Ao cuidado dos lisboetas, em particular aqueles que residem nos bairros sociais da cidade. Não se deixem enganar.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Ao cuidado dos lisboetas, em particular aqueles que residem nos bairros sociais da cidade. Não se deixem enganar.

Já a polémica em torno das declarações de rendimentos da administração da CGD liderada por António Domingues tinha rebentado, surgia uma notícia no DN que dava conta de críticas tecidas pelo ministro da Saúde do anterior governo, Paulo Macedo, que condenava o “ruído enorme” que estava a ser feito em torno das propostas fiscais inscritas no OE17:

Como se os arranjos parlamentares entre forças aliadas fossem algo raro ou exótico, Cecília Meireles indignou-se, durante a manhã de ontem, no Parlamento:

O diabo subiu à Terra sob a forma de sondagem. O temor, o sobressalto, o resgate e as sanções, o apocalipse bíblico a pender sobre os 10 milhões de reféns da Geringonça, essa monstruosa máquina soviética de PRECização, e o povo, perdão, a amostra, cuidadosamente seleccionada pela imprensa controlada por um comité qualquer, revela resultados desastrosos, obviamente manipulados, para Pedro Passos Coelho. O estudo, demoníaco, é particularmente cruel, visto de ter sido elaborado pelo Centro de Estudos e Sondagens de Opinião da Universidade Católica, que como toda a gente sabe, é um importante centro ideológico da extrema-esquerda. [Read more…]

Na primeira página do Público, podemos ler aquilo que está na imagem. Como sabemos, empatar na política ainda é mais feio do que no futebol ou na vida íntima de outros.
Se lermos apenas este título, que é o que fazemos muitas vezes, é evidente que a imagem da esquerda não ficará em bom estado, porque, aparentemente, não quer resolver determinados assuntos. Se a esquerda merece ter bom ou má imagem, poderemos discutir noutra altura, se não vos importais.
Se se quiser, apesar de tudo, pensar um bocadinho, levantar uma dúvida, poderemos perguntar-nos se este título será uma referência a toda a esquerda, PS incluído, ou se haverá algumas divisões.
Ao fazer essa coisa raríssima que é ler a reportagem, ficamos a saber que o PS recusou as propostas dos partidos de esquerda acerca da limitação dos salários dos reguladores, que o PS, ao contrário dos (outros) partidos de esquerda, quer diminuir paulatinamente o número de alunos por turma, que o PS não quer fazer alterações no mapa das freguesias antes das próximas eleições autárquicas, que o PS não quer resolver já muitas questões relacionadas com o sistema bancário ou com os offshores, que o PSD e o PCP não viabilizarão de imediato algumas medidas contra os maus tratos a animais, que há uma proposta do CDS acerca do envelhecimento activo que tarda em ser aprovada, que o PS anda a adiar uma resolução sobre o uso da produção nacional e regional nas cantinas públicas, e, enfim, que há um grupo de trabalho que tem a seu cargo dois diplomas do PCP e do BE acerca do regime jurídico da partilha de dados informáticos e dos direitos de autor. [Read more…]

A Geringonça, qualquer pessoa de bem sabia, não chegaria a acordo para o primeiro orçamento de Estado. Não duraria um mês um ano. Nunca se entenderia para um segundo orçamento. A implosão era inevitável. O drama, a tragédia e o horror espreitavam ao virar da esquina.
Portugal, que até ia ser uma das 10 economias mais competitivas do mundo se seguisse o caminho traçado por Passos, não tinha outra alternativa que não fosse apostar nos baixos salários. Na reversão de direitos laborais. Porém, sem que ninguém o pudesse antecipar, os custos do trabalho subiram mas o desemprego desceu. E continua a descer. E o salário mínimo continuará a aumentar. [Read more…]
A nossa direitinha Tuga apostou forte no desconchave da geringonça, mas o raio da maquineta não há meio de se estatelar!

Ilustração: Hélder Oliveira / Expresso
Nunca conseguiram digerir o seu afastamento do Poder. E com isso foram cavando um túnel entre a realidade e os seus traumas. À medida que o tempo passava foram desenvolvendo uma retórica derrotista, de tal forma penosa, que até conseguiram transformar em pouco tempo uma coligação que tinha todas as condições para sofrer abalos vários, fruto das suas diferentes formas de abordar a UE, a NATO e o Tratado Orçamental, numa máquina sincronizada. [Read more…]
É sempre bonito vê-los meter os pés pelas mãos. De há uns tempos para, cá não tem dado para mais. Resta-nos rir.

Se o critério que norteia o enquadramento dos salários dos gestores da CGD não permite reduzir a factura – ou pelo menos não a aumentar – do custo que o seu conselho de administração tem para o erário público, existe, a meu ver, uma solução: alterar o critério. Existem, inclusive, propostas do PCP e do BE para limitar os salários dos gestores públicos ao salário do primeiro-ministro ou do presidente da República. Se existem, aqui vai uma lapalissada: é porque pode ser mudado. [Read more…]

A confirmarem-se as previsões, é possível que o ano de 2016 termine com uma grande ironia: o défice mais baixo das últimas décadas será conseguido por um governo socialista apoiado pelo PCP e BE. Na novilíngua do radicalismo neoliberal, um Processo Revolucionário Em Curso com vista à estalinização do país. Uma perigosa e infame Geringonça, preparada para instalar um totalitarismo soviético que espanta investidores, aumenta brutalmente os impostos e persegue impiedosamente o ensino privado. O precipício. [Read more…]

Fazendo eco da propaganda reinante, há precisamente um ano, o Observador anunciava a morte da Geringonça por altura da negociação do OE17. Vinha aí uma nova crise política, apesar de, à data, não haver ainda registo de qualquer desavença digna do nome entre os partidos que davam e – pasmem-se – continuam a dar suporte parlamentar ao governo de António Costa. [Read more…]
Ora aqui está um belo vídeo para os jotinhas visualizarem antes de voltarem a fazer figuras tristes. Para a direita radical e respectivo exército comentador reflectir enquanto digere o sapo. Foram 78 aumentos de impostos, no espaço de quatro anos e meio, que representaram o mais violento aumento de impostos de que há memória neste país. Pela mão de quem afirmava, em campanha, que não ia aumentar impostos para cumprir o seu programa. Terá sido nisto que tantos portugueses votaram há em 2011? Quer-me parecer que não. Mas isso sou eu que sou um esquerdalho. Que o Dr. Jovem Conservador de Direita tenha piedade de mim e salve a minha alma.

Entre profecias da desgraça e alucinações com Belzebu, intercaladas por macumbas e rezas ao oculto para que as trevas se abatam sobre Portugal, abrindo alas ao regresso da seita além-Troika, as coisas teimam em não correr bem para os lados da direita radical, cada vez mais isolada e em queda permanente nas sondagens. Contudo, acredito piamente que não estavam à espera de um golpe tão duro o profundo como aquele que lhes aplicou hoje o Observador, o jornal dos amigos neolibeirais de Passos Coelho, tão importante na sua ascensão e na produção de propaganda anti-esquerda. Nem os apóstolos do ministério da propaganda devem ter percebido o que se passou. [Read more…]
Façam pipocas, este PSD está cada vez mais divertido!
A seguir ao Tarantino, o Vargas é o meu realizador favorito. E o Tarantino que se ponha a pau 🙂

Estamos no longínquo ano de 2005. Luís Marques Mendes é presidente do PSD e Pedro Passos Coelho seu vice. No Parlamento, o camarada Paulo Rangel dá a cara por uma proposta controversa que conseguiu a proeza de unir CDS-PP e PCP num coro de críticas. Tratava-se do levantamento total do sigilo bancário, proposta incomparavelmente mais radical do que aquela que foi recentemente vetada por Marcelo Rebelo de Sousa e que levou o deputado Leitão Amaro, num tom de convite ao pânico, a falar numa “verdadeira radicalização em curso deste governo das esquerdas“. Pobre Leitão Amaro, rodeado de estalinistas com pele de cordeiro, numa bancada onde ainda pontificam tantos daqueles que subscreveram esta proposta, entre eles o seu querido líder e secretário-geral do comité central do PSD, o camarada Passos Coelho. [Read more…]

O grupo alemão Eberspaecher, líder mundial no desenvolvimento e fornecimento de sistemas para a tecnologia de escape, emitiu na passada Segunda-feira um comunicado, citado pela Geringonça, onde se pode ler que a empresa se prepara para investir numa nova fábrica em Tondela. Este investimento, previsto para o terceiro trimestre de 2017, irá criar 120 postos de trabalho no próximo ano, estando já planeada uma ampliação da unidade até 2020, que criará um total de 500 postos de trabalho. [Read more…]

Passos Coelho tinha razão: não há meio de haver um investidor que queira pôr o seu dinheiro neste país controlado por comunistas e bloquistas. O Diabo espreita ao virar da esquina e os investidores fogem a sete pés. Perante esta verdade absoluta da Igreja do Neoliberalismo da Catástrofe dos Últimos Dias, o acordo firmado entre trabalhadores e administração da Renault Cacia só pode ser compreendido à luz de um qualquer esquema totalitário, assente no recurso à violência mais atroz. [Read more…]

Longe vão os tempos em que, numa qualquer reunião de personagens sinistras, alguém sugeria “pôr o Moedas a funcionar”. Carlos Moedas continuará fiel aos princípios que sempre o nortearam política e ideologicamente, é certo, mas algo de muito estranho se passou para que, totalmente desalinhado com o discurso dos seus amigos e companheiros, outrora governantes falhados, hoje profetas da desgraça igualmente incompetentes, tenha protagonizado tamanha traição. [Read more…]
Como qualquer esquerdalho de bem, sou um grande apreciador do trabalho audiovisual do Luís Vargas, outro esquerdalho, perigosíssimo, que habita a Geringonça virtual. Todas as semanas, sovieticamente implacável, Vargas alia factos cirurgicamente ignorados pela imprensa mainstream a doses industriais de humor e a uma cuidada sonoplastia que, em poucos minutos, deita por terra páginas e páginas daquela propaganda barata que a direita radical encomenda ao seu esquadrão de comentadores e cronistas, e que todos os dias nos entra em casa, sem pedir licença, contribuindo para a desinformação e manipulação da opinião pública. [Read more…]
Mais um excelente trabalho do Luís Vargas, que coloca, preto no branco, o resultado de uma governação que empobreceu o país e o tornou mais desigual. Recomenda-se a visualização deste curto vídeo para um melhor entendimento daquela que é a verdadeira herança deixada pela coligação PSD/CDS-PP. Um enorme fosso entre um país com uma arma apontada à cabeça e uma pequena elite imune a sacrifícios. Social-democracia? Yeah, right…

Faz ou não faz sentido, perante os valores da social-democracia, que aqueles que têm rendimentos mais elevados, tenham de ter, em cima de todos os impostos que já pagam, nomeadamente do IRS, uma taxa de solidariedade adicional? Eu acho que faz sentido. Como faz sentido aqueles, que tinham activos imobiliários acima e um milhão de euros, que têm uma tributação agravada por causa disso. É ou não é um bom princípio social-democrata, de dizer a todos os portugueses, que podemos isentar, ou podemos aliviar, o esforço que poderia ser pedido àqueles que têm menos, pedindo um contributo adicional àqueles que têm mais? Eu orgulho-me disso.
Pedro Passos Coelho, num longínquo comício em 2014.

Banco francês Natixis vai criar 600 postos de trabalho em Portugal e estudo da consultora Mercer revela que metade das empresas inquiridas, sobretudo multinacionais, se preparam para contratar neste e no próximo ano.
Entretanto, algures na São Caetano à Lapa, uma reunião maçónica de profetas da desgraça, munidos de bons aventais e várias cópias do livro de São Cipriano, invoca, sem sucesso, o Doutor Belzebu. Pobres diabos.

Uma imagem, vezes sem conta, vale mais que mil palavras. A que vos apresento em cima é tão clara e objectiva que dispensa grandes comentários. Segundo a Aximage, cujas conclusões não diferem muito das restantes empresas de sondagens, a Geringonça continua a crescer nas intenções de voto dos portugueses (mais do que seis pontos percentuais desde Janeiro), ao passo que a coligação dos profetas da desgraça não pára de se afundar, qual submarino atingido no segundo round da batalha naval. Feitas as contas, que valem sempre o que valem, os partidos que apoiam a solução governativa concentram 57% das intenções de voto dos inquiridos, ao passo que a dupla Passos/Cristas não vai além dos 34,7%. Confirma-se: cada vez menos portugueses querem ouvir a cassete da direita. É o que dá colocar as fichas todas num discurso catastrofista sem ponta por onde se lhe pegue.
Durante grande parte deste ano o discurso sobre a geringonça baseou-se nesta ideia: o PS estava sob a chantagem do Bloco e do PCP, obrigado a radicalizar-se para se agarrar ao poder. Depois, lentamente, todos se mostraram surpreendidos com a estabilidade. Quando viemos de férias o discurso subitamente inverteu-se. O Bloco de Esquerda e o PCP aceitam tudo. Traíram a esquerda. Quando é que os irresponsáveis do Bloco fazem jus à sua fama? E os extremistas do PCP, quando é que extremam a coisa? Esta permanente ansiedade sobre quem está no bolso de quem tem apenas uma origem: Passos tornou-se para Costa o que Seguro foi para Passos. Perante isto, resta pôr as todas as fichas na divisão da geringonça. Picando, à vez, o PS pela deriva esquerdista e o BE e o PCP pela cedência centrista. Mas todos sabem, a começar pelos próprios, que o primeiro a deixar-se picar tem o seu destino marcado: o castigo eleitoral. E isso é muito mais forte do que centenas de editoriais a pedir mais sectarismo. O povo não quer, como mostram as sondagens, que a geringonça se parta. E enquanto assim for, ela não se vai partir.
Daniel Oliveira, Geringonça, quem está no bolso de quem? (Expresso)
Vocês tinham razão, o fim está próximo. Vou ali arrepender-me e já cá volto para o suicídio colectivo, ok?
Esteve quatro anos do governo, no cargo de primeiro-ministro, e tem uma “noção razoável” daquilo que é a situação da CGD. Boa, podia ser pior. Não admira que Marques Mendes lhe aplique, a ele e à restante equipa do saudoso Pàf, uns belos açoites pela sua incompetência em matéria de sistema financeiro. Entre problemas empurrados com a barriga e lixo varrido para debaixo do tapete, a coça só não é monumental porque eles até são amigos e ainda jogam na mesma equipa. Mas não deixa de ser um momento para mais tarde recordar, com a chancela desse guru do comentário político e da consultoria privada. Uma coça razoável. E merecida.
A GERINGONÇA é para muitas pessoas de Esquerda uma primeira experiência de poder. É para muitos a primeira vez em que se olha com Esperança para o Governo. E, só por isso, já valeu a pena – está quebrada uma barreira que nos impedia de aceder ao poder, algo muito pouco democrático nos primeiros 40 anos de Democracia.
Mas, esta solução governativa não é perfeita, nem tão pouco isenta de erros. Obviamente irão acontecer e cá estaremos, como sempre estivemos, para os apontar. Como diz um amigo, respira-se melhor, mas as vantagens na oxigenação da democracia não nos podem inibir de ver e criticar o que não estiver bem.
A trapalhada comunicacional em torno do IMI foi um exemplo de como há muito para aprender com a desonestidade da direita – alô Cristas. E a história das viagens no Euro foi outro aspecto onde a Geringonça não esteve bem – bastaria, por exemplo, perguntar onde estão os Panamá Papers…
Não vou é confundir a árvore com a floresta – acredito na Geringonça e quero muito que ela funcione porque é a melhor solução para Nós, pessoas normais, que vivem longe das mordomias e dos lucros das empresas privadas penduradas no estado. A forma como o Bloco e em especial o PCP se comprometeram nesta solução é um elemento que reforça a força desta equipa.
Vamos, até por isso, continuar a lutar por esta solução governativa que, na Educação, por exemplo, tem muito para melhorar, mas o caminho faz-se assim mesmo, caminhando. Sem cegueiras, mas atentos aos cotovelos da direita.
Já muito se falou por cá sobre a manipulação dos números do desemprego levada a cabo pelo anterior governo. O vídeo do professor José Reis para a Geringonça clarifica, com maior detalhe, os contornos de um dos maiores embustes da liderança Passos/Portas, um embuste agora totalmente exposto e que apenas gerou mais precariedade e cujas repercussões serão sentidas durante muito tempo. Assim se arrasa a propaganda da direita parlamentar.

Aplausos para mais uma emissão de dívida pública bem sucedida, apesar do dilúvio bíblico que se aproxima? Pouco provável, principalmente vindo de quem faz do “whisful thinking catastrofista” a sua forma de combate político, independentemente dos números do crescimento económico arrasarem por completo a sua estratégia. Alguém está a precisar de mais uns quantos fazedores de opinião nas TV’s e de mais meia-dúzia de jornais servis. O ministério da propaganda não está a dar conta do recado.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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