Pedro Frazão apoia 1143

Perfil do deputedo no Threads em 24/01/2026

O CHefe continua sem se demarcar do esgoto neonazi que é a seita 1143. Bárbara Reis desmonta com mestria a “entrevista” onde Ventura não vai além de meias palavras e mentiras.

A verdade é que a ligação é inequívoca e um não se distingue do outro. Cobardes como são, escondem-se fazendo de conta que não mas agindo como sim.

Mama do Bem

Rui Cristina, antigo deputado do PSD que o partido de André Ventura foi recrutar ao “sistema”, foi eleito presidente da CM de Albufeira em Outubro. E como prometido, acabou com a mama.

Como?

Garantindo uma boa nomeação para a própria irmã, outrora candidata do sistema pelo PSD, nos quadros da autarquia.

Dir-me-ão: mas os partidos do sistema não fazem o mesmo?

Fazem.

O que vem provar que, a este nível, a nível da tal mama, e do compadrio em geral, nada distingue o CH de PS ou PSD. Com a diferença que Ventura deseja 3 salazares para o país, desejo que, no geral, equivale a encerrar a democracia, instaurar uma ditadura, impor a miséria à maioria, torturar os dissidentes, matar os mais audíveis e entregar o monopólio dos negócios do Estado à elite económica e financeira do país. Em triplicado. Porque, por muitas voltas que se queiram dar, o regresso de Salazar seria igualmente o regresso do regime mais corrupto da história da República.

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O valor do silêncio

Primeiro vieram buscar os socialistas, e eu fiquei calado — porque não era socialista.

Então, vieram buscar os sindicalistas, e eu fiquei calado — porque não era sindicalista.

Em seguida, vieram buscar os judeus, e eu fiquei calado — porque não era judeu.

Foi então que vieram buscar-me, e já não havia mais ninguém para me defender.”

(Martin Niemöller)

Foi após o 25 de Abril de 1974, que se consagrou o direito ao silêncio, como um dos maiores expoentes da Democracia. Pois que o silêncio deixou de ser uma arma de opressão e repressão, e passou a ser uma garantia de que ninguém poderia ser prejudicado por não falar. Passou a ser um direito, tanto mais para não se auto-incriminar. Até porque falar ou não, é um direito pessoal, manifestação de livre vontade do indivíduo.

Isto, após o regime do Estado Novo de Salazar, em que se impunha o silêncio a quem pretendia se expressar de forma contrária ao que o regime ditava como certo ou errado. E impunha-se pela força, fosse por espancamento ou mesmo morte. Impunha-se até em julgamentos nos tribunais plenários, com espancamentos diante dos olhos de magistrados em pleno julgamento.

Sim: o Estado Novo de Salazar matou gente. Matou a tiro, por tortura, por degredo. E castrou o pensamento livre, calando com censura, garantindo-se com eleições forjadas, matando opositores, prendendo a crítica, tudo sob a batuta do medo. E no mais terrífico silêncio imposto.

O objectivo do silenciamento foi sempre um só: permitir ao Estado Novo, a manutenção do status quo das ditas elites, garantindo a submissão dos demais.

A Democracia, por seu turno, permite o debate de ideias, expressão livre do voto em eleições sem fraudes, e até mesmo, que aqueles que não comunguem dos ideais da Democracia, defendam teses autocráticas.

Porque a Liberdade, enquanto valor estruturante de qualquer Democracia digna de tal nome, permite isso mesmo: que se fale, que se expresse, que se verbalize. Pois que na Democracia, respeita-se o silêncio. Não se impõe. [Read more…]

V-E-R-G-O-N-H-A

Então, Ventura, já há expulsões ou não?

Imagem: PÚBLICO

Rita Castro, João Peixoto, Rui Roque, André Caeiro. “O PÚBLICO pediu uma reacção ao Chega, mas ainda aguarda resposta.” Talvez o sr. Ventura se digne abrir a boca numa das muitas ocasiões que as televisões lhe venham a dar – esta semana já vai em três entrevistas. Segunda-feira, RTP; Terça-feira, CMTV; Quarta-feira, RTP novamente. A palhaçada não se faz sem palco, é preciso não esquecer.

Uma réstia de esperança

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No início era o almirante.
À primeira volta.

Depois já seria entre ele e Marques Mendes, que teria o apoio do PSD num momento em que o partido é hegemónico em toda a linha.

Chegados ao day after de jornada eleitoral, passam à segunda volta André Ventura, o saudosista da ditadura corrupta de Salazar, e António José Seguro, o underdog do PS. Uma pesada derrota para o PSD, para o governo e para Luís Montenegro, que foi um dos primeiros a pronunciar-se, a antecipar o desastre que aí vinha.

André Ventura tem uma grande vitória, mesmo ficando em segundo lugar. E isso são, a meu ver, péssimas notícias para aqueles que se revêm na democracia liberal, em particular para os partidos da direita democrática, que perdem terreno e arriscam, no caso do PSD, a perder a liderança do lado direito do espectro para o populista.

Mas a verdade é que Ventura estagnou, obtendo um resultado muito idêntico àquele que o partido alcançou nas Legislativas. E isso é bastante significativo, na medida em que esta é uma eleição personalizada, por oposição a umas Legislativas, onde o partido tem mais peso. Mais do que um teste ao CH, este foi um teste ao próprio Ventura, que ficou aquém dos votos conseguidos em Maio.

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Muda o tacho e toca o mesmo

Rui Cristina (CHEGA), ainda agora aterrou na presidência da CM de Albufeira e já tratou de nomear a própria irmã como adjunta.

Não são anti-sistema, são o pior que o sistema já pariu. O documento pode ser consultado AQUI.

Rui Cristina, ex-PSD, foi eleito presidente da CM de Albufeira nas passadas eleições autárquicas. A ligação política à irmã já vem dos tempos do PSD quando, juntos, eram candidatos a vários cargos na Câmara Municipal… de Loulé.

 

PSD Loulé – 2021

 

Pela democracia liberal, contra o autoritarismo populista

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Daqui para a frente já não é sobre socialismo, liberalismo, conservadorismo ou social-democracia. É sobre democracia liberal ou autoritarismo populista.
É entre um político moderado com a rara característica de não se lhe conhecerem telhados de vidro e um extremista que os tem com fartura, que faz da mentira uma arma, do ódio estratégia e do medo o meio privilegiado para atingir o fim que sempre o moveu: poder absoluto.
É entre um democrata que respeita a constituição, a liberdade e as instituições e um protofascista que as pretende destruir e abrir espaço ao regresso da miséria, da fome, da censura, das prisões arbitrárias, da tortura, da guerra, do analfabetismo e da corrupção salazarista. Em triplicado.

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Uns cobardes

Entre democracia e populismo. Entre um racista e xenófobo e alguém decente. Entre quem faz repetidos apelos a Salazar e quem rejeita a ditadura.

Entre um ditador wanna be e um democrata, Cotrim, Gouveia e Melo e Marques Mendes mostraram o seu apoio ao não rejeitarem explicitamente a abjecção. A eles se juntou Montenegro, o qual já tinha mandado as linhas vermelhas às urtigas há muito tempo.

Não foi uma noite má de todo

Podia ter sido melhor se o Ventura não tivesse passado. Mesmo assim, ficou essencialmente pelo mesmo resultado das legislativas.

Agora está na televisão a queixar-se das sondagens manipuladas. É capaz de ter razão – davam-no sempre à frente.

Ficou em primeiro lugar o mal menor. E ganhou o candidato do Montenegro.

A gregar a direita

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Prémio Nobel da Cinologia

Maria Corina Machado prestou-se ao triste papel de se deslocar à Casa Branca para oferecer o Nobel da Paz a Donald Trump, o delinquente que lidera a Gestapo americana e que tudo tem feito para abafar o maior escândalo de pedofilia da história moderna. Só por isto, já merecia que o prémio lhe fosse retirado. Mas, a julgar pela quantidade de delinquentes que já o receberam, conclui-se que foi business as usual.

Não sei o que Corina Machado esperava deste acto de vassalagem canina, para além do sabor dos sapatos de Trump na sua língua, mas nada mudou. Trump não declarou o seu apoio à senhora, não se comprometeu com eleições livres na Venezuela e vai continuar a trabalhar com o regime, que mantém o exacto mesmo poder interno que detinha antes do sequestro de Maduro. Além da remoção de Maduro, nada mudou. Rigorosamente nada.

Compreende-se este estado de coisas: um delinquente entende-se melhor com os seus pares, e a escumalha que lidera o regime venezuelano não é assim tão diferente da escumalha trumpista. É natural que Trump escolha falar e negociar com os autocratas de Caracas. Ou será que já nos esquecemos que este é mesmo Trump que ataca as democracias ocidentais, ameaça invadir o Canadá e a Dinamarca, e estende a passadeira vermelha a Putin, MBS e Netanyahu?

Qual é a dúvida?

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Nova Ordem Maquinal

Bill Gates says these are his superpowers

Gustavo Santos, o Cristiano Ronaldo da chalupice nacional, foi ao podcast de um indivíduo que fala com uma máquina que desmascara o sistema, ou seja, propaga teorias absurdas sobre vacinas, novas ordens mundiais e restantes talking points do manual de instruções da extrema-direita.
Fun fact: durante a conversa, que não ouvi na íntegra, a bem da minha sanidade mental – mas da qual ouvi partes no Extremamente Desagradável de hoje e da passada Sexta, que vos aconselho vivamente – fiquei a saber que a tal máquina é, afinal, o ChatGPT. O ChatGPT da empresa OpenAI, que tem como principal acionista a Microsoft de Bill Gates, que segundo pessoas como Gustavo Santos e outros utilizadores de chapéus de alumínio é o anti-Cristo que nos quer todos escravos.
Como é que tanta gente come esta narrativa absolutamente alucinada é algo que nunca vou perceber. Se alguém me conseguir explicar, agradeço.

Quem não quer ser Ventura que não lhe vista a pele

João Cotrim de Figueiredo apareceu no panorama político nacional como uma frescura. Um ar que nos dá. Uma brisa que passa. Tal como o partido em que milita.

“O primeiro partido liberal português”, o que em parte pode ter um fundo de razão, é também uma hipérbole porque do PS ao Chega todos eles, de uma forma ou outra, integram o liberalismo nas suas hostes (seja social ou económico). No entanto, passados meses e anos, aquele que parecia, afinal um partido verdadeiramente liberal transformou-se noutra coisa qualquer que pouco tem a ver com o liberalismo clássico que as ideias iluministas nos trouxeram.

O crescimento da IL, que estagnou, fez-se também a reboque do crescimento do Chega. Se o Chega crescia doze, a IL crescia cinco. Sustentado num discurso radical e, em boa medida, também ele populista, a IL atraiu jovens, empresários e gente da elite económica do país, que ali via um espaço da direita neo-liberal mais assumida. E João Cotrim de Figueiredo foi o seu primeiro líder.

Durante anos, defendi a tese de que Cotrim era dos únicos, dentro da IL, com algum bom senso para não defender ideias libertárias que aproximavam a IL de uma nova extrema-direita que surgia e se colava aos movimentos MAGA nos EUA ou que deu o poder a Javier Milei na Argentina. Enganei-me redondamente. Há uns anos, João Fernando teve uma tirada absurda no Parlamento: enquanto se discutia o racismo e a xenofobia na sociedade portuguesa, o então líder da IL, do alto da sua sapiência, comparou o racismo ao desdém que alguns mostram pela elite financeira. Dizia ele que: “Se substituirmos as palavras ‘negro’ ou ‘cigano’ (…) por investidor privado ou investidor bolsista é arrepiantemente próximo da discriminação e do ódio que aqui (…) queremos condenar”. Ri-me, achei atrevido, mas deixei passar. [Read more…]

O triunfo do bordel neofascista

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Trump foi, de facto, a melhor coisa que aconteceu a Putin. Aliás, foi revelado esta semana que o Kremlin foi alertado pelos amigos de Mar-a-Lago sobre o que acabaria por acontecer na Venezuela no passado fim-de-semana, e mandou retirar todos os seus diplomatas e respectivas famílias do país.

E se o sequestro de Maduro foi um convite a abdução de Zelensky (ou de Cho Jung-tai), a ameaça de invasão e ocupação do território dinamarquês da Gronelândia é para levar muito a sério. E vai acontecer. Será o fim da NATO, ou pelo menos da encenação multilateral, e um convite à entrada dos exércitos russos pela Europa de Leste adentro. Seremos um quintal com dois donos.

Importa sublinhar que quem defende esta a nova estratégia de Trump está, a partir de agora, na mesma barricada que Putin, Lukashenko e Ali Khamenei, por muito que se esforce por provar o contrário. É, aliás, um traidor no contexto nacional e europeu. Claro que tal não irá afectar minimamente os trumpistas. Os membros de um culto fundamentalista nunca foram conhecidos por valorizar a lógica ou a razão. São fanáticos, idiotas úteis, à espera de migalhas. O mais certo é terem destino idêntico ao do marido da cantora cubana pró-Trump que actuou num dos seus comícios, detido pelo ICE para deportação. [Read more…]

Made in Bangladesh

Isto não é o Bangladesh. Mas as camisolas de campanha do encantador de burros, vêm directamente do Bangladesh.

Nunca acabem, antas com pernas.

ANDRÉ VENTURA ARRASA QUEM APOIA DITADURAS

As relações entre Portugal e a Venezuela esfriaram há alguns anos. Mas não passaram de prazo de validade.

Em 2013, depois da morte de Hugo Chávez – já habituado aos botões de rosa que Sócrates lhe fazia -, Nicolás Maduro assumiu a presidência venezuelana e logo tratou de tentar estreitar as relações entre o seu país e a Europa. Como seria de esperar, Portugal, este país tão forte na letra e tão fraco na acção, estava na linha da frente.

Numa visita à Europa, em Junho de 2013, Maduro aterrava em Portugal. Tinha à sua espera uma comitiva sedenta de negociatas para mascarar as trapalhadas dos cortes e da perda de direitos. Portugal não era novo nas andanças; as relações com o regime venezuelano vinham de trás, com gigajogas à mistura, as relações com a Rússia e com a China viam dias resplandecentes e Angola era uma maravilha para o Estado português.

Recebido pelo primeiro-ministro de então, Pedro Passos Coelho, que resumiu as relações de Portugal com a Venezuela da seguinte forma:

“Não é por de mais dizer que as relações políticas entre Portugal e a Venezuela são excelentes. A visita do Presidente Maduro, incluída na sua primeira deslocação à Europa, é demonstrativa da vontade em aprofundar a parceria existente entre os dois países, fundada numa sólida base de confiança, amizade e compreensão mútuas”, considerou Passos Coelho, numa intervenção de menos de dez minutos.” [Read more…]

Lebensraum

O cartaz mostra um mapa da “Grande Alemanha” logo antes do início da Segunda Guerra Mundial (fonte) – “Também aqui se encontra o nosso espaço vital”

Lebensraum. Venezuela já está. Colômbia, México, Canadá, Canal do Panamá e Gronelândia na mira. Lajes não é preciso. Já é americana.

O que é que justifica um estado capturar uma pessoa estrangeira e julgá-la, para além de dar palha ao gado na arena internacional (e interna)?

A sofisticada Europa do calibre da fruta não tem tomates para dizer à corja a evidência: O que vocês fizeram foi um crime e não têm o nosso apoio.

Quem te mandou aceitar o Nobel da Paz, Maria Corina Machado?

Pode ser uma imagem de uma ou mais pessoas e texto

Existe uma diferença entre ordenar um golpe de Estado para instalar um fantoche, como os EUA fizerem várias, sobretudo ao longo da segunda metade do século XX, e o que se passou na noite de Sexta para Sábado, que foi uma operação rápida e tremendamente eficaz de sequestro do presidente venezuelano, seguido do anúncio de Trump de que os EUA irão governar a Venezuela e gerir os seus recursos. Uma espécie de colonização-relâmpago.

Maria Corina Machado, que todos esperávamos ver receber o poder das mãos de Trump, e que muito inteligentemente garantiu que mudaria a embaixada venezuelana em Israel para Jerusalém, algo que acrescenta zero à vida dos venezuelanos, mas que demonstra claramente que Corina Machado sabe onde reside o poder real e que está na disposição de se submeter, foi, ainda assim, prontamente descartada por Trump:

“Não tem o apoio nem o respeito do país.”

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O triunfo dos porcalhões

José Gabriel

Vejam-nos em todos os canais. O modo como é dada a notícia. O entusiasmo dos filhos da puta. A submissão, até à oferta anal, da maioria dos comentadores. Que até falam em instauração da democracia, como se a história das intervenções dos Estados Unidos na América do Sul alguma vez tivesse essa preocupação. Foi sempre exactamente o contrário. Lembram-se de Pinochet?
Olhem como quase todos eles se esquecem desta vez, de falar me direito internacional. Os canais televisivos são hoje, sem excepção, a festa dos cevados. Da vacalhada servil. Cérebros, deixaram-nos à porta dos estúdios; só levaram as carteiras.

A posição de presidente da República é a de uma galinha desossada. Diz que vai acompanhar, etc e tal. A fascistagem exulta, quiçá na esperança de que os canalhas norte americanos cá venham fazer-lhe um favorzinho.

Não, criaturas, não está em causa e regime da Venezuela e juízos sobre a sua natureza. O mesmo acontecendo com a já ameaçado Irão. Eu diria precisamente o mesmo em qualquer caso. Mesmo a corja que agora se bamboleia nas televisões sabe que isto não tem nada a ver com democracia nem com narcotráfico, mas com as maiores reservas de petróleo do mundo, mesmo que tenha de se desenterrar a arqueológica doutrina Monroe. Mentem e distorcem porque é para isso que são pagos.

Em vão esperaremos que governantes e responsáveis aflorem o mais pequeno tom de indignação. Agora mesmo o rastejante Marques Mendes mostra a sua estatura de político. Abjecto.

E não esqueçamos a legitimação que este acto confere às outras grandes potências. A Ucrânia deve ter ficado a tremer. Taiwan também. E não esqueçamos e referência de Trump, no primeiro mandato, sobre a posse da Ilha Terceira. Porque já estou a ver os nossos governantes, calças em baixo e cu para o ar, esperando os “libertadores” Yankees.

Quem branqueou o regime da Venezuela?

A resposta nas imagens. Abaixo.

Pedro Passos Coelho (PSD) e Hugo Chávez.

José Sócrates (PS) e Hugo Chávez.

Paulo Portas (CDS-PP) e Hugo Chávez.

A Idade Média digital

Imagem falsa criada por IA

Esta imagem teve forte circulação nas redes sociais ao longo do dia de ontem.

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A Gronelândia está a salvo

Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.

A palha já lhe enche a boca

Sem grande surpresa, André Ventura come a palha oferecida pelos americanos.

Diz ele no X, “sem o jugo de um ditador narcotraficante“. Como se este acto pirata tivesse alguma relação com drogas.

É isto que alguns portugueses querem para Primeiro-ministro dissimulado de candidato a Presidente da República?

Consumir energia americana para fazer este boneco tem o seu quê de ironia

 

Nova Ordem Mundial

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Ainda sou do tempo em que Donald Trump era diferente dos outros, garantiam milhares de trumpettes no país e no mundo.

Ia acabar com a guerra na Ucrânia da noite para o dia, até se tornar mordomo de Vladimir Putin.

Ia denunciar pedófilos e revelar os ficheiros Epstein, até perceber que o seu nome aparecia muitas vezes nos documentos sobre o maior escândalo de pedofilia da história.

Ia defender os valores cristãos até transformar o velório de Charlie Kirk no Super Bowl neofascista.

Ia drenar o pântano até perceber que podia transformar os EUA numa oligarquia onde o nepotismo e as suas amizades pessoais seriam critério de selecção. E assim foi.

Ia acabar com a corrupção, mas depois percebeu que podia lucrar com ela e optou antes por normalizar o suborno e a usar a presidência para corromper e ser corrompido.

Ia combater as elites, mas mudou de alvo e decidiu combater a sobrevivência do americano médio para dar borlas fiscais aos mais ricos entre os mais ricos.

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Começa 2026

Via Reddit

A mentira das drogas nunca pretendeu ser convincente. É apenas palha para encher a boca na cena internacional.

A pirataria chegou a isto. EUA e Rússia na mesma linha. Twain na mira da China. Teme-se o pior.

E pinar, não?

A malta não pina.

A malta queixa-se da “substituição populacional”.

A malta não pina. Mas queixa-se. Mas não pina.

ps: quantos filhos, biológicos ou adoptivos, tem o Grande Líder?

O problema deste conjunto de 61 palavras é haver sete ques

Efectivamente, cerca de 11,5% do total.

O grande negócio da saúde

Os hospitais públicos já não são hospitais, são Unidades Locais de Saúde (ULS).

Algumas ULS. Que locais são estes?
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Mentalidade de Cristiano Ronaldo

Luís Montenegro, o surpreendente primeiro-ministro português, explicou aos portugueses, na sua mensagem de Natal, que devemos ter a mentalidade de Cristiano Ronaldo, a fim de ajudar o país. Procurando reforçar o serviço público, deixo aqui algumas ligações.

Cristiano Ronaldo sobre Trump: «Desejo conhecê-lo um dia para me sentar com ele, é uma das pessoas de que gosto mesmo porque acho que ele consegue fazer as coisas acontecer e eu gosto de pessoas assim.»;  Ronaldo agradece a Trump o jantar na Casa Branca.

Cristiano Ronaldo sobre Georgina: «Cuida de mim, o que é muito importante, da família, da casa, o que implica muito trabalho. Se fosse o oposto, eu não conseguiria. Os homens não são capazes, honestamente. »

O patrão de Cristiano Ronaldo: «Só este ano, a Arábia Saudita executou 340 pessoas.»; «Cristiano Ronaldo volta a dar voz a campanha internacional da Arábia Saudita»

Talvez o problema de Portugal seja a mentalidade de Cristiano Ronaldo. Adapto um provérbio, a propósito da escolha de Luís Montenegro: diz-me quem elogias, dir-te-eis quem és.

Ginásio para a cabeça

Este texto não foi escrito com o auxílio da inteligência artificial, IA para os amigos chegados. Apesar da comodidade das palavras estatisticamente seriadas, com as vírgulas e os pontos nos sítios certos e sem confundir “à” com “há”.

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