Paulo Rangel está contra o centralismo de Lisboa.
Acho bem, mas as pessoas por cá estão todas assim.
Lamentavelmente, vai ser preciso uma qualquer Iurde para que se mexam.
Logo á noite no Porto Canal
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Paulo Rangel está contra o centralismo de Lisboa.
Acho bem, mas as pessoas por cá estão todas assim.
Lamentavelmente, vai ser preciso uma qualquer Iurde para que se mexam.
Logo á noite no Porto Canal
Ontem cansei-me de prazer, do meio da tarde até ao começo da noite, caminhando pelas ruas do meu Porto. De comboio até São Bento, depois subindo a 31 de Janeiro, com uma cena de ‘civismo’ a empatar o percurso do eléctrico, Santa Catarina, Aliados, Mousinho, Ribeira, e, para findar, travessia da Luíz I para o lado de lá, Gaia, que, na verdade é o meu lado de cá, onde um autocarro veio mesmo a jeito. Éramos seis. Filhas, esposa, irmã mais nova, sobrinho. Especámos a olhar para as montras das lojas mais tradicionais no Bolhão, os queijos, os Barca Velha, os frutos secos, os enchidos, um olhar à Charles Dickens. Não me foi pago o subsídio de desemprego, não há Natal.
Foi assim que se continuou a vigília de ontem.
Confesso que já tenho alguma dificuldade em explicar o que me leva a sair à rua, numa noite de inverno, mas vou tentar mais uma vez.
No último ano (se calhar nos últimos!) não vi uma única vez o Programa Praça da Alegria. Estou longe de ser o fã número um do Jorge Gabriel ou da Sónia Araújo.
Não consigo também dizer apenas coisas boas sobre o nosso serviço público de televisão. A RTP tem muito a melhorar? Claro que sim.
Mas a minha participação, tão activa quanto possível, nesta LUTA não se prende com nenhum dos pontos acima referidos.
O que está aqui em causa é uma tentativa do “poder” (governo? administração? outros operadores?) em iniciar a destruição do parte da nossa identidade! Nossa, do Norte! [Read more…]
Os trabalhadores da RTP avançaram, mas o dever de participação é, fundamentalmente, um dever de cidadania. A RTP não é de quem lá trabalha. É de todos nós.
Não está aqui em causa o programa A ou B – a decisão de retirar a Praça da Alegria do centro de produção do Monte da Virgem é mais um prego que este Governo pretende colocar na RTP e em particular no serviço público de televisão que é feito a norte.
Até para mim, que sempre votei contra a regionalização e que não gosto nada do discurso careta dos pobres e explorados do Norte, começo a achar que é hora de dizer basta!
Já escrevi sobre a RTP e não me parece que neste momento seja necessário acrescentar seja o que for.
Fica apenas o convite – amanhã, 5ª feira, 19h apareça em frente à RTP, ali pertinho do Monte da Virgem.
Se vier de Metro, poderá sair em Santo Ovídio e caminhar 5 minutos. Se vier de carro, sugiro que siga, nas Auto-Estradas, as indicações para o Hospital de Gaia e depois de estar no hospital, mais uns metros e está na RTP.
5ª, às 19h!
—
Nota: a imagem é do Nuno Sousa.
As gentes do Porto sempre tiveram bom coração.
Mostraram-no quando ficaram com as tripas e ofereceram todas as carnes nobres aos seus navegadores que partiam para conquistar Ceuta.
Provaram-no quando apoiaram incondicionalmente a luta liberal, mostrando uma bravura e uma invencibilidade únicas durante o cerco das tropas de D. Miguel – O Cerco do Porto – agora nome de uma zona considerada pouco nobre. Esta coragem valeu-nos outro grande coração, o de D. Pedro IV que, na hora de partir, doou o seu, apaixonado que estava pela paixão dos portuenses em defender aquilo em que acreditavam.
Fazem dele prova diariamente, quando, sem esperar agradecimentos, auxiliam um semelhante, alguém que necessita de apoio, ainda que seja com o simples gesto de ajudar a atravessar a rua ou indicar aos forasteiros como se vai para qualquer lado. [Read more…]
As autárquicas já estão a mexer com os partidos políticos e parte desse movimento começa a chegar à esfera pública. No
actual quadro social não me sinto capaz de adivinhar o que vai acontecer daqui a um ano, até porque sou dos que pensam que o Governo vai tentar arrastar o país para uma crise política algures entre o Carnaval e a Páscoa.
De qualquer forma há alguns factos que me parecem certos:
– a agregação de freguesias foi pensada por quem tem o poder e por isso vai, fundamentalmente, diminuir a dispersão partidária;
– os presidentes que podem continuar (sem limitação de mandatos) normalmente ganham as eleições;
– os partidos no poder, especialmente o PSD, serão muito penalizados pelo voto de protesto contra o Governo.
O debate em torno das candidaturas que vierem a ser apresentadas em cada uma das freguesias e em cada um dos concelhos terá como pano de fundo o contexto do país – não poderá ser de outra maneira. Continuarão a ser feitas promessas e haverá candidatos que vão continuar a dizer o que as pessoas querem ouvir. É da natureza da nossa política. Já sabemos que as pessoas estarão sempre primeiro e que agora é que vai ser. Para uns, os que querem ficar no poder, a palavra será continuar. Para outros, os que lá querem chegar, a palavra será mudar. [Read more…]
Das coisas mais bonitas que já vi e ouvi…
O trabalho de sapa do João Roque Dias encontrou, em pouco tempo, mais um exemplo da supressão de consoantes que não são mudas. Neste caso, trata-se de uma afronta involuntária à cidade do Porto, orgulhosa de ser invicta há vários anos. No site do Colégio de Quiaios e numa legenda da TVI, o c de Invicta desaparece e o Porto deixa de ser invencível.
Já tive ocasião de notar alguns fenómenos semelhantes: Acordo Ortográfico: sabor a pacto, Acordo ortográfico: a fissão da ficção e Acordo Ortográfico: consoante antes de consoante não se escreve.
A insegurança no uso da ortografia não é, infelizmente, um problema recente, mesmo nas escolas e na comunicação social, ambientes em que a língua devia ser mais bem tratada. O chamado acordo ortográfico, por ser um instrumento carregado de deficiências, serve para acentuar essa insegurança.
Num país a sério, com políticos a sério, a leviandade com que o AO90 foi posto em prática não existiria. Assim, é só mais uma acha para a imensa fogueira onde arde a irresponsabilidade das políticas culturais e educativas.
Hoje, no Público (pág. 43) tropecei num artigo de opinião de Manuel Sampaio Pimentel intitulado “Desculpe Dr. Menezes, não posso votar em si (II)”. Pecando por não ter lido a parte I, só posso supor que a primeira não deve ter sido muito diversa no seu objectivo final.
O actual Director do Centro Distrital do Porto da Segurança Social, nomeado pelo actual governo, compara o endividamento da Câmara do Porto com o da Câmara de Gaia e, perante tal cenário, chega a uma conclusão definitiva: Luís Filipe Menezes não pode ser o próximo Presidente da CMP ou, coisa mais prosaica, pelo menos não o será com o seu voto.
Este militante do CDS, ex-vereador de Rui Rio não aprecia LFM. Está no seu direito. Não gosta da obra de LFM em Gaia. É a democracia. Porém, é bom lembrar que LFM governa Gaia em coligação com outro partido, o de Manuel Sampaio Pimentel e, pelo que sei, nunca vi o CDS de Gaia nem a Distrital do Porto do CDS criticar a gestão de LFM em Gaia. Bem pelo contrário. Nem sei se Manuel Sampaio Pimentel, quando foi nomeado para a CCDRN, em 2003, evitou aprovar ou se opôs a candidaturas de Gaia ao QREN que ajudaram, certamente, ao avolumar do tal endividamento de que agora fala tão crítica e preocupadamente. Não sei.
O problema não está, obviamente, em Sampaio Pimentel não apoiar uma candidatura de LFM (mesmo que o seu partido, aposto, o vá fazer). Não. É um direito seu e que merece o respeito de todos. O problema é outro: comparar o endividamento de Gaia com o do Porto. Seria o mesmo, para facilitar a compreensão de todos, que comparar o endividamento do FC Porto com o do Vitória de Guimarães. É intelectualmente desonesto fazê-lo.
A comunicação social em crise aproveita tudo o que mexe para se safar – no jornal I fala-se da RTP Porto e de como esta é um problema, segundo eles, o maior dos problemas.
Há coisas que não são para explicar – a RTP tem que existir a Norte e não apenas no formato delegação. E tem que existir porque sim. A dimensão noticiosa de um país civilizado exige a presença do serviço público de informação (televisão e rádio, neste caso) de proximidade.
O jornalismo está longe de ser uma ciência exacta e por isso as vivências dos jornalistas, a sua existência enquanto pessoas junto da população é fundamental para perceber o pulsar do país e, com base nisso, construir informação de valor acrescentado. Reduzir a RTP a Lisboa ou, pior, reduzir a RTP à SIC e à TVI é um mau caminho que prejudica o país.
Quero que parte dos meus impostos continue a ser utilizado na RTP, no serviço público de informação e, claro, na sua produção no Porto e nas restantes delegações a norte.
A solução para o país não passa por fechar a paisagem e levar tudo para Lisboa.
—-
Actualização via face: Encontrei este texto da Jornalista Magda Rocha que não resisto a publicar: [Read more…]

À 3ª ou 4ª tentativa, o desprezível Miguel Castelo Branco, autor deste escarro, conseguiu fotografar uma manifestação em que se via espaço livre entre as pessoas. Vai daí, tratou de gozar com as convicções e com o sofrimento dos outros em meia dúzia de fotos mal amanhadas.
Saudoso do passado, o garotito sonha com séculos de Monarquias absolutas. Eu sei, eu sei, os 14 de Julho, os 24 de Agosto, os 5 de Outubro foram uma chatice. Isto das manifestações, realmente, onde já se viu!
Falta de maneiras? Falta de maneiras de quem? Só se for da tralha monárquica que sonha com o imbecil Duarte Nuno com uma coroa na cabeça.
Perante tanta falta de escrúpulos, é caso para perguntar se a vida lhe corre mal. Não tem pão? Olhe, coma brioches!
Há mais, sim senhor!
Porto – Sábado, 13 de outubro, às 17h na Praça D. João I (em frente ao Rivoli).
Com base no FACE, o cartaz está em actualização
permanente.
Dou por mim muitas vezes a pensar o que, dos nossos dias, vai ficar nos livros de história. Daqui a 500 anos o que vão dizer os livros sobre os primeiros anos do século XXI?
Gosto de pensar que vão falar de cultura, essa coisa supérflua que a TROIKA me quer roubar. E como acredito nisso, porque sou um trabalhador da CULTURA, Não vou deixar que esse roubo aconteça!
Os membros da direcção do Movimento Revolução Branca iniciam, amanhã, uma caminhada de 12 dias que começará na Praça Humberto Delgado, no Porto, e terminará em Lisboa. Fica aqui o convite, porque todos os que quiserem podem apoiar ou acompanhar os cinco caminhantes ao longo do percurso.
Sou amigo de um destes cinco cidadãos indignados e sinto-me orgulhoso de o ver participar num movimento que revela frontalidade e imaginação, duas características que são, mais do que nunca, necessárias. Desejo, no mínimo, que esta actividade se torne suficientemente visível para incomodar quem deve ser incomodado. Que sirva, ainda, de exemplo a partidos e a sindicatos, para que comecem a pensar em novas maneiras de protestar.
À praça! À praça! decorrerá no dia 5 de Outubro, a partir das 19h. Começa na Rua de Cedofeita e continua na Praça Carlos Alberto.
O passeio é estreito. A mulher desce a rua com as crianças, três meninas. As crianças chalreiam, riem alto. A mulher não diz nada, tem os olhos postos nalgum ponto distante, no fim da rua. A mulher vai cansada. As crianças e a mulher ocupam o passeio todo. A rua é antiga, o passeio é estreito. A mulher e as três crianças são negras e ocupam o passeio.
O homem está parado à porta da mercearia. Tem à mão apoiada na parede e fala lá para dentro, para um merceeiro oculto nas sombras da mercearia antiga. Na outra mão leva um saco de plástico com uma lata de salsichas. O homem vira-se no pior momento e embate na mulher. A mulher espanta-se porque vai a pensar noutra coisa. O homem enfurece-se.
– Então, é assim?!
A mulher não diz nada, sustém-lhe o olhar. Ele repete, agora mais alto:
– É assim?! [Read more…]
contado pelo Jorge Seabra Paupério:

Estive na manifestação de ontem no Porto, com convicção, com orgulho e com confiança de que é possível mudar as coisas.
O que não quer dizer que concorde com alguns dos “gritos de ordem” que se ouviram, com algumas das frases que se leram ou com alguns dos sentimentos que se evidenciaram.
Para mim, “mudar as coisas” nem sequer passa por mudar este governo. Não porque seja bom, mas porque não vejo qualquer alternativa melhor. Não tenho um partido, tenho um cérebro. E ele diz-me que, entre “mais do mesmo” ou um vazio de poder, o mais sensato será mantermos o governo que temos, desde que o governo se mantenha sensato…
Para mim, “mudar as coisas” também não passa por ignorar ou expulsar a troika. Temos problemas financeiros graves. Precisamos dessas instituições. Precisamos também de ser sérios e honrarmos os nossos compromissos. Não concordo, por princípio, pela atitude de “cuspir no prato em que se comeu”. [Read more…]
Em tempo útil, digo eu, tive oportunidade de fazer ver a quem de direito, da necessidade de dizer alguma coisa sobre o que
ia acontecer hoje. Obviamente, a resposta foi não porque além de se desconhecer o gerador (em português, não fomos nós!) não havia uma ideia sobre o que se pretendia.
Agora que acabou, reconheço a razão dos argumentos: não houve um gerador! Houve milhões!
Não havia uma ideia! Havia milhares de ideias!
E esta é a minha primeira conclusão: não há monopólios do lado de quem luta. A luta do outro não é pior só porque não é minha.
Há uma segunda conclusão – ao contrário do que teima em dizer a blogosfera laranja o problema do governo não é um problema de comunicação. O povo já percebeu MUITO bem a comunicação dos boys incompetentes que nos tentam roubar o país. [Read more…]
Em Janeiro escrevi que Menezes seria o candidato natural ao Porto. Dependia, sobretudo, da sua vontade. O único problema para o PSD Porto seria se o seu prolongado silêncio tivesse no final uma resposta negativa. Não teve. Hoje, na SIC, Menezes afirmou-se como candidato contando com o apoio do Presidente da Concelhia do Porto (Ricardo Almeida), do Secretário-geral (Matos Rosa) e do líder do partido (Pedro Passos Coelho).
A força de Luís Filipe Menezes é ser um candidato que está para além do seu próprio partido. A revolução que fez em Vila Nova de Gaia e a forma como sempre procurou, através de Gaia, mostrar que o Porto podia e devia ser o motor da AMP, fazem de Menezes um candidato da esperança. A esperança de um Porto mais forte, renovado culturalmente, cosmopolita, próximo das pessoas e cujo papel da câmara é a promoção da qualidade de vida dos seus habitantes sem descurar o seu papel positivamente aglutinador de toda a Área Metropolitana do Porto e sem estar de costas para as suas instituições públicas e privadas.
É um Porto diferente que se pretende. É o Porto com gente que o compreende e ama. Faz toda a diferença. Falta pouco mais de um ano para a esperança renascer.
De BRANCO para simbolizar Mãos LIMPAS para agarrar o futuro do País!
Vamos a isso!
Domingo, 13horas, Ribeira do Porto, Setembro de 2012.
As ruas, as esplanadas e os restaurantes cheios de turistas. Eram franceses (muitos), ingleses (alguns) e espanhóis (vários). Um dia de sol fantástico que convida a um passeio por todo este Património da Humanidade e que nos enche de orgulho e satisfação ao ver semelhante mar de turistas.
Manda a prudência evitar almoços de domingo em zonas turísticas na época alta. Eu sei. Não resisti. Fomos ao Chez Lapin, mesmo no olho do furacão turístico. A longa espera, fruto de um serviço fraquinho, permitiu assistir à invasão de um grupo de franceses, logo seguido de um grupo de italianos reformados. Fico positivamente surpreendido ao verificar que o restaurante tinha empregados que dominavam o francês e o italiano – o facto de a sopa que nos serviram ter regressado ao ponto de partida por estar azeda não me tirou a boa disposição. São coisas que acontecem…
Com afinco, os empregados procuravam impingir o bacalhau. Alguns italianos resistiram. Entretanto chegaram os nossos pedidos. Só não seguiram o caminho da sopa por verdadeira desistência. Em bom português, uma merda. Os meus filetes de polvo com arroz de feijão resultaram nuns filetes muito maus e quanto ao arroz, ainda espero sentado. As carnes em “vinha de alhos” dos restantes comensais (três) vieram acompanhadas de quatro meias batatas assadas. Quanto ao sabor e qualidade da carne nem vale a pena perder tempo a explicar.
Ao meu lado, os italianos sofriam. Desde confusão na entrega dos pedidos, reclamação pacífica sobre os mesmos – imaginem o que lhes entregaram: o bacalhau que não queriam. A água fresca solicitada resultou em natural. Quando os empregados não estavam por perto e dada a proximidade entre as mesas não foi difícil perceber os seus comentários. No início só elogios à cidade, a meio abundavam as críticas à qualidade dos produtos servidos.
Finalmente, as sobremesas. O meu bolo de chocolate deve ter sido bom e fresco três dias antes. Desisti. Pedi a conta e fui-me embora. Para nunca mais. Nem fiquei triste ou mal disposto por mim e pelos que me acompanharam. O meu desalento é outro.
Estamos todos a fazer um enorme esforço para manter o Porto no mapa de destinos turísticos de excelência. Todos. Entidades públicas da Região, privados, operadores, etc. Excelentes hotéis, fantásticos hostels, restaurantes cada vez melhores, mais formação e muito mais informação. Só que alguns ainda não aprenderam e querem ganhar tudo de uma vez só a curto prazo. Quando assim é, todos ficamos a perder.
Escrevo estas linhas por um pormenor que é pormaior: estes franceses e italianos não escolheram o Chez Lapin como eu. Aterraram nele levados por guias contratados (e devidamente identificados como tal). Eu escolhi o restaurante e por isso o erro foi meu. A estes turistas foi impingido. Logo, foram duplamente enganados.
Um dia não são dias. Espero que tenha sido só um dia menos bom.
São conhecidas as listas de colocação dos docentes que concorreram aos Açores.
Mas esta será a mensagem sobre o concurso para o Continente que todos vão querer ouvir e ler nos próximos dias.
A data prevista é a próxima sexta-feira, 31 de agosto e são muitos os milhares de professores que não fazem, ainda, a mais pequena ideia do que vai ser a sua vida na próxima segunda-feira.
Se para uns a questão é saber em que escola vão trabalhar, que alunos e anos vão ter, para a maioria a questão é bem mais grave – há ou não emprego?
Por mais que se concentrem nas ofertas de escola que estão a decorrer, essa é também uma solução pouco interessante porque as vagas podem (e serão!) ocupadas por colegas dos quadros que ainda estão sem serviço atribuído. O que deveria ter acontecido era um bocadinho mais de dignidade do MEC – publicavam as listas de colocações no dia 31 e no dia 3 abriam as vagas, em oferta de escola, que realmente o são.
É que quase todo o trabalho (imenso!!!) que estão a ter agora será simplesmente para nada.
Até por isso e porque 6ªfeira vai ser um dia bem especial penso que fará sentido que todos os professores se juntem, na rua, ao fim da tarde. É o momento de mostrar ao país o que nos vai na alma!
Vais?
500 euros por mês!
Um centro de estágio que é municipal e por isso há quem pague para o usar. É uma não notícia, mas mais vale acabar com a coisa do que manter o financiamento que permite viver à grande. Que parte do meu subsídio de férias foi para pagar os 18 milhões que o Danilo custou?

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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