Só pode ser minha. Minha e tua que há mais de trinta anos permitimos que esta gente se governe. Estou cada vez mais tentado a seguir a sugestão do João Nogueira dos Santos.
Vou aderir a um partido!
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Só pode ser minha. Minha e tua que há mais de trinta anos permitimos que esta gente se governe. Estou cada vez mais tentado a seguir a sugestão do João Nogueira dos Santos.
Vou aderir a um partido!
Não é fácil escrever sobre Nuno Crato.
As teorias comuns trazidas para os lugares televisivos do Medina Carreira levaram Nuno Crato, divulgador de Ciência, para um campo demagógico e mediático que permitiram a Nuno Crato, Ministro, ser uma coisa próxima do Ministro que todos queriam ter.
Tive sempre algumas dúvidas em relação aos comentadores que dizem o que “todos” querem ouvir e muitas mais ainda quando dizem, sobre o ensino da matemática, o contrário do que me mostra a experiência com os alunos.
Mas, isto tudo, para dizer que chego a esta altura sem qualquer tipo de desilusão. E por uma razão simples – em relação ao Ministro Crato nunca tive qualquer tipo de ilusão.
E para levar o post do terreno da opinião para o pântano dos factos:
– o ano letivo terminou e ainda não se conhece o calendário escolar do próximo ano. Como é que se pode preparar um ano letivo, o próximo, sem o seu elemento mais estruturador?
– o ano letivo terminou, temos um para preparar e ainda não sabemos que disciplinas, nem tão pouco como se vão organizar (tempos, cargas horárias, semanais). Será que o MEC vai demorar muito tempo a divulgar este documento?
– as escolas ainda não sabem qual vai ser a oferta formativa que vão ter para o próximo ano. Temos alunos que não fizeram exames do 9º ano na expectativa de entrarem em cursos que agora as escolas não vão oferecer. O que vai acontecer a estes alunos?
Qualquer empresa faz um plano de trabalho a meses, a anos… Esta Mega- Empresa, o Ministério da Educação que é a “maior” empresa do país, despede pessoas que precisa, corta cursos que os alunos querem, deixa no vazio decisões que são urgentes…
E poderia trazer para cima da mesa mais exemplos, mas prefiro pensar por agora que não se trata nem de incompetência, nem de brincadeira: Nuno Crato está a fazer bem o seu trabalho de levar para o Privado os poucos portugueses que têm dinheiro para o fazer.
Eficaz. Sem dúvida.
Uma das novidades de Crato chegou com a transformação das Provas de Aferição do 6º ano em Provas finais, quer a Língua Portuguesa, quer a Matemática (parte 1, parte 2, critérios de correção).
A diferença mais visível, além do nome, resulta do facto das provas finais “contarem para a nota”, numa percentagem de 25%. Assim, todos os alunos do 6º ano que tenham chegado com nota 3 ao exame, têm a aprovação garantida, aconteça o que acontecer.
E ao contrário do que acontecia ontem, isto, depois de ver a Prova que os MEUS alunos realizaram hoje, deixa-me mais tranquilo. A prova está de acordo com os programas, os conteúdos são os que tinham que ser, mas as perguntas estão colocadas de forma um bocadinho redonda e tenho para mim que boa parte dos alunos se vai “esticar ao comprido”.
É uma prova difícil que vai fazer descer os resultados – tem um grau de dificuldade muito superior ao das provas de aferição. E continua-se a repetir um erro de provas anteriores – são pedidos conhecimentos que são muito pouco importantes, para não dizer nada (regras de cálculo de potências, por exemplo).
É pelo dinheiro que me roubaram hoje!
Fiquei sem os subsídios (cá em casa é a dobrar)!
Passei esta madrugada, na rua, a colocar pendões que, pelo menos, mostram que não estamos esquecidos!
Estou de acordo com o candidato Passos Coelho que se referiu a esta medida como um disparate!
Quero formalmente agradecer a todos os que votaram neste governo e que, por isso, me ajudaram a ser ainda mais Português.
Eternamente GRATO!

A crise volta dentro de momentos! [Read more…]
Hoje foi a vez do exame de matemática do 9º ano (código 92). Também já estão disponíveis os critérios de correção.
Um olhar rápido pela prova permite-me pensar que se tratou de um exame complicado. Uma escola com alunos de elite teve uma parte muito significativa dos alunos a sair da sala apenas ao fim dos 120 minutos, isto é, além dos 90 do “jogo” precisaram de usar os 30 do “prolongamento”.
Se a catástrofe dos testes intermédios e da prova de aferição do 4º ano se repetirem, então parece-me que vamos ter surpresas desagradáveis nos resultados.
Eles têm o Governo em Praga! Nós a Praga no Governo! Quem irá ganhar?
Os alunos do 6º ano realizaram hoje a prova final de Língua Portuguesa (pdf) – também estão disponíveis os critérios (pdf). Há quem lhe chame exame, mas é de facto uma prova. Qual é a diferença? Ninguém sabe!
O texto inicial, um excerto de “A maior flor do mundo“, de José Saramago é uma boa escolha que é do conhecimento dos alunos, pelo menos de uma boa parte deles. No entanto, as perguntas de interpretação poderiam trazer algumas dúvidas, mas não eram, globalmente “complicadas”.
A gramática (ou lá como se chama agora!) tinha umas ratoeiras e a composição pretendia ser sobre um dia na Natureza. Não se compreende a limitação das 200 palavras, para duas páginas e meia. Isto é, os alunos só podiam escrever até 200 palavras, mas tinham duas páginas e meia para o fazer.
E o professor de matemática, autor do post, atreveu-se a comentar a prova de Língua Portuguesa porque quer dar o mérito a quem o tem. A equipa de Nuno Crato conseguiu fazer da Prova de hoje um excelente treino para a de matemática, da próxima sexta-feira. Pelo menos no que diz respeito ao trabalho em torno dos números naturais: 1,2,3,… até 200.
Houve miúdos que acrescentaram e outros que retiraram conteúdo à composição porque ainda tinham palavras para gastar ou a mais porque ainda tinham crédito, conforme o caso.
Com esta prova ficou claro que Portugal não precisa de mais exames, que até iriam ser uma despesa acrescida. O que Portugual precisa é de juntar muitos exames, num só! Uma espécie de PGA – Prova Geral de Aprendizagens.
Pense nisso caro leitor – um texto sobre animais. À volta do tema, perguntas de Química e de Biologia viriam depois da interpretação (língua Portuguesa). Uma contas sobre a descendência do animal, uma tradução para mandarim e estava feito! O Cratês educativo no seu melhor! Que vos parece?
Enquanto pensam nesta brilhante proposta, deixo-vos o vídeo do filme ” A Maior Flor do Mundo”.
Não sou o fã número um da seleção. Mas já fui.
Estive nos cafés, no tempo da Escola Secundária, a ver Portugal ser campeão na Arábia Saudita. Andei também pelos estádios a ver Portugal ser Campeão do Mundo em 1991, no arranque da mais fabulosa geração de futebolistas que o nosso país teve.
Cresci com eles e maravilhei-me com os feitos deles nas grande competições, até … Mudar tudo.
Para mim a seleção não é um clube. Nunca sofri pela seleção como pelo BENFICA, nem pouco mais ou menos. É um defeito meu, eu sei. Quem não os tem?
Mas com o Scolari foi a ruptura porque nunca me identifiquei com a bandalheira que aquele tipo gerou à volta da equipa, ainda que, do ponto de vista dos resultados, tenha estado bem. [Read more…]
Pois… A Grécia perdeu hoje com a República Checa.
Foram hoje conhecidos os resultados das Provas de aferição de matemática e de língua portuguesa do 4º ano do ensino básico (antiga 4ª classe).
Como o próprio MEC reconhece, os resultados baixaram, principalmente a matemática onde a média desceu 14%.
(de 68,3% do ano passado, para 53,9% este ano).
Mas, há um dado esmagador – em 2011 houve 19% de alunos com “negativa” (nota D e E), enquanto este ano foram 43%, ou seja, na prova de aferição de matemática do 4º ano quase metade dos alunos tirou negativa.
A língua portuguesa, o insucesso aumentou 8%.
Perante esta catástrofe, Nuno Crato, o matemático, tem muito para analisar – sugiro que possa começar pelos dados que o MEC divulgou – e só para abrir as hostilidades, um número que surpreende, pelo menos com o olhar de Professor de matemática: houve 59% de “negativas” no capítulo da organização e tratamento de dados (estatística).
Isto não faz qualquer sentido! Ou será que faz, considerando a prova que foi feita?
Ah! Pois é. Se calhar chegou até aqui à procura dos resultados das provas de aferição do seu “filho” ou dos seus alunos. Lamento, mas esses dados são divulgados apenas ao nível de escola, logo sugiro que aproveite para ir até lá.
No texto de Rui Tavares no Público: ” O euro é assim: um jogo de países contra países e, no fim, ganham os bancos.
É a Democracia Relvas a funcionar em pleno! É a máquina laranja a fazer o seu trabalho.
“É evidente que não posso deixar de associar uma coisa à outra. É uma tentativa de linchamento da minha vida privada”
Eu por mim não tenho dúvidas – este ataque ao Bispo é um excelente exemplo da saúde da nossa Democracia! Não me canso de agradecer a quem colocou esta gente no poder!

O dia de Santo António está por aí a chegar e às vezes sentimos alguma afinidade com os discursos aos peixinhos. Vamos escrevendo e falando sobre o que tem sido feito ao nível dos despedimento dos Professores, mas até parece que ninguém nos quer ouvir.
Fala-se da necessidade de lutar, de aparecer nas Manifestações e nas Greves, mas…
Depois abre-se o jornal e … Alguém diz o que andamos a dizer. Mas não somos Nós a dizer. São Eles:
“Em Dezembro de 2011 existiam 7892 diplomados desempregados na área de Formação de Professores/Formadores e Ciências de Educação, mais do dobro do número registado em Junho do mesmo ano (3874). Os dados agora revelados pelo GPEARI (Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais) do Ministério da Educação e Ciência (MEC)”
Será que assim ganha mais força a afirmação que o MEC dispensou milhares de Professores este ano e que se prepara para dispensar ainda mais no fim deste ano? Será?
Será que este título te vai levar à rua? Ou será que vais às compras para depois fechar o dia a ver o Ronaldo?
A autonomia das Escolas é a necessidade mais urgente do nosso sistema educativo. Já foi decretada pelo menos três vezes, mas existir, de facto, nunca existiu.
Tenho, também, muitas dúvidas sobre o que cada um de nós entende por autonomia. Como se concretizaria? Na definição do currículo? Ou apenas autonimia para a sua implementação ou só para a distribuição dos programas (parte do currículo) ao longo do ano?
Na escolha de professores? Na seleção de alunos? Na possibilidade de expulsar alunos da Escolaridade obrigatória? Na possibilidade de exigir propinas?
Creio que não será fácil encontrar pontos de encontro nesta temática, aparentemente consensual entre todos. Percebem-se, também por isso, as dúvidas que surgiram à volta do Despacho de Organização do Ano letivo, que, todos percebemos, é uma espécie de manual do maior despedimento da nossa história coletiva.
Por um lado, o Legislador pretende alguma gestão flexível, mas por outro, insere expressões como “dentro dos limites estabelecidos” (artigo 3º, ponto 2) ou como, no artigo 13º, ponto 4: “Ouvido o conselho pedagógico, o diretor decide.” [Read more…]
Os leitores do Aventar, menos interessados nas coisas dos Professores, merecem uma palavra de atenção da minha parte. Neste momento, a catástrofe que Nuno Crato tem montada sob a Escola é de tal ordem monstruosa (tantos adjetivos!) que não há como escapar ao tema. E é um assunto tão técnico, que nem sempre é fácil desmontar os argumentos para quem está “de fora”. Mas, vou tentar – vamos lá então.
Mesmo correndo o risco de ser epidérmico ou adjetivante, penso que valerá a pena olhar para o Despacho mais famoso dos últimos dias, ainda que através do olhar de um professor. E vou voltar à questão dos minutos e dos tempos, uma vez que a alteração de 45 para 50 minutos, segundo a minha leitura, vai fomentar o desemprego entre os professores.
Vejamos esta matéria, observando dois pontos:
Meu caro Paulo, não se trata de ter ou não aplausos.
Move-me apenas um sentimento horrível de olhar para o lado e perceber que uma geração de professores, muitos, com anos e anos de experiência, está a caminho do desemprego.
Furar o silêncio é o único objetivo, escrever no aventar uma das ferramentas para o fazer.
Não procurei errar, mas pode ter acontecido, nem tão pouco ser demagógico. Mas, se me permitires o contraditório, aqui vai:
Até para os mais atentos está a ser complicado acompanhar a publicação irregular do Ministério da Educação que consegue publicar três versões do mesmo documento, mais depressa do que um diabo esfrega o olho. É a matriz curricular (este link abre um pdf que, à hora da publicação deste post, ainda é a que vale) que afinal é outra, diferente daquela que afinal não era novidade em relação a outra.
Confuso? Pois!
Eu imagino, caro leitor não docente, o desafio que é tentar perceber o que se passa no aventar. Se, chegou até aqui, aposto que é professor e permita-me que partilhe a angústia perante esta trapalhada legislativa de um poder circulatório (circulatório de circulares, de despachos, de …) sem qualquer tipo de sentido.
Depois é o estatuto do aluno que sai, sem sair…Vai a caminho do Conselho de Ministros.
Os mega-agrupamentos contra os quais todos estão, apesar das mentiras da televisão.
A pérola maior acabou por ser o Despacho de Organização do ano letivo que é verdadeiramente surpreendente pela forma como conduz a escola pública para uma equação sem sentido: fazer menos, com menos!
Parece ser esta a sina da Escola Pública – um palco para vaidades de ignorantes que dia após dia tratam de transferir recursos da escola pública para o negócio privado do ensino.
Parece a história do rei vai como Deus o trouxe ao mundo, mas é mesmo assim: despedir é a intenção de Nuno Crato, nada mais que isso: DESPEDIR!
A intenção é clara – não gastar em educação o que é preciso para os Bancos, para as parcerias e para todos os tachos dos boys laranja.
Há outro caminho. Tenho dificuldade, reconheço, em dizer qual. Mas, por aqui é que não pode ser porque o Comentador Nuno Crato do alto da sua sapiência televisiva está a mexer no que até agora estava mais ou menos intacto – o trabalho com os alunos.
E, ao longo de todos os pontos do Despacho, não há uma única proposta que, ainda que simbolicamente, possa significar investimento na situação x ou y. Nada. Apenas um conjunto de medidas com um denominador comum: ter menos professores na escola.
Vamos lá então à fundamentação desta reflexão através do texto do dito cujo:
O que muitos temiam, aconteceu!
O MEC acaba de publicar em diário da República o Despacho Normativo nº 13-A/2012 (link para o pdf).
É um documento que vem colocar em forma de lei alguns dos aspetos que se consideravam em dúvida:
– horários de professores,
– organização dos horários dos alunos,
– crédito de escola,
– etc…
Para o leitor, não docente, que teve a coragem de chegar até aqui, será importante dizer que este é um documento que operacionaliza parte das intenções governamentais de reduzir docentes nas escolas e ao mesmo tempo garantir que os restantes asseguram o trabalho.
É uma espécie de cobertor – Crato está a cortar uma parte muito significativa do tapete e, com este despacho, espera conseguir obter os mesmos resultados.
Em educação, desde 2005 que se tentar fazer mais, com menos.
Os resultados estão aí!
Nota: temos já disponível uma primeira análise do Despacho.
A Educação não foi ontem tema do Prós e Contra. Lá, no cantinho da Fátima, falou-se de muita coisa, mas não de Educação. De Educação, pouco ou nada ouvi. Fico sempre com a ideia que o cérebro é uma coisa tão interessante, que toda a gente deveria ter um, nomeadamente quando vai à televisão.
A temática dos mega-agrupamentos tem estado muito presente no Aventar nos últimos tempos: a manifestação em gaia que furou o silêncio em torno dos MEGA, as reflexões de Nuno Crato, comentador, sobre o tema, ou até uma análise entre os MEGA e o trabalho de sala de aula.
Mas não temos visto explanada uma argumentação que tem sido consensual nas escolas: este processo é uma espécie de infanticídio, onde o criador mata o monstro. [Read more…]
Chegou a vez do Ministério da Educação e Ciência.
tirava a mão da TROIKA e metia-a no…. Co….elhinho, se eu…
Kalu, dos Xutos e Pontapés, no Rock IN RIO.
Depois dos James, os Xutos… O que irá dizer o Boss?
Paulo Guinote saiu do Umbigo por um dia e tem um “post” no público (sem link porque, por agora, só está disponível na versão em papel) que questiona o espaço da avaliação nas aprendizagens dos alunos, procurando refletir sobre as consequências de ter uma avaliação das aprendizagens distinta da avaliação de outro tipo de dimensões, nomeadamente das atitudes.
Sou, à Esquerda, dos que não tem qualquer problema em assumir que a Escola Pública de hoje não está a prestar um bom serviço aos mais desfavorecidos porque não lhes está a exigir o que eles têm que dar, sendo que também não tem tido, a escola pública, politicamente, as condições necessárias para o fazer.
Como o Paulo, também acho que hoje, pelo menos até ao 6º (realidade que conheço melhor), “se eles se conseguirem sentar e comer à mesa, passam.” [Read more…]
No Rock IN RIO os James acabam de fazer um grande momento!!!!
“Duas perguntas:
1. Porque é que há “velhotes” que não têm dinheiro para pagar a conta da luz?
2. Porque é que o governo fecha escolas no norte? Para não ter que pagar aos Professores.
Coelhinho, cuidado. Nós estamos atentos”
Não sei se as palavras foram exatamente estas, mas foi fabuloso!
Como eu gostaria de ver mais ação política dos nossos homens e das nossas mulheres da cultura.
De que têm medo?
Nota: já depois da edição do post, apareceu no youtube o vídeo:
Não quero perder isto por nada deste mundo.
Este ano não são avaliados. Quem é amigo? Quem é?
A exigência da direita conservadora ao serviço da qualidade da Escola Pública.
Viva Nuno Crato! Viva!
(Agora já se podem rir!)
Caramba! Outra vez. Esqueci-me de colocar o ponto de interrogação no título!
Por falar em cama, mesa e roupa lavada, parece que o Presidente da Académica vai ocupar um lugar que, em Itália, seria de outros.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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