Passos Coelho solidário com José Sócrates

PPCJS

Passos Coelho ficou “espantado” com o editorial do Público que mandou calar José Sócrates, uma espécie de momento Rei Juan Carlos da direcção da redacção do jornal. “Não é um bom sintoma de democracia” afirmou o ex-primeiro-ministro cuja equipa que o levou ao poder em 2011 ficou famosa pela guerrilha na blogosfera e pela manipulação do fórum da TSF e de debates entre os candidatos à liderança do PSD. Aguardam-se declarações do líder do PSD sobre a linha editorial do Observador.  [Read more…]

25 de Abril visto pelos mais novos

abril
Assinalam-se amanhã 42 anos da revolução que nos restituiu muitos dos direitos básicos que os longos anos de fascismo nos tinham tirado e cerceado.

Se para os mais velhos esta data continua a merecer ser comemorada por tudo o que lhes está subjacente, para os mais novos, que sempre viveram com liberdade e tudo o que lhe está inerente, é só mais um dia lavrado na história.

Mas será mesmo assim?

É isso que gostávamos de saber. E por isso mesmo, o Aventar vai abrir as portas aos mais novos: crianças, jovens ou assim-assim, para que, em forma de texto, desenho ou áudio, digam o que para eles significa a data e todos os valores que o 25 de Abril nos restituiu.

Pedimos pois aos nossos leitores que nos façam chegar por aqui colaborações para, ao longo do dia irem sendo publicadas.

A iniciativa vai prolongar-se até ao dia 1 de Maio.

Radicalismos de esquerda

Alguém ficará surpreendido se não forem atingidos os limites ao défice e à dívida propostos no Programa de Estabilidade (PE), nesta semana apresentado? Claro que não. E poderá a oposição reclamar pelo não cumprimento desses objetivos? Poder pode, mas cairá no ridículo. O anterior governo não cumpriu nenhum dos objetivos de dívida e défice a que se propôs, apesar de acreditar piamente nas políticas prosseguidas.

(…)

Chega a ser insultuoso ouvir o constante repetir que foram feitas reformas estruturais no último ciclo governativo. Mas afinal o que mudou na nossa economia ou no desenho do nosso Estado? Rigorosamente nada. Nada foi alterado no sistema produtivo, nada foi feito para alterar os nossos bloqueios económicos endémicos (produtividade, escassez de capital), nada foi feito para qualificar a mão-de-obra, nada se fez para que muitos dos nossos empresários deixem de ser os responsáveis pela baixa produtividade, a nossa justiça continua lenta, o nosso sistema financeiro tornou-se um problema ainda maior, a nova legislação das rendas saldou-se num enorme flop e, claro, não houve a mais pequena intenção de mexer no Estado – a não ser que aquela vergonha que Paulo Portas apresentou fosse para levar a sério.

Quartel-general em Abrantes, por Pedro Marques Lopes@DN.

STOP TTIP, STOP CETA!

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Na véspera do show publicitário de Obama e Merkel por ocasião da abertura da Feira de Hannover, a principal feira para tecnologia industrial, saíram ontem à rua opositores do TTIP (EUA-UE) e CETA (Canadá-UE) – os tais acordos previstos para baixarem as normas europeias e entregarem a democracia de bandeja às multinacionais. Foram 90.000 manifestantes segundo os organizadores, 35.000 anuncia a polícia. Terá sido algo entre uma coisa e outra. Mas uma coisa é certa, foi de novo uma colorida e alegre multidão a dizer NÃO aos acordos secretos que supostamente vêm assegurar standards a nível mundial e trazer riqueza e postos de trabalho. A verdade é: o que eles trazem é um rebaixamento (ainda maior) dos standards que temos, colocam a democracia e soberania à mercê do grande capital e trazem mais lucros para os poderosos e mais miséria para os pequenos – como Portugal. A comissão europeia pretende ainda em 2016 passar o CETA no parlamento europeu, ignorando sem apelo nem agravo os parlamentos nacionais. Depois de ratificado, o acordo entra imediatamente em vigor.

É pois hora de dizer NÃO e exigir a ratificação destes acordos nos parlamentos nacionais. Se nós cidadãos não o impedirmos, deixaremos aos nossos filhos um mundo mais manietado, mais miserável e mais obscuro.

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Cabrões

“Um rebanho, como se sabe, é composto por gente sem voz própria e de índole mais ou menos débil. É um facto comprovado, aliás, que, em tempos de confusão, o rebanho prefere a servidão à desordem.
Daí que aqueles que agem como cabras não tenham líderes, mas cabrões.”
– Mario Vargas Lhosa – Prémio Nobel da Literatura 2010

Desabafo: vocês estão ficando ridículos

/u/caribbeanparty

Nota prévia: este trata-se de um post feito no sub-reddit /r/Brasil acerca da atmosfera que se vive nas caixas de comentários onde se fala de política brasileira. Penso retrata bem a situação e, de alguma forma, aplica-se também ao que se passa em Portugal.


É sem noção.

Hoje alguém postou um link sobre as várias ditaduras que os EUA apoiou. Em seguida alguém postou, com as mesmas palavras, um link sobre as ditaduras que a URSS apoiou. A cada vez que alguém aqui posta qualquer coisa sobre a ditadura militar brasileira alguém posta sobre a ditadura cubana. Se escreve sobre fascistas, alguém escreve sobre comunistas. Esse sub, e parte do “debate” brasileiro, parece que está congelado em 1968, vivendo em outro mundo que o de 2016.

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Mário Centeno e a indignação hipócrita

Passos Publico

É raro mas não tem porque não acontecer. Tal como o PSD, também eu quero saber se Mário Centeno mentiu ou não na comissão política de inquérito ao caso Banif. E se ficar provado que o fez, quero consequências. E não as quero brandas. Soa-me estranho mas nesta estou com o PSD. Ou com o que resta dessa coisa.

Mas devo lamentar que esta indignação com a suposta mentira de Centeno não se tenha feito sentir noutras ocasiões. E não vou sequer entrar no chorrilho de aldrabices com que Passos Coelho tentou convencer os portugueses em 2011, ou perder aqui muito tempo com a forma como ele e o seu governo enganaram a população por motivos eleitoralistas, em temas como a sobretaxa ou o caso BES. Está-lhes no ADN. [Read more…]

Uma boa solução para aqueles que não querem refugiados na Europa

Refugees

Simples, não acham?

Passos Coelho e os paraísos fiscais

PpC

A imagem já diz tudo mas deixo-vos também estes dois links, só para que não sobrem dúvidas.

Ministério dos Negócios Estrangeiros do Panamá: Portugal ya no considera a Panamá como un paraíso fiscal.

Geringonça: The Massamá Papers

Imagem: Uma Página Numa Rede Social, sempre em cima do acontecimento.

Boa noite.

Adeus Purple One

Prince

As rádios portuguesas da moda colocaram a playlist em pause e, neste momento, choram em uníssono a morte de Prince. Tem tanto de comovente como de irónico, assistir a esta homenagem a um grande artista que há tantos anos virou as costas à indústria por parte de rádios transformadas em reprodutoras da vontade dessa mesma indústria. Rádios onde Prince precisou de morrer para voltar a tocar. Business as usual.

May you rest in peace Purple One 🙁

O artista formalmente conhecido por Prince?

Ah! Formerly known as PrinceCorreio da Manhã. Depois da história do ‘fato’, eis o ‘formalmente‘. Não, Correio da Manhã, não é ‘formalmente’. It’s English. It’s formerly, ou seja, é ***********. Efectivamente, Correio da Manhã. Efectivamente.

Prince formalmente

#escola6

O Paulo lançou a ideia num texto publicado há uns dias no Público:

A Educação low cost é o grande pacto educativo nacional para o século XXI, unindo todos aqueles que defendem a existência de serviços públicos esqueléticos com lógicas de “racionalidade financeira”, proporcionados apenas aos que neles ainda confiam ou que deles não podem escapar, apenas variando os ritmos e matizes da implementação das medidas

Os números, de facto, mostram que há um fundo de verdade nesta afirmação, embora, o que pareça igual, nem sempre o é. Mas, no essencial concordo.

educacaopib

Os dados são públicos e mostram que a despesa em Educação baixou na ditadura de Crato para níveis de 1992. E, uma análise per capita não deixa os últimos anos em melhor estado: [Read more…]

PPP na Educação? Não obrigado!

A história é simples de contar: Nuno Crato, o destruidor, tinha um objectivo claro – tornar a Escola Pública uma escola menor, para o povo e, ao mesmo tempo, permitir ao privado absorver parte dos alunos (e dos fundos) que, em boa verdade seriam da Escola Pública.

E, antes de sair, deixou o terreno armadilhado: assinou um contrato com os privados para três anos, permitindo assim que o dinheiro público continue a correr para os bolsos de alguém.

Não pretendo colocar em causa a existência do Ensino Privado, seja ele confessional ou não. Quem quiser (e poder) colocar o filho no privado, força. Nada contra. Tudo a favor.

Agora, fazer de conta que é privado às custas dos meus impostos é que não. Colégio de Gaia, Colégio dos Carvalhos e Colégio Paulo VI são exemplo, na área do Grande Porto, de colégios que tiram alunos às Escolas Públicas e que são fortemente financiados por dinheiro  público. Sim, isso mesmo: o estado tem duas despesas –  a das Escolas Públicas que podiam ter esses alunos e a desses colégios.

E a situação é tão absurda que esses colégios (falsos privados) têm autorização para abrir alguns cursos que as públicas, da mesma área, não têm. Quem autoriza? O Ministério da Educação.

O cenário está bem montado e remete para as SCUT’s: se passo de carro pago. Se  não passo, pago pelos impostos. Muito simples.

Ora, nos últimos dias, o ME publicou um pequeno detalhe num Despacho Normativo: [Read more…]

De um “conservador” para um ignorante

Santana Castilho*

1.O ministro da Educação afirmou que a sua política é “progressista” e que quem a critica “apresenta uma visão conservadora do país”. Crítico que sou da política em análise, Tiago Brandão Rodrigues chamou-me conservador. É altura de lhe dizer que é ignorante.

Porque só um ignorante da complexidade do insucesso julga que o combate com fornadas de formação para os professores. Estou a referir-me às indizíveis acções que acabaram de ter lugar em Évora, Leiria e Braga. Em golpe de mão, onde a surpresa e a rapidez da convocatória nem permitiram a muitos saber ao que iam, arregimentaram-se professores para ouvirem em dois dias (no primeiro, das 09.30 à meia-noite), fechados num hotel, as mais finas tretas de um “eduquês” que agora será reproduzido “em cascata”, primeiro para directores, coordenadores de directores de turma e coordenadores de 1º ciclo (numa imposta maratona até Junho) e, posteriormente, para todos os professores. Aos que preferiam ver-me como o patinho sentado da história que o ministro mandou contar às escolas, e se apressarão a decretar o exagero do meu sarcasmo, deixo um naco da prosa que extraí dos respectivos documentos de apoio:

«Se as organizações fossem vistas como jardins, os líderes não poderíam mandar que crescessem. Teríam que enfrentar as impredictibilidades, os fatores ambientais, trabalho em equipa e fatores de risco que normalmente se caracterizam quando se pensa em desenvolver algo. Os líderes só podem promover o desenvolvimento ao “reorganizar as condições e as estruturas”… Para os jardins, estas condições são o sol, humidade, solo, nutrientes e temperatura; para as escolas são o tempo, espaço, materiais, incentivos, formação, colegialidade, respeito, confiança e recursos humanos»

(Os erros ortográficos, mesmo o do verbo ter, estão no documento consultado).

Se os leitores quiserem mais, acedam à indigência dos PowerPoint usados. Encontrarão, por exemplo, um slide piroso com um gatinho amarelo frente a um espelho, que lhe devolve a imagem de um leão de farta juba. Ao lado, a mensagem profética que vai resolver o insucesso:

Os professores com altas expectativas dos seus alunos transmitem essa atitude (intencionalmente ou não) e em geral estes estudantes obtêm melhores resultados do que os dos professores cujas expectativas são baixas”.

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Celebrar a Europa

Filhos e Pais, juntos, em Palco. Para celebrar a Europa.

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Dia 30 de abril no Europarque. Rigorosamente a não perder (vídeo).

Mais é sempre menos

Discutir Educação é sempre uma causa tão apaixonante que, muitas vezes se torna numa espécie de Benfica – Sporting. Com mais ou menos Ciências da Educação todos percebem que são múltiplas as condicionantes do sucesso dos alunos, isto é, há uma imensidão de variáveis que interferem na forma como os alunos aprendem. Claro que também há muitas condicionantes nos processos como os Professores ensinam o que, acaba sempre por condicionar também os alunos.

Nos últimos dias temos vindo a discutir a questão do número de alunos por turma. O Conselho Nacional de Educação publicou um estudo com alguns dados sobre o assunto: no 1º ciclo as turmas têm em média 20,7 alunos, sendo que, destas, 32% têm mais que um ano dentro da sala. Sim, isso mesmo – dentro da sala estão, por exemplo, alunos do 1º e do 4º anos. No 2º ciclo (5º e 6º) o número média é de 22,1 e 22,4 no 3º ciclo (7º, 8º e 9º).

A 14 de abril último, o Ministério da Educação publicou um Despacho Normativo que vem regular esta matéria para o próximo ano lectivo. E, infelizmente, deixa tudo na mesma, para não dizer pior. [Read more…]

Sonsice a jacto

AC falcon

A propósito da viagem a Atenas em que António Costa e restante comitiva se deslocaram de avião a jacto, a trupe do ministério da propaganda não perdeu tempo e indignou-se com a pouca vergonha. Deus nosso Senhor nos acuda e salve da esquerdalhada que ousa fazer uso de tais mordomias, para as quais só fina flor do liberalismo fanático é elegível. Santificado seja o Passos Coelho que viajava em económica.  [Read more…]

Irónico

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A propósito da desblindagem dos estatutos do BPI, Isabel dos Santos acusou o governo português de criar uma lei parcial. Irónico vindo de alguém que deve a sua imensa fortuna à exploração do povo angolano, permanentemente espoliado pela parcialidade que impera no regime do seu pai.

Histórico

Alberto João Jardim constituído arguido no processo Cuba Livre.

Zonas livres de TTIP/CETA/TISA

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O que têm de comum Barcelona, Évora, Birmingham, Amesterdão, Grenoble, Madrid, Milão e outras mais de mil cidades e autarquias locais?  Todas elas adoptaram moções declarando-se, simbolicamente, “Zona Livre de TTIP” (Tratado Transatlântico para o Comércio e Investimento entre a UE e os EUA). Em Portugal, além de Évora como Zona Livre, o Município de Palmela aprovou recentemente uma moção de preocupação sobre o TTIP e hoje mesmo, idêntica recomendação vai ser apresentada à assembleia municipal de Lisboa pelo PAN – resultado em aberto… [Read more…]

Eu é que sou o presidente da junta

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Manuel Machado é Presidente da Câmara de Coimbra, a auto-intitulada cidade do “conhecimento”.

Como a Casa da Moeda dificulta o acesso ao DRE

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Ver adenda no final deste post!

No dia 24 de Março o Diário da República Electrónico colocou mais um entrave ao acesso dos cidadãos aos documentos publicados em DR. Eu mantenho uma cópia do DRE num site próprio que tenta colmatar as deficiências do site original que vê agora o seu trabalho bastante dificultado.

Vou tentar mostrar neste post de que forma da Casa da Moeda não só não cumpre o desígnio da lei – acesso universal e gratuito às leis do país – como tudo faz para dificultar esse acesso.

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O gang do impeachment

Reus Brasil

Na bizarra Câmara dos Deputados brasileira que ontem aprovou o processo de impeachment de Dilma Roussef, 57 deputados enfrentam processos no Supremo Tribunal Federal do Brasil. Apenas um é membro do PT. A esmagadora maioria é de direita, exigiu o impeachment da presidente, e o partido que até agora vivia bem com a sua parceria governamental com o PT de Dilma, o PMBD, é aquele que mais parlamentares a braços com a justiça integra. São os senhores que se seguem. Boa sorte Brasil!

Imprensa internacional condena golpe em curso no Brasil

Imprensa int

Tudo publicações de esquerda, claro. A começar pela Forbes. Claro que por cá, a virtuosa imprensa nacional mantém o silêncio cúmplice. Ficam os links e o agradecimento à página Os Truques da Imprensa Portuguesa, pela atenção e por não baixar a guarda. [Read more…]

O circo fundamentalista na Câmara dos Deputados do Brasil

Mfeliciano

A montagem em cima não foi feita hoje. É de Março de 2013. Esta selecção de grandes tiradas do deputado e antigo presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados do Brasil é apenas uma pequena amostra das barbaridades regurgitadas por este anormal. Aconselho a leitura integral da publicação da Uma Página Numa Rede Social. É surreal e quase que parece mentira, só que não é. É antes a merda que se segue em Brasília. Fundamentalismo primário, preconceito e descriminação. E pelos vistos em nome de Deus.

É o impeachment, estúpido!

Brasil

Era isto.

Via Facebook Tony Ferraz

 

E pronto, o golpe está dado

empeachment

Um grupo de corruptos pronunciou-se sobre corrupção.

A Europa da tragédia

Marco Faria

Vergonhoso. Na Alemanha, um humorista satirizou o presidente turco e os tribunais alemães vão julgá-lo com base numa lei do século XIX, tendo a abertura judicial sido autorizada pelo Governo de Merkel. Aí está mais uma boa razão para a Turquia nunca se juntar à União Europeia.
Ensinaram-nos que a Alemanha foi pioneira nas leis, em especial o BGB, o código civil que remonta a 1900, e que inspirou, por exemplo, o nosso Código Civil de 1966. O programa de TV foi retirado de emissão na ZDFneo (inacreditável!) e Angela Merkel, de quem se fala à boca cheia para se candidatar a secretário-geral da ONU, dá assim uma prova de como os estados se deixam acobardar pelos interesses diplomáticos, para evitar problemas incómodos. A Turquia é liderada por um presidente perigoso e intolerante, Recep Tayyip Erdogan. O Parlamento Europeu deveria pronunciar-se rapidamente sobre este caso, e talvez o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem possa repor alguma ordem nas leis alemãs.
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A grande máquina da direita radical

Leviatã

Trata-se de uma máquina bem oleada, composta pelos mais hábeis activistas da direita radical, dispõe de financiamento abundante e sem paralelo e ataca em força, numa base diária, através dos jornais e de outros pravdas online que integram a rede do ministério da propaganda do “jihadismo” financeiro ultraliberal.

O seu objectivo primordial é plantar na opinião pública a ideia de que qualquer valor ou política de esquerda é tendencialmente destrutiva e ditatorial. Que a solução para os nossos problemas reside na instauração de um regime em que a soberania do mercado, ironicamente apelidado de livre, implica a submissão da esmagadora maioria da população à ausência da regulação e à lei do mais forte. Que devemos ser passivos e obedientes para não incomodar a exploração virtuosa da era moderna. Que devemos estar dispostos a aceitar sacrifícios para que a elite que nos comanda não tenha que os fazer. [Read more…]

A espanholização da banca segue dentro de momentos

Caixabank lança OPA sobre o BPI.