Prodígio de uma oralidade supersónica e vácua pró-socratina, perito na retórica política de encher socialista, a Assis não lhe foi dado compreender um aspecto que o condena a uma imensa desvantagem e a um indelével estigma no confronto com o passado governativo socratesiano, estigma esse e desvantagem essa, pelo menos parte dele e parte dela, por haver Facebook, outra parte por haver Correio da Manhã, outra por haver bloggers obstinados, outra ainda por, no fim, haver quem some dois mais dois e estranhe tanto fumo e quase nenhum fogo que consuma alguma coisa: ser do PS é, hoje, um problema monstruoso deixado, como uma bomba ao retardador, nas mãos dos remanescentes que ainda se atrevem à exposição pública. [Read more…]
Poderá ser o que nos ofereceu o Hugo Colares Pinto? pode, o voto decide.
O Simão organizou um concurso, que tem a sua graça e faz todo o sentido.
Na categoria Outros, estamos a votos, vede, comparai, e votai.
Passei por ela algumas vezes. Não lhe achei muita piada.
Os meus amigos aventadores marcaram ali ao lado o almoço de aniversário do nosso blogue. Será a primeira vez que estarei com eles pessoalmente (estou entusiasmada).
No passado domingo, a escultura She Moves (Matosinhos) ou a «anémona» da norte-americana Janet Echelman, foi notícia no Público. É que vai ser objecto de uma nova reparação. Um rasgão “terá sido provocado por actos de vandalismo“.
Recortei o pedaço da folha de jornal que lhe dizia respeito. Gosto da última frase da notícia: movimenta-se ao sabor do vento e é uma das obras de arte pública mais emblemáticas da região. Movimenta-se ao sabor do vento!
Aventar e She Moves combinam tão bem: vivem e vão ao sabor do vento. Os meus amigos que criaram o Aventar há 3 anos, escolherem um termo curioso, rico em significados: expor ao vento, ventilar, arejar, mas também segurar pelas ventas, aproximar-se pouco a pouco e chegar.
A pouco e pouco esse almoço vai chegar e realizar-se-à perto da anémona que, graças ao Aventar, adquiriu uma nova beleza e importância para mim.
(She Moves, escultura de Janet Echelman)
O Ministério da Educação e Ciência prepara-se para introduzir exames no 4º ano depois de o ter feito no 6º ano.
O debate está aí: exames fazem ou não sentido? Concordam ou discordam?
Faço minhas as palavras do Miguel e sobre isto, Paulo Guinote escreve que “que é preciso um sinal, por simbólico que seja, que os anos de Escola são para formação e aprendizagem, não apenas para passar tempo e divertimento. Até porque evita estados posteriores de incapacidade de gerir expectativas e momentos de pressão”.
Mas a minha dúvida começa mesmo por aí – é transmitido um sinal, mas que resolve quê? Conhecendo nós a Escola, o que vem resolver um exame? Em que é que isso altera a forma como alunos e famílias se colocam? [Read more…]
O Colégio de S. José, em Coimbra, vai fechar. A crise toca a todos, e as freiras da Ordem Dominicana de S. Catarina de Siena não conseguem dar conta dos recados, tendo optado por concentrar recursos humanos nos colégios do Restelo e do Ramalhão, o resto é paisagem. O erário publico sempre pode poupar uns trocos, em Coimbra tinham o contratozinho de associação da praxe.
Deixo aqui a minha solidariedade com estas trabalhadoras vítimas de mobilidade forçada, sujeitas como estão a voto de obediência, por vezes ainda mais doloroso do que o da castidade (“de todas as taras sexuais, não existe nenhuma mais estranha do que a abstinência“, rezava o Millôr Fernandes). Valha-lhes Catarina de Siena, santa padroeira da anorexia e madrinha desta cura de emagrecimento.
“Se não batessem na minha filha, não me chateava tanto” – o caso da educadora que só à paulada devidamente explicado. E não, isto não é sobre futebol, é sobre educação.
Faz hoje exactamente 3 anos, meu amor. Sim, meu amor. Reunimo-nos lá em casa para festejar o teu aniversário e eu, virado para o Zé Freitas, saí-me com uma brincadeira: «Estamos aqui reunidos para festejar o lançamento do Aventar».
O Aventar ia começar exactamente à meia-noite, dia 30 de Março. Não gostaste. Achaste que estava a dar mais importância ao blogue do que a ti. E não foi. Só estava a brincar, não devias levar a mal.
15 dias antes, no Poeta, em Cinfães, tinha decidido lançar um blogue colectivo pluralista. Estava longe de ti, como estive sempre durante esse ano. Tinha de ter um entretenimento e escolhi a blogosfera. Falei com o Luis Moreira e decidimos avançar.
Sei que não vais ler isto, por isso estou à vontade. Recusas-te a ler o Aventar, detestas o Aventar. Sentes que ao longo de 3 anos te substituí constantemente por ele. Quando passava horas e horas a escrever posts e a agendar o dia seguinte. Quando passava horas no chat com o JJC a definir estratégias e a exultar pelos números das audiências. Quando ia (vou) para os intermináveis convívios de Coimbra.
O que aconteceu ontem foi grave, amor da minha vida, tão grave que desejei pela primeira vez nunca ter fundado o Aventar. Desejei pela primeira vez que o Aventar nunca tivesse existido. [Read more…]
Para o mesmo pacote laboral, descubra as diferenças:
PSOE:
A porta-voz do grupo parlamentar socialista, (…) leu uma declaração do Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) (…) na qual se manifesta entendimento pelas “razões que justificam” a greve e solidariedade com os trabalhadores que estão em protesto.
O texto, um manifesto contra a reforma laboral aprovada pelo Governo, advertiu que a norma “não vai gerar emprego”.
PSP:
João Assunção Ribeiro, porta-voz do partido, desabafou no Facebook a propósito da abstenção na lei laboral. “Infelizmente, para defender o passado e honrar a assinatura de José Sócrates temos de nos calar contra medidas inaceitáveis”.
As greves e as leis laborais são como o algodão: não enganam.
Assegurou hoje, 29 de março de 2013, Pedro Passos Coelho.
A greve geral que hoje paralisa o estado espanhol tem muito para nos ensinar. Sabiam que foi inicialmente convocada por sindicatos alternativos e independentes das centrais sindicais do costume que tiveram de correr atrás do prejuízo? É ler no Público.es (que arranjou uma deliciosa forma de assinalar que hoje está em greve, tapando os títulos).
E não é só uma greve ao trabalho mas também ao consumo (como deveriam ser todas as greves gerais). E tem uma sesta colectiva, genial forma de luta que destaca o sagrado direito à preguiça.
Portugueses, aprendei com quem sabe (sendo verdade que nós soubemos correr com o feudalismo castelhano mas dormimos à sombra dessa bananeira desde o séc. XIV).
O regresso dos exames no último ano do Primeiro Ciclo reavivou fantasmas reaccionários e revolucionários.
Por uma vez, Nuno Crato revelou coerência entre o que defendia como comentador e o que pratica como ministro, ao revalorizar a importância dos exames. Devo dizer que, como simpatizante do comentador e opositor do ministro, não tenho, perante os exames, uma reacção instintiva de adesão entusiasmada ou de repulsa enojada. Antes procurarei reflectir, o que não me parece acontecer com a direita ou com a esquerda, especialmente se parlamentares, porque a Assembleia da República é, demasiadas vezes, palco de coreografias. [Read more…]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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