
Nenhum.
Se fazemos negócios e consideramos os carniceiros sauditas nossos amigos e aliados, não há-de ser o novo BFF de Donald Trump que fará grande diferença. Pulhas of a feather flock together.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Nenhum.
Se fazemos negócios e consideramos os carniceiros sauditas nossos amigos e aliados, não há-de ser o novo BFF de Donald Trump que fará grande diferença. Pulhas of a feather flock together.
João Miguel Tavares (JMT) resolveu dar alguns conselhos a David Justino, ministro sombra do PSD para a Educação.
Pelo meio, faz muitas confusões, dando uma no cravo e outra na ferradura.
Em primeiro lugar, chama às reivindicações dos professores uma “grandolada”, termo que, na pena de um cronista de direita, é uma maneira de reduzir qualquer atitude a uma reclamação asquerdalhada, como se os professores fossem todos uns comunas num eterno verão quente dominados por Mário Nogueira. Não no fundo, mas à superfície, é uma maneira de afirmar que os professores, coitados, são instrumentalizados por foices e martelos. Como crítica, é fraquita; como argumento, é inexistente.
João Miguel Tavares descobriu que a natalidade em Portugal baixou, o que o leva a espantar-se com o facto de terem entrado 3300 professores no quadro, como se o primeiro factor fosse necessariamente impeditivo do segundo. Seria importante que JMT conseguisse demonstrar inequivocamente que o sistema não precisa de mais professores. Não o fez. [Read more…]

Na comunicação social alimentada pela política que se alimenta da comunicação social há um padrão de ódio aos professores que ganhou raízes com a equipa de Maria de Lurdes Rodrigues e do inenarrável Valter de Lemos.
Este ódio não há-de resultar de os professores ganharem bem ou mal, até porque há muitos outros profissionais no Estado que estão bem melhor, tais como os juízes e a gentinha da nomeação política, e que não merecem estes mimos. Quanto a mim, é por os professores terem um papel estruturante da sociedade, o que tem um grande potencial para incomodar a boyada da política. Consequentemente, há que metê-los na linha.

Parabéns pela iniciativa. Concorde-se ou não com o conteúdo, o regime só tem a ganhar por o seus cidadãos participarem activamente no processo político do seu país – ou isso é conversa só para as eleições? E é uma excelente oportunidade para o Parlamento cumprir o seu papel e para o Governo mostrar que não martelou os números para fazer o habitual spin.
Vai ser giro ver como decorrerá o restante processo. Já haverá gente a fazer contas, tais como em quantos votos se poderão multiplicar as 20 mil assinaturas, mais as que vierem.
Tem graça ver a história recente repetir-se, com os mesmos truques mediáticos e com o antigo argumentário. Nada mudou, excepto os salários que ficaram mais curtos.

Na RTP2, hoje, um enorme bloco de propaganda política com Costa a debitar as habituais lérias enquanto passeava em Nova Iorque com o mordomo disfarçado de jornalista do Jornal 2. Não há um mínimo de decoro? É para isto que andam a pensar em aplicar a taxa da televisão aos carregadores de carros eléctricos? Ao que consta, a pré-campanha eleitoral já dura há vários dias. E até deu para pagar um painel na Times Square, mais para consumo interno do que para americano ver. Na parte final do seu monólogo transmitido pela televisão pública, o primeiro-ministro retomou o discurso passista “não há dinheiro”, devidamente condimentado com o tempo novo das reversões. Podia ter sido um pouco mais objectivo sublinhando para que é que não há dinheiro. Não há para as escolas, justiça e saúde, mas para a propaganda e para a banca não parece ser problema.

O mundo dito democrático, e os americanos em particular, estão a condescender em demasia com o governo fascista liderado por Donald Trump. Paralelamente, a nova extrema-direita ocidental, camuflada sob vestes liberais e conservadoras, começa a sair do armário, a ganhar terreno no Velho Continente e a mobilizar-se pela segregação, aproveitando o advento do trumpismo para revelar a sua verdadeira face, racista, xenófoba, persecutória e apologista da violência. Não é preciso ir muito longe para ver isso, bastando para tal passar em algumas colunas de opinião de “jornais” como o Observador ou o Correio da Manhã, ou em blogues bem conhecidos, onde felizmente ainda escrevem autores sérios, como o Blasfémias ou o Insurgente. [Read more…]

Como ponto de partida, não era má ideia explicar como chegaram aos 600 milhões de euros. Se precisarem de ajuda, podem passar por aqui e por aqui.
Quanto à Direita que mandou os professores emigrarem, é enternecedor este súbito amor.
Das bancadas da direita, Margarida Mano do PSD e Ana Rita Bessa do CDS acusaram os partidos que apoiam o Governo no Parlamento (BE, PCP e Verdes) de aceitarem “serem enganados” e com isso “terem enganado os professores”. [Público]
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Na Disneyland, as crianças fazem fila para tirar fotografias com o Rato Mickey. Na Feira do Livro, onde escritores a sério são votados ao abandono ou confundidos com os Gustavos Santos e as Margaridas Rebelo Pinto desta vida, fazem-se filas para tirar fotos com Marcelo. O Rato Mickey que se cuide, da próxima vez que Marcelo estiver em Paris.

Os pombinhos do momento são Donald Trump, supremo líder dos EUA, e o talentoso Kim Jong-un, o grande patriota norte-coreano. O amor está no ar!
Com Scolari estaríamos neste momento a discutir porque é que André Silva, substituído por Luís Boa Morte com 40 anos, ou Rui Patrício, substituído por José Sá, não tinham sido convocados. Com Oliveira estaríamos agora a debater a última noitada nas escaldantes casas de passe de Sochi.
Ao contrário dos outros, Fernando Santos não precisa de perseguir jogadores para demonstrar que é ele que manda no balneário. Também sabe que não é levando os jogadores às meninas que conquista o seu respeito. Santos sabe que não é assim que se gere um grupo. Com Santos, os jogadores distinguem bem os momentos de descontração dos momentos em que se exige um máximo de profissionalismo. Sabe que a melhor gestão de um grupo é complexa, nem Pinochet como Scolari, nem Zezé Camarinha como Oliveira.

Um programa solidário para o fim de semana, no Cais do Sodré, em Lisboa.

Na América alucinada de Donald Trump, as anedotas sucedem-se. E como já vale quase tudo, o proxeneta Dennis Hof garantiu ontem a nomeação republicana para as eleições intercalares no estado do Nevada. Proprietário de vários bordeis – legais no Nevada – Dennis Hof integra ainda o elenco do reality show Cathouse, que retrata o dia a dia num bordel no Nevada, e é o autor do livro “The art of Pimp”, que traduzido para português dá qualquer coisa como “A arte do Chulo”. Não admira que tenha ascendido politicamente na era da trampa. [Read more…]
Before the nasal consonants, the vowel /ɔ/ is closer and more centralized than in other positions, i.e. it is pronounced as [ʊ] in that position.
— Geert Booij
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Apesar do “mais alto nível” (em inglês, ‘geringonça’ até mantém o pê), teremos muito provavelmente mais do mesmo.
Porquê? Porque basta consultar o Diário da República.
Está tudo igual. Sem tirar nem pôr.

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Em 2014, Duarte Lima foi condenado a 10 anos de prisão, por crimes de burla e de branqueamento de capitais, relacionados com o BPN. Desde então, entre simpáticas prisões domiciliárias, onde pôde alegremente desfrutar dos frutos dos seus crimes, e sucessivos recursos, Duarte Lima continua, na prática, livre como um passarinho. E não é o único ladrão do bloco central nestas condições.
Portugal é um paraíso para criminosos de colarinho branco. Não admira que os vistos gold tenham feito tanto sucesso entre oligarcas chineses e russos, entre outros mafiosos.

Bordalo II é o artista que faz do lixo obras de arte.
Trabalha pois para lançar o alerta sobre (a falta de) sustentabilidade desta absurda sociedade consumista. E declarou recentemente: “Eu e o meu amigo Forest Dump temos algo a dizer acerca da ideia de explorar petróleo na costa do nosso belo Algarve”, escreveu Bordalo II. “Espero que os nossos líderes sejam inteligentes o suficiente para entender que um lucro a curto-prazo significará uma perda eterna. Portugal é um país cheio de potencial para a energia renovável, esse é o futuro.”
Houvesse mais artistas, mais „opinadores“, mais gente em geral a tomar posição e a agir. Mas não, há coisas mais chiques e agradáveis do que denunciar e combater a desapropriação que o governo insiste em realizar. Para disfarçar diz que é só para ver se há. Obrigadinha.
Lobbys e mentalidades de mãos dadas a caminho da devastação.

Para justificar as novas tarifas alfandegárias para produtos canadianos, Trump precisava de alegar que a importação de aço e alumínio era uma ameaça para a segurança. E como a justificou ele?
«Trump asked, according to CNN: “Didn’t you guys burn down the White House?”»
Só dois detalhes. Foram tropas britânicas e foi em 1814.
“The White House was burned by British troops in 1814 as part of a failed invasion of the mid-Atlantic, more than 50 years before the signing of Canada’s confederation paved the way for the founding of modern-day Canada.”
No entanto, a verdade para Trump e seus correlegionários não deve estragar uma boa história. Fica aqui esta nota também para os deslumbrados portugueses que por aí vão debitando coisas.
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Actualização: link para as citações.
“Veja só sr. polícia, o marujo que eu empurrei borda fora sabe nadar e não se afogou. E até chamei a guarda costeira para o recolher. Salvei-o, é o que é.”
Esta rábula ilustra o que aconteceu entre Trump e o Kim. Ambos se entretiveram a quase iniciar uma guerra nuclear e agora encontraram-se para voltar ao ponto de partida em que estavam quando começaram a medir o tamanho das respectivas pilas.
A comunicação social, talvez por suspirar de alívio, confunde voltar à estaca zero com progresso. Não lhes ficava mal recordar os leitores que este tipo de tratado não foi o primeiro que os EUA estabeleceram com a Coreia do Norte e não será, seguramente, o último deles a dar em nada.
Fica a seguir uma selecção, em nada exaustiva, para ilustrar um ponto simples: este tratado de 2018 vale zero. Serviu, isso sim, para dois líderes melhorarem a péssima imagem resultante dos seus próprios actos.
O pão que sobra à riqueza, distribuído pela razão, matava a fome à pobreza e ainda sobrava pão.
António Aleixo
Não tenho pejo em assumir que a relação que mantenho com os problemas da minha profissão de professor ganha muitas vezes prevalências sentimentais, porque esta actividade profissional não se resume a um emprego como tantos outros. O seu exercício afirma uma identidade e expõe obrigatoriamente quem somos. Em milhares de colegas, com quem tive e tenho a honra de trabalhar, sempre vi dedicação para dar o que de melhor tinham e têm. Quando os maltratam, só posso estar, incondicionalmente, do lado deles.
1 Quando António Costa, qual discípulo de Vítor Gaspar, disse aos professores que “não há dinheiro”, fê-lo porque o Governo a que pertenceu e o seu senhor de outros tempos contraíram uma dívida, vendendo o país e a sua autonomia para enriquecimento de uns tantos, a quem ele, António Costa, não disse, nem diz: não há dinheiro! Se isto já é suficientemente escandaloso, mais escandaloso ainda é que haja quem faça coro com a narrativa, quando todos sabemos que as ajudas do Estado aos bancos somam 17,5 mil milhões de euros.
Em retórica política e ideológica, o desconstrucionismo é um método que permite substituir o significado de um texto ou de uma realidade por uma narrativa falsa, convenientemente urdida. António Costa é um exímio desconstrutivista que, apesar de já ter tropeçado muitas vezes na verdade, logo prossegue o caminho como se nada tivesse acontecido. Não me surpreende, por isso, que tenha instruído o pequeno ministro da Educação para entortar a Lei do Orçamento de Estado para 2018, a Resolução nº1/2018 da AR e o compromisso de 18 de Novembro de 2017. Quem lhe siga o jogo de cintura já viu como lida com as leis: para os adversários, aplica-as; quando são os amigos ou os seus interesses que as infringem, “melhora-as”, “aperfeiçoa-as” ou manda “interpretá-las”.
Era bom que Costa pensasse no que aconteceu a Sócrates quando os professores se cansaram, substituísse as banalidades que diz pelo estudo do problema que tem a rebentar-lhe nas mãos e mudasse de oráculos.

A FIFA entregou a organização do Mundial de 2026 à candidatura conjunta do México, EUA e Canadá, o que é uma excelente notícia, porque tem tudo para correr bem. Pelo menos a julgar pelo estado das relações entre os três países, com especial destaque para esse portento da diplomacia em que se transformou a América de Trump.
Por falar em trogloditas, será que Donald Trump termina o muro que os mexicanos vão pagar, a tempo do Mundial que vão organizar em conjunto com o Canadá do “desonesto e fraco” Trudeau? Ou será preciso chamar o “talentoso” Kim Jong para meter ordem na casa?

Um tipo queixa-se da CMTV, do Observador e da imprensa portuguesa em geral, mas estes tipos da Fox News são malta que, ideologicamente, está ao nível dos dementes do Daesh. Façam o favor de se rirem, enquanto isto não dá para o torto.

O título deste post parece o de um thriller, mas refiro-me, é claro, ao lugar da cimeira EUA-Coreia do Norte sobre desnuclearização. O dispositivo cénico é medonho e pesado, mais concebido para amedrontar que para pacificar. Os resultados serão coincidentes: uma floresta de enganos que servirá a ambos os líderes para limpar um pouco da má imagem internacional que oferecem, enquanto realinham peões na sua pequena guerra fria. A generalidade dos média colabora no logro ao espalhar uma equívoca mensagem de esperança e de mudança a propósito do acontecimento. A ocorrer, ela será mais aparente que real e traduzirá mais um equilíbrio da força bruta militar que a construção de um ambiente de colaboração e entendimento no interesse dos povos da região. Não é preciso ser-se adivinho para escrever isto.
Continuando a divulgação, desta vez com o tema “Eu digo sim (Tu dizes não)”.

Dizem os especialistas que, lá para 2050, teremos mais plástico do que peixes no mar. Trata-se de uma das várias consequências das opções desse simpático grupo de crianças inconsequentes que dá pelo nome de Humanidade, especialista em futebol, redes sociais e reality shows parolos, mas globalmente incapaz de, por exemplo, separar o lixo que produz, como o macaco Gervásio por cá tentou ensinar, sem grande sucesso, já lá vão quase 20 anos. Sem grandes surpresas, o slogan “Se o Gervásio consegue, tu também conseguirás” continua ensombrado pelo “inconseguimento“. [Read more…]
Há, no meio educativo e das ciências da educação, muito conhecimento e trabalho sobre a avaliação educativa. Sobre a avaliação do processo de educar, da eficácia do trabalho realizado mediante os objetivos. Há metodologia, princípios, práticas estudadas.
Agora perguntem-me porque é que a avaliação dos professores, promovida de modo populista pelos políticos, ignora todo este conhecimento que existe sobre o assunto?
Porque insiste avaliar os professores como se fossem funcionários de um call center?
É fácil responder. A avaliação em vigor visa três objetivos:
1- Reduzir custos com os professores ao mesmo tempo em que se lhes exige mais trabalho (sobretudo paralelo às suas funções).
2- Dividir os professores e colocá-los em competição para que percam o mais possível a noção de classe e sejam incapazes de estar unidos em qualquer tipo de reivindicação.
3- Colocar a população contra os professores, considerando-os preguiçosos e incompetentes, entendê-los como despesa excessiva e prejudicial do estado.Não é eficaz a avaliação em vigor, porque não se centra na qualidade do trabalho docente ou da educação mas antes na estratificação dos professores, no acentuar do seu medo e subserviência a tarefas administrativas. [Read more…]

Toda a gente sabe que andamos a teimar num sistema de crescimento insustentável e destruidor.
Toda a gente sabe, mas (quase) toda a gente faz de conta que não. Aos que, há décadas, andam a alertar para os limites do planeta e a demonstrar os estragos feitos, aplica-se-lhes o carimbo de profetas da desgraça, paranóicos.
A reacção dos decisores aos profusos sintomas da destruição acontece de má vontade, ao relanti, a fingir e só depois de muito estrago – até irreversível (exemplo de fingimento aqui).
Os problemas são gritantes a nível mundial (exemplo aqui).
E, por norma, os custos das externalidades negativas são transferidos para a comunidade, esvaziando e contrariando o princípio do causador- pagador.
Demos uma olhadela à Alemanha, país considerado um caso de sucesso do sistema prevalecente e que gosta de arvorar em bem comportado também em termos ambientais. E, aqui chegados, vejamos apenas dois exemplos: [Read more…]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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