Este é um vídeo feito pelo público, fique descansado, não vai ver este vídeo aparecer nos media tradicionais.
Quando estiver a ver o vídeo, clique na imagem igual à que se mostra ao lado, para obter legendas em português.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Este é um vídeo feito pelo público, fique descansado, não vai ver este vídeo aparecer nos media tradicionais.
Quando estiver a ver o vídeo, clique na imagem igual à que se mostra ao lado, para obter legendas em português.
Na falta de auto-estradas ou troços do TGV, o Governo demissionário tem-se desdobrado em entregas de diplomas como se de inaugurações se tratassem. Como é hábito, quem está na Oposição chama isto de oportunismo. Um dia que a agulha mude, trocam-se as vozes nos mesmos discursos.
O Programa Novas Oportunidades até tem aspectos importantes e virtuosos. Entre outros, a aproximação de gerações mais velhas às novas tecnologias, desde a informática às redes sociais. Diversas pessoas, com mais de sessenta anos de idade, descobriram as maravilhas da Internet graças àquele Programa, e disso fizeram um aliado de combate à solidão.
Infelizmente, a ideia corrente que fica é que não tardou que as Novas Oportunidades fossem instrumentalizadas para embelezar a estatística das nossas habilitações literárias, para mais rapidamente subirmos no ranking da OCDE.
Acontece que há muito que a exigência e o mérito capitularam. [Read more…]
Dedico este texto à nossa próxima neta, ainda sem nome, filha de Félix Ilsley e Camila, nascida Iturra. Tive a premonição que seria menina, menina é. Sentir-me-ei Beethoven e Bernard Shaw, se for nomeada Elisa. Donde, este ensaio sobre arte de música e letras é para a minha imaginada Elisa.
Lembro-me que com vinte anos de idade dava aulas como assistente na Faculdade de Direito e Ciências Sociais da hoje Pontifícia Universidade Católica de Valparaiso, o porto mais amável e lindo do Oceano Pacífico. Encontrava-me a terminar o curso de Direito e Ciências Sociais, quando foi aberto concurso para assistente de várias Cátedras. Os Catedráticos que me estimavam e que sabiam o que eu sabia de Direito Penal, Direito do Trabalho, Direito Comercial, Direito Constitucional e de Medicina Legal solicitaram-me que concorresse. O Colégio de Advogados do Chile tinha-me premiado por ser a pessoa que mais sabia dessas matérias. Apesar disso, bem sabia eu o que existia por detrás desses convites: os 370 votos do operariado de Indústria do nosso pai, mais esses outros 370 das suas mulheres e um considerável número de votos dos seus descendentes maiores de idade. Mais os colegas do Senhor Engenheiro, os técnicos que trabalhavam para ele, e uma família imensa, coordenada pelo próprio Senhor Engenheiro, o nosso pai. [Read more…]
Em Lisboa, em Entre-Campos, nem a desculpa entretanto apresentada para não cumprir a promessa de não usar outdoors (colocar “de forma simbólica” um “outdoor por círculo eleitoral”) foi mantida: o painel da foto é composto por um outdoor na frente e outro no verso.
O caso de campanha de ontem foi a artificial troca de argumentos sobre se o PS estaria ou não a usar o medo para condicionar o voto (está) e se o PSD pretende ou não privatizar a CGD (pretende privatizar algumas coisas).
É uma discussão artificial porque é irrelevante. Na verdade, o PS, ele mesmo, comprometeu-se com a troika avançar com a privatização de partes da CGD, para melhorar a gestão do grupo, o que incluirá «uma agenda mais ambiciosa com vista à já anunciada venda do ramo de seguros do grupo, um programa para a eliminação gradual de todas as subsidiárias não nucleares e, se necessário, uma redução de actividades no exterior» (ver ponto 30 da carta do Governo à Troika).
Dia estranho, o de hoje. Aparentemente não aconteceu nada. Que se estará a preparar?
Iniciada a campanha eleitoral, com as eleições a aproximarem-se e os partidos a manterem distâncias relativamente fixas nas sondagens, o Aventar dá voz ao (e)leitor, convidando-o a expressar-se e a influenciar, se possível, os resultados finais. Pronuncie-se, tenha uma palavra a dizer, a tribuna é sua.
Porque devemos votar ou não votar, porquê num certo partido e não noutro, porquê num certo candidato em vez de outro? Qual a sua opinião?
Junte-se aos muitos (e)leitores que se têm pronunciado e faça a sua declaração aqui.
Acusando o ainda primeiro-ministro de ter vandalizado as bolsas de estudo, pintado as propinas de negro usurpando as cores da Académica e ocupado indevidamente o ensino público com Bolonha, vários estudantes de Coimbra estão a organizar, via Facebook, uma concentração de protesto no espaço onde na próxima 6ª feira vai decorrer um comício eleitoral do PS.
Sim caro leitor, não estando a delirar estou a inventar. Mas imagine por um momento que o parágrafo era verdadeiro. E que uma dezena de estudantes, trajados ou não a rigor, que o Maio vai quente, aparecia no comício, que é real, mandando bocas e tomates, gritando e invectivando. Agora imagine os títulos na comunicação social. Seriam assim:
Estudantes protestam contra cortes nas bolsas e propinas em comício do PS
à imagem do que foram hoje, ou assim:
Estudantes ligados à extrema-esquerda boicotam comício do PS? [Read more…]
Santana Castilho *
1. Em artigo intitulado “Notas de campanha (1)”, Pacheco Pereira classifica de “reprimenda mal-educada” a Passos Coelho aquilo que eu disse sobre o programa do PSD para a Educação. Pacheco Pereira foi atrevido. Falou do que não conhecia. Deturpou e distorceu. Porque não aceito lições de Pacheco Pereira, ignoraria a diatribe, não fora o respeito que me merecem os leitores do “Público”, que cumpre esclarecer. Passos Coelho prefaciou um livro meu e apresentou-o. O livro é um contributo para um programa de actuação política no domínio da Educação. Por iniciativa própria, Passos Coelho esclareceu aspectos de uma colaboração que me pediu. E entendeu, naquele acto público, referir o meu desapontamento (que lhe comuniquei em privado) com a versão final do programa eleitoral para a Educação do PSD e anunciar que o iria melhorar. Passos Coelho falou antes de eu ter falado e teve a hombridade de reconhecer (coisa pouco usual na prática política corrente) que o programa devia ser melhorado. Porque foi Passos Coelho a tomar a iniciativa de se referir ao que eu não abordaria na apresentação do livro, entendi escolher, para o referenciar, os aspectos que melhor poderiam servir a decisão, autónoma e prévia, (e sublinho o “prévia”) de Pedro Passos Coelho. Do espírito e da forma do que foi dito, quer por Passos Coelho quer por mim, ressaltou frontalidade e cordialidade. Só por ignorância ou má fé alguém pode falar de má-educação. A sala estava cheia. Duzentas pessoas podem testemunhar o que aqui fica, preto no branco. E Pacheco Pereira não estava lá. Ficar-lhe-á bem pedir desculpa. [Read more…]
A partidarização da Democracia tem turvado uma ideia essencial: é que o Homem, enquanto ser pensante, crítico, activo, antes de se enquadrar numa ideologia, possui as suas próprias ideias. Ora a principal função das ideologias é anular as ideias. Os partidos são sempre sectários. Transformam os indivíduos em militantes que devem acatar, submissos e acríticos, as directivas do conjunto ideológico. Em Portugal, porém, e ao contrário do que se esperava numa sociedade que há 37 anos conhece o valor da Democracia, a ideia de partido continua viva. Cada vez mais viva, aliás. Todos os anos surgem vários partidos e cada um deles cada vez mais sectário: dos Animais, do Norte, da Esperança, dos Trabalhores, da Extrema-Direita, etc, etc. A ideia de que cada um de nós pensa e age aos bochechos ou sob impulsos parcelares é, para mim, insultuosa e mesmo incompreensível. Como é que alguém pode pensar que, por ser de um de um partido de Esquerda, deve, obrigatoriamente, ser contra a NATO, apoiar o casamento entre pessoas do mesmo sexo e querer salvar as baleias e os golfinhos? Ou os que não votam no Partido dos Animais são, invariavelmente, a favor de Touradas ou não gostam dos bichos? O mesmo se aplica à Direita, supostamente xenófoba, conservadora e liberal. Devem ser todos os eleitores de direita, ser xenófobos, conservadores ou liberais? E porque é que eu hei-de ser pelo Norte, se é tudo uma questão meramente geográfica e de latitude? [Read more…]
Escrevi isto em Janeiro mas podia ter sido agora. Valdano, eminência parda de Florentino Pérez e jogador de xadrez na sombra, levou xeque-mate.

Bem sei que escrevi um ensaio como este, tempos virados. As felonias eram e são as mesmas, pelo que pensei que era bom refrescar a memória. Aliás, nestes tempos, estamps a viver uma quase guerra cívica, pelo debate político que esqueceu a economia do país e, como tenho dito antes, apenas ficamos com a Virgem de Fátima e o Beato Wojtila.
Reconheço ter escrito um texto semelhante, anos virados. Tempos passados de forma cronológica, têm piorado a nossa situação. Temos tornado a ser um povo pobre e sem meios por causa da atitudes da luta política travada que faz esquecer a produção, o lucro, a mais-valia. Enfim, a economia da República.
Não me é fácil escrever estas palavras, menos ainda a palavra felonia, de amplo significado: Rebelião (de vassalo para com o seu senhor), traição, crueldade. Também não me é fácil adjudicar estes adjectivos às pessoas que nos governam, no melhor
Não esperámos pelo fim do campeonato, a 6 de junho. Contratámos um packard que hoje aqui começa outra rodagem.
Desta vez o engodo para arranjar uma falsa multidão não são as bifanas mas os peixes. Esta forma de fazer política, a par com as campanhas de casos, com a não discussão das propostas a votos e da repetida quebra de promessas eleitorais, feitas já se sabendo à partida que não haverá condições para as cumprir, também é uma maneira mentir aos eleitores. Depois queixam-se das adjectivações tipo “são todos iguais”.
Casos como este, venham de que partido vierem, hão-de levar o mesmo tratamento: serão esfregados na ventas de quem os fizer.
As obras arquitectónicas, aquelas criadas com a intenção de perpetuarem o regime que as ergueram, sofrem dos inevitáveis debates por quem nelas vê tempos a olvidar. No entanto, com o decorrer da gerações, as gentes vão-se habituando e adoptam-nas como património. É este, o destino reservado às escadarias da Universidade de Coimbra. Goste-se ou não se goste do estilo ou da mensagem. Foram construídas e para sempre alteraram a malha urbana da cidade dos estudantes.
Escadas destas existem na Alemanha, Rússia, no monumento a Vítor Manuel II – em Roma -, em quase todas as capitais do leste europeu, em Pequim e Piong-Iang. Com o fito de glorificarem os poderes então instituídos, ergueram-se também na Mesopotâmia, Antigo Egipto e América Central. Têm vários tipos de mensagem, desde a vitória sobre as dificuldades topográficas, até a interpretações mais etéreas, aproximando os homens do topo, podendo este ser terreno ou celestial.
Em alguns casos, as escadas conduzem-nos a um espaço onde prepondera a figura de um Grande Chefe, chame-se ele Mao, Lenine, Kim il Sung ou Estaline. No caso coimbrão, trata-se da Universidade mais antiga do país e quando da construção do conjunto monumental, pretendeu-se marcar a posição e o activismo construtor da 2ª República e de Salazar. Nada de espantoso, pois em Paris fez-se o mesmo no Trocadero, obedecendo aos mesmos requisitos arquitectónicos que aproximavam regimes liberais como a 3ª República francesa, a Itália de Mussolini, a Rússia soviética, a Alemanha nacional-socialista ou os Estados Unidos da América. [Read more…]
O vídeo seguinte faz uma introdução, muito suave, à questão do pico do petróleo e as implicações dai resultantes.
Enquanto os políticos andam entretidos com a campanha eleitoral, existem problemas, já perfeitamente conhecidos, que vão atacar o país de uma forma dramática nos próximos anos. Vai acontecer mais ou menos como aconteceu com a crise financeira, em que tanto o primeiro ministro, como o próprio ministro das finanças se desdobraram em declarações, assegurando que tudo está bem, quando os especialistas e pessoas interessadas sabiam, desde há muito, o que se estava a preparar.
Modesta e comedida rua da estação de Tadim, desde 1875…
O que esta fotografia mostra a um conimbricense nada diz. O mamarracho chamado Escadas Monumentais pintado é coisa que felizmente vemos desde 1975, por regra feito pelo PCP, que na altura ocupou o espaço e tacitamente os restantes partidos e áreas políticas deixaram ficar.
Digo felizmente porque falamos de uma aberração arquitectónica e urbanística. Trabalho de Cottinelli Telmo, só mostra como aberrante foi a destruição patrimonial da Alta de Coimbra para dar lugar à Cidade Universitária, ícone da arquitectura fascista em Portugal, e para nós símbolo de como se tiram uma belas e funcionais escadas para se construir um verdadeiro suplício. [Read more…]
É indiscutível que o PCP sujou muito menos -e de forma não tão indelével- o país do que PS/PSD/CDS nos últimos anos. Basta olhar o país desestruturado, betonizado e degradado em que vivemos. Mas, paleontologicamente, não evoluiu o suficiente para perceber que há uma sensibilidade nascente (haverá?) em relação à defesa e preservação do património.
E já que não cola outdoors, o PCP lembrou-se de transformar as Escadas Monumentais da Universidade de Coimbra num cartaz gigantesco. Nada que não fizesse há trinta anos, o lugar temporal onde o PC ainda se encontra em alguns aspectos. Mas, agora, choca e suja, mostra pouco respeito pela coisa pública como, aliás, confirmou o cabeça de lista por Coimbra:
Referindo-se à escadaria como apenas pedras, tal como outros falam do campo e da natureza como sendo só mato, o PC mostra que precisa de reciclagem e de uns laivos de modernidade, 69, hoje, utiliza-se para referir outras coisas. E quanto a, por ser de todos, se poder vandalizar o que é público…
Por isso o PC precisa de baldes, escovas e esfregonas. Limpa, limpa, camarada, vê lá se aprendes e se evoluis um bocadinho. Estamos em 2011.

Disseram-me que saiu uma nova biografia do Felipe II escrita pelo Geoffrey Parker. É verdade? É? É que me disseram que tem 1000 páginas.
Sobre o grande feito das contas públicas propagandeado em Fevereiro passado, escrevi aqui, a 22/02/2011, que cá estaríamos para ver se não se estaria apenas a adiar a despesa o mais que se pudesse. E cá estamos para comprovar que a suspeita levantada na altura tinha razão de ser.
«Os técnicos do Parlamento detectaram que o Governo adiou o pagamento de compromissos assumidos pelo Estado no valor de 205,9 milhões de euros, só no primeiro trimestre deste ano. Com os atrasos nos pagamentos, a execução orçamental reportada pelas Finanças ficou beneficiada. A conclusão consta da análise da Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) ao andamento das contas públicas nos primeiros três meses de 2011.» [Económico]
Em Fevereiro tivemos primeiras páginas de jornais e aberturas de telejornais a dar a falsa boa nova. Cá estaremos, novamente, para ver se o desmentido tem igual divulgação.
Hoje ao aceder novamente ao base.gov.pt para ver se encontrava a descrição de quais os contratos que aí são publicados, porque já tivemos algumas pessoas a perguntar-nos se são mesmo só as adjudicações directas, verifiquei nesta nova notícia
Novos Serviços de Pesquisa
Passa a estar disponível, no Portal dos Contratos Públicos, um novo serviço que permite efectuar pesquisas com base num campo de texto livre ou pesquisas estruturadas e exportar o resultado da informação consultada para um ficheiro em formato .csv.
Isto é muito interessante porque está a fazer um mês que foi lançado o site DespesaPublica.com, um projecto que tem como objectivo dar maior visibilidade aos contratos públicos, sendo que no desenvolvimento desse site um dos grandes constrangimentos para era a obtenção automática da informação dos contratos, já que ela só estava disponivel no site como resultado de pesquisas manuais, não havendo nenhuma forma de copiarmos de uma só vez toda a informação directamente do site.
Um mês depois do despesapublica.com estar disponivel, e alguns anos depois de uma iniciativa semelhante, o Transparência-AP, estar online o gestor do portal base.gov.pt passou a disponibilizar esta funcionalidade de exportar para csv. Parece uma coisa pouco importante mas na verdade é um passo importante para o efectivo acesso à informação pública.
Há, sem dúvida, um lado muito clubístico no exercício do voto. A bipolarização, reflectida nas sondagens, em torno das eleições de 5 de Junho acentua esta evidência. Podemos não gostar do ponta de lança, ter dúvidas sobre a táctica, achar que a equipa está demasiado à defesa, ter pouca fé no derby final, assistir à derrota em casa por goleada, mas o cachecol, a bandeirola no espelho retrovisor do carro, o cartão de sócio do filho mais novo estão sempre garantidos à espera de alegrias futuras. Da mesma forma, muitos portugueses, quando questionados, consideram que a situação do país é trágica, responsabilizam o governo, têm a certeza de que o memorando da troika trará mais sacrifícios, avaliam o executivo com nota muito negativa, atacam o primeiro-ministro, consideram a liderança do PSD fraca ou inexperiente ou contraditória e, ainda assim, penalizam nas sondagens os partidos que recusaram um acordo com o FMI, BCE e União Europeia e mantêm o voto no PS ou no PSD. Os estudos de opinião confirmam que dos cerca de 70% dos eleitores que vão, de facto, às urnas mais de metade têm um partido com que simpatizam. Daí ouvirmos tantas vezes ”votei no partido X toda a vida”. O eleitor, e ainda mais num momento em que não há vencedor definido, deposita, na maior parte dos casos, o seu voto num partido ganhador. O jargão político do voto-útil é uma dura realidade para os partidos mais pequenos e uma dor de cabeça para o CDS-PP, que quer ser visto como um dos grandes. Tal como o Sporting de Braga, Portas não devia partir para a temporada a dizer que tem equipa para ganhar o campeonato. Até poderá acontecer, mas, ao assumi-lo, os comentadores desportivos depressa acusam o clube de sobranceria.
Sem dúvida, o que incomoda no caso do uso de indianos, de paquistaneses, de africanos de diversas nacionalidades e de chineses no comício PS de Beja é o facto de serem imigrantes (talvez ilegais, até) que se encontravam numa situação de clara fragilidade, que não votam e que lá foram apenas porque lhes ofereceram comida e bebida (e promessa de papéis?). Não é a mesma coisa se fossem portugueses porque, com esses, haveria a dúvida se não estariam a juntar o útil ao agradável.
Um erro não pode ser justificado com outro erro, pelo que dizer que outros partidos também recorrem à camionetas de apoiantes não é desculpa para o PS também o fazer. Mas, e este é que é o ponto, o PS foi mais longe na falta de vergonha do que os outros partidos alguma vez foram. É isso que incomoda.
Comentários xenófobos? Admitam que erraram em vez de procurarem branquear um acto vergonhoso.
Um espontâneo queria oferecer a Sócrates a taça de maior mentiroso do mundo. Levou na cara para ganhar juízo. Mai nada.
O vídeo que se segue mostra como PS e PSD (se) têm governado e de que modo continuarão a governar(-se). Para aqueles que vêm neste pequeno filme de animação apenas mais uma manifestação de esquerdismo infantil, seria útil que mostrassem contas ou argumentos que contrariem o conteúdo que é aqui apresentado.
Num filme tão curto, algumas questões estarão, com certeza, simplificadas. No que se refere à renegociação, há que ter em conta que os contratos estarão devidamente blindados por competentes escritórios de advogados, sempre em benefício dos privados, com a conivência criminosa dos representantes do Estado, que, já se sabe, têm lugar garantido nos mesmos privados para cujos benefícios contribuíram.
A rábula que se segue, caso o PSD ganhe as eleições, é a do costume: “Ah e tal, isto já estava tudo mal feito pelo anterior governo e agora somos obrigados a respeitar compromissos que já estão contratualizados e as leis são para respeitar.” É claro que se for considerado necessário baixar salários ou aumentar impostos, não haverá problemas em atropelar direitos e lá estará Cavaco a funcionar como garante de que não levantará problemas. O argumento dos superiores interesses do Estado nunca será usado contra os poderosos que garantem empregos aos futuros ex-ministros. Entretanto, o mexilhão continuará a pagar a corrupção alheia. [Read more…]
Morais Sarmento Afirmou que Sócrates lhe faz lembrar Saddam Hussein! Porque, imaginem, Sócrates não acredita que o Povo Português dê vitoria a quem apostos para Traficar os bens Públicos para Grupos Económicos Privados. Os tais, que nos bastidores telecomandam os Fantoches (sem carácter Y sem hombridade) como é a praga de Portugueses menores que dá o rosto a um Partido que já foi de gente séria noutros tempos, o PSD.
Em performances que deixariam Pablo Escobar morrer de inveja se fosse vivo, assistimos ao Pablo Escobar Português – Morais Sarmento – apresentar um PSD como o Benfeitor do País. Pablo Escobar com o tráfico de Droga também era tido como Benfeitor do seu Povo. A Droga salvava o Povo da Miséria Y da Fome; a Droga – diabolizada por tudo Y por todos – era o garante de vidas que sem ela não se orientariam na vida, condenadas à mais pérfida das Indigências. Assim Pablo Escobar granjeou as graças do seu Povo – com a Indústria do Narcotráfico -, assim Morais Sarmento almeja arrancar apoio para o seu Cartel, vendendo a Droga PSD como salvífica. O PSD já não é um Partido. É um Cartel que vende Droga, diz que é a salvação, como se a Droga salvasse, como se a Droga não beneficiasse só os seus Traficantes, que sem escrúpulos tudo usam para eliminar o adversário. Assim está a Incontinência verbal de Morais Sarmento que como balas de Pablo Escobar atira nos seus adversário as mais ignominosas perfídias. Tal Y qual como Pablo Escobar não olhava a meios, assim está Morais Sarmento – um perfeito traficante de Droga. Sim o Programa do PSD é Pura Droga, nada mais do que isso. Y com tal Programa vai deixar muitos Portugueses Agarrados, a definhar que nem Toxicodependentes só para que uns quantos Outros Portugueses Possam Beneficiar Y ter vidas de da alto Nível.
PS.: Morais Sarmento, há Passos em que os Portugueses não alinham!
Não olhes para o que eu digo, olha para o que eu fiz:


Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
Recent Comments