Agora que querem meter os professores a fazer trabalho extraordinário à borla, não seria altura de pouparem os professores do ensino privado a esse sacrifício?
Eu explico porquê. Em primeiro lugar não passa pela cabeça de ninguém que funcionários de uma empresa privada façam um trabalho que compete única exclusivamente ao estado. É o mesmo que pôr empresas de segurança a fazer trabalho da polícia. Já os alunos do privado não terem de ir fazer o seu exame a uma pública é perigoso, e por alguma razão nem sempre foi assim.
Depois tenho uma pequena experiência. Quando fui corrector pela primeira vez de acordo com as modernices actuais das grelhas supostamente mais objectivas e das aferições dos critérios trabalhadas em grupo, dois colegas dentro do assunto explicaram-me os novos procedimentos e no final avisaram-me:
– E nas reuniões de aferição vais ver como está sempre alguém de um colégio e como avalia sempre por baixo. [Read more…]



O rei João II teve uma morte no mínimo misteriosa. Muitos historiadores, contando com o parecer de alguns médicos precursores do tele-diagnóstico, têm-se inclinado para o envenenamento do monarca, ordenado pela própria rainha, nada de espantar se tivermos em conta que o rei limpara o sebo ao duque de Viseu, seu cunhado, e a mais uns tantos.
Agora “ciclo de ensino” traduzido do socratês é muito claro: tudo vai ficar como estava, escolas privadas sustentadas pelo estado a concorrerem com as públicas, lucros chorudos para empresários e mais uma fonte de financiamento da ICAR.


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