
pessoas que se estimam mas não se entendem
Apareci em Portugal em Dezembro de 1980 a convite do Instituto de Ciências Gulbenkian e do Instituto de Ciências do Trabalho e da Empresa, denominado ISCTE nesses tempos.
Apareci de visita desde a minha britânica Universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha, com licença de apenas um mês do meu catedrático Jack Goody, orientador que ainda não tinha, à época, sido enobrecido.
Mal pisei terra lusa, senti-me confortável e fui bem recebido, esse dia e sempre. As pessoas eram amáveis, mostravam interesse pela vida dos outros e éramos bem acolhidos. Não me parecia ser estrangeiro a usufruir da amizade do povo luso europeu. Pelo contrário, as pessoas tinham tempo para almoçar juntas, para conversar e o trabalho era tão leve, como na minha universidade inglesa. Leve por não estar sobrecarregado de aulas, leve, por não ter imensos discentes sentados a ouvir esse sotaque que não podia retirar da minha fala, como narro no texto As Minhas memórias do ISCTE, publicado neste sítio de debate de saberes.
O debate era o mais interessante neste país. Tínhamos o Seminário UNESCO orientado por mim em Portugal e Maurice Godelier em França, bem como criámos o

Os últimos ficheiros divulgados pela Wikileaks estão a despoletar o imbecil e ignorante que pode existir num jornalista perto de si:
Relata o Diário As Beiras (sem link que a notícia não está online) de ontem que “Carlos Moreno, juiz do Tribunal de Contas, não esteve com meias medidas e afirmou em Coimbra que as parcerias público-privadas são”verdadeiramente vergonhosas e que o estado tem o dever de as renegociar”.








Ele é a independência, a cobardia da nobreza portuguesa em geral e dos Braganças em particular promovida a heroísmo, e mais umas lérias: o séc. XVII permanece como o menos estudado da nossa História, e os mitos historiográficos ainda perduram como verdade oficial.






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