Estamos em fim-de-semana. É tempo de pausa para missas, idas ao ‘shopping’, ao cinema ou ao pontapé na bola. Ou ainda para permanecer em casa a ler, a meditar na merda a que chegámos ou a tentar reparar o sacana do autoclismo que não se silencia.
Compadecido com a dor do político a quem falta parceiro para dançar o tango, invadiu-me a ideia de recomendar: talvez com este histórico tango, o ‘Cambalache’, a escassez se converta em abundância de pares para dançar. O autor, Enrique Santos Discépolo Deluchi, falecido em 1951, criou-o em 1935.
A letra é intemporal. À semelhança do tango e das milongas que nos cantam para aumentar impostos, congelar salários e pensões, eliminar ou reduzir prestações sociais, infernizando-nos a vida.


O rei João II teve uma morte no mínimo misteriosa. Muitos historiadores, contando com o parecer de alguns médicos precursores do tele-diagnóstico, têm-se inclinado para o envenenamento do monarca, ordenado pela própria rainha, nada de espantar se tivermos em conta que o rei limpara o sebo ao duque de Viseu, seu cunhado, e a mais uns tantos.
Agora “ciclo de ensino” traduzido do socratês é muito claro: tudo vai ficar como estava, escolas privadas sustentadas pelo estado a concorrerem com as públicas, lucros chorudos para empresários e mais uma fonte de financiamento da ICAR.


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