Nem toda a deficiência é visível

Ricardo Antunes
cadeira

 

Ao fim de 21 anos numa cadeira de rodas senti discriminação. Que sentimento horrível!

Nunca pensei passar por isto no meu país, em 2016 e, numa cidade como Lisboa.

Este fim-de-semana, fui sair com um grupo de amigos à discoteca Bosq, que fica na Rua Rodrigues de Faria, 103, na Zona de Alcântara, em Lisboa.

Quando cheguei à porta, ainda na rua, inserido no tal grupo – éramos 15 – vi logo que algo se passava por ter reparado nos seguranças a segredar uns com os outros. Amigos houve que, após se dirigiram aos seguranças, tiveram permissão para entrar. No entanto, quando repararam em mim, algo mudou. [Read more…]

Quiosque Regional, #8, Gazeta das Caldas

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Ainda a rameira do cartaz: será verdade?

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Esta fotografia foi indicada pela comentadora Mónica. Se não houve nenhuma montagem, estamos perante um dos casos que irrita qualquer humorista: a realidade é sempre mais cómica.

O transportador do cartaz enverga uma t-shirt em que se pode ler “Oral skills wanted. Apply bellow.” Sim: sexo oral. Quem o pode censurar?

De uma coisa podemos estar certos: Costa não é o destinatário desta mensagem. Costa é da esquerda.

A rameira da esquerda

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Hoje, à porta do Congresso do PS, houve manifestantes contra os cortes nos contratos de associação. Concorde-se ou não com as posições defendidas, fico contente com o facto de haver pessoas, em Portugal, que lutam por aquilo em que acreditam.

Numa das partilhas de partilhas do Facebook, descobri três fotografias  com cartazes dessa manifestação no mural de Carlos Guedes. Copiei uma delas, porque o texto merece algumas considerações.

Alguns poderão considerar que a palavra “rameira” é ofensiva, mas, na verdade, do ponto de vista da pessoa que segura o cartaz, só a contracção “da” é que poderá ser neutra. Na casa daquela senhora (ou daquele senhor), as crianças foram ensinadas, à força de repreensões firmes, a dizer “pela direita” e “pelo outro lado”, porque “esquerda” é uma palavra feia e se voltas a dizer isso ainda levas mais. [Read more…]

Lixo Jornalístico IV: a realidade paralela do jornal I

LJIV

Para enorme tristeza de significativa parte do eleitorado que conduziu Marcelo Rebelo de Sousa a Belém, a convivência entre o Presidente da República e o actual governo parece reflectir uma certa harmonia, o que deverá sempre ser relativizado porque o futuro é incerto e nada nos garante que não chegue o dia em que Marcelo acabará por tirar o tapete a António Costa. Até ver, é legítimo dizer que o presidente tem colaborado com o governo na defesa do interesse nacional.

Porém, e apesar do optimismo manifestado por Marcelo, nomeadamente no que diz respeito aos números do défice (onde até espetou uma alfinetada no seu amigo Passos Coelho) e da execução orçamental, o jornal I parece discordar de algo aparentemente unânime para a restante imprensa nacional, tendo inclusive publicado a capa que podemos ver em cima, onde se pode ler que o presidente não confia nas contas do governo. Palavras para quê, é o jornal de António Ribeiro Ferreira.

Fotomontagem@Os Truques da Imprensa Portuguesa

Uma palmadinha na mão de Ricardo Salgado

RSCC

Ver Ricardo Salgado a ser condenado pelo Banco de Portugal a pagar uma multa de 4 milhões de euros, como pena pela venda de papel comercial do GES a clientes do BES, mostra que o ex-Dono Disto Tudo ainda é o Dono de Muita Coisa. Ricardo Salgado chegou a receber “presentes” de 14 milhões de euros, de José Guilherme. Para Salgado, 4 milhões de euros é um valor simbólico, uma mera palmadinha na mão.

A venda de papel comercial do GES, um grupo falido e que nada valia, lesou mais de duas mil pessoas, a quem o ruinoso negócio roubou um total de cerca de 500 milhões de euros. Muitas das pessoas que foram enganadas e levadas a subscrever o negócio perderam as poupanças de toda a sua vida de trabalho. Ver Salgado a livrar-se deste problema, pagando 4 milhões de euros, equivale a dizer que, efectivamente, o crime compensa.

E é nestas alturas que dá jeito ter Carlos Costa como governador da entidade que supervisionava a actividade de Ricardo Salgado e que, agora, livra o ex-banqueiro desta situação com uma multa simbólica. Apesar da sua absoluta inutilidade como regulador da actividade bancária, Carlos Costa foi sempre defendido pelo PSD, que escolheu reconduzir o Governador no cargo, enquanto durou o Governo de Direita. Aliás, não foi por acaso que o jurista que saiu em defesa de Salgado, no caso do “presente” de 14 milhões de euros, foi João Calvão da Silva, o homem que Passos Coelho escolheu para Ministro da Administração Interna, após as Legislativas de 2015.

Entretanto, os lesados do BES poderão vir a perder cerca de metade de todo o dinheiro que perderam com a compra do papel comercial do GES, o que, para muitas famílias, poderá ser ruinoso. Quanto a Ricardo Salgado, apesar da multa simbólica, a defesa do ex-líder do BES já anunciou que irá recorrer da sentença aplicada pelo BdP. Na prática, isto significa que há fortes probabilidades de que a multa de 4 milhões de euros será reduzida para um valor bem inferior.

Dá que pensar, não dá?

Via Uma Página Numa Rede Social

Nomeações políticas que não indignam o exército opinativo anti-esquerda

Há nomeações e nomeações. Algumas causam indignação generalizada porque, é sabido (e infelizmente legal), as clientelas partidárias mexem-se muito bem no topo da cadeia alimentar da gestão empresarial pública. As nomeações de Leonor Beleza e Rui Vilar para vice-presidentes da CGD, porém, parecem enquadrar-se numa categoria muito especial que, com excepção da fúria das redes sociais, que a poucos poupa, não causou indignação entre aqueles que assobiavam para o lado enquanto o anterior governo distribuía, a amigos e companheiros, por exemplo mas não só, centenas de nomeações na Segurança Social, mas que agora não perdem a oportunidade de berrar em plenos pulmões de cada vez que o actual governo repete o processo, de resto numa escala ainda a léguas do festim protagonizado pelos seus antecessores.  [Read more…]

Porto, Sintra, Lisboa

Helder Cordeiro

Um dia com Avi Avital

Sarah passa um dia com o músico israelita Avi Avital e com o seu bandolim. Eles viajam através de Berlim num riquexó, fizeram um «piquenique de instrumentos de plectro» e Avi convence os amantes da música tecno que o bandolim é um instrumento realmente porreiro.

Quem quiser saltar para o lado esotérica, pode ir directamente para o ponto onde um concerto de Vivalvi é tocado num festival de música electrónica. Música barroca neste contexto? O melhor é ver e ouvir.

(Vídeo em inglês, do programa Sarah’s Music do canal alemão DW)

Lixo jornalístico III – a história da moção de censura que não era bem aquilo que parecia

DN

Não sei se foi truque ou não. Afinal de contas, estamos perante o jornal que a direita radical habitualmente acusa de alinhado à esquerda, isto apesar de pagar por colunas de opinião tão esquerdalhas como a de David Dinis, Adriano Moreira ou César das Neves. Mas é um daqueles casos em que, para aqueles que se dedicam a ler títulos, o acontecimento do dia era o início do fim da geringonça. Vi partilhas nas redes sociais a exultar o acontecimento, vi foguetes para o ar de uma série de palermas em êxtase e de peito feito porque o tempo lhes havia dado razão, enfim, quase que vi Passos Coelho sentado de novo no trono e Paulo Portas a revogar a irrevogabilidade. Entretanto, a perigosa página Os Truques da Imprensa Portuguesa (parece que a corte do ministério da propaganda anda irritada com eles, sinal que estão a trabalhar bem) já tinha denunciado o caso e, imaginem só, o DN lá acabou por corrigir a gralha. Afinal foi o PCP Madeira que apresentou uma moção de censura aos descendentes de João Jardim. Que grande chatice!

Montagem via Os Truques da Imprensa Portuguesa

Bilhete do Canadá – O Viveiro dos Medíocres

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António Esteves Martins demitiu-se do seu lugar de correspondente da RTP para a Europa, que exercia desde 1991.  E disse claramente à direcção da televisão estatal porquê: não estava para aturar as insinuações e intrigas de Victor Gonçalves, um que exibe boquinhas em cú de galinha sempre que, armado em chico esperto, se põe a fazer perguntas repetitivas aos entrevistados à laia de inspector policial que quer apanhar o criminoso de qualquer maneira.  A direcção da RTP não respondeu a Esteves Martins, calou-se, o que diz bem da sua ausência de coluna vertebral. Não é novidade, mas regista-se.
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«Relativista invade arena do Campo Pequeno durante tourada»

Perdão: «Rotativista invade arena do Campo Pequeno durante tourada». Não? Já sei: «Arrivista invade arena do Campo Pequeno durante tourada». Também não? Arquivista? Activ-? Activista? Um activista! Ah! OK.

Como é possível ainda haver horóscopos nos jornais?

A astrologia é uma pseudociência mas tem um amplo lugar cativo na generalidade dos meios de comunicação, ao contrário da ciência, cuja presença é bem mais intermitente. – David Marçal

Diz o roto para o nu

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Dijsselbloem diz à Comissão para “dar mais atenção à sua credibilidade”

Mestrado falso obriga presidente do Eurogrupo a corrigir currículo

Eis mais um exemplo da neo-ditadura, de burocratas sem representação democrática a mandar bitaites.

E se de repente o seu marido lhe batesse?

vip-pt-20257-noticia-o-dilema-resposta-de-consultora-de-tarot-deixa-internautas-em-choqueConfesso que tenho um estranho fascínio pelo popularucho. Fico mesmerizado diante do ridículo das letras de músicas pimba, rebolo-me de gozo sempre que vejo populares a ser entrevistados sobre qualquer assunto (adivinhar resultados de futebol ou mandar beijinhos para todos os primos e amigos espalhados pelo mundo), sustenho as gargalhadas para poder ouvir sem ruído as conversas inenarráveis entre os pastores e os fiéis da IURD, guincho a ouvir rádios locais enquanto viajo e pasmo diante das astrólogas/tarólogas/cartomantes que têm programas televisivos à disposição. [Read more…]

A comissão em directo

epa05303107 European Commissioner for Trade Cecilia Malmstrom gestures at the start of a European foreign affairs, Trade ministers meeting in Brussels, Belgium, 13 May 2016. The EU trade ministers are to review negotiations on TTIP with the US and to discuss a CETA draft to be signed at a summit in October. EPA/OLIVIER HOSLET +++(c) dpa - Bildfunk+++

imagem:  EPA/OLIVIER HOSLET +++(c) dpa – Bildfunk+++

Bem-vindos colegas comissários, dou por iniciada a nossa reunião. Da ordem de trabalhos de hoje consta, entre outros, o tema CETA:

Como é do vosso conhecimento, uma grande parte de cidadãos europeus, assim como municípios, sindicatos, associações e partidos andam há anos a protestar contra os tratados TTIP e CETA. Ui!!!! E agora, colegas? Como é que forçamos isto sem produzir demasiada choldra? Bom, é com grande satisfação que constatamos, que quanto ao CETA, a coisa não está tão entornada como quanto ao TTIP; na verdade, a maioria nem ouviu falar e enfim, os canadenses são mais queridinhos; enquanto essa malta da rua se entretém com o TTIP, a gente avança com este que, como sabem, já lá tem tudo o que andam a contestar, mormente o nosso querido ISDS/ICS; e assim o outro já não vai custar quase nada a engolir, coitadinhos. [Read more…]

Em Angola nada de novo

IdS

Ser a filha astuta de um ditador absoluto tem as suas vantagens e Isabel dos Santos é a prova disso mesmo. Fez fortuna à custa do regime do papá que, por decreto do papá, acaba de lhe entregar a jóia da coroa, a Sonangol. Assim é fácil ser empreendedor. Mas falem baixinho que ela e o papá tem muitos amigos por cá. Falem baixinho ou preparem-se para sentir a fúria do jornal do papá. Cambada de neocolonialistas.

As dúvidas da RTP

RTPa

The chief pleasure of these philosophers lay in going every Saturday night when work was done to Chaseborough, a decayed market-town two or three miles distant; and, returning in the small hours of the next morning, to spend Sunday in sleeping off the dyspeptic effects of the curious compounds sold to them as beer by the monopolizers of the once-independent inns.
— Thomas Hardy, Tess of the D’Urbervilles

***

A RTP tem dúvidas e pergunta.

Não, RTP. Não é ‘retificativo’. É rectificativo. Rectifique-se.

Pelo menos, a RTP pergunta. Por exemplo, se o Diário da República e o Núcleo de Instalações, Equipamentos e Logística da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa tivessem perguntado, teriam obtido resposta semelhante.

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Assim, lá terão de rectificar, como aconteceu com a Câmara Municipal de Ovar, obrigada a apresentar declaração de rectificação de edital publicado no Diário da República de 7/12/2015, no qual se grafara ‘contatar’, em vez de ‘contactar’.

Era uma questão de tempo :)

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Daqui

Divino!

Sim, divinoDivino Alves. O regresso.

O irrevogável e os medíocres

PPLM

No dia em que o Parlamento se vê finalmente livre de Paulo Portas, Luís Montenegro brindou o país com um belo momento de ternura e humor quando, na qualidade porta-voz de “uma nota muito sentida” da bancada do PSD, exaltou o respeito, a admiração e – pára tudo – o “sentido de colaboração e cooperação que foi possível manter com o CDS-PP e com o seu presidente, o deputado Paulo Portas, nos últimos anos“. Sim, estamos a falar do mesmo Paulo Portas que tirou o tapete a Passos Coelho quando, em Julho de 2013, apresentou a sua demissão, para rapidamente “reconsiderar”, perante a irrecusável oferta de se transformar em vice-primeiro ministro e amealhar mais um ministério para o seu pequeno partido. Escusado será recordar o embaraço, a crise política ou os custos para a economia que resultaram da fome de poder de Paulo Portas. Mas castas são castas e o sapo, indigesto que foi, há muito que atravessou o aparelho e lhes saiu pelo rabiote. Resta a admiração dos aprendizes que sonham um dia ser mestres do calculismo e da intriga política. Os tais a quem Portas, num momento de clarividência, um dia chamou medíocres.

Foto: João Relvas/Lusa@DN

Fernando Santos quis experimentar jogar com dez

Por isso, pôs Bruno Alves a titular.

Paulo Portas prestes a regressar ao Parlamento

Paulo Portas despede-se do Parlamento. Irrevogável.

Uma ortografia defectível

indefectívelNum manual de Português de 9º ano, reencontro o poema “Uma pequenina luz”, de Jorge de Sena. O manual, evidentemente, segue (ou tenta seguir) o chamado acordo ortográfico (AO90). Reparo que os vv. 21 e 28 contêm o adjectivo “indefectível”, assim mesmo, com C. Como sempre articulei aquela consoante, pareceu-me óbvio que ali se mantivesse, porque, segundo o espírito do AO90, consoante articulada é consoante grafada.

Um estranho instinto, um não sei quê, fez-me consultar, em primeiro lugar, o Dicionário da Academia das Ciências de Lisboa. Como se pode ver, pela imagem acima, o C articula-se. Na“Introdução” do referido dicionário, ficamos a saber que todas “as entradas lexicais apresentam transcrição fonética, dada entre parênteses rectos, segundo a norma culta, aproximada, de Lisboa e Centro do país […].” Fiquei mais descansado: a minha articulação era culta. [Read more…]

Duas concepções do mundo

Elite versus povo, poder e obediência, riqueza por oposição ao resto (que inclui o que alguns remediados pensam ser um cheiro a riqueza), direito natural e igualdade de direitos, sistema exclusivo vs. sistema inclusivo.

Escola para a elite versus escola pública.

O sistema educativo público também pode ser elitista, no sentido de incluir os melhores. Na verdade inclui todos, sendo essa a grande diferença. Não exige um passe de cifrões nem o berço certo.

É todo um conceito de sociedade. Amarela ou com todas as cores.

Quanto recebem os colégios privados com contrato de associação?

Esta versão do vídeo que encontrei no Youtube tem um corte no final que não permite visualizar o valor total dos contratos de associação aqui apresentados. Trata-se da módica quantia de 65.205.000,00€. Entre os felizes contemplados, os colégios do “insuspeito” Grupo GPS levam para casa mais de 7 milhões de euros. Diz que é uma espécie de liberdade de escolha. Lembrem-se disto da próxima vez que o responsável da escola pública onde os vossos filhos estudam vos tentar explicar porque é que chove dentro dos pavilhões ou porque é que no século XXI ainda existe amianto nos telhados.

 uma Video@Os Truques da Imprensa Portuguesa

Derrubar porcos

É o objectivo do jogo em que António Costa, segundo o novo cartaz da JSD, aparece como “pássaro”…

Juncker e o charme do défice francês

1929 Innocents of Paris (Maurice Chevalier) 01Numa entrevista ao canal televisivo do Senado Francês, Jean-Claude Juncker declarou que a França não deverá ser sujeita a sanções, apesar de ter um défice superior a 3%, porque “é a França”. No texto da Reuters, utiliza-se, de modo quase não-jornalístico, o advérbio “candidly” (‘candidamente’) a propósito destas declarações.

Provavelmente, Juncker olha para o défice português do mesmo modo que José Cid olha para os transmontanos: o défice tuga é feio, desdentado, deixou crescer a unha do mindinho e coça o rabo. O défice francês tem a voz e o charme de Maurice Chevalier, cheira a perfumes caros e não entra em restaurantes sem duas estrelas Michelin. É claro que isto é apenas uma questão de aparências, porque, na realidade, ambos estão acima dos 3%. [Read more…]

Os contatos e as reuniões são com diferentes instituições e serviços

The causes remain which brought philosophy into existence as an attempt to find an intelligent substitute for blind custom and blind impulse as guides to life and conduct.

John Dewey

Τειρεσίας: ἥξει γὰρ αὐτά, κἂν ἐγὼ σιγῇ στέγω.

Tiresias: The future will come of itself, though I keep silent.

— Sófocles, “Rei Édipo” (tradução de W. B. Yeats)

Οἰδίπους: εἰ δὲ μὴ ‘δόκεις γέρων εἶναι, παθὼν ἔγνως ἂν οἷά περ φρονεῖς.

Édipo: não fosse o teu aspecto de velho, um bom correctivo far-te-ia tomar consciência da tua insensatez.

— Sófocles, “Rei Édipo” (tradução de M.C. Fialho: Coimbra, 1986).

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dre 162016

Lixo jornalístico II

CM

Estamos a alertar os cidadãos dos EUA para o risco de possíveis ataques terroristas em toda a Europa, visando grandes eventos, pontos turísticos, restaurantes, centros comerciais e meios de transporte”, pode ler-se no comunicado do governo norte-americano, citado pelo site Independent.

O drama, a tragédia, o horror. Tenham medo, tenham muito medo…