Alguém se importa de enviar esta tradução à Sr.ª Merkel?

Portugueses trabalham mais 486 horas por ano do que os alemães Portugiesen arbeiten 486 Stunden mehr pro Jahr als die Deutschen
Os portugueses trabalham em média mais 486 horas por ano do que os seus parceiros alemães, o que equivale a um acréscimo ligeiramente superior a 35%. Enquanto na Alemanha, que é o país da União Europeia (UE) onde se trabalha menos horas, a média é de 1371, em Portugal são efetuadas 1857, sendo o sexto país da UE onde se trabalha mais horas, depois de Hungria, Estónia, Polónia, Letónia e Grécia, que é onde se trabalha mais, num total de 2042 horas por ano. Die Portugiesen arbeiten im Durchschnitt 486 Stunden pro Jahr mehr als ihre deutschen Partner, was etwas mehr als 35% höher entspricht . Während in Deutschland, dem Land der Europäischen Union (EU), wo man weniger Stunden arbeitet, der Durchschnitt 1371 Arbeitsstuden ist, arbeitet man in Portugal 1857. So ist Portugal das sechste EU-Land, in dem länger arbeitet, nach Ungarn, Estland, Polen, Lettland und Griechenland, wo man am längsten arbeitet, insgesamt 2042 Stunden pro Jahr.

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Não te preocupes, está tudo bem!

Não penso

A corrupção não existe. A corrupção, o tráfico de influências ou qualquer forma de clientelismo. Pelo menos na política. Existem uns quantos chanfrados, que se escudam nestes argumentos patéticos como forma de desculpar a sua inércia enquanto pessoa, enquanto empreendedor, porque na verdade não passam de invejosos egocêntricos que mais não sabem fazer do que se queixar e criticar.

São tudo teorias da conspiração. Um político quer, por princípio, ser reeleito. Existem leis que impedem delitos. Existem grandes escritórios de advocacia que ajudam na criação dessas mesmas leis para que se tornem infalíveis. E também esses escritórios querem continuar a trabalhar e o Estado, os organismos públicos, são clientes que pagam e que por norma são muito sérios. Até porque alguns dos seus funcionários são também funcionários do Estado logo seria uma loucura achar que estas pessoas, idóneas, seriam potenciais criminosos.

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Portugal não é a Alemanha

Porque teima, então, o governo a ela se colar?

Passos Coelho, o hipócrita

Nunca faremos dos portugueses cobaias de experiências políticas nem instrumentos para obter este ou aquele pergaminho.” [Jornal I]

Discuto a Grécia por Portugal

André Serpa Soares

Nas redes sociais há temas que desgastam os “artistas” que ousam debatê-los abertamente. Por exemplo, o futebol. Existem rivalidades óbvias, motivadas por “clubites” mais ou menos exacerbadas e tantas vezes credoras de racionalidade.
Apesar de uma ou outra recaída, como discutir futebol no facebook era algo que acabava por me desgastar – sobretudo, creio, porque não sou adepto do clube da “maioria ruidosa” – deixei-me disso por aqui.

No caso da Grécia, parece que estamos no mesmo pé. Discute-se profusamente a Grécia. Há posições firmes de um lado e do outro. Tenho ideia que os meus amigos de direita são contra qualquer nova ajuda ou perdão à Grécia e os de esquerda são favoráveis às posições do Syriza e do auxílio ao povo grego.
As posições, de argumento em argumento, vão-se extremando. De tal forma que acaba por parecer que estamos de novo a discutir o Sporting e o Benfica.

Não há meio termo. Não há flexibilidade na discussão. Tudo é branco ou preto. [Read more…]

Já sabemos que Portugal não é a Grécia

mas os dois lideram, em conjunto, o ranking dos países da OCDE onde a despesa das famílias com saúde mais aumentou. Coincidências claro, que o nosso SNS está que é um espectáculo. Que o digam as urgências dos hospitais públicos.

O futuro aprisionado no passado

fantoche

O season finale do Prós e Contras encheu-se de malta nova para debater o futuro do país. Independentemente da minha concordância ou discordância com as opiniões dos membros do painel, que dentro daquilo que é a sua ideologia política ou pensamento económico souberam argumentar com coerência, não posso deixar de referir a pobreza das intervenções dos líderes das duas maiores juventudes partidárias do país. O líder da JS limitou-se a fazer campanha por António Costa, sendo mesmo acusado por Mendes da Silva de estar a ler o teleponto no telemóvel, insistindo no discurso repetitivo e vago que, em parte e contra todas as expectativas, permitiu à coligação PSD/CDS-PP ultrapassar o PS nas sondagens. Já o líder da JSD regressou à narrativa gasta do confronto geracional, apontando o dedo aos nossos país e avós, responsáveis pela herança de dívida que nós, os jovens, carregamos aos ombros. Uma não-questão. Uma não-questão porque o único erro que os nossos pais e avós cometeram, no limite, foi votarem nos nossos carrascos. Porque quem onerou a minha geração e as que estão para vir foi uma casta de políticos irresponsáveis do chamado arco do poder, cuja incompetência aliada ao eterno embuste eleitoralista, cultura despesista e gestão clientelista em função dos interesses do costume nos trouxe até aqui. Creio, se a lógica não me falha, que Simão Ribeiro estaria com certeza a falar para dentro. Será que os barões do seu partido ouviram?

Discurso do grande Cacique Cavalo Cansado

índio

“A zona do euro são 19 países (…) mas se a Grécia sair ficam 18 países”
“Há muito tempo que eu pensava que (…) as coisas iam acabar mal”
“A zona euro irá sobreviver com a mesma força que teve no passado”
“Eu também digo que não entendo esta jogada”
(Declarações de Aníbal Cavaco silva)


Perplexo com estas declarações e receando ser parcial ao comentá-las, socorri-me da opinião do ilustre Grande Chefe Cavalo Cansado, sábio e prudente cacique de além mar, chefe dos Apanhas Na Tola, glória das pradarias do Oeste. Assim falou o venerando chefe:
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O que nos separa

greciaA Grécia tem sido, para o nosso país, uma referência, nem que seja temporal. Com mais sal ou menos pimenta, por lá, o tempo tem estado um bocadinho à frente do relógio luso. Hoje eles, amanhã nós e não me custa nada subscrever os argumentos de quem apresenta Portugal como o cliente seguinte dos predadores.

E, podem os boys do regime, opinar em sentido contrário, porque sendo a minha ignorância em termos financeiros total, estamos em tabuleiros iguais, eles ficam na deles e eu na minha. Ambos ignorantes.

Mas, tal como disse ontem em Gaia, Sampaio da Nóvoa, não se trata de saber quantos ficam e até me apetece acrescentar: isto não é economia – é política, estúpidos! [Read more…]

A tragédia grega na bolsa Lisboa

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Diz-nos a edição de Segunda-feira do Público que enquanto as potências europeias se desdobraram ontem em reuniões de emergência e telefonemas entre as mais altas figuras políticas, em Portugal tudo estava tranquilo. Pelo menos no Terreiro do Paço, São Bento e Belém. Já no quartel-general da bolsa de valores de Lisboa, as coisas estiveram tudo menos tranquilas. A registar quebras na ordem dos 5%, a bolsa lisboeta não tinha recordação de resultados tão negativos desde o golpe de Paulo Portas em 2013 quando a manobra irrevogável nos custou milhões e a Euronext Lisboa se afundou violentamente. Interessante que um único irresponsável obcecado pelo poder possa causar danos tão catastróficos como a profunda crise gerada pelo impasse grego. Pena que ninguém tenha chamado a senhora Lagarde para pôr o vice-primeiro de castigo.

Enquanto a hecatombe ganha forma, esta Terça-feira promete mais desta peculiar tranquilidade no país dos cofres cheios. Com o anúncio do governo grego de que a tranche de 1,6 mil milhões a pagar hoje ao FMI não será regularizada, a especulação e o terrorismo financeiro preparam-se para ter mais um dia em grande. Será que já alguém teve o cuidado de explicar ao senhor Aníbal o que está realmente a acontecer?

Portugal, o porta-aviões dos camaradas do PCC

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Houve um tempo em que receber rasgados elogios de um oligarca chinês com estreitas ligações ao Partido Comunista Chinês poderia ser considerado como algo de extremamente negativo. Tanto mais se esse elogio fosse enviado para a direita do espectro. Mas os tempos mudam e o governo de Pedro Passos Coelho terá poucos e tão leais amigos como a armada chinesa que tão bem tem sabido aproveitar a época de saldos de quatro anos que o actual governo lhes proporcionou.

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O medo passou para o outro lado

grecia discoboloJá irrita ver a discussão em torno da Grécia e do acordo reduzida ao que não é, um problema entre o governo grego e os chamados credores, auxiliadores e outras tretas de propaganda.

O que se está a discutir é muito mais simples, e complexo: as eleições em Portugal e Espanha, para já, futuras eleições em França, na Irlanda e na Alemanha, a renovação do mandato da birrenta Lagarde.

Se Merkel e Hollande já perceberam que a saída da Grécia do Euro ia custar uma pipa de massa, e passaram à defensiva, os seus representantes nas províncias ibéricas estão numa compreensível aflição: qualquer acordo que não consigam vender como uma humilhação ao Syriza ser-lhes-á fatal.

O problema do pensamento único que nos governa é que acredita mesmo nas suas fantasias. Foi por aí que as coisas lhes correram mal.

Para eles, por exemplo, a História é feita por uns senhores que tomam decisões por sua livre e espontânea vontade. Ainda não perceberam que os povos existem, até porque negam a existência da própria sociedade. A ignorância é tanta que se esqueceram de dois detalhes do património histórico grego: foi por aqueles lados que no séc. XIX começou a Europa das Nações, que levou ao uma completa mudança do mapa por estes lados (e na América, por exemplo, também). Por ironia ou talvez não os liberais do tempo, os a sério, foram os grandes apoiantes da causa grega contra o império otomano que levou à sua independência. O outro respeita à resistência à besta anterior, a nazi, que em todos os Balcãs foi muito a sério, e não mais mito que outra coisa como viemos a descobrir por exemplo em França. [Read more…]

Porque devemos sair do Euro

Paulo Pereira

Em 1581 Portugal rendia-se a Espanha. Em 1992 capitulava aos pés de uma Comissão Europeia crescentemente instrumentalizada pela Alemanha. Não houve referendo, os eleitores não foram consultados. As elites portuguesas, que esperavam vir a beneficiar largamente dos fundos estruturais europeus, entregaram levianamente a nossa moeda — e com ela a soberania monetária. O resto é história. A partir de 2008, a Comissão Europeia, cortando com toda a sua tradição anterior, tornou-se um órgão ao serviço do novo poder. A economia Portuguesa, asfixiada pelo novo marco, sucumbiu. Mas a tragédia tinha sido anunciada. Na década de 90 várias vozes tinham-nos alertado para os perigos da adesão à moeda única. Uma das mais destacadas e consistentes foi a do Professor de Economia João Ferreira do Amaral. O tempo, infelizmente, viria a dar-lhe razão — e concretizaram-se as suas mais negras previsões. Mas não temos de nos conformar. O autor argumenta que podemos e devemos sair do Euro. Explica-nos como e quando; enuncia as condições que têm de estar reunidas para o fazermos com sucesso; e aponta os caminhos para um Portugal pós-Euro. E na mesma medida em que apoia a nossa permanência na União Europeia (com a devida distância) reivindica a imperiosa saída do euro como a única solução possível para recuperar a autonomia. E ultrapassar a crise.
23 de Maio 2013 Professor João Ferreira do Amaral, no Museu da República e Resistência

Portugal preocupado em ser o próximo à medida que medo do Grexit aumenta

Parece que o Financial Times discorda do sr. Coelho.

Portugal frets it could be next as Grexit fears grow
“Portugal is regarded as the riskiest credit in Europe after Greece,” said Lyn Graham-Taylor, a fixed income strategist at Rabobank. “It has a high debt to GDP ratio, it was subject to a bailout and it doesn’t have the economic power of other indebted countries like Italy.”

Aliás, o próprio Eurostat também não dá para alimentar contos de criançada.

divida-e-defice

Descontando a Finlândia e a Letónia que têm baixo défice em percentagem do  PIB, Portugal é o campeão nos dois indicadores, défice em percentagem do PIB e percentagem da dívida detida por estrangeiros.

Este último aspecto é óptimo para falar do que Nuno Melo disse hoje na Antena 1. A teoria dele é que Costa, se formar governo, vai fazer o país perder a soberania devido a alianças com Espanha. Até evocou a Restauração. Isto dito por um energúmeno de um dos partidos do governo que colocou a produção e distribuição de electricidade nas mãos do estado chinês e que tem permitido ao governo angolano controlar diversos sectores da comunicação social e da banca.

Nesta malta, o que lhes falta em pudor, sobra-lhes no descaramento com que mentem.

[gráfico]

Não, Portugal não é a Grécia

Portugal é o país da UE onde os juros da dívida mais pesam no PIB. Com os cofres orgulhosamente cheios… de dívida!

Um lugar cada vez mais estranho…

Na última vez que pisei terras lusas ainda perguntavam se queria factura, hoje a questão é se pretendo com ou sem número de contribuinte, mas é sempre emitida, seja na tasca menos pretensiosa ou na mais elegante e exclusiva das lojas.

Encontrei um país zangado com os políticos em geral, mas com particular incidência em dois, Pedro Passos Coelho e Maria Luís Albuquerque. Curiosamente ou talvez não, Paulo Portas e António Costa passam entre os pingos da chuva, que por estes dias nem cai.

Jorge Jesus, Sporting e Benfica dominam as atenções gerais, existe um comentador desportivo em cada café ou sentado à mesa nos restaurantes que tenho visitado.  [Read more…]

«Que não, que não, mas depois é sempre o que acontece:

as dívidas públicas são reestruturadas.» Thomas Piketty ao Público

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Espectro político em Portugal

Victor Alves

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Depois do post  “Custou mas foi” e dos últimos acontecimentos, decidi conceber uma imagem que ilustre o espectro político actual, o rumo à direita e radicalização dos principais partidos.

Contos para crianças VI: o milagre económico português

Juros da dívida grega disparam e arrastam juros portugueses consigo. Irlanda praticamente imune ao contágio.

Contos para crianças II: o crescimento económico

Segundo o Expresso, que cita dados do “professor” FMI, Portugal será a sétima economia mais lenta do mundo no período 2011-20. O Fundo prevê que Portugal seja ultrapassado pela Grécia em termos de PIB per capita até 2020.

Sobre o milagre do emprego II

Portugal entre os quatro países com mais desemprego jovem na OCDE” (via Público)

A Primavera Passista

Compro

Como diria Diácono Remédios, “a notícia é uma boa notícia“. E é mesmo. Todo o emprego que alguém quiser criar neste país é sempre bem vindo, excepto nos casos em que se verificar tratar-se das subespécies “exploração” ou “pré-escravatura”. E logo a Concentrix (nunca ouvi falar) ,uma empresa que apesar de não confirmar, o Expresso sabe que tem a Apple entre os seus clientes. Fiquei tão entusiasmado com tudo isto que até coloquei ali em cima o logótipo Compro o Que é Nosso, que é um logo bonito e que me enche de esperança no amanhã em que valorizamos o que é nacional, apesar de não ter grande coisa a ver com esta situação específica. Abençoados os anos de eleições e as Primaveras do optimismo e da ilusão que antecedem Verões de porcos no espeto, concertos de música pimba à borla, canetas, isqueiros e réguas com fartura! Venham daí essas descidas de impostos e os programas para resgatar emigrantes da hecatombe socrática que o desgraçado do Passos herdou. Ah, o triunfo da austeridade em todo o seu esplendor!

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Titanic

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Para Cavaco está tudo bem. Para o Passos também. Pires de Lima diz que sim. A Cristas também acha. Pró Crato, está tudo em grande. A Marilu está Patinhas. O Macedo, macedando. O Motas Soares, motasoarando. O minorca comentando.
E assim, afinados, dão-nos música enquanto nos vamos afundando.

postal de um dia na estrada…

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saio de Aveiro com o Daniel pouco passa do meio dia. Chegamos à Boavista, Porto, pouco passa da uma da tarde. A primavera parece ter-se instalado neste dia e depois de o Diogo entrar no carro, seguimos A4 acima, IP4 mais acima (ao tempo que não subia o Marão para lá do qual ‘mandam os que lá estão’). Passamos Vila Real, reencontramos a A4, comemos qualquer coisa numa estação de serviço deserta e passa pouco das três quando chegamos a Mirandela. O Daniel entretanto pôs uma câmara no tejadilho do carro (aka a torradeira). Digo-lhe que não me responsabilizo, mas chegamos todos, incluindo a ‘GoPro’, bem ao parque em frente ao rio onde a Liliana já nos espera com o pequeno (e traquinas) Eduardo.

Fazemos a entrevista à beira do rio, à sombra de um chorão no qual definitivamente se entranhou a primavera. Já não parava em Mirandela há tanto tempo! A cidade está bonita, parece. O parque cheio de crianças. Dos pequenos ruídos das crianças felizes e livres. Do cheiro da erva e da água. A vida parece fácil. Acho que a vida é fácil, quando voltamos ao carro às quatro da tarde, depois de a Liliana nos confirmar que o caminho mais perto para Miranda do Douro é por Espanha.
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Admissão de culpa

6.egas[1]

 Foto (http://cativarparaaprender.blogspot.pt/2012/05/uma-questao-de-honra.html)

Tenho consciência, não estou esquecido, conheço a Lei, fui notificado várias vezes. Infelizmente, devido à política seguida pelo Governo nos últimos 4 anos, não tenho é dinheiro!

Versão integral publicada originalmente em: http://wp.me/p29WGc-AU

Economista britânico diz que Europa está na iminência de um ‘IV Reich’ | iOnline

2012-08-03-il-giornale

 

Lusa . 4 Mar 2015 – 15:22

O economista britânico Stuart Holland disse hoje em Lisboa que a Europa está “na iminência de um IV Reich”, referindo-se à situação na Grécia e à “hegemonia de Berlim” na União Europeia. 

“Temos uma hegemonia alemã que (os antigos chanceleres) Willy Brandt e Helmut Kohl não queriam. Eles não queriam uma Europa alemã, mas Angela Merkel que não tem as referências da Europa Ocidental não aceita conceitos como a solidariedade”, disse à Lusa o economista britânico, à margem da conferência “Grécia e Agora?”, que decorre na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.

Texto integral em http://wp.me/p29WGc-Ak

Portugal não é a Grécia

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Depois dos casos BPN, BPP, BCP, BANIF, BES, Sobreiros, Miguel Relvas, Submarinos, Vistos Gold e do seu próprio caso pessoal – contributivo e Tecnoforma -, entre muitos outros, percebe-se agora que ao insistir na ideia de que “Portugal não é a Grécia!”, Passos Coelho estava afinal a defender o bom nome e a honorabilidade do povo grego (que não as das elites dirigentes da Grécia que são iguais às nossas).

Publicado originalmente em: http://wp.me/p29WGc-Ah

Juncker ao El País

nas últimas semanas, Espanha e Portugal têm sido muito exigentes em relação à Grécia

Eurogrupo: a Grécia como desafio democrático

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O primeiro-ministro grego está debaixo de fogo e os canhões apontados à Grécia estão em Bruxelas, com o apoio dos governos português e espanhol. Tsipras disse que os gregos encontraram em Bruxelas um eixo de poder que tem um objectivo político muito claro: assegurar os resultados eleitorais que melhor servem os interesses dos partidos que têm partilhado o poder nos países onde haverá eleições este ano, e os dos seus parceiros de negócios.

Numa tentativa desesperada de defesa dos referidos interesses (que não são os dos povos, sabêmo-lo hoje, ao custo do nosso sofrimento e da indignidade das nossas vidas de cidadãos de países supostamente desenvolvidos e democráticos, mas onde cheira de novo a fascismo, naquela versão que a gente sabe), Mariano Rajoy disse que os ibéricos não são responsáveis «pelas frustrações dos radicais de esquerda» quando confrontados com a realidade dos factos. Como se a realidade fosse unicamente composta pelos factos que melhor servem os interesses de Rajoy. Já o Governo alemão, acusou Tsipras de ter cometido um erro que não é habitual, ao atacar os seus parceiros europeus, «algo que não se faz no eurogrupo», disse o Governo alemão. Isto está bonito.
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Portam-se bem

recebem um biscoito e duas festinhas na cabeça.