
Imagem gerada com Google Nano Banana
Estive a divertir-me um pouco com a IA da Google à conta de um assunto sério.
“Se Trump mija, Ventura abre a boca à espera que chova.”
Esta caricatura que o Gemini fez, sendo bastante gráfica, até é uma boa metáfora para a forma de actuar dos populistas caseiros. Se dividir e mentir funciona bem lá, porque não repetir cá? Bem apanhado, Gemini.
O tema sério é referente à actuação do ICE, em particular sobre as ordens que esta polícia persecutória tem dado às Big Tech para identificarem os donos de contas nas redes sociais onde se desmascara a identidade dos seus agentes. E sobre como estas empresas passam por cima das famosas emendas constitucionais que garantiam a liberdade de expressão.
Registe-se a ironia quanto a uma polícia que, agindo na cobardia da cara tapada, persegue quem escreva sob anonimato.
Voltando à boca gerada pela AI do Google, esperemos que a próstata de Trump não lhe permita urinar em quantidade suficiente que inspire aspirantes a ditadores de trazer por casa.















Não deixa de ser curioso que uma mão cheia de governantes e jornalistas amestrados estejam a argumentar que por causa do Yom Kippur, feriado judaico, o enclave militar israelita não pode dar seguimento às extradições dos cidadãos raptados da Global Sumud Flotilla, quando o mesmo feriado não os impediu de ligarem os motores dos navios da marinha para violarem a lei internacional e passarem mais uma noite a fustigar Gaza com bombas. Israel a ser Israel. Um enclave confessional, onde a confissão serve apenas de pretexto para levar a cabo um genocídio.







Netanyahu anunciou, abertamente e em conferência de imprensa, a repetição da “solução final” que Hitler tentou aplicar ao povo judeu, aos ciganos e aos comunistas, desta feita contra tudo e todos os que ainda conseguem viver em Gaza. Por vontade de Israel não vai sobrar pedra sobre pedra, não se contará nenhum sobrevivente. Morrerão à fome, com sede, ou bombardeados. Israel já cometeu todo o tipo de crimes. Todos. De guerra e contra a humanidade. Não ficou nenhum horror por revisitar. Gaza é hoje o maior campo de concentração da história. Israel, o Reich do Reich, leva a cabo o holocausto do povo palestiniano desde os atos de terror que culminaram na sua fundação, no famigerado 14 de maio de 1948. Israel foi sempre terrorista. Antes e depois de ser um Estado. Dos ataques à Palestina no tempo do mandato britânico, aos ataques à Palestina desde que foi ocupada, com a conivência do mundo “democrático”. Israel tem um cadastro com mais de 77 anos de terror colonial, de limpeza étnica e de genocídio, mas ao seu lado, no banco dos réus que a história haverá de julgar, devem sentar-se todos aqueles que apagaram as luzes e deixaram tudo acontecer. No combate a Israel como no combate à Alemanha Nazi não há espaço para negociar, porque não há negociação possível entre exterminado e exterminador. Para que a humanidade vença, Israel tem que perder.










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