Esta não tem o selo da Globo e qualquer semelhança com pessoas reais não será mera coincidência…
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Esta não tem o selo da Globo e qualquer semelhança com pessoas reais não será mera coincidência…

Uma leitora brasileira enviou-nos uma lista de sites e blogues de jornalistas que dão uma visão dos acontecimentos no Brasil a partir de quem os vive de perto.
Se a situação é complexa e divide os brasileiros, ainda o é mais para quem, a partir de Portugal e da nossa imprensa, tenta compreendê-la. Estamos perante uma tentativa de “golpe de estado judicial”, como já li? Existe uma campanha orquestrada para derrubar Lula? Essa campanha conta com o apoio dos militares e da Globo? É possível, como também li, que se corram riscos sérios e generalizados de derramamento de sangue nas ruas? Ou tudo não passa, afinal, de uma manobra desesperada do PT para boicotar uma investigação judicial? Dilma e Lula deram um tiro no pé com a recente nomeação do ex-presidente como ministro? Quais as consequências desta crise para a democracia brasileira? [Read more…]

Flutes, iates, limousines e extrema-direita. Eis a face visível da agenda política que procura aproveitar o tiro no pé do governo de Dilma para regressar ao passado de opressão e exploração do povo brasileiro. Os tais que se manifestam pelo fim da democracia. Que se manifestam contra o direito de se manifestar. Irónico e triste.

Foi com o que se deparou Sandra Arezes, que em resposta à candidatura a um cargo de atendimento de caixa descobriu a exigência da gerência da empresa contratante: ser o mais fisicamente apelativa possível. Sim, chegamos a isto. Na era da precariedade e da banalização da exploração no trabalho, a discriminação impera e a lei laboral existe para ser violada. Sandra Arezes teve a coragem de denunciar. Mas quantas Sandras se sujeitam a este tipo de marginalização todos os dias?

Já aqui falei sobre o tiro que Dilma Roussef deu no próprio pé. Usar o poder para evitar que Lula da Silva enfrente a justiça é um grave abuso e custar-lhe-á muito caro. Mas desenganem-se aqueles que vêm nestas manifestações nada mais do que patriotas a lutar pela democracia. Alguns assumem-no e pedem mesmo o fim da democracia e uma intervenção militar no Brasil. Sim, existe revolta genuína contra a corrupção que esmaga o Brasil. Mas também existe uma agenda política. Uma agenda que não hesitará em reverter o recuo do fosso e do grosso das políticas com que o PT tirou milhões da miséria. Assim vai o Brasil, encurralado entre a corrupção, a ganância e o fascismo.

No início, de modo simplista, havia isto: a barragem ou as gravuras.
Optou-se, bem, pelas gravuras.
Como sempre, parte da substância foi reduzida a discussões de economês básico: qual a solução que geraria mais dinheiro? A barragem, disseram muitos em coro, começando por boa parte da população local.
Paradoxalmente, a defesa das gravuras do Coa foi, talvez, uma das últimas causas capazes de gerar movimentos engajados e participativos em Portugal, integrando vozes e manifestações activas norte a sul, levando a discussões que envolviam modelos de desenvolvimento e salvaguarda de património cultural.
Ora, um paradoxo gera outros, e grande parte dos defensores nunca visitou o local e os percursos postos ao serviço do público, contribuindo, também assim, para a aparente estagnação actual.
E é pena. Pena, porque, de novo, é a gestão do património comum que está em causa, e pena porque se trata de um programa inesquecível para quem nele participa. [Read more…]
Do contato e lubrificação? Exactamente: do contato e lubrificação.

Onde? No sítio do costume. Quando? Hoje. Estrangulamentos? Constrangimentos?
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Nótula pessoal: Anteontem, algures em Bruxelas, tive o privilégio de assistir a uma conferência proferida pelo excelente Andrew Delbanco, com o Melville: His World and Work a desempenhar o papel de força motriz para três excelentes quartos de hora sobre o Moby Dick. Este excerto do programa do Stephen Colbert abriu as hostilidades:

Uma das críticas mais comuns da direita radical é aquela em que acusam a esquerda de falta de visão estratégica, de não pensar ou planear a longo prazo. A história da privatização dos CTT é um daqueles exemplos que demonstra factualmente que essa mesma direita é, também ela, incapaz de o fazer. [Read more…]

Quando um político suspeito de envolvimento em crimes de corrupção vem a terreiro afirmar “estou vivo e sou mais honesto que vocês“, a tendência que tenho é para desconfiar. Quando esse político, em vias de ser detido, é resgatado pelo governo do seu partido e transformado em ministro, tornando-se assim imune à investigação do gigantesco caso de corrupção que o poderia levar para a prisão, então a margem para dúvidas torna-se praticamente nula. Bem sei que Lula da Silva tirou milhões de brasileiros da pobreza e das garras da exploração de um país que tem tanto de rico como de desigual. Mas isso não pode justificar tudo. E se Lula é mesmo inocente, gritar que é honesto para de seguida ser blindado dos avanços da justiça por uma jogada política desta natureza não abona rigorosamente nada em favor da sua pretensão. As ruas cheias de protestos são o espelho disso mesmo.
o louvor que faltava desse bastião da democracia e do jornalismo independente que é o Jornal de Angola. Será que a Isabelinha lhe arranja um tacho por aí?
Seixas da Costa vai para administrador de uma das empresas do grupo EDP.
Depois do que fez pela construção da barragem do Tua bem merece!

O plano era para quatro anos e a sintonia era absoluta. Não havia caras nos cartazes e Portugal estava à frente. A simbiose era tal que os dois partidos pareciam fundir-se num só e em Belém morava uma espécie de anjo da guarda movido a bolo-rei. Tudo era belo e a maioria absoluta estava ao virar da esquina.
Poucos meses após as Legislativas, assistimos hoje aos dias do fim da geringonça. A de direita, claro, que ela também existe. Perdão: existia. Triturada pela democracia representativa e órfã de Cavaco, a geringonça de Passos e Portas assiste, acantonada à direita e ainda refém do discurso do golpe de Estado, ao desmoronar de parte da imprensa colaboracionista e ao fim da era Paulo Portas à frente do CDS-PP. Em Gondomar fala-se de democracia-cristã e disparam-se tiros de fogo amigo contra o mesmo Carlos Costa que Passos Coelho tanto se esforça por defender. Na São Caetano limpa-se o pó da social-democracia, que em breve voltará para a gaveta, e nas jornadas parlamentares do PSD ouvem-se profecias apocalípticas dos amanhãs bancarrotistas que cantam. [Read more…]
Dublin, Irlanda
Em 2015 calcula-se que economia irlandesa tenha crescido 7.8%, ultrapassando até mesmo a China. Isto é visto como um caso de sucesso de recuperação da crise de 2008-2009 [sic].
Mas será mesmo?
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Para além de ser um pavimento, a calçada tem um valor cultural e simbólico profundo. E não é preciso dizer isto aos lisboetas, porque é um sentimento, e não admira que as reacções ao seu retiro sejam emocionais. Mas, depois, é como se a catarse da indignação fosse suficiente, pronto, como já disse que sou contra, já fiz o que estava ao meu alcance. Ora como isso nada adianta, é bom saber o que o Plano de Acessibilidade Pedonal da Câmara Municipal de Lisboa (CML) entende por “orientar o uso da calçada portuguesa na cidade nos próximos anos e não removê-la”. [Read more…]

Ilustração: Matt Kenyon / The Guardian
Cresce a olhos vistos o mal no mundo e na Europa, em particular. São sinais de um passado que se julgava ultrapassado. O “não há alternativa”, o “rigor” e a “austeridade” aplicados às pessoas (a novilíngua do Orwell tomou conta da política), quando para o sector financeiro e para as multinacionais há sempre um “resgate” pronto a sair, está a trazer o pior das pessoas à superfície.
Na semana passada foi a Siemens a anunciar o despedimento de 2500 pessoas. Terá o negócio desaparecido? Certamente que não, mas há onde produzir mais barato a riqueza da empresa, apesar disso se traduzir na pobreza dos que a fizeram.
É um exemplo entre imensos. Os medos levantam-se e os oportunistas políticos usam-nos como estratégia.
A extrema-direita deverá entrar nos parlamentos dos três estados, tendo largamente superado a barreira necessária dos 5% dos votos. Este partido, que nasceu apenas há três anos, passa assim a estar representado nos parlamentos de oito das 16 regiões da Alemanha, a 18 meses das eleições legislativas, e quando ainda são esperadas até lá mais eleições [PÚBLICO, 13/03/2016]
Aproximam-se tempos ainda mais difíceis.

Sim, já sabíamos que a imprensa adora Marcelo e que o carregou em ombros das instalações do Grupo Prisa até ao Palácio de Belém. O que talvez muitos não soubessem é que, apesar de já eleito, alguns jornais ainda se dão ao trabalho de continuar com o processo de beatificação. Marcelo, o Afectuoso, foi a pé de sua casa para a sua investidura com presidente. O Expresso acompanhou o percurso, publicou a peça e ainda decidiu pagar ao Zuckerberg para patrocinar este importante acontecimento no Facebook. E porquê? Não sei. Fica a dúvida que partilho com a página Os truques da imprensa portuguesa.

Sempre atenta, a equipa da página Os truques da imprensa portuguesa chamou a atenção para a forma como alguns jornalistas, como foi o caso de Bernardo Ferrão do Expresso, se referem ao governo em funções como “a geringonça”, um termo cunhado por Paulo Portas. Não me choca o uso do termo, como não me choca a utilização de “irrevogável” quando o tema é anterior líder do CDS-PP. Mas uma coisa é serem usados por uma pessoa como eu ou o caro leitor. Outra muito diferente é ser um jornalista de um dos maiores grupos da imprensa nacional, um jornalista que, imagino, deve observar princípios de ética, isenção e deontologia, que deve ser objectivo e informar de forma imparcial. Infelizmente, Bernardo Ferrão não é o único protagonista desta forma tendenciosa e destrutiva de fazer jornalismo. A geringonça jornalística.

Vem o bom tempo e é todo um Portugal voyeurista que se desabroch-a em flor.
Do Eros Porto 2016 ao congresso do CDS sem esquecer Marcelo Presidente, um Portugal feliz explode de contente. Adoro Portugal e adoro portugueses felizes de tão contentes.
A Primavera aproxima-se e nada nos pode deter agora. Estamos imparáveis.
Força, Portugal!

©BBC Asia
A 1 de Julho de 2015, entrou em vigor, em Inglaterra, uma lei, genericamente conhecida como “Prevent Duty” (Dever de Prevenção), que obriga directores, professores e funcionários das escolas dos diferentes graus de ensino a relatar às autoridades qualquer manifestação de uma possível radicalização das crianças e adolescentes. O objectivo é lutar contra o terrorismo desde a mais tenra infância e promover “os valores britânicos”. Na prática, qualquer membro da comunidade escolar está obrigado por lei a denunciar qualquer acto, frase, sinal, por dúbio que possa parecer-lhe, de que as crianças e adolescentes estão em contacto com terroristas.
O primeiro caso, largamente noticiado pela comunicação social, aconteceu com um rapaz de dez anos, muçulmano, de Lancashire, que, numa composição, escreveu que vivia numa “terrorist house”, quando pretendia escrever “terraced house”. O engano valeu-lhe a visita da polícia, no dia seguinte. Entraram-lhe em casa, fizeram-lhe perguntas e inspeccionaram-lhe o computador. De nada valeu à família indignar-se contra o professor, que apenas tinha feito aquilo a que a lei o obrigava. “Ele não tem medo de escrever, de usar a sua imaginação”, ainda frisou a família. Bem, veremos se isso se mantém a partir daqui. O caso não foi mais além, já que apenas se conseguiu provar que o miúdo não relia os textos antes de entregá-los ao professor. [Read more…]

Partidos políticos como PS e PSD são autênticas máquinas de poder, influências e dinheiro. Muito dinheiro. Vai daí, o controlo das suas estruturas, do nível concelhio ao nacional, é alvo de apetites insaciáveis e motivo de ferozes disputas internas. Controlar estas estruturas significa desempenhar o papel principal no que toca a escolher quem é autarca, deputado, secretário de Estado ou ministro o que, por conseguinte, confere aos homens e mulheres no poder a capacidade de influenciar nomeações, ajustes directos, obras públicas ou aqueles pequenos tachos com que se compram peões que abanam bandeiras, disseminam propaganda nas redes sociais, convencem familiares e amigos a votar em A ou B e se predispõem a fazer todo o tipo de trabalho sujo. E existe todo um universo de boys, trepadores e ovelhinhas para explorar. [Read more…]

Imagem: Matt Harrison Clough (via)
É notícia hoje, excepto nos blogs da direita, alguns até aparentando serem OCS. Nesses, só há notícia quando sobem. Pois bem, se o governo é imputável quando os juros sobem, então tão o será quando estes descem. Portanto, a acção do governo fez os juros cair.

As crianças voltaram a amuar. A mamã e o papá não deram a maioria absoluta aos meninos? Os meninos recusam-se a comer a sopa e cruzam os bracinhos com aquele ar indignado e fofo que só as crianças são capazes de fazer. E o OE16 é um documento mau. Tautau nele!
PSD e CDS-PP ainda não conseguiram seguir em frente. E agora que o tetravô se foi embora, o sentimento de abandono agudiza-se. Agarrados a um conceito de ilegitimidade artificial que já não cola, e que apenas serve para mostrar ao país o desprezo que estes indivíduos nutrem pela democracia representativa (algo que explica, em parte, a sua vassalagem absoluta ao poder sectário de Bruxelas), a geringonça desconchavada em que se transformou a ala direita do hemiciclo é uma barata sem cabeça que choca violentamente contra tudo aquilo com que se cruza. No início tinha alguma piada, depois veio o sentimento de pena, agora só vergonha alheia. [Read more…]

A corrupção surge em todo o lado. Porém, há sistemas que lhe são mais favoráveis e outros que o são menos, há sociedades em que é mais tolerada e outras em que o é menos. Acredito que a única possibilidade de lidar com esse bicho virulento é controle, controle, controle, transparência, transparência, transparência. A corrupção por parte de políticos a quem demos o nosso voto de confiança é sempre uma agressão contra a sociedade e põe em causa os pilares do sistema em que (julgamos) viver. Quando, além de serem políticos em quem confiámos, são políticos que hastearam a bandeira da justiça social e mobilizaram a esperança popular para se içarem ao poder, a agressão é dupla, porque é uma facada na frágil esperança de um mundo melhor; é a indiscutível redução ao não vale a pena, ao vai dar tudo ao mesmo. Vem isto a propósito do caso Lula, sobre o qual, por agora, deve manter-se o pressuposto da inocência, já que não foi condenado e afirma estar inocente. Mas não deixa de ser doloroso que um presidente que indubitavelmente trouxe benefícios às camadas mais pobres possa estar a ser ligado a estas acusações de benefícios ilegais e, mais ainda, de ter propiciado a disseminação da corrupção no sistema.
Às vezes, parece que a humanidade não tem, nem nunca poderá ter pernas para andar para a frente. E no entanto, se acreditarmos e “lutarmos, podemos perder. Se não o fizermos, já perdemos” (Brecht?).

Destacados oficiais do ministério da propaganda rasgaram recentemente as vestes por causa de uma proposta do PCP para uma actualização extraordinária de 10€ das pensões abaixo de 5.549,34€, uma medida que custaria, números redondos, cerca de 250 milhões de euros por ano aos cofres públicos. A título de comparação – tendenciosa, não escondo – a “demissão irrevogável” de Paulo Portas provocou perdas na bolsa de Lisboa nove vezes superiores a este valor. É legítimo concluir que os custos da fome de poder do ex-vice-primeiro-ministro seriam suficientes para cobrir esta proposta durante quase uma década. Adiante. [Read more…]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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