Por Ergo Res Sunt
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Por Ergo Res Sunt
Cavaco Silva, o chefe de gabinete de Passos Coelho, aproveitou o seu discurso nas comemorações do 25 de Abril para explicar que o país, graças ao governo, está melhor, apesar das “consequências gravosas”, o que poderia ser engraçado, se não fossem as consequências, e poderia ser inteligente, se fizesse algum sentido um país estar bem, quando os cidadãos estão mal. [Read more…]
Sou muito democrata, mas no fascismo estava melhor. E estava, ele e os seus.

Aquele que na hora da vitória
respeitou o vencido
Aquele que deu tudo e não pediu a paga
Aquele que na hora da ganância
Perdeu o apetite
Aquele que amou os outros e por isso
Não colaborou com a sua ignorância ou vício
Aquele que foi «Fiel à palavra dada à ideia tida»
como antes dele mas também por ele
Pessoa disse
Sophia de Mello Breyner Andresen
O Público de hoje traz depoimentos de 55 personalidades sobre aquilo que melhorariam na democracia portuguesa. Muitas das declarações não passam de colagens de banalidades românticas, ingénuas e tardo-adolescentes. Outras, pelo contrário, são estruturadas e fazem uma leitura política de um tema naturalmente político.
Serve esta introdução para dizer que, se houve depoimentos mais importantes e lúcidos do que outros, aquele que mais me tocou e melhor põe o dedo na(s) ferida(s) pertence a Gonçalo M. Tavares, e não é “político”, nem “programático”, nem sequer “objectivo”, muito pelo contrário: é metafórico, artístico e literário, na melhor acepção dos termos. No entanto, estas parábolas ilustram na perfeição a situação de “captura democrática” em que vivemos
1 –“O cantor”
Um pássaro foi atingido com um tiro na asa direita e passou por isso a voar na diagonal.
Mais tarde foi atingido na asa esquerda e viu-se obrigado a deixar de voar, utilizando apenas as duas patas para andar no chão. [Read more…]
Tinha eu apenas quatro anos e não poderia saber coisa nenhuma, muito menos que se as ruas ferviam, era mais ou menos por acaso, porque acidentalmente uma corporação militar andava insatisfeita e, infeccionada com o messianismo soviético, achou que podia mudar o muro que lhe barrava a progressão na carreira, revestindo-se de veleidades golpistas e revolucionárias à maneira bolchevique, custasse o que custasse, desse por onde desse.
Depois, só muito depois, fui compreendendo a estirpe de eventos, mobilizações e aquisições que se sucederam no e após o 25 de Abril, uma Revolução Acidental que deu com um Povo Romântico, Manso, Dorido, Domesticado na Pasmaceira Doméstica Paterna do falecido dr. Salazar, Povo Apático, Amarelo, Pobre, Bruto, cujos filhos se submetiam a trabalhos, dores e agruras nos vários teatros de guerra em África, sangrando, morrendo, perdendo a cabeça e infectando as partes despudicas com fardos de africanas. Revolução que depois ganhou uma espécie de vida própria caminhando mal equilibrada no grande arame geoestratégico mundial, entre o perigo de fazer-nos resvalar para um Estado Cubanizado no Extremo Ocidental da Europa, seguido de uma Anexação pela Espanha Franquista, ou para um Mix Nem-Carne-Nem-Peixe de NeoCorporativismo Maçónico, Democrathíbrido, onde à figura de um Ditador sucede simploriamente a figura de um Chupador Elegível, basicamente os vascos, os soares, os almeidas santinhos, os eternos cavacos, gente que cresceu a arrotar democracia e a tratar mal as escoltas policiais, gente que tirava sonecas entre pregações e tinha o Estado a pagar-lhe as multas por excesso de velocidade e excesso de liberdade, gente que era democraticamente papal e democraticamente infalível às claras e que cresceu ainda mais por décadas na sombra, convertendo-se em eminências pardas e tutelares de uma Coisa Rendosa para Si — o Regime, as suas Fundações e Privilégios — Regime tão deles e Coisa tão rendosa, que não há dúvida enriqueceram fabulosamente e influenciaram fabulosamente, eles e quantos mais chuparam a República até às consequências que hoje, mais swap menos swap, estão à vista de todos. [Read more…]
Foto de Diogo Baptista, encontrada aqui
Esta canção é todo um programa e volto sempre a ela quando as coisas se confundem e o mundo parece perder o rumo.
Que sociedade queremos construir e para quem? Quem deve estar no centro das decisões políticas? Os políticos eleitos devem estar ao serviço de quê? Queremos, ou não, um mundo mais justo e inclusivo?
Porque a nossa liberdade não acaba na liberdade de expressão. Aí, ela apenas começa.
Eu era uma criança.
Gostava de ter vivido aqueles momentos de apreensão mas também mágicos que acompanharam a revolução e ficaram para além dela.
Gostava de ter podido abraçar sentidamente aqueles Homens, em nada parecidos com os homúnculos que hoje por aí pululam.
De ter podido dizer-lhes «Obrigada» de rosto lavado em lágrimas e voz embargada.
De ter podido entregar um cravo vermelho a cada um deles.
De ter podido dizer-lhes que agora sim, agora é que o futuro nos ia sorrir. Agora é que iríamos concretizar a nossa grandeza, graças a eles.
De os ter acompanhado pelas ruas fora.
De ter ficado com o seu cheiro entranhado nas minhas roupas que não lavaria nem usaria jamais, de modo a perpetuar aquele odor heróico.
De ter abraçado todos aqueles com quem me cruzasse, subitamente transformados em meus irmãos na felicidade de concretizar um futuro sonhado.
De ter sentido aquele saborzinho único que fica quando a justiça impera e quando sabemos que vivemos momentos especiais.
De ter visto o povo nas ruas, cada vez em maior número, uns com olhares de medo, olhando ainda de soslaio, tentando perceber onde andaria o «bufo» mais perto de si, outros com um sorriso de orelha a orelha, sonhando já com o amanhã em liberdade.
De ter presenciado as reacções dos meus pais, de lhes ter lido o medo. De, depois, rir com eles, e construir sonhos de alegria, de igualdade, de justiça social.
De entoar lindas e frescas canções de revolução, liberdade e esperança.
Sim, o dia 25 de Abril de 1974 amanheceu especial e histórico e eu, infelizmente, era demasiado criança para o viver intensamente ou para simplesmente o viver.
Ainda assim, nunca é tarde para isto:
OBRIGADA por tudo o que fizeram pelo nosso país.
Não faz referência ao 25 de Abril. Tá mal!!! Sinceramente, hoje quero 25 de Abril Sempre, estou-me a marimbar para os 96 anos da Ella Fitzgerald!
Na rua, é claro, o natal é que se faz em casa.
Palácios de São Bento e Belém fechados aos cidadãos no 25 de Abril
São estes os nossos bravos estadistas, que se fecham numa redoma.
25 de abril sempre e, por estes dias, mais que nunca!
Estou bem no interior do Alentejo. Terra de pouca gente, larga maioria de idosos, mas de memória bem viva e sólida. Jamais esquecem a data. No café da vila, à hora do café e do bagaço após o almoço, combinavam os festejos para a meia-noite. Haverá febras, pedaços de Javali caçado na reserva do clube local e mais uns petiscos, pão alentejano… ah!, e o vinho d’um cabrão oferecido pela Junta, a escorregar pelas goelas abaixo, que é uma maravilha.
Sempre foi e continuará a ser assim – juram-me – as comemorações do 25 de Abril aqui na terra. – Não nos vergamos a esta cambada que nos rouba e desgoverna – diz-me um homem de cinquenta e tal anos. – Hão-de cair, como todos os que nos atraiçoam – acrescenta, confiante.
Ouvi apenas. Sem comentar. Evitei desiludir quem comemora e sente com alegria o 25 de Abril, desde sempre. De mim para mim, penso no Passos Coelho, na Paula Teixeira da Cruz, no Relvas que já partiu e no Pedro Pinto. Todos estes e congéneres, no 25 de Abril de 1974, viviam em Angola. Sem saber sequer das mortes, dos sacrifícios e de inúmeros riscos de militares, idos da Metrópole, para defender as vidas e patrimónios das suas famílias. Iguais a tantas da burguesia colonial.
Um dia destes, falando dessa gente ignóbil e dos ‘gaspares’ que se lhe juntaram, dizia-me um alentejano: – Eles não são retornados…são apátridas. – É isso, apenas um conjunto de apátridas, à frente da governação, por escolha de um povo sem saber, sorte e norte, é capaz de tranquilamente transformar Portugal, no País envelhecido, deserto, falido, sem rumo, que os mais novos, e portugueses legítimos, são forçados a deixar para trás. Uns com amargura e saudade, outros ressentidos e dispostos a não regressar tão depressa.
O País, por força de políticas desumanas e anti-patrióticas, está gravemente enfermo. Sem querer quebrar o ânimo alentejano dos festejos de logo, à meia-noite, com foguetes no ar, gritos de alegria, canções que a revolução inspirou, e vice-versa, lá regarei o pedaço de pão e a febra com o vinho que, também a mim, me transportará à excitação e esperança de ver regressar o 25 de Abril, do lugar onde está amarguradamente prisioneiro, livrando-se de amarras semelhantes àquelas que aprisionavam tantos anti-fascistas libertados na histórica data de 1974, no derrube da ditadura.
Viva o 25 de Abril!
Cortam-se 800 milhões, mas não se diz como. Quem corta tem medo.
Desde a década de 70 que o 25 de Abril deixou de ter manifestação em Coimbra. Desde a década de 80 que nem sai à rua, o convívio da noite de 24 para 25 começou a fazer-se no espaço mais reduzido de uma colectividade.
Tenho pois que agradecer a Pedro Passos Coelho: este ano voltamos a ter manifestação, entre outras iniciativas. Obrigado: quem consegue unir e reunir o meu povo merece os mais rasgados elogios. E é sempre bom saber que assim vai cavando a sua própria sepultura.
Nos dias que correm tenho-me lembrado de uma alta patente militar, da oposição ao regime de Salazar, com quem tive uma conversa antes de 1974. Tinham ocorrido manifestações de estudantes que, pela primeira vez, partiram à pedrada montras de bancos para os lados da Escola Politécnica. O militar estava contra e achava incivilizado. Eu, subscrevendo Gondi quando afirmou que “quando os que mandam perdem a vergonha, os que obedecem perdem o respeito”, respondi enxutamente que preferia ver as pedras atiradas à cara dos governantes e que me nauseava uma oposição de opereta que não passava de cartas clandestinas e abaixo assinados que a Pide valorizava prendendo os seus signatários. Ele achou, escandalizado, que eu sugeria um desconchavo. Ficámos desentendidos. Mas não havia nada a fazer com um homem que acreditava no Pai Natal e na amantíssima esposa, uma que lhe fazia inenarráveis cenas de ciúmes e o deixou cego e paralítico com umas doses de arsénico quando se apaixonou por outro mais novo. Voltei a encontrá-lo depois do 25 de Abril, muito eufórico e a querer saber se a coisa tinha sido a meu gosto. Ficou fulo quando lhe respondi que tinha preferido uma revolução com grande fartura de pancadaria e contas ajustadas, mais me parecendo aquilo um golpe de floristas a prometer muita cobardia e confusão. Infelizmente, não me enganei. Aquilo que mais abominei no regime de Salazar foi a hipocrisia e a perfídia com que castrou o povo. Quando dali a pouco se cometiam as maiores tratantadas, vi com desgosto que ninguém tinha estaleca para pegar em democratas do 26 de Abril pelos fundilhos e atirá-los de janelas altas, pondo tudo na conta da “justiça revolucionária” propagandeada pelos arautos dos amanhãs que afinal não cantaram. Com isso tinham-se evitados grandes crimes sobre o corpo martirizado da Pátria, porque há uma gentinha neste mundo que só percebe e acorda à estalada. É uma perda de tempo a gentileza e as boas maneiras com tal gentinha.
Na minha geração houve muitos adeptos do politicamente correcto que é como quem diz, muitos com coca cola nas veias, sendo que a coca cola é a água suja do capitalismo. Que a terra lhes seja leve. Felizmente, quase 40 anos depois, há uma geração que se borrifa no politicamente correcto e trata os políticos desavergonhados como eles merecem ser tratados.
Afinal, há motivos para esperança. Bendita juventude!
O Movimento Revolução Branca assume-se como porta-voz de alguma revolta e de muitas preocupações e pretende passar à acção, nomeadamente através da Apresentação da Participação crime contra titulares de cargos políticos. É obrigatório, no mínimo, ler e reflectir.
Não é preciso calcorrear muito o Porto para confirmar que a cidade se vai transformando numa sucessão de edifícios em ruínas. Propriedade privada e pública entregue às pombas e aos ratos, a ruir lentamente aos olhos de todos. Os proprietários privados não podem ou não querem recuperar os seus edifícios, ou simplesmente estão longe e tanto lhes dá (experimentem pedir o contacto dos proprietários de prédios em ruínas e verão quantos moram fora da cidade).
A Câmara do Porto não dispõe de meios para recuperar todos os edifícios sob a sua alçada, já sabemos. Ora, essa insuficiência de meios poderia fazer supor que a autarquia aceitaria de bom grado, até com gratidão, qualquer proposta de intervenção cívica, não dependente de subsídios camarários, que pretendesse reabrir espaços que a autarquia foi deixando encerrar e os devolvesse à comunidade, mas a actuação recente da autarquia demonstra, de forma totalmente ilógica, o contrário. [Read more…]
Documentário experimental no inconfundível estilo de Edgar Pêra, mais ao jeito de “remix”, com base nos arquivos do 25 de Abril. É um filme sobre o fim do fascismo e o 25 de Abril, visto a partir das ruas e dos rostos das pessoas. Mais do que mostrar a revolução militar, revela a adesão popular ao movimento. Imagens e sons do passado (a ditadura e a libertação) misturam-se com imagens e sons do presente (manifestações de apoio à independência de Timor).
Mais logo, em Águas Santas / Maia (Centro Cultural dos Moutidos), vamos falar sobre o 25 de Abril. A entrada é livre. Como o 25 de Abril. A organização é da A.C.R. “Os Fontineiros da Maia”.
Até logo:

Santarém, Jardim dos Cravos. Homenagem a Salgueiro Maia.
25 de Abril de 2012. © Um Amigo.

«História de uma Flor» é um livro para crianças escrito por Matilde Rosa Araújo. A Revolução de Abril é retratada de forma lúdica através da história de uma flor, que passa de escura a vermelha, de sozinha a acompanhada, de triste a alegre. O livro está disponível na sua totalidade no Cata Livros, um site muito giro da Fundação Gulbenkian que reune um conjunto de obras infantis da maior importância.
No Dia da Liberdade, olha-se para a democracia portuguesa com mais atenção e reparamos que não anda de boa saúde, está frágil, tristonha e sem graça como o tempo metereológico. Este diz que está em crise, o outro “com baixa intensidade”, aquele outro que “os interesses do povo não estão à frente de coisa nenhuma” e ainda que “não há condições para uma democracia plena”. Que “temos hoje uma democracia autoritária” que “a negociação social desapareceu” que os que nos governam estão a fazê-lo “sem norte, sem um plano estratégico para o futuro”. Que “até os direitos dos cidadãos passaram a ser problemas para a economia”. Que a sociedade civil não é ouvida nem achada, numa sociedade de obscenas desigualdes.
Freitas do Amaral pergunta, através das palavras de Cícero: “até quando, Catilina, abusarás de nossa paciência”.
Já não há pachorra para comemorações e seus discursos furados e vazios de verdade.
Hoje, a minha leitura do Público ficou pelos seguintes temas: 25 de Abril, «fragilidade da democracia portuguesa» e Miguel Portas. Mas, sem dúvida, o que mais me impressionou foi a homenagem que Rui Tavares faz ao amigo, numa crónica cujo título é uma expressão usada por Miguel Portas quando este se referia ao seu estado de saúde: «Isto irá».Tavares escreveu: [Read more…]
Santana Castilho *
1. Comemora-se hoje o 25 de Abril. Foi há 38 anos. “O País perdeu a inteligência e a consciência moral. Os costumes estão dissolvidos e os caracteres corrompidos. A prática da vida tem por única direcção a conveniência. Não há princípio que não seja desmentido, nem instituição que não seja escarnecida. Já não se crê na honestidade dos homens públicos. O povo está na miséria. O desprezo pelas ideias aumenta em cada dia. Vivemos todos ao acaso. O tédio invadiu as almas. A ruína económica cresce. O comércio definha. A indústria enfraquece. O salário diminui. O Estado tem que ser considerado na sua acção fiscal como um ladrão e tratado como um inimigo”. Estas frases corridas pertencem a Eça de Queirós e foram citadas por Paulo Neves da Silva, em livro editado pela Casa das Letras. A quem revê nelas o país em que hoje vive, pergunto: e não fazemos nada? [Read more…]


Historicamente, os partidos tradicionais de direita que aceitaram alianças com a extrema-direita achavam sempre que os conseguiriam domesticar e conter dentro das instituições democráticas. Uma estratégia que correu invariavelmente mal na Europa dos anos 30 e que, passados 100 anos, continua a correr mal aos partidos que ocupavam o espaço da direita moderada. Julgando aplicar […]

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
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