Afinal tudo se passou no sábado, a notícia é que só saiu hoje. Hilariante é isto:
A PSP garantiu esta terça-feira que “não tem registo de qualquer intrusão no seu site externo ou na rede de informações/procedimentos policiais”, numa nota publicada no Facebook, reagindo à divulgação de uma lista contactos de 107 polícias de Chelas.
Na mesma nota, a Polícia de Segurança Pública reconhece que “existem tentativas externas de intromissão no site institucional” da força policial, “que não surtiram efeito até ao momento”.
É que basta seguir o tuíte, a menos que o documento tenha sido uma prenda de natal.









O imaginário europeu no que diz respeito ao continente Africano ainda se encontra totalmente turvado pelo que podemos denominar um excesso de exotismo. Aparentemente, por mais que se leia e se discuta sobre África e sobre os seus problemas de cariz estrutural, nunca se está preparado para o choque ‘cultural’ que acarreta o mergulho no seio das suas dinâmicas sociais. Pelo menos para mim foi assim. Caindo no risco do exotismo bacoco, atrevo-me a dizer que há qualquer coisa de indizível sobre África que tem de ser experimentada no corpo.


![By MEDEF [CC-BY-SA-2.0 (www.creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0)], via Wikimedia Commons](https://i0.wp.com/aventadores.wpcomstaging.com/wp-content/uploads/2011/11/640px-christine_lagarde_-_universitc3a9_dc3a9tc3a9_du_medef_2009.jpg?resize=640%2C426)









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