Ricardo Antunes

Ao fim de 21 anos numa cadeira de rodas senti discriminação. Que sentimento horrível!
Nunca pensei passar por isto no meu país, em 2016 e, numa cidade como Lisboa.
Este fim-de-semana, fui sair com um grupo de amigos à discoteca Bosq, que fica na Rua Rodrigues de Faria, 103, na Zona de Alcântara, em Lisboa.
Quando cheguei à porta, ainda na rua, inserido no tal grupo – éramos 15 – vi logo que algo se passava por ter reparado nos seguranças a segredar uns com os outros. Amigos houve que, após se dirigiram aos seguranças, tiveram permissão para entrar. No entanto, quando repararam em mim, algo mudou. [Read more…]








Confesso que tenho um estranho fascínio pelo popularucho. Fico mesmerizado diante do ridículo das letras de músicas pimba, rebolo-me de gozo sempre que vejo populares a ser entrevistados sobre qualquer assunto (adivinhar resultados de futebol ou mandar beijinhos para todos os primos e amigos espalhados pelo mundo), sustenho as gargalhadas para poder ouvir sem ruído as conversas inenarráveis entre os pastores e os fiéis da IURD, guincho a ouvir rádios locais enquanto viajo e pasmo diante das astrólogas/tarólogas/cartomantes que têm programas televisivos à disposição. 





Num manual de Português de 9º ano, reencontro o poema “Uma pequenina luz”, de Jorge de Sena. O manual, evidentemente, segue (ou tenta seguir) o chamado acordo ortográfico (AO90). Reparo que os vv. 21 e 28 contêm o adjectivo “indefectível”, assim mesmo, com C. Como sempre articulei aquela consoante, pareceu-me óbvio que ali se mantivesse, porque, segundo o espírito do AO90, consoante articulada é consoante grafada.
Numa entrevista ao canal televisivo do Senado Francês, Jean-Claude Juncker declarou que 








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