Teve o nosso leitor Rui Manuel Alves da Silva a amabilidade de me oferecer um exemplar do Charlie Hebdo, a tal edição. Chegou hoje, intacto, e muito lhe agradeço. Há coisas que queremos mesmo ter, em papel, pelo que significam. Esta era uma delas.
Abri o envelope e desprendeu-se uma suave e doce fragrância, com toques de luxuria espiritual, um aroma forte impregnado do suor e também do sangue vertido na Bastilha, cheirou-me a liberdade.
Muito obrigado.


A viagem foi de transporte público e o hospital que a recebeu também. Quem a despachou foi o privado, esse reino maravilhoso dos BES e BPN’s. E, ao contrário de alguns camaradas aqui da casa, nada tenho contra o privado, desde que não funcione à pala dos dinheiros públicos o que, em boa verdade, acontece com quase todos os grupos económicos. Serve esta regra também para a Educação: se há pessoas que querem para os seus filhos uma formação com uma forte dimensão religiosa devem ter o direito de o fazer. Não podem é exigir que seja eu a pagar, isto na base do argumento da direita, o famoso utilizador / pagador.






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