As 106 fotografias do ano de Street Art

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As 106 imagens podem ser vistas na Street Art Utopia. Eis uma amostra, incluindo uma açoriana, de Ram Miguel & Gonçalo Ribeiro, adivinhem qual é…

Cavaco Silva, presidente do PSD

Cavaco Silva não é o presidente de todos os portugueses, porque não é meu, mas, pelo menos, poderia ter feito um esforço por me contrariar, tentando ser melhor. Não por mim, entenda-se, mas pelo país.

Mesmo admitindo que não sinta especial afeição por Passos Coelho, declarações como “não sei que Governo terá sido mais escrutinado do que este” ou que é “bom que os portugueses estejam conscientes de que os membros do Governo são pessoas e não super-homens, a que não se podem pedir milagres.” parecem revelar a absoluta parcialidade de alguém que deveria funcionar como um árbitro.

Se tivéssemos em Belém um Presidente de todos os portugueses, Passos Coelho teria sido chamado depois de ter aconselhado os desempregados a emigrar e o Orçamento de Estado teria merecido um pedido de fiscalização. Se Cavaco Silva não está ao lado de todos os cidadãos, o PSD pode, pelo menos, contar com o seu apoio. É, sem dúvida, um homem com sentido de família. Sentido de Estado é outra coisa.

Hoje dá na net: Brave new world (Admirável mundo novo)

brave new word

Hoje dá na net uma distopia, o oposto da utopia.

«Admirável Mundo Novo (Brave New World na versão original em língua inglesa) é um livro escrito por Aldous Huxley e publicado em 1932 que narra um hipotético futuro onde as pessoas são pré-condicionadas biologicamente e condicionadas psicologicamente a viverem em harmonia com as leis e regras sociais, dentro de uma sociedade organizada por castas.» [da wikipédia].

O Porto em 1956


Excerto do filme “O pintor e a cidade” de Manoel de Oliveira; para além de alguns comboios a vapor em São Bento e a caminho de Campanhã, surge também a ponte Maria Pia (então com 79 anos de idade) e as carruagens Schindler em início da sua carreira de meio século.

Desabafos de um português lisboeta

Se fosse o inverso, manifestaria igual repulsa. Preocupa-me a coerência.

Episodicamente mas de forma ofensiva do conceito de justiça,  a mistificação de que Lisboa e naturalmente os  naturais da capital  dominam o País é mesmo isso, uma mistificação, de uso fácil ao utilitarismo populista e ao jeito de quem utiliza a vitimização como arma – de Pinto da Costa a Alberto João Jardim. Do futebol à política.

Há múltiplos exemplos histórico-políticos da falsidade do pressuposto: Salazar, de Santa Comba Dão, companheiro e amigo do Cardeal Cerejeira (Vila Nova de Famalicão), é uma das múltiplas e penosas provas: 48 anos é muito ano! Cavaco veio da algarvia Boliqueime e governou o País durante uma década. Depois veio o lisboeta de Santos-o-Velho Guterres, com genes da Cova da Beira (Donas), seguindo-se Barroso (Nascido em Lisboa) mas reclamando raízes transmontanas. Sócrates, que a seguir nos calhou em sina , nasceu no Porto, mas toma os  afectos de Vilar da Maçada (Vila Real). Hoje temos um Coelho, conimbricense de origem, mas infante em Angola – Silva Porto e Luanda.

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Pior a emenda que o soneto

Boa música

O fadista Camané, na sua modéstia, típica dos portugueses, afirmou que ” è uma honra ser candidato [ao Óscar de Melhor Canção Original] ao lado de Lady Gaga e Elton John”.
Pois eu corrijo: devia ser, para os segundos, uma honra estarem ao lado de Camané. Em que é que a música de José Mário Branco e o poema de Manuela de Freitas (partindo das ideias de José Saramago sobre a vida e a morte) têm a menos que a música de Lady Gaga e Elton John? São, pelo contrário, muito superiores.
Espero que vença a profundidade, a contenção e a sensibilidade do nosso fado, eleito há pouco Património da Humanidade.
Espero que a Academia de Hollywood comece a ter bom gosto e a educar o grande público para apreciar a música de qualidade (e mais exigente) e, já agora, diferente!
Sei de um rio, por exemplo, a gente ouve e ouve e não cansa:

Cada cavadela, cada minhoca

Há professores a mais?

Dizem que sim, tenderá a haver porque a demografia isto, porque se fazem menos portugueses, aquilo. E assado. Será muito difícil perceber, seguindo os dados mais actualizados, que temos

matriculados no 3º ciclo 379229
alunos, mas no Secundário apenas 197582
igualmente distribuídos por 3 anos, o que dá um diferença de menos 181647?

É que o Secundário passa agora a obrigatório, ainda não se percebeu bem como mas passa, e não sendo de prever que esses 181647 concluam todos o 12º ano digamos que 150000 novos alunos precisam de uma data de professores, que podem muito bem ser recrutados entre os do 2º e 3º ciclo que entretanto  levam com a tal demografia, ou seja, se há ameaça de desemprego entre os professores nos próximos tempos tal vai acontecer no 1º ciclo, não vou sugerir que passem para o pré-escolar mas pessoalmente preferia lidar com bébés a viver sob o regime do Presidente Zédu.

A menos que Passos Coelho tencione suspender o Ensino Secundário obrigatório e o esteja a afirmar indirectamente, mas isso seria tão grave que não me atrevo a imaginar tanto.

Já agora, também não conheço o Paulo Guinote pessoalmente, e também não leio blogues. Constato é que os socretinos manipulavam números mas ao menos conheciam-nos, dos insurgentes passistas não se pode dizer o mesmo.

Governo português vende EDP ao governo chinês

Uma empresa que toma o nome da maior barragem do mundo, a Three Gorges  faz temer o pior.

EDP ou a “Casa Amarela”.

A EDP, que tenta ocultar o seu carácter empresarial feroz com a pele de um cordeiro filantropo, anda a pintar barragens de amarelo, sob o pretexto de Arte pública ou activo turístico. O Henrique Pereira dos Santos, consegue por-se na pele do lobo e chama-se a si próprio o conservador contraditório (eu chamaria a isso ser do contra, quando todos estão a favor e estar a favor quando todos estão contra). Eu acho que a EDP nos anda a roubar há tempo de mais. Com a agravante de pagar a alguém 150 mil euros (!) para gozar connosco em tom de amarelo. É como escrever num muro, em letras garrafais: ide-vos ****. Isto também pode ser considerado arte, pois as palavras também combinam bem com a natureza. Juízo! Até a população, que costuma usar a mesma paleta de cores que o Cabrita Reis nas fachadas das casas, acha a cor um asco. Uma habitante local chega mesmo a comparar o flagrante mau gosto com a bandeira nacional que podia lá ser colocada e tinha o mesmo efeito repelente. Não bastava a auto-estima deste país litoral estar em baixo, ainda vão ao interior atemorizar os pobres autóctones com a cor da loucura.

A Razão

adão cruz

A razão

tamanho de todos os céus no silêncio de sonho-menino os olhos cheios de serenas manhãs na frouxa luz do fim da tarde.

 A razão

palavra que se prende por entre as folhas dos álamos a doce margem de um regato no sobressalto do pensamento.

 A razão

saber se o tempo vai se o tempo vem no calendário do sonho não dar contas ao tempo de um tempo que se não tem.

 A razão

semente branca da vida no fruto maduro da tarde a esperança dos olhos frios na quente ilusão de outro dia.

 A razão

três lágrimas vertidas na corrente do alto rio um redemoinho de pedra e água brincando à beira do abismo.

 A razão

coração bem apertado nos braços da solidão a felicidade cantada sem voz nova na garganta.

 A razão

a firmeza do vento no rio que não volta atrás …ou a leveza do luar nas margens da sombra.

 A razão

coração cravado na erva espantalho de emoções longos braços de palha entrelaçados de ilusões.

Estátua ao Emigrante

Estação de Lisboa Santa Apolónia, versão Kaos.

Hoje dá na net: Animal Farm (O Triunfo dos Porcos)

Animal Farm (O Triunfo dos Porcos)

Aninal Farm (O Triunfo dos Porcos) é uma alegoria da autoria de George Orwell sobre o que se passou na Rússia entre 1917 e 1943. É também, para mim, a forma de me recordar que uma revolução é a melhor forma de tudo mudar sem nada se alterar.

Vai Devagar, Emigrante…

Não se sabe se leva consigo na bagagem o Troinca ou a puta-que-os-pariu…

Canta, Graciano, canta…

O regresso do FB leaks

O vanguardismo do costume

Há 6 milhões de pessoas em risco de morrer de fome e 200 mil em campos de trabalho, diz HRW

Não foi á toa que o PCP já se adiantou e cedo começou a distribuir condolências.

CP condenada a pagar milhares de euros a cada maquinista

Na sequência do acórdão do Supremo Tribunal de Justiça datado de 16/12/2010 o SMAQ, sindicato dos maquinistas, anunciou em comunicado datado de 14/12/2011 que “FACE À RECUSA DA CP EPE/CP CARGA DO PAGAMENTO DOS DÉBITOS SALARIAIS AOS MAQUINISTAS/TRACÇÃO, O SMAQ INDICOU BENS À PENHORA NA ACÇÃO DE EXECUTAÇÃO DA SENTENÇA DA RETRIBUIÇÃO VARIÁVEL, HOJE, 14DEZEMBRO 2011: OS BENS MÓVEIS E IMÓVEIS DA SEDE DA CP; TODOS OS VEÍCULOS AUTOMÓVEIS; CRÉDITOS DA CP PERANTE A ADMINISTRAÇÃO FISCAL; DEPÓSITOS BANCÁRIOS E TODAS AS RECEITAS DE BILHETEIRA DE Lx. ORIENTE, Stª. APOLÓNIA, ROSSIO, CAIS DO SODRÉ, CAMPANHÃ, S. BENTO E COIMBRA-B.
O montante em causa, nesta primeira fase, é 152.669,43 €; atingindo até 2006 o valor de 14.000.000 € para a totalidade dos associados, acrescendo ainda juros de mora e o pagamento dos anos seguintes a 2006. Quando o Presidente da CP EPE/CP Carga afirma que cumpre as Leis da República, deve cumprir também, num Estado de Direito Democrático as sentenças do Supremo Tribunal de Justiça, como é caso/acórdão – processo nº2065/07.5TTLSB”. PONTO!

Maquinistas.org

Jovem, se não queres emigrar, junta-te a uma juventude partidária

Aí, poderás ter o trabalho de lamber as botas certas e juntarás ao teu currículo os cartazes que colaste. No futuro, também tu poderás aconselhar outros a emigrar. Inscreve-te já, jovem: procura a tua zona de conforto.

Cavaco Silva a olhar pra cenas

Agora que Kim Jong-il já não olha para as coisas, nasceu este fotoblogue.

Não sei se vai incluir cenas com vacas. E espero que Cavaco Silva tão depressa não se meta num comboio.

Era uma vez a confiança

Por Santana Castilho

A solução para os gravíssimos problemas que nos afectam é um empreendimento colectivo. Mas todos os empreendimentos colectivos falham se a sociedade não sentir confiança. As pessoas aceitam os sacrifícios se as convencerem de que eles resolvem os problemas. Confiança e reciprocidade são palavras-chave. Infelizmente, o Governo ignora-as.

Os portugueses estão mergulhados em sofrimento: famílias envergonhadas, lançadas numa pobreza com que nunca sonharam; velhos sem dinheiro para a farmácia; jovens sem horizontes de futuro; crianças com fome; professores sem escola; desemprego galopante; empresas falidas; assaltos violentos todos os dias. Tudo contemplado por um Governo incontinente nas nomeações políticas, imoral na distribuição de benesses, insensível, perito em abater, incapaz de erigir, que não gera confiança.

 
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Olhar Para as Cenas

Tem que nascer duas vezes quem olhe para as cenas como Ele.

Prendinha de Natal

Ouçam com atenção


Este homem é conhecido por ser um demagogo fala-barato, mas o que aqui diz, faz algum sentido. Algum? Não, muito.

Hoje dá na net: Ilha das Flores

Ilha das Flores é um filme de curta-metragem brasileiro, do gênero documentário, escrito e dirigido pelo cineasta Jorge Furtado em 1989, com produção da Casa de Cinema de Porto Alegre.

Tomates, Homens, Lixo, Dinheiro, Religião. Uma das melhores curtas que já vi.

Inspeção técnica dos edifícios ou o ganha-pão de uns quantos

«Desafio o PSD e o Governo a tornar obrigatória a inspeção técnica dos edifícios, à semelhança do que acontece com os carros, para permitir a sua habitabilidade», disse Helena Roseta, numa conferência sobre a reforma da Lei de Reabilitação Urbana, organizada pelo grupo parlamentar social-democrata. [TSF]

Ouvi com incredulidade esta proposta da inspecção técnica de edificios obrigatória a cada 8 anos. Que até já teve o aval do senhor Ruas.

Se alguma vez isto entrar em vigor, será mais uma investida da máquina burocrática estatal contra o individuo. Com a habitual desculpa de ser para o bem de todos, isto não passa duma proposta para, novamente, o Estado se substituir ao cidadão e uma desculpa esfarrapada para uma infinidade de tachos, de mais técnicos e de rendas e vendas mais caras. Tudo com o alto patrocínio dos habituais parvos – os contribuintes.

Esta gente só não merece o desprezo total porque a loucura deve ser supervisionada. Livrem-nos destes que acham que ter o poder lhes dá legitimidade para todo o devaneio que lhes aprouver.

Boas notícias, porém, para alguns técnicos, que assim poderão ganhar mais trabalho (sintam-se à vontade para me insultarem na caixa de comentários).

A emigração explicada aos ingénuos e outros tristes

Está tudo aí, no poema de Rosalía de Castro adaptado e musicado por José Niza e superiormente cantado pelo Adriano Correia de Oliveira.

Para cabeças mais duras, como as que ainda tentam inventar vantagens económicas, recomendo a leitura de Emigrantes ameaçam cortar remessas, uma grande contribuição de Paulo Portas para o PIB nacional.

Personalidade bipolar – Conselho de Administração da CP

O Conselho de Administração da CP desmente-se a ele próprio com escassos dias de intervalo.
No número 2, 2º quadrimestre de 2011, da revista “Grupo CP em revista” (imagem acima) o presidente do Conselho de Administração da CP, em entrevista cedida a este órgão de informação interna, afirma peremptoriamente que “o pagamento atempado dos salários, o pagamento dos descontos para a Segurança Social e dos impostos ao Estado, bem como os pagamentos a fornecedores, não está nem nunca esteve minimamente em causa“. Mais ainda, José Benoliel diz que “as receitas obtidas na bilheteira são suficientes para liquidar essas responsabilidades”, garantindo inclusivamente que não vislumbra “razões que possam levar os trabalhadores da Empresa a ter preocupações com o pagamento atempado dos seus salários”. O responsável máximo da CP informa-nos também nesta entrevista que no primeiro semestre de 2011 a CP registou em comparação com o período homólogo de 2010 uma melhoria de cerca de 24,4 milhões de euros no Resultado Operacional.

«COMUNICADO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO
Caros Colaboradores,
Face a gravidade da situação financeira da empresa e das insuficiências momentâneas [Read more…]

Votação: Blogues do ano – 2011

Tendo em conta a saga que, nos últimos anos, tem sido a eleição do melhor blogue do ano, nas suas diversas categorias e modalidades, o Aventar entendeu promover uma votação respeitante aos melhores blogues de 2011.
Para o efeito, estamos a elaborar listas de blogues, a partir do blogometro, que poderão ser acrescentadas e corrigidas por todos os interessados que manifestem essa vontade na respectiva caixa de comentários.
O principio é simples: todos os blogues têm direito a serem votados, todos os potenciais eleitores terão direito a votar em quem mais gostaram de ler.
Até ao final do ano de 2011, sempre assumindo a caixa de comentários como um forum aberto de participação e discussão, começaremos por criar uma lista de categorias, colocar nelas os blogues potencialmente concorrentes, e proceder a uma votação, utilizando o software de sondagens do wordpress.
Como é óbvio o Aventar estará excluído desta votação, e avança para ela com algum trabalho de casa, a Blogopedia que tivemos no ar enquanto estivemos alojados num servidor a expensas próprias, e que continua guardado em formato wiki. O espírito e regra serão exactamente esses: discussão aberta, processos transparentes, decisões claras. O colectivo Aventar só intervirá em última instância, esperando-se que tal não necessário.
Para já, deixamos aqui a lista de categorias que servia de base de trabalho à blogopedia com o pedido a todos, autores, comentadores e leitores de blogues portugueses, até passarmos à fase seguinte.
  • Actualidade Política
  • Desporto
  • Fotoblogs pessoais
  • Fotografia
  • Educação
  • Culinária
  • Televisão
  • Religião
  • Locais
  • Publicitários
  • Eróticos
  • Moda
  • Cinema
  • Livros
  • Poesia
  • Íntimos
  • Pessoais
  • Diários de Bordo
  • Saúde (acrescentado)
A estas acrescente-se:
  • Blogue revelação (blogues que nasceram em 2011)
  • Autor/blogger do ano
Este artigo será reeditado, mantendo o mesmo endereço, a partir da colaboração dos seus leitores.

 

ACTUALIZAÇÃO

blogs do ano - 2011
Blogues do ano – 2011
Regulamento e calendário publicados. Inscrições abertas até 13 de Janeiro.

Emigrar, pois claro

Desde o início que este Governo afirmou que, entre outras coisas, queria reduzir a despesa pública, aumentar as exportações, melhorar a balança de pagamentos e diminuir o desemprego. Sendo assim, a melhor maneira de fazer tudo de uma assentada é promover a emigração.

Com gente a emigrar, temos menos povo a encher hospitais, a pedir subsídios ou a fazer despesa ao Estado. Poupa-se no Serviço Nacional de Saúde, poupa-se na Segurança Social, etc. É só poupar.

Depois, exporta-se aquilo que cada vez há mais: desempregados. Ao exportar, não só diminuímos o desemprego, como ainda se melhora a balança de pagamentos quer pelas próprias exportações quer pela remessa de poupanças dos emigrantes para Portugal. Até mesmo porque fica sempre cá alguém da família. Sim, porque há sempre gente teimosa.

Até se deveria reformular o lema da diáspora, para “Emigrar é preciso. Viver não é preciso”. Os tempos mudam, e os lemas também deviam mudar.

Pela primeira vez há uma verdadeira política de emigração. Aliás, política de incentivo à emigração. E numa altura em que tanta gente fala que há falta de estímulo e de incentivos.Com a emigração não faltam novos horizontes. São horizontes a perder de vista. Não falta mundo.

Antigamente, nos tempos idos de Salazar, que era muito bom gestor e sabia fazer contas, e de Caetano, que até gostava de conversar com as famílias portuguesas, nem um nem outro deu palavras de incentivo a emigrar. As pessoas tinham de ir por iniciativa própria, sem uma palavra de estímulo, nem nada. Ao menos, agora, há um Governo solidário. E as pessoas ainda reclamam. Com franqueza!