A Cientologia e Eu – A cientologia é uma organização com uma reputação tenebrosa. Nesta investigação ficamos a conhecer um pouco mais da organização. Pode obter mais informações aqui (inglês).
Este documentário está legendado em português.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
A Cientologia e Eu – A cientologia é uma organização com uma reputação tenebrosa. Nesta investigação ficamos a conhecer um pouco mais da organização. Pode obter mais informações aqui (inglês).
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A equipa nomeada pelo ministro Macedo, para a reforma da saúde, propõe uma solução de ‘lista de espera’ hermeticamente fechada e eterna. O doente, depois de registado, nunca mais será esquecido. Vivo ou morto, não interessa.
Como sair do ciclo recessivo? Tivémos o engenheiro a despejar dinheiro na Parque Escolar, nas estradas, nos moinhos eléctricos, nas barragens, nas… A lista é considerável. Se o tivessem deixado ainda faria o mesmo num aeroporto e no TGV. Ficámos melhor? Obviamente que não, basta ver que perdemos a independência legislativa! Nem a porcaria de um orçamento de estado agora podemos aprovar sem a bênção de um trio não eleito.
Fala-se muito que se estão a fazer políticas recessivas mas eu gostava é que me dissessem que alternativa há e com que dinheiro se implementaria. Está última parte é particularmente importante.
A partir do momento em que a Europa acabou com as barreiras alfandegárias face às “chinas”, nomeadamente pela possibilidade de se importarem produtos feitos sem as condicionantes salariais, ecológicas e de segurança que os europeus exigem – e bem – às suas empresas, a Europa assinou o seu declínio. Este, associado à negação da sua existência e ainda com uma enorme dose de irresponsabilidade, levou empresas, pessoas, bancos, Estado a gastarem muito para além do que tinham. Mas a factura era real. É real.
Estamos no buraco e dele não sairemos sem uma radical alteração da ordem mundial. E político que prometa algo diferente não passa de vendedor de banha da cobra.
(óleo sobre tela de Fernando Ikoma)
Queremos a normalidade e a simplicidade no nosso quotidiano, sem sobressaltos
Queremos o pão de cada dia
Queremos a manutenção dos nossos postos de trabalho
Não queremos ser ricos – basta-nos o suficiente para viver com dignidade
Não queremos precisar de ganhar a lotaria – antes desejamos a felicidade de ter trabalho e uns trocos ao fim do mês para o mealheiro dos nossos filhos e para oferecer um jantar aos amigos lá em casa
Não quis, não pedi o Euro 2004
Não quero o TGV nem o aeroporto da OTA nem autoestradas que não me levam a lado nenhum
Não quero mais decisões erradas dos nossos Governos – Basta!
Perguntem-nos primeiro o queremos, o que precisamos! Afinal não vivemos em Democracia?
Penia, Poros e ErosNa mitologia grega, Penia é a personificação da pobreza. Uniu-se a Poros, a esperteza, no Banquete platónico, tendo, dessa união, nascido Eros, deus do amor. Esta é uma das versões da origem de Eros. Existem outras.
A trilogia da penúria, da esperteza e da felicidade simbolizam a preceito o actual momento político do País. A penúria do empobrecimento como objectivo apologético governamental, a esperteza, reles e grosseira, usada a eito pelo governo de Coelho e Portas; e finalmente, o paraíso como capciosa visão do PM e Vítor Gaspar, entoada em baladas e balelas do ‘ponto de viragem’.
Em relação à concepção da política da pobreza e a sua inevitabilidade, já há muito que a contestação transbordou para o interior de círculos próximos dos partidos do governo. Bagão Félix, de resto na continuidade de críticas anteriores, discorda da ideia fatalista de que o País tem de empobrecer. Concordo. Rogo-lhe que, entretanto, o transmita ao seu amigo Paulo Portas. Sempre seria um serviço aos portugueses, embora desconfie do sucesso da iniciativa.
Na senda da liberalização das leis laborais, e conquanto o governo ainda não tenha finalizado o processo de agravamento decorrente do famigerado ‘acordo de concertação social’, a PSA Mangualde anuncia o despedimento 450 trabalhadores.
O Aventar fica por cá!
Diz o ministro holandês das finanças:
temos de certificar-nos que o dinheiro que emprestamos não é consumido pelas chamas.
Por cada euro que entra apenas 19 cêntimos se destinam a gastos do estado, 40% vão direitinhos para a banca internacional. Ou seja, a Holanda empresta à Grécia para pagar à finança.
É percebendo isto que se entende o sentido do “não pagamos”. Diga um outro governo grego que acabou a zorba para os especuladores (incluindo por exemplo o “nosso” BCP) e a música será outra, obviamente com efeito dominó. Faça um governo português o mesmo e cai a Espanha, e a Espanha deve sobretudo a banqueiros franceses e alemães. Entendidos quanto aos interesses em jogo, e percebido quem está a ajudar quem?
Não me dês um título entre este rígido corpo e o cosmos.
Deixa-me o traço fino deste constrangedor aperto entre o que
sou e o que não sou.
Se fores capaz de me abrir estes braços cruzados entre o ser
e não ser não me importa que me vejam
o rosto. [Read more…]
Apercebo-me por uma crónica do Ricardo Araújo Pereira (a que cheguei via Joana Lopes) ter Sócrates chamado mansa à mãe de Vítor Gaspar (numa altura em que provavelmente nem sonhava com a sua existência) e agora Santana ter tido o flope de chamar Salazar à senhora de um ministro das finanças do Esteves*, partindo do princípio que o tio de Fernando Rosas era casado.
O problema de Portugal é ser Lisboa, e Lisboa ser muito pequenina. O resto é paisagem.
* Esteves, alcunha de Salazar; por razões de segurança nunca se noticiava onde o homem ia meter as botas, mas apenas “o sr. presidente do conselho esteve ontem em“… sem ofensa, falta pouco para Cavaco Silva recuperar este hábito lusitano.
É verdadeiramente vergonhosa a atitude do senhor Presidente da República ao fingir que um impedimento de Estado, de última hora, o tenha impedido de cumprir a visita que estava programada.
O AO90 contribui para o aumento das homografias, ou seja, com a sua aplicação o número de palavras que se escrevem da mesma maneira e se pronunciam de maneira diferente. Tal facto poderá dar origem, como vimos anteriormente, à alteração da pronúncia, para além de poder dificultar o entendimento de enunciados.
Na Nota Explicativa dedica-se o ponto 5.4 a esta questão, o que, de certo modo, corresponde ao reconhecimento da existência de um problema.
Um dos primeiros argumentos é o da preexistência de outras homografias na ortografia portuguesa. Ora, se é reconhecido que a homografia pode trazer problemas, qualquer acordo deve, na medida do possível, evitar a sua multiplicação. Relembre-se uma das contradições apontadas ao AO90, quando defende a manutenção do acento em “pôr” para evitar a homografia e a supressão do acento em “pára”, apesar da homografia. [Read more…]
Lá como cá!
Lá!
Assim, como assim, em gesto totalmente solidário e uma vez que a coisa por lá não anda famosa, ficavam eles com este e nós com o deles!
Este sim, era um enorme manifesto de apoio ao povo GREGO!
Viva, vamos ter uma nova greve geral!
Estes senhores são uns pândegos. Mas a pãndega deles pode lixar o País.
O gráfico resume com límpida clareza o drama do desemprego em Portugal:

Fonte: Jornal ‘Público’
Os dados foram divulgados pelo INE, aqui, e objecto de notícias na imprensa em geral, como, por exemplo, o ‘i’, o ‘Jornal de Notícias’, o ‘Diário de Notícias’ e o ‘Expresso’. Os noticiários televisivos e da rádio também destacaram os dramáticos valores avançados pelo INE.
Cingindo-me aos títulos dos jornais ‘on line’, destaco dois exemplos opostos:
‘Jornal de Notícias’:
Portugueses desistem de procurar emprego
‘Diário de Notícias’:
Número de pessoas sem emprego já ultrapassa um milhão
O título de qualquer notícia, segundo as regras jornalísticas, deve sintetizar com objectividade e rigor o tema nuclear do conteúdo noticiado, sem deturpações. Do titulado pelo ‘Jornal de Notícias’, depreende-se que “portugueses desistem de procurar emprego’ e pronto!, o desemprego disparou. Coloca o ónus no lado da procura. Por sua vez, o ‘Diário de Notícias’ enfatizou a falta de oferta, i.e, há mais de um milhão de cidadãos que não encontram trabalho, acrescentando à taxa de 14% e 770.000 pessoas nessas circunstâncias em Dezembro de 2011 mais 286.000 de inactivos desencorajados por continuado insucesso junto da oferta de trabalho.
A cavalgada do Comité Central está mais forte do que se pensava!
O Camarada Arménio vem com a força TODA! Depois dos 300 mil, outra GREVE GERAL!
Um ERRO!
Um ERRO!
Esta era hora de ir aos locais onde está quem trabalha, ir de encontro a quem está desempregado para perceber que caminho deseja o povo! O que se ouve de quem trabalha não é o mesmo que se ouve de quem, às vezes, diz que fala em nome dos que trabalham.
Não entendo esta decisão! Não a respeito!
Porque é que o Pe-dro-Mo-ta-So-a-res fa-la assim meio estranho, sí-la-ba a sí-la-ba? É porque lhe falta ga-so-li-na na mo-ta?
Depois deste vídeo, será que o queque que preside à JSD vai virar pastel de nata?

As minhas férias acabaram há uns dias. E para gastar os últimos cartuchos passei as últimas três semanas a ler os livros do Stieg Larsson, a saga Millennium. Li, nesse espaço de tempo, cerca de 1900 páginas. Normalmente não critico livros. Mas a verdade é que nos últimos dias a minha vida revolveu à volta desta colecção. E tenho sem dúvida algumas coisas a dizer.
Os livros de Stieg Larsson não são seguramente literatura da primeira linha, uma obra de genialidade como as que saem da pena de Garcia Marquez ou Thomas Mann. Sublinho isto porque já sei que os intelectuais do costume gostam de olhar para este tipo de livros com o sobrolho franzido e com ar de “estás a ler isso? Com a tua idade lia Dostoievski!”. Ou o sexto melhor poeta bielorrusso. Descansem. Stieg Larsson não é um génio da História da Literatura. Mas se tivesse que descrever a obra dele há uma expressão que me parece muito apropriada: São francamente bons. Estão bem escritos, bem construídos e extremamente bem pensados. Estão bem relacionados. Quem escreve ou já tentou escrever ficção, sabe que uma das coisas mais difíceis de conseguir fazer é estabelecer ligações, ou seja, fazer com que tudo bata certo, com que tudo faça sentido. Larsson faz isso na perfeição. É óbvio que há um ou outro pormenor que escapa, uma ou outra coisa que seria muito difícil de acontecer na vida real. Mas mesmo assim, para a quantidade de personagens que são criadas, para os vários enredos que coexistem é fantástica a maneira como ele consegue conjugar tudo isto. Este é um dos muitos factores que explicam o sucesso desta colecção.
A grave crise económica e financeira que existe no plano nacional e internacional, tem servido de justificação para se avançar com as mais diversas reformas, nos mais diversos sectores de atividade.
Não se percebe porque é que Educação Visual e Tecnológica (EVT), uma disciplina de sucesso, que se formou há mais de vinte anos, resultando da junção das disciplinas de Educação Visual e de Trabalhos Manuais, esteja prestes a ser destruída por razões meramente orçamentais, para dar lugar a qualquer coisa que, embora possa lembrar as suas origens, em nada se lhe vai assemelhar, por força da tremenda redução da carga horária, da redução da componente humana e da criação de uma terceira variante (TIC).
Cavaco Silva cancelou à última hora uma visita à escola António Arroio. Embora corram boatos de que tal se deve ao facto de os estudantes lhe prepararem uma monumental assobiadela, estamos em condições de garantir que o motivo foi outro: ao contrário do combinado a conhecida escola artística não ia receber o dignatário com uma Cow Parade. Na ausência de Cow Art, Cavaco Silva terá dito aos seus assessores:
– Não vou, não vou e não vou. Cancelem e marquem uma visita a uma escola agrária.
Repararam nas notícias de ontem sobre as alterações no regime de mobilidade?
Acompanhem este exercício meramente teórico:
– Imaginem que o Governo avança com uma reforma curricular que vai despedir cerca de dez mil professores e atribuir horário zero (o que equivale, em linguagem comum, a não ter alunos para dar aulas) a alguns milhares de docentes dos quadros.
Imaginem, porque isto não é verdade, certamente!
Continuando a imaginar: a atribuição de horário zero é hoje uma competência exclusiva do Diretor. Este, por um critério muito rigoroso decide que o Professor mais velho, mais experiente, porque é o “mais caro”, fica com horário zero e…
Nem mais, nesta imaginação pura e dura, um Professor do quadro ficaria com um problema em mãos porque até se equaciona a aplicação do regime de mobilidade aos professores.
Mas, isto não vai acontecer porque só poderia acontecer num país onde os governantes tivessem algum problema com a verdade…
Uma das questões mais polémicas do AO90 está relacionada com a Base IV, em que se propõe a eliminação das chamadas consoantes mudas c e p nas sequências interiores cç, ct, pc, pç e pt, o que deverá acontecer sempre que, segundo o Acordo, essas consoantes não sejam proferidas “nas pronúncias cultas da língua” ou “numa pronúncia culta da língua”, para citar o texto.
Mesmo fazendo de conta que é possível identificar as várias pronúncias cultas da língua, a verdade é que mais do que um especialista tem defendido que as chamadas consoantes mudas têm, em contextos bem definidos, uma função diacrítica, isto é, desempenham relativamente à vogal que as antecede uma função semelhante à de um acento gráfico, para além de a sua existência derivar da etimologia. [Read more…]
Idiocracy, como já vi referido algures na Internet, este é um filme que começou por ser uma comédia e está-se a transformar num documentário (de forma acelerada). Conta a história de um americano médio que acorda 500 anos no futuro. O mundo, por essa altura, tornou-se tão idiota que ele é facilmente a pessoa mais inteligente viva. Página IMDB.
Em inglês, sem legendas.
Existe uma direita, por vezes acompanhada de certa esquerda envergonhada, que gosta de encher a boca com os funcionários públicos e apelidá-los a todos de “meliantes”. Um discurso gasto e repetitivo que esconde uma outra realidade.
Nunca fui funcionário público, como nunca fui funcionário por conta de outrem. Já perdi a conta aos anos que levo a trabalhar e sempre lidei com uns e outros. No funcionalismo público encontrei dos melhores e no sector privado idem. Não sei se foi por acaso ou mera sorte mas nunca notei que no sector público existissem mais incompetentes que no privado. Da minha experiência direi que é “ela por ela”, ou seja, o número de incompetentes com que me cruzei no público, uma minoria, é idêntica à mesma minoria que encontrei no privado.
Nos últimos anos, por força da minha profissão, tenho lidado com diferentes sectores do serviço público. Não preciso de fazer um grande esforço de memória para afirmar que em mais de 70% dos casos encontrei funcionários públicos competentes e dedicados. A exemplo do que vi e vejo no sector privado. Bons profissionais e maus profissionais encontro em todo lado. Por isso mesmo, esta conversa negativa recorrente contra o funcionalismo público já cheira mal. [Read more…]
1. Sou filho de dois PSD’s que sempre votaram PSD e que, quando não querem votar PSD, nem saem de casa. Incorruptíveis e de uma seriedade ímpar. Durante parte da adolescência, altura em que era um jovenzinho sem consciência política, fui presença assídua na sede do PSD do Pinheiro Manso, incluindo numa festa de Passagem de Ano, e assisti a vários comícios na Praça da Liberdade e do Molhe, onde os GNR costumavam abrilhantar a festa. Passeei-me com a bandeirinha laranja vezes sem conta.
2. Sou filho de dois católicos praticantes. Durante toda a minha infância, frequentei semanalmente a missa na Igreja do Cristo-Rei. Fui à catequese e culminei a minha passagem pelo catolicismo com a chamada 1.ª Comunhão. Continuei a ir à missa e a frequentar as aulas de Educação Moral e Religiosa Católica, no Garcia de Orta, com o Frei Eugénio e o Frei Jerónimo, que muito apreciava. Rezava todos os dias. [Read more…]
Pedro Lomba, no Público, a propósito do PSD escreve que:
“O pensamento social da Igreja influenciou Sá Carneiro, esteve presente nos debates constituintes, inspirou a consagração da dignidade humana, contrabalançou o lastro marxista (existe até um estudo de Adriano Moreira sobre isso). Eu percebo que por razões tácticas ou por alguma falta de memória o PSD não explicite as suas origens. Mas é verdade que a doutrina social da Igreja, tal como resulta de diversos textos, encíclicas e intervenções, moldou o seu ideário, transformando-o num partido fortemente crítico do colectivismo socialista e do puro liberalismo económico.”
E, no site do anexo governamental, onde até existe uma secção sobre a família podemos ler que:

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Tuttle Creek Rd., Lone Pine, Califórnia, EUA, Junho de 2025
(a propósito de tudo sobre o excelente Bad Day at Black Rock, por causa do Spencer Tracy)

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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