Bashar Al Assad deseja-lhe um Feliz Natal!
É isto
Um esgoto com eco na Distrital de Lisboa do PSD
Há um site de anónimos, um tal Direita Política, que nem link merece, que é um autêntico esgoto de mentiras e manipulações óbvias. Está, de alguma forma, ligado ao PSD, já que toda a propaganda difundida é em prol deste partido, seja pelo enaltecimento dos soundbites laranjas, sejam por sistematicamente procurar denegrir os partidos à esquerda.
O nível de baixaria é estratosférico e essa deve ser a principal razão para nenhum dos tristes assinar o que escreve. Agora que Mário Soares está internado, o último vómito regurgitado foi de exaltação face à sua doença.
Poder-se-ia pensar que tais porcarias fossem ignoradas oficialmente pelos partidos – oficiosamente já vimos que não o são -, mas não é o caso. São partilhadas na página da Distrital de Lisboa do PSD. Não uma vez, mas recorrentemente.

Não alinham em encenações. Só em embustes.

Por força das circunstâncias, calhou gramar grande parte do dia com um canal do militante n. 1 do PSD, a SIC Notícias, o qual se entreteve a passar em modo cíclico um vídeo qualquer de Passos Coelho e um outro de um qualquer clérigo.
Achei engraçado o do homem que não tira o pin da lapela, como se este tapasse um hipotético buraco por onde possa escapar o último sopro de poder, à semelhança de um balão remendado. Nesse vídeo, o subtítulo, que soa a combinado, não fosse o mesmo nos foicecoisos e nos pasquins, mais oficiosos ou mais oficiais, lia-se que não alinham em encenações. Talvez tenha razão, pois um embuste não é uma encenação, mas lembrei-me do que os pafiosos fizeram no Verão passado, só para não ir mais longe.
Não alinham em encenações! Um par de estalos nas fuças e só se perdiam as que caíssem no chão.
Dizem que uma imagem vale por mil palavras.
Mas queria ver-vos a dizer isto com uma imagem.
O Trump mão não está a escolher apenas milionários para a sua equipa.
Também está a escolher multimilionários.
Merry Xmas (but the war is not over)
Por cá é Natal. Já na Síria, no Iémen, no Iraque, no Afeganistão e em grande parte do continente africano, a guerra continua. E o que fizemos nós? Pouco. Muito pouco.
Um feliz Natal a todos os leitores do Aventar.
Pai Natal Costa
A imagem diz tudo. A maioria das empresas paga mais do que o salário mínimo nacional, pelo que, para estas, o desconto na TSU foi uma verdadeira prenda de Natal, como lhe chamou Jerónimo de Sousa.
E que empresas são estas? Todas as que tenham trabalhadores especializados e outras, surpreendentemente, também. O Dinheiro Vivo contactou algumas empresas em Janeiro deste ano e concluiu que a IKEA Portugal, o Lidl, o Grupo Jerónimo Martins, o Grupo Dia, o Grupo Aki e Grupo Lena (maioritariamente) pagavam, nessa data, acima do salário mínimo. Para cerca três quartos dos empregos em Portugal, a baixa da TSU traduziu-se num saldo muito positivo, se não mesmo num autêntico desconto.
Com efeito, o governo agradou aos gregos quanto ao salário mínimo. Que se lixem os troianos.
Eu concordo com a educação para a abstinência
Como é sabido, o álcool afecta o desenvolvimento do cérebro das crianças e dos adolescentes.
Natal
Rui Naldinho
Alegrai-vos, apesar de tudo! Porque é Natal…
Os crentes festejam este dia, que no calendário litúrgico é atribuído o nascimento do menino Jesus. Nem o pagão descrente resiste a este cenário mítico do Natal, emprestando nessa noite igual a tantas outras, a sua emotividade aos familiares e amigos.

Chego a casa horas antes da ceia do Natal, entro porta a dentro e reparo numa sala cheia de um consumismo inadequado aos tempos que correm. As crianças vão brincando diante da árvore iluminada de cores pisca-pisca, sobre um chão decorado com embrulhos enlaçados. Algures, numa parede ao fundo arde um lume brando sem cessar, diante dos meus olhos transeuntes lacrimejados de chamas. Ao centro, há uma mesa com deliciosas iguarias confeccionadas pelos nossos ancestrais costumes. Intuo eu que serão degustadas à vez, numa sequência de ritos até que o cansaço nos esmoreça.
Porque é Natal… [Read more…]
Feliz Natal
Quando penso em canções de Natal, não consigo abandonar estas duas. Uma delas, a dos Killers, um grupo muito ligado à história do Aventar; e a outra de alguém que admiro muitíssimo, Shane MacGowan,o vocalista dos Pogues.
Trago sempre estas canções neste dia, é possível que me esteja a tornar repetitivo. Já pareço o nosso João Mendes com o seu Passos Coelho (estou a brincar, meu querido, o teu trabalho é valioso e alguém tem de o fazer, eu só não o faço porque nunca gostei lá muito de bater em mortos).
A verdade é que gosto muito do Natal. Mesmo sendo um ateu empedernido e detestando esta sociedade de consumo globalizada em que o mundo se tornou. Enfim, o ser humano é feito de contradições. Quando se tem crianças em casa, vemos a realidade de forma diferente ou, pelo menos, tentamos.
Neste dia em que, ao fim de 45 anos, estou pela primeira vez sem o meu pai, desejo um Feliz Natal a todos.
Golpe de Estado em curso na São Caetano à Lapa

Diz o Expresso que os críticos de Pedro Passos Coelho já reuniram as assinaturas necessárias para forçar um congresso. Um ano depois, o fantasma do Golpe de Estado está de volta: a oposição a sair do armário, as intrigas palacianas, a imprensa com Rui Rio em ombros, os sucessivos trambolhões nas sondagens e até o chefe da Geringonça já pisca o olho aos patrões, oferecendo-lhes uma simpática descida da TSU, qual capitalista com pele de esquerdalho.
O Estalinismo minou tudo à tua volta, Pedro. Até a Assunção te tem na mão. És o elo mais fraco. Adeus.
Foto: Daniel Rocha@Público
E o governo agradou aos gregos quanto ao salário mínimo. Que se lixem os troianos.
Como não é possível agradar a ambos, o governo escolheu agradar aos patrões, generosamente, ainda mais do que se antevia, em troca de uns tostões no salário mínimo. A TSU vai baixar 1,25 pontos percentuais, o que significa que os patrões, não precisam de reflectir os ganhos nos salários.
Como não existem milagres, a Segurança Social leva um rombo, que há-de ser compensado com menos anos de reforma, graças a mais anos de trabalho, ou com mais cortes nas reformas e nos apoios sociais. Ou em ambos!
Dirão que a política é feita de compromissos, mas isso implica cedências em ambas as partes. Não é o que se passou nesta negociação. Com esta redução na TSU, os trabalhadores perdem muito no longo termo.
Há, ainda, um spin engraçado que afirma que o Passos teve uma enorme oposição quando tentou mexer na TSU e que agora isso não aconteceu. Como spin que é, não diz a verdade toda. Passos tentou baixar a TSU em maior dimensão e sem nenhuma vantagem para os trabalhadores. Na verdade, estes, juntamente com os pensionistass, até estavam a ver os seus rendimentos cortados. Mexer na TSU e aumentar o salário mínimo não é uma solução boa, mas cortar na TSU e nos rendimentos ainda é pior. Só para que conste.

A discussão sobre o salário mínimo não é uma excentricidade nacional. Veja-se este exemplo nos States, realçando o que é o spin e o que é a realidade.
«Apesar das garantias de António Costa, a factura dos lesados do BES chegará aos contribuintes»
Triunfante, o primeiro-ministro António Costa anunciou que tinha chegado a um acordo com os lesados do BES. Dizendo uma frase que tem sido muito repetida nos últimos anos: não haverá custos para os contribuintes.
Como é óbvio, haverá. E não interessa se se chama Passos Coelho ou António Costa, PS ou PSD, BCP, BES ou Banif. No fim, são sempre os contribuintes que pagam os dislates dos Bancos.
Neste caso, então, as coisas já são feitas de tal forma às claras que o Governo nem tenta esconder.
Repare-se: os lesados recebem de imediato 75% do valor que investiram no BES. E a partir daí será um tal de Fundo de Indemnizações que irá tentará recuperar em Tribunal esse dinheiro. Em Tribunal. Correndo o risco de as decisões serem desfavoráveis, de se prolongarem no tempo durante anos e de simplesmente não haver dinheiro que permita recuperar o dinheiro pago aos lesados. O Estado, claro, é o fiador e chegar-se-á frente se as coisas correrem mal. São só 268 milhões, coisa pouca.
Para defender a solução magicada pelo seu amigo, o extraordinário Diogo Lacerda Machado, o primeiro-ministro socorreu-se no Parlamento de um estudo da Universidade Católica. Curiosamente, o que esse estudo diz é precisamente o contrário: que são poucas as hipóteses de esta solução não contar para as contas do Estado e que o melhor é contar com esse dinheiro para o défice. «Apesar das garantias de António Costa, directa ou indirectamente a factura dos lesados do BES chegará aos contribuintes».
Que é como quem diz, mudam as moscas que nos governam, mas a merda, essa, continua a ser a mesma.
O PS começou a provocar a Esquerda
A histriónica Heloísa Apolónia foi muito clara: o PS violou o acordo com a Esquerda ao baixar a TSU para as empresas, uma diminuição que afinal vai chegar aos 1,25%.
Mesmo sabendo que não passa de retórica, porque a anódina deputada ecológica fará o que o PCP mandar, a verdade é que os sinais não são propriamente positivos quando é assumido, sem rodeios, que havia um acordo para a Legislatura e que o Governo não está a cumpri-lo deliberadamente.
O deliberadamente sou eu que o digo e vem no seguimento de uma teoria que não abandono. António Costa vai começar a provocar a Esquerda e, a partir daqui, vai esticar a corda até ao limite. Ao ponto de provocar eleições antecipadas quando estiver convicto de que vence com Maioria Absoluta e de que não precisa para nada dos seus actuais parceiros.
Se estiver enganado, cá estarei para assumi-lo, mas não me parece. António Costa não é de confiança, tem a traição no sangue e, devido à forma como joga, é extremamente perigoso. Repare-se na forma como ele começa a provocar a Esquerda através do Salário Mínimo ao mesmo tempo que, reduzindo a TSU, encosta também a Direita.
A Esquerda que não caia na ratoeira, porque é o que ele quer.
Mais um poema para os betinhos do CDS
A imagem que ilustrava este post e que caricaturava o sr. Dr. Albino Almeida com um preservativo no nariz (inspirado na caricatura que António fez do Papa João Paulo II em 1992) foi retirado por exigência do próprio sob ameaça de recorrer a Tribunal
Ele é preservativos nas escolas. Ele é contracepção e aborto no 5.º ano. Ele é aulas de Educação Sexual. O pobre ex-Pai da Nação (obrigado, Jorge) deve estar a dar voltas no túmulo perante tais afrontas. Em sentido figurado, claro. Todos desejamos longa vida ao Presidente da Assembleia Municipal de Vila Nova de Gaia.
Felizmente para ele, que agora já não tem filhos na escola, há um Partido chamado CDS que defende a sua herança.
O próximo passo, ao que parece, é o de propor a abstinência sexual nas escolas.
Não podemos negar coerência aos coisinhos. Realmente, contra gravidezes indesejadas, há poucos remédios mais eficazes do que a abstinência, até porque sempre fica mais barato do que distribuir preservativos – e todos conhecemos a preocupação deles com a Dívida Pública.
É a abstinência e a masturbação. Têm ambas o mesmo efeito, mas vá-se lá saber por quê, da segunda ainda não se lembraram os 5 amigos do CDS (há mais?).
Ah, e a gente ordinária e suja, que parece sempre a mesma,
Que emprega palavrões como palavras usuais,
Cujos filhos roubam às portas das mercearias
E cujas filhas aos oito anos — e eu acho isto belo e amo-o! —
Masturbam homens de aspecto decente nos vãos de escada.
A gentalha que anda pelos andaimes e que vai para casa
Por vielas quase irreais de estreiteza e podridão.
Maravilhosamente gente humana que vive como os cães
Que está abaixo de todos os sistemas morais,
Para quem nenhuma religião foi feita,
Nenhuma arte criada,
Nenhuma política destinada para eles!
Como eu vos amo a todos, porque sois assim,
Nem imorais de tão baixos que sois, nem bons nem maus,
Inatingíveis por todos os progressos,
Fauna maravilhosa do fundo do mar da vida!
(Fernando Pessoa)
Cristas, Cristas
Ó Assunção Cristas, cada vez que ergues as ditas em parlamentar pirueta, metes água. A graçola das prendas ao primeiro ministro na sessão parlamentar de hoje evidencia, mais uma vez, a boçalidade soez, a bronca incultura que costuma ser apanágio da tua bancada. Até o incensado Portas se quis luzir proclamando – sem ter a mais pequena ideia do que estava a dizer, acredito – a frase que encima o portão do campo de Auschwitz. Agora, tu, Sussãozita, brindas o nosso primeiro com um frasco de “soro da verdade”, quiçá para o obrigar a dizer o que esperas ouvir. Fazes ideia de quem usava tal técnica e com que fins, criatura? Sabes a que soube a tua performance rasca? Sabes alguma coisa?
(ou talvez tu e o teu antecessor saibam; e isso é muito pior)
A menina que ficou sem recreio por não saber a tabuada dos 7
A Leonor, à excepção de uma fraca caligrafia, é uma aluna exemplar do 3.º ano de uma escola básica do concelho de Gondomar. Tem um comportamento excelente, Muito Bom em todas as disciplinas e presença assídua no «Quadro de Honra», «Quadro de Distinção» ou lá como chamam a essa coisa parva de distinguir uns alunos em detrimento de outros em função de números.
Num determinado dia de Dezembro, a Leonor ficou sem recreio. Porque na aula desse dia não soube dizer de cor a tabuada dos 7. E ficou a escrevê-la no caderno durante todo o intervalo de meia hora.
A Leonor está na escola, como todos os meninos da sua idade, das 9 até às 17.30. Frequentemente, ou seja, quase todos os dias, leva TPC que lhe dão para mais uma hora. Quando acaba de fazer os trabalhos que pelos vistos a professora não foi capaz de ensinar durante um dia de mais de 8 horas, está na altura de jantar. E logo a seguir, de dormir.
A Leonor tem 8 anos. É uma criança. Tem direito a brincar. A ser feliz. A fazer um intervalo de 30 minutos numa incrível jornada superior a 8 horas.
Mas uma coisa é certa. Se ainda houver instâncias superiores conscientes no sistema de ensino português, a Leonor não voltará a ser alvo de uma medida destas, que não tem qualquer fundamentação pedagógica.
Infelizmente, o mesmo não se poderá dizer de muitas outras crianças. Essas, porque não têm a sorte da Leonor, continuarão a ser vítimas de quem pensa que dar aulas hoje é como dar aulas há 50 anos.
Ao cuidado do país governado por bloquistas e comunistas

Marcelo Rebelo de Sousa, antigo catavento de opiniões erráticas, actual Presidente da República de Portugal.
Foto: Gerardo Santos/Global Imagens@Diário de Notícias
Os Boys
Documentário sobre os bastidores da política em Portugal: 😉
Ligações para a primeira época:
- S01E01 – Os Gajos Somos Nós
- S01E02 – O Poleiro
- S01E03 – Roma Não Paga a Traidores
- S01E04 – O Leopardo
- S01E05 – O Grande Houdini
- S01E06 – O Salvador da Pátria
- S01E07 – O Pântano
- S01E08 – O Circuito da Carne Assada
- S01E09 – Todos os Homens Honestos Mataram César
- S01E10 – Já dei
- S01E11 – O Cavaleiro Andante
- S01E12 – É o País Que Temos
- S01E13 – O Povo é Quem Mais Ordena
Poema de Natália Correia dedicado à Juventude Popular do CDS

Já que o coito – diz Morgado –
tem como fim cristalino,
preciso e imaculado
fazer menina ou menino;
e cada vez que o varão
sexual petisco manduca,
temos na procriação
prova de que houve truca-truca.
Sendo pai só de um rebento,
lógica é a conclusão
de que o viril instrumento
só usou – parca ração! –
uma vez. E se a função
faz o órgão – diz o ditado –
consumada essa excepção,
ficou capado o Morgado.
Natália Correia – 3 de Abril de 1982 (detalhes)
Há um padrão nestes betinhos da jota do CDS.
Salazar vive!

Eu já não sou do tempo em que, no Minho, famílias inteiras sobreviviam única e exclusivamente daquilo que a terra dava.
Nos tempos do outro senhor, dizem-me, os caseiros habitavam umas casas rodeadas de muita terra arável. Tinham como posses algumas juntas de bois, algumas vacas leiteiras e muitos filhos – uma benção, porque alguém tinha que trabalhar as terras e os filhos não regateiam salário e outros luxos. Deixá-los ir para a escola era perder de amealhar umas arrobas de batata e milho, uns carros de pão. Dócil o gado e os filhos assim educados para o trabalho.
No final de cada temporada, o servo da gleba entregava ao senhor metade ou dois terços da produção da terra. Batata, cereal, vinho. Era dele para comerciar o restante.
Noutros contratos de sobrevivência, o caseiro comprometia-se entregar ao senhor dadas quantidades de produtos agrícolas. Havia anos maus, com uma produção abaixo do estipulado e havia senhores que não perdoavam os seus servos. A miséria perpetuava-se.
A miséria e a subserviência medievais duraram para lá de muito. No Minho, somos todos filhos ou já netos desse tempo.
No Minho isto é passado. No Alentejo, parece que ainda dura o regime do trabalho em troca da luz do dia seguinte.
Atente-se no anúncio da Associação de Defesa do Património de Mértola. [Read more…]
Temos contas para ajustar, senhores banqueiros

Caros banqueiros deste nosso Portugal, temo apresentar-me perante vossas excelências como portador de más notícias. Tudo indica que os senhores andaram a viver acima das vossas possibilidades, apesar do péssimo trabalho que vêm desenvolvendo, o que levou a que fôssemos forçados a disponibilizar-vos uma considerável fatia das nossas parcas economias, pelas quais pagamos juros altíssimos, sem falar em todos os cortes e aumentos de impostos que vieram por arrasto.
Vai daí, e depois de tantos anos a sustentar os vossos Bentleys, Rolexs e Zegnas, as vossas “férias” nas Bahamas e no Panamá, as vossas viagens de “negócios” para o Luxemburgo e para a Suíça e os casamentos de luxo das vossas filhas, chegou a hora de fazermos contas e de pagarem o que nos devem. Como somos gente de bem, pacífica e sensata, seremos magnânimos e garantiremos, a todos vós, um salário mínimo e uma habitação social numa localização à vossa escolha. Se milhares de portugueses conseguem sobreviver, alguns com muito menos, vocês, habilidosos que são, também vão conseguir. Depois é uma questão de empreender e, num ápice, estão de volta à casa de férias na Comporta. O resto, pelo menos até que o vosso calote seja saldado, é nosso. E mesmo assim não deve chegar.
Instruções para consultar as facturas e deduções para o IRS

Imagem: Laura Haanpää
Até ao fim do ano, confirme que tem facturas suficientes em seu nome e do seu cônjuge, para que não pague mais IRS do que o que deve pagar.
Os endereços onde pode fazer esta verificação são
- https://faturas.portaldasfinancas.gov.pt/homeBeneficio.action
Nesta página, clique no botão que diz CONSUMIDOR. E já que está no site das facturas electrónicas, aproveite para confirmar que todas as suas facturas estão a ser consideradas.
No caso de despesas gerais familiares, cada cônjuge deverá ter facturas com NIF no valor de 715€ no ano inteiro para ter direito à dedução completa (250€ por cônjuge). O limite destas despesas, apesar de facilmente atingido, tem ficado abaixo do seu valor máximo em 39% dos contribuintes. Por isso, confirme que tem a dedução máxima e peça facturas com NIF se não for esse o caso.
Lista-se a seguir as diversas categorias de despesas em vigor em 2016.














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