O semi-deus norte-coreano

Aprendeu a andar às 3 semanas, a falar às 8, a conduzir aos 3 anos, ganhou uma competição naval aos 9 e escreveu cerca de 1500 livros em 3 anos. Não satisfeito, Kim Jong-un acaba de escalar o monte mais alto do seu reino. Uau!

Contos para crianças II: o crescimento económico

Segundo o Expresso, que cita dados do “professor” FMI, Portugal será a sétima economia mais lenta do mundo no período 2011-20. O Fundo prevê que Portugal seja ultrapassado pela Grécia em termos de PIB per capita até 2020.

Os maus observadores

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Escreve o Filipe Tourais no Facebook:

A malta que se diz “de esquerda” farta-se de partilhar por aqui artigos do Observador, que lhes agradece a publicidade ao seu pasquim trauliteiro-liberal, a malta de direita nunca partilha artigos do esquerda.net ou do Avante, boicotam as fontes de informação “perigosas”.

É isto mesmo. O Observador cumpre duas funções: arranjar um emprego aos blogueiros da direita (coitada da Helena Matos, por exemplo, que viu terminado o contrato da sua empresa com a rádio pública) e avançar no velho projecto do Compromisso Portugal, defendendo este governo e exigindo-lhe que vá ainda mais longe. Haver quem se disponha a, por exemplo, discutir com seriedade um projecto encapotado de regresso à constituição de 1933, só por masoquismo.

O mais longe não é um projecto democrático, como só não percebeu nestes quatro anos que anda com os olhos tapados. Eles matam, seja por falta de assistência médica, seja pela fome e miséria, e uma ideologia que tem como objectivo a desgraça do seu próprio povo só se consegue estabelecer por imposição estrangeira (já temos), domínio quase absoluto da comunicação social (aqui o Observador é uma mera vanguarda) ou golpe militar (falta-lhes, felizmente, a tropa). O neoliberalismo é incompatível com a democracia política, ponto final.

É verdade que se a esquerda não tem patronato que ofereça 3 milhões a fundo perdido para um projecto que já os deve ter esbanjado, não é por isso que não temos, nem online, um jornal assumidamente das esquerdas, e que a direita se entretivesse a boicotar. Nós esbanjamos o bom senso, a capacidade de suprir divergências e de nos unirmos no essencial. E vamos pagar caro por isso, ai se vamos.

A irrevogável lata de Paulo Portas

Portas Careca

A propósito da anunciada greve dos pilotos da TAP, Paulo Portas vestiu o habitual disfarce de falso moralista e, em tom de profunda e fabricada consternação, afirmou que o protesto de 10 dias não é “razoável” e que não é “aceitável” que um grupo de pessoas “capture” uma empresa inteira, apelando de seguida ao “patriotismo” contra a decisão dos pilotos da transportadora portuguesa. E bem vistas as coisas, esta greve parece revelar uma tentativa do sindicato dos pilotos de conseguir para os seus associados uma fatia da empresa e não tanto uma preocupação genuína com o futuro da mesma.

Mas as palavras do profissional da pandeireta remetem-me para um passado não muito distante em que um destacado governante português tomou uma decisão pouco “razoável” e muito menos “aceitável” perante o contexto do momento em si, que resultou na apresentação da sua célebre e irrevogável demissão e que “capturou” não uma empresa mas um país inteiro, que como consequência dessa decisão assistiu a uma subida violenta dos juros da dívida pública. Será que alguém tentou apelar ao “patriotismo” desse governante? É possível. Mas ele estava mais focado nos seus objectivos pessoais, que como sabemos culminaram na sua promoção a vice-primeiro-ministro. Que autoridade tem agora esse sujeito para criticar a escolha dos pilotos da TAP que, tal como Portas fez, estão a olhar pela sua vida? Nenhuma. Mas lata tem de sobra.

Uma noite nos noticiários

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É espantosa a lata de alguns comentadores e jornalistas. Garantem que a questão das presidenciais é prematura, mas deleitam-se em especulações, por vezes, delirantes, sobre o tema. A apresentação de Sampaio da Nóvoa, sobretudo, parece provocar-lhes uma certa urticária mental. Por uma lado, não se calam com o facto do candidato ser desconhecido. Por outro, acusam-no de apresentar a candidatura prematuramente com o objectivo – natural, digo eu – de se dar a conhecer a si e às suas propostas. Em que ficamos?
E já agora: não têm nada a dizer sobre umas eleições legislativas que por aí vêm? Ou estão felizes com a forma absolutamente canalha com que todos – sublinho: todos! – os canais de televisão e jornais vão, com a vossa ajuda, embalando os vossos concidadãos? Talvez seja muito esforço para as vossas cabeças – por receio de cansá-las ou, até, perdê-las – confrontar as muitas iniciativas e propostas que os vários partidos vão apresentando; e quando falo em vários partidos, gostava de sublinhar aqueles que existem para além dos do governo (conhecem?), com ideias muito diferentes, imaginem, daquela verborreia entre o imbecil e o terrorista com que os governopatas nos vai brindando (em que o esbulho de seiscentos milhões aos pensionistas, anunciado pela Maria Luís, é compensado com o patriótico orgulho de, quiçá por decisão governamental, termos a onda mais alta do mundo surfada por, ao que parece, Paulo Portas)?
Segundo li, a ciência mostra que – desculpem a dureza do exemplo – se colocarmos certos animais – uma rã, por exemplo – em água a ferver, o animal reage e faz uma tentativa desesperada para sair da armadilha. Mas se colocarmos o animal em água fria e aquecermos a água lentamente, o infeliz nela permanecerá, placidamente, até morrer.
Então, prezados concidadãos? Não estais a sentir-vos ligeiramente cozidos?
(foto de Uma Noite na Ópera, dos irmãos Marx)

18 anos

É o tempo que falta até que o rácio da dívida pública atinja 60% do PIB, segundo o novo Programa de Estabilidade do governo. Será que é desta que acertam? É esperar até 2033. Até lá procurem evitar as urgências públicas.

Como iludir o consumidor

O ministro Moreira da Silva anunciou ontem que a venda de combustíveis simples permitiu uma poupança média de 0,03€ para o consumidor. Pena o aumento de 0,03€ em todos combustíveis previsto para a próxima semana.

Multas e penas de prisão para desempregados

é a mais recente alucinação do déspota bielorrusso. Sim, é na Europa.

Quem não se consegue governar a si próprio…

Acaba vivendo acima das possibilidades, avançando com teorias que as dívidas não são para se pagarem mas para serem geridas. O pior é que para suceder aos incompetentes que nos (des)governam já se perfilam os incompetentes que nos (des)governaram. A alternância está garantida, mas a mediocridade permanecerá imutável. O Estado a que a choldra chegou, ou uma versão sec. XXI para “de vez em quando é preciso mudar algo para que tudo fique na mesma”. Em Portugal mudamos de governo…

Coimbra, 17 de Abril de 1969. E tudo mudou para todos nós

 Humor na luta:

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Chama-se-lhe governo

“Não pode existir um grupo de pessoas que capture uma empresa”, disse o primeiro-irrevogável do governo que se apossou de empresas estratégicas para as vender aos chineses e aos angolanos.

Mariano Gago, 1948-2015

mariano-gagoTalvez o único ministro que nos deixou mais obra do que estragos.

A ameaça azul que paira sobre o reich

Sim, eu sei: estamos habilitados a chegar a Munique na próxima Terça-feira e sermos atropelados pela Blitzkrieg alemã. Mas quantos acreditavam, há três dias atrás, que recambiaríamos o Bayern para casa com três balázios na cabeça? Pois, em 87 também ninguém acreditava. A verdade é que, tal como os nazis do video em cima, o nervosismo parece ter tomado conta do adversário do FC Porto e as críticas vão chovendo. Até o médico com quase 40 anos de casa se pôs a andar.  Força Porto, faz aos alemães do futebol aquilo que devíamos fazer aos alemães da política. Fá-los engolir a arrogância. Para abanar o rabo já cá temos o primeiro-ministro e a senhora das Finanças.

O fanatismo wahhabita e o paradoxo saudita

Radical Islam

O fundamentalismo islâmico é-nos muitas vezes vendido como um fenómeno circunscrito a meia dúzia de organizações, das quais a Al-Qaeda e mais recentemente o Estado Islâmico parecem ser as principais embaixadas onde tudo começa e acaba. Por várias vezes, o João José Cardoso chamou neste espaço a atenção para diferença entre a generalização que se faz do radicalismo islâmico e o wahhabismo, a interpretação mais radical e opressiva do fanatismo religioso que tem na acção das organizações referidas a sua máxima expressão. O financiamento, esse, chega em quantidades industriais da Arábia Saudita, destacado parceiro comercial do Ocidente moralista repleto de Charlies que gostam de aparecer mas que na realidade se estão nas tintas para o alto patrocínio que o regime de Riade disponibiliza para os criminosos que erguem o Corão em nome da destruição arbitrária.

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Conferindo

Presidida por Luís Marques Guedes e comandada por Maria Luís Albuquerque, – acompanhados por um jovem g.n.i. (governante não identificado) – ocorreu mais uma conferência de imprensa do governo. Correu tudo bem. A ideia era a de levar a cabo uma operação de terrorismo comunicacional sem que as vítimas sentissem dor (como acontece com as mordeduras dos vampiros). E assim foi. Sei que foi assim porque não aconteceu nada aos conferencistas – que se retiraram com o mesmo ar sonso com que entraram -, sem que alguém, ao menos, lhes subisse para a mesa e lhes atirasse…confetis. Os jornalistas “independentes” convidados, depois, a comentar, estiveram todos a contento, fornecendo mais uma dose de anestesia. De modo que, quando o untuoso Paulo Rangel, desbundou em entusiástico apoio, já pareceu normal a muita gente. Destoou Manuela Ferreira Leite que malhou no governo com juvenil entusiasmo. Ao que isto chegou!

Num país que já foi inventado: Portugal Anedótico e digno de registo

Joaquim Vitorino

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1. Estava eu a alinhavar um artigo onde queria fazer referência a um texto publicado por um correspondente do jornal “O Concelho da Murtosa”, mensário, edição de Agosto de 2006.
2. Dirigi-me à redacção e director do jornal para aquela consulta e ouvi isto: não temos. Perguntei onde podia encontrar, e a resposta foi: na biblioteca municipal.
3. Lá fui e disse ao que ia. A senhora foi ver e disse: só temos até 1996. E perguntei onde poderia encontrar. A resposta foi: na Câmara, no gabinete do senhor vereador do pelouro da cultura. Estranhei muito e fui a outra biblioteca, que supostamente teria.
4. Dirigi-me à biblioteca municipal de Estarreja, uma vez que aqueles dois concelhos são gémeos e o que se publica dum lado publica-se do outro. E aí, ouvi isto: temos até 2005, mas depois a Câmara deixou de comprar.
5. Fui então à Câmara da Murtosa e na recepção (lá escrito receção), disse ao que ia, e que na biblioteca não havia. Respondeu ele: então vá ao jornal. Lá tive que contar todos os passos anteriores. Aí, disse-me para esperar e subiu as escadas. Voltou alguns minutos depois, dizendo. Temos; e o que é que o senhor pretende? Respondi que queria consultar e, eventualmente obter fotocópia duma página. Mandou-me subir e dirigir-me a um dado gabinete, que a senhora já sabia o que eu queria. [Read more…]

Oh Jerónimo, francamente!

11141764_809356702491052_4987628384302809147_oUm dirigente político não tem descanso nas solicitações a que comente tudo e mais alguma coisa, seja em que lugar for, sejam quais forem as condições. E porque isso faz parte das obrigações que a sua condição impõe, ele corresponde e responde. A palavra é a sua arma. E como a comunicação, para que os jornalistas a divulguem, tem de ter em si alguma retórica mais exuberante – que, por vezes, resulta em grande, outras vezes, nem por isso -, a coisa nem sempre corre bem. Ora, tudo isto vem a propósito das respostas dadas pelo meu ilustre amigo e camarada Jerónimo de Sousa quando, durante uma uma daquelas entrevistas de passagem, caracterizando o PS, afirmou que aquele partido “não é carne nem peixe, é como que um caranguejo moído”; mais tarde, confrontado com esta declaração, deu ao nobre crustáceo uma caracterização mais, digamos assim, cinética: “o PS é como um caranguejo porque não anda para a frente nem para trás, anda para o lado”. Meu caro Jerónimo, se queres caracterizar o PS pela sua indefinição, a sua desorientação política e a sua incapacidade de ser, sequer, assertivo em alguma proposta, tens mil recursos estilísticos, analogias, metáforas. E animais sem fim. Mas o caranguejo? O insigne membro dos crustáceos, infraordem dos brachyura? Que inclui maravilhas zoológicas – e gastronómicas…- como a navalheira, a santola, a sapateira?! [Read more…]

Wikileaks expõe Sony

Financiamento do Partido Democrata, ligações à indústria militar, condicionamento do processo legislativo e outras revelações de uma multinacional intimamente ligada a poder.

A angústia do auto-retratado no momento do penalti

11087717_811738918903537_758006350564333445_o ou Nem vi, mas estava lá, auto-autor desconhecido, encontrada no twitter pelo Marco Santos.

Claro como água

O Observador oficial da extrema-direita pariu uma proposta de nova Constituição. Fui ver. Onde está:

Artigo 1.º

República Portuguesa

Portugal é uma República soberana, baseada na dignidade da pessoa humana e na vontade popular e empenhada na construção de uma sociedade livre, justa e solidária.

Riscavam a vontade popular, e o resto.

Ainda não substituíram pela jurisprudência divina ou o voto censitário dos empreendedores, nem assumem que querem uma sociedade presa, injusta e de caridade.

Fica para o próximo sonho erótico, seja com a tropa, ou com um Sebastião vindo e cavalgando seu submarino branco, ou mesmo a América após a vitória de um candidato do partido do chá.

Lobos Nocturnos, os Hell’s Angels pró-Putin

querem marchar sobre Berlim. Em duas rodas claro.

Um Rato encarcerado

Branqueamento de capitais, fraude e apropriação indevida de bens são as acusações que pendem sobre Rodrigo Rato, nº2 do governo de José Maria Aznar (1996-2004), ex-director do FMI e ex-presidente do Bankia, o banco espanhol que foi nacionalizado em 2012 por Rajoy, o mesmo Rajoy que promoveu uma amnistia fiscal que beneficiou este destacado barão do Partido Popular espanhol que foi detido durante a tarde de ontem. Qualquer semelhança com casos de políticos portugueses da mesma área ideológica envolvidos em esquemas similares é pura coincidência. Até porque ainda que a criminalidade seja idêntica, por cá estão todos em liberdade. Nós temos esse péssimo hábito de tratar muito bem a escumalha criminosa do regime.

Multiplicai-vos e coisa e tal

Ora vamos lá pôr as medidas governamentais por ordem:
1º – baixaram brutalmente os salários e condições de trabalho à função pública.
2º – aumentaram os horários de trabalho dos funcionários para, pelo menos, 40 horas.
3º – vão permitir aos mesmos funcionários, se eles produzirem descendência, a dispensa de meio dia de trabalho.
4º – pelo meio dia de trabalho atrás mencionado, caso usufruam tão generosa dádiva, descontarão 40% do salário.
Sei que há outras propostas vindas da mesma fonte. Mas este é o “osso” da questão. Passem-me um pau de marmeleiro, que quero responder.

A elevada probabilidade do Dono Disto Tudo se safar

RS sorri

Sabemos bem como acabam estas histórias. Muito aparato e abundância de informação que parece anunciar que desta vez é que vai ser, mas no final do dia o mais provável é ninguém ser responsabilizado. Oliveira e Costa e Dias Loureiro vivem uma vida tranquila, após terem arrastado o país para o buraco fraudulento do BPN, cuja factura para os contribuintes já terá ultrapassado os 6 mil milhões de euros. Nada lhes aconteceu. João Rendeiro também vive em liberdade, após a hecatombe do seu BPP, que tendo ficado mais barato para o pagador do costume, ainda custou algumas dezenas de milhões ao erário público. Hoje diverte-se na BlogosferaJardim Gonçalves até chegou a ser condenado a dois anos de cadeia por crimes de manipulação de mercado e falsificação de documentos mas, como sabemos, as elites podem sempre pagar uma fiança avultada, neste caso 600 mil euros, e ficam imunes às decisões judiciais. Ter dinheiro coloca-nos, efectivamente, acima da justiça. Até porque a maioria dos criminosos não consegue açambarcar tanto.

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Da ignorância da nossa burguesia

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Descubro pelo José Simões que os nossos parolos, a malta da patronal, andam a viralizar isto, um erro, dizem eles.

No princípio era o verbo, ó analfacoisas.  Isto é um verso, um belo verso, até a poesia popular ultrapassou há muito a fase das quadras. Mas não lhes podemos exigir que lá cheguem, ainda pensam que o hino da mocidade é um poema.

A lama há-de engolir-nos

Não deve ter chegado a cinco minutos a “reportagem” (algum nome haverá que dar-lhe) a que assisti na Correio da Manhã TV. Quando passo por lá é em zapping acelerado, não vá salpicar-me naquele lamaçal interminável, mas desta vez, e suponho que seria porque era tarde e eu estava exausta e sem sono, deixei-me ficar a olhar. A notícia contava que uma mulher fora assassinada, outra ficara em estado crítico, ambas muito jovens. O homicida confesso, já detido, era o ex-namorado de uma delas. Depois de várias imagens dos familiares das vítimas lavados em lágrimas à porta do hospital, o “repórter” (algum nome haverá que dar-lhe) levou-nos a conhecer a mãe do homicida.

Uma mulher assustada, envelhecida, que respondia às perguntas como se estivesse a ser interrogada pela polícia, sem saber que não tinha porque fazê-lo. Abriu as portas de casa para que a filmassem. Pobre casa, de paredes de pedra, escasso mobiliário. Sobre um móvel, algumas garrafas de vinho, nas quais a câmara se detém com minúcia e malevolência. Este repórter quer deixar clara a sua mensagem. Não lhe chega acossar uma mulher assustada, é necessário que devassemos a sua intimidade e que o país lhe veja os pobres trastes e as garrafas de vinho. Vejam, ela bebe. Ou ela, ou o homicida, ou ambos. [Read more…]

Contos para crianças I: a competitividade

Empresas apoiadas pelo Estado pagam 505 euros a engenheiros e professores” (DN). Até António Nogueira Leite afirma que teria “vergonha” de contratar um engenheiro por 500 euros. I rest my case.

Governo aperta leis anti-tabaco

Proibição total em locais públicos e imagens de choque são algumas das propostas. Qualquer dia somos processados pela Philip Morris como o Uruguai.

Mais um tesoureiro partidário atrás das grades

Depois do caso Bárcenas no PP de Rajoy, foi a vez de Vaccari Neto do PT de Dilma Rousseff. Por ali culpam-se tesoureiros, por cá a culpa costuma ser dos técnicos.

Está tudo controlado

A Merkel já telefonou ao Coelho e o governo amanhã privatiza o FC Porto. Em Munique joga a equipa B, é claro.