
No âmbito das Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, está a decorrer até 26/6/2024, na Gare Marítima de Alcântara, a Exposição „O MFA e o 25 de Abril”. Fui vê-la há uns dias, tendo o privilégio – juntamente com as mais de 50 pessoas que também aproveitaram a oportunidade – de seguir uma visita guiada, pelo seu curador, Pedro Lauret, que integrou o grupo restrito de oficiais de Marinha que foram responsáveis pela ligação ao Movimento dos Capitães, e que fez parte da comissão que redigiu o Programa do Movimento das Forças Armadas .
Por muito que veja, ouça e leia sobre o que tornou possível e o que aconteceu no 25 de Abril de 1974, nunca poderei apreendê-lo inteiramente. Inúmeras foram as capacidades, as razões, os passos, os acasos, as contingências, as vontades, “para que, no dia 25 de Abril, às três da manhã, de cerca de 30 unidades diferentes, de Norte a Sul do país, em simultâneo, saíssem forças rumo aos seus objectivos, numa operação militar – Operação Viragem Histórica – extraordinariamente bem concebida, planeada, conduzida e executada.” [Read more…]



Como todos sabemos, o corno de unicórnio tem poderes medicinais, sendo usado para tratar a pele atópica e a disfunção eréctil ou a pele eréctil e a disfunção atópica, não sei bem, porque ainda estou a tentar entrar em Medicina e as médias estão altíssimas. Por isso, os unicórnios correm perigo de extinção – nas matas e florestas de todo o mundo, especialmente em Monsanto e na Arrábida, há caçadores furtivos que matam, sem escrúpulos e sem balas, unicórnios aos milhares.



No tempo do salazarismo, havia um faduncho anticomunista que servia para alimentar o medo do papão leninista-estalinista-siberiano. Incluía, o dito faduncho, versos como “Maldita seja a Rússia soviética!” e “Malditos os que comem criancinhas!”. Quando se pensava que já não seria possível reencontrar um discurso tão primário, eis que Passos Coelho reaparece para reavivar fantasmas em que ele próprio não acredita, mas que lhe dão jeito para a campanha em que se integra, juntamente com outros intelectuais do mesmo calibre, como Paulo Otero ou João César das Neves, alguns dos autores que integram a colectânea “Identidade e Família”.






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