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O Futebol Que Importa
É o Popular. Devo ser o único português que não está a ver futebol da televisão neste momento…
Financial Times alemão apelou ao voto dos gregos no ND

Na passada quinta-feira, o Finacial Times alemão apelou, em grego, ao voto no Nova Democracia. Na sexta-feira, foi o presidente do presidente do Bundesbank dar uma entrevista conjunta ao PÚBLICO, ao El País, ao Corriere della Sera e ao Kathimerinion onde defendeu a ortodoxia económica segundo o ponto de vista alemão.
A política europeia está ainda mais baralhada do que a sua economia, o que é deveras preocupante, já que foram as erráticas políticas europeias e nacionais que até aqui nos conduziram.
Seguem-se os respectivos textos em alemão e em português (tradução livre).
O dia do euro
Hoje há eleições na Grécia e jogo de futebol que decide a continuação da equipa portuguesa no campeonato. Dois euros, duas realidades. Suspeito que os portugueses saibam sobre a segunda do que a primeira.
Nota Explicativa de Carlos Fiuza para as 19h45
Carlos Fiuza acaba de publicar na sua página do Facebook uma importante nota explicativa sobre o acontecimento das 19h45.
Ei-la:
«Contas da qualificação ‘for dummies’:
– Se ganharmos à Holanda e a Dinamarca ganhar por 1-0 à Alemanha, vamos jogar com a Grécia
– Se ganharmos e a Dinamarca NÃO ganhar por 3-2 ou 4-3, vamos jogar com a Rep. Checa
– Se empatarmos e a Dinamarca também empatar ou perder, vamos jogar com a Rep. Checa
– Se perdermos por um golo e a Dinamarca também perder, vamos jogar com a Rep. Checa
– Qualquer outro desfecho, vamos jogar para a praia…»
A Curiosity está quase a chegar
O rover Curiosity está perto de terminar a primeira parte da sua odisseia, está quase a chegar a Marte. Este prodígio está neste momento na seguinte posição:

1 Posição actual da nave espacial
Uma selecção de fotos da missão, depois do corte.
A Grécia Antiga
Documentário que aborda de forma lúdica e divertida a história da Grécia Antiga. Ideal para iniciar esta matéria.
Da série Filmes completos para o 7.º ano de História
Tema 2 do Programa: A Herança do Mediterrâneo Antigo
Unidade 2.1. – Os Gregos no século V a. C.: O exemplo de Atenas
A TDT e o fim do mito do Portugal tecnológico e inovador

“A imagem parada, a olhar para nós sem dizer nada” diz uma pessoa do Sardoal. São retratos de quem foi aconselhado pela PT a comprar o descodificador mas que não funcionou, acabando por comprar o conjunto de recepção por satélite. Testemunhos de quem quer ver a televisão para a qual paga mensalmente uma taxa mas que, à noite, não funciona.
E os espanhóis sabem disso?
Bem sei que o coordenador de Transportes da Comissão Europeia enviou uma carta ao ministro da economia português e à sua homóloga espanhola, mas já vi tanta coisa negociada, renegociada, abandonada, retomada sempre com prejuízo para o erário público e satisfação de alguns interesses privados, que não me admiraria que o comboio chegasse à fronteira e não coubesse nos carris.
Coitadinhos dos privados, lá teriam que ganhar mais uns milhões a construir uma plataforma de transbordo em alta velocidade e ficariamos com mais um elefante branco nas mãos, sem préstimo nem utilidade.
Por falar em elefantes brancos: o aeroporto de Beja recebeu 2568 passageiros num ano de actividade. Custou 35 milhões de euros, mais custos de manutenção e de operação. Havia uns líricos – que deviam ir presos – que previam tanto tráfego que exigiria ainda um investimento adicional de 39 milhões de euros. Conheça a história rocambolesca de um aeroporto oferecido às moscas, mosquitos e a outros voadores de pequena dimensão.
Martha Payne’s Food-o-meter
Não sei bem o que os meus alunos comem. Mas presumo que parte dos seus recursos para alimentação se destinem a matrecos, sumos e croissants. Sublinhe-se que por mais suculento seja o menu proporcionado pelas escolas, comer mal fora da escola, comer vento fora da escola, frequentar o McDonald’s da esquina, são opções que hão-de ganhar aos pontos todas as vezes que é possível fugir às refeições escolares, o que em todo o caso parece ser raro. A ideia de avaliar o que se come ali não deveria atemorizar absolutamente ninguém, mas constituir um desafio congregador no sentido do aperfeiçoamento desse tipo de serviços. Não foi o que pensaram os que determinaram proibir fotografias num blogue tão útil e bem sucedido para o conhecimento íntimo e aperfeiçoamento da comida escolar, como o NeverSeconds, [Read more…]
Um gesto de silêncio
(Adão Cruz)
Todos nós temos os nossos desertos pequenos ou grandes e
todos nós temos os nossos labirintos pequenos ou grandes
simples ou complexos
Os caminhos e os percursos entre os nossos desertos e os
nossos labirintos mais rectos ou mais sinuosos são ao fim e
ao cabo os caminhos da nossa vida
E esses caminhos são feitos predominantemente de silêncio
A grande força da nossa vida reside no silêncio [Read more…]
Construindo um Império: Grécia
Documentário do Canal História, legendado em português, que aborda de forma geral a história da Grécia Antiga e toca em diversos pontos do programa. Ideal para iniciar esta matéria.
Da série Filmes completos para o 7.º ano de História
Tema 2 do Programa: A Herança do Mediterrâneo Antigo
Unidade 2.1. – Os Gregos no século V a. C.: O exemplo de Atenas
Grupo Mello encerra lar no Parque das Nações
Residentes sentem-se prejudicados – que chatice, aqui não há um estado para assegurar lucros grandes como nas PPP, chutam-se os clientes, pois claro.
O fim anunciado de muitos blogues
O serviço weblog.com.pt vai fechar no dia 22. É mau. Mesmo com a possibilidade de se exportar para outra plataforma perdem-se muitos conteúdos e todas as ligações, vulgo links.
No meu caso a perda será neste caso mínima, mas anda por ali muito conteúdo que nos fará falta a todos. Como sucedeu com o encerramento do Terràvista (que tinha só a esmagadora maioria dos conteúdos portugueses do século passado) escolher uma plataforma de publicação tem que ser bem pensado, sempre garantindo a possibilidade de exportação fácil, e confiando pouco em plataformas nacionais.
Acordo Ortográfico: entremez muito simples sobre a arte de não responder
Esta caixa de comentários inspirou-me o pequeno divertimento que se segue. O visado perdoar-me-á. Ou não.
Personagens: Nabais e Silva
O que faz mal às pessoas
O SNS não será nem é sujeito a nenhum tipo de racionamento desta forma. Vamos ter é uma racionalização cada vez mais no sentido de só fazermos às pessoas aquilo que faz bem às pessoas
Fernando Leal da Costa é médico e secretário de estado. Já teve a lata de querer poupar nas terapias que prolongam por pouco tempo a vida de alguns doentes de cancro. Agora pelo que se percebe descobriu que o Serviço Nacional de Saúde faz coisas que não fazem bem às pessoas. Não fazendo bem é suposto que ou fazem mal ou são placebos. Ora se isso existisse no SNS não era caso para poupar, mas sim para exterminar. Entretanto começamos todos a desconfiar que Leal da Costa não é um placebo, faz mesmo mal às pessoas. Precisa de ser removido, com urgência, tal como toda a equipa ministerial de privatização da saúde.
Internet sem fios gratuita para todos
Parabéns S. João da Madeira. Às vezes, ser o concelho mais pequeno do país, compensa.
Tudo farinha do mesmo saco
Seguro não vota contra o governo. É a abstenção violenta mas construtiva.
O fosso que todos ajudamos a cavar
O fosso de que se trata neste post é aquele que “se cava” entre a política e a vida.
Não somos apenas nós, cidadãos comuns, que o dizemos (sobretudo sentimos). São também, pelos vistos, alguns políticos como o deputado do PS Francisco Assis, que escreveu ontem no Público: “Quando entre a política e a vida se cava um fosso, tudo pode acontecer”.
Eu quero e preciso acreditar que ele, enquanto agente político, está a ser sincero e a trabalhar no bom sentido ou de boa fé para o bem comum.
Ele reconhece a “profunda distância que separa o discurso prevalecente na política do mundo concreto da vida”.
Ele sabe, ou finge saber, ou isso lhe interessa (maquiavelicamente) que, para nós, homens e mulheres comuns, os discursos políticos já não significam nada, que são «montados» de “palavras ocas”. Assis refere-se sobretudo aos homens e mulheres “que se limitam a viver uma vida sem esperança, sem futuro, sem projecto, quase sem dignidade”.
“Tudo pode acontecer”. Tudo pode acontecer quando se cava um fosso entre a política e a vida. Já conhecemos muitos exemplos disso mesmo.
O fosso está cada vez mais profundo.
Mas nós, às vezes, damos uma ajudinha e não é só pelo voto…
Um exemplo: foram criados 1008 movimentos na sequência da iniciativa do governo «O Meu Movimento». Ideias boas e reveladoras de um interesse genuíno dos portugueses em melhorar este país.
Um apenas foi recebido pelo PM (eles a cavar com toda a força): o movimento denominado «Abolição das Corridas de Touros». Teve mais de 8000 apoiantes (a nossa ajudinha). Não havia causas mais importantes a apoiar? Porque ganhou esta? O que se passa connosco? De que estamos à espera?
Não sou contra os touros, mas os portugueses estão a precisar mais de serem ouvidos e atendidos… Foi desperdiçada uma grande oportunidade. Mais de 1000 pessoas registaram as suas preocupações através da criação do «seu» movimento, para depois ser selecionado apenas 1. Entre os 4 primeiros com mais apoiantes, 2 manifestam preocupação pelos animais…
Para quando uma audiência com os graves problemas das pessoas?
Uma vergonha.
A verdadeira festa do futebol
Dedico este post a todos os que acham que os adeptos de futebol
são meros hooligans lobotomizados, broncos sem meio palmo de testa,
primatas a caminho da descoberta do polegar opositor.
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Ontem, em Gdansk, os irlandeses (tal como os espanhóis) protagonizaram um dos mais belos momentos que o futebol pode proporcionar, com a particularidade de não se ter passado sobre o relvado, mas nas bancadas. Ainda durante o jogo, perdia a Irlanda por 4-0 e os irlandeses cantavam assim
Acabado jogo, ainda no estádio, consumada a derrota e eliminada a Irlanda da próxima fase do Euro 2012, ouvia-se este som impressionante [Read more…]
Árbitro Pedro Proença faz falta sobre jogador irlandês
Ontem, durante o jogo Espanha-Irlanda, Pedro Proença fez uma falta nítida sobre um jogador irlandês, recorrendo a uma carga pelas costas. Talvez porque ninguém é bom juiz em causa própria, resolveu não apitar, porque, provavelmente, seria obrigado a mostrar cartão amarelo a si próprio e corria o risco de ficar excluído da próxima jornada.
O Legado das antigas civilizações – Cartago e os Fenícios
Não abundam na net filmes completos sobre a civilização fenícia. A sua importância relativa, no contexto da História do 7.º ano, leva-nos ainda assim a inclui-la nesta série através deste documentário. «Cartago e os Fenícios» aborda a história de um povo de comerciantes e marinheiros que chegou com as suas embarcações até à Península Ibérica e que tinha Cartago (actual Tunísia) como a sua colónia mais importante. Organizada em cidades-estado, a civilização fenícia tinha o seu centro no território actualmente correspondente ao Líbano, Síria e norte de Israel. Por ser falado em inglês, o presente documentário deverá ser legendado.
Da série Filmes completos para o 7.º ano de História
Tema 1 do Programa: Das sociedades recolectoras às primeiras civilizações
Unidade 1.2. – Contributos das primeiras civilizações
















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