Para variar, esta semana está a ser rica em boas notícias, mas quem não as procurar activamente nem nelas repara.

Jornal da Noite, SIC, 16/11/2016
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Para variar, esta semana está a ser rica em boas notícias, mas quem não as procurar activamente nem nelas repara.

Jornal da Noite, SIC, 16/11/2016
Can’t you see I’m easily bothered by persistence?
— Darrell, Paul, Anselmo & Brown, “Walk”
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Saúde-se a Comissão Europeia por “não avançar com uma suspensão de fundos a Portugal”, mas lamente-se profundamente a decisão de “deixar passar a proposta de Orçamento do Estado para 2017”. Ao contrário daquilo que a Comissão Europeia anda por aí a “revelar”, o Orçamento do Estado para 2017 não está em mero “risco de incumprimento” coisíssima nenhuma (como diria Gaspar).
Se a Comissão Europeia lesse com atenção aquilo que se publica no Aventar, saberia que os OE da República Portuguesa estão, isso sim e há muitos anos (lembrete: desde 2012), em “sério risco de incumprimento” das regras que o seu criador estabeleceu quer para si próprio, quer para os serviços, organismos e entidades que de si dependem, quer para o sistema educativo, quer para o sítio do costume.
O sítio do costume? Bem lembrado.

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E aproveitar as 18 horas de trabalho que um dia devia ter. Isso sim.
A tomada de assalto da CGD, através da nomeação de comissários políticos pelo ogre que levou Portugal à falência, continua a produzir resultados. Que sirva de aviso sempre que um governante tomar uma decisão política, intrometendo-se na vida das empresas, cedo ou tarde chegará a factura, infelizmente sempre paga pelos suspeitos do costume…
«Um economista canadiano, doutorado pela Universidade de Harvard e autor influente de um blogue associado ao jornal “The New York Times”, acaba de ser acusado de um crime de manipulação de mercado sobre títulos da dívida soberana portuguesa.» [JN]

Diz a notícia que a Galp “voltará” a não pagar a Contribuição Extraordinária sobre o Sector Energético (CESE) em 2017. Quer isto dizer que, não só se recusa a cumprir com as suas obrigações fiscais deste ano, como no próximo não tenciona igualmente cumpri-las. Não sei se alguma vez a pagou, ou sequer se paga todos os impostos que são devidos, mas fico com vontade de embarcar nesta onda de desobediência civil e não pagar os meus também. Claro que, sendo eu um mero plebeu, não tenho como me esquivar. Aos plebeus, é sabido, retem-se na fonte. [Read more…]

Em Abril, a propósito da intenção do governo de criar um veículo para lidar com o problema do crédito malparado, Pedro Passos Coelho reagiu assim:
Portanto, no entender de Passos Coelho, o crédito malparado não é um problema urgente, o sistema financeiro tem dinheiro para emprestar e não existe qualquer necessidade de acções urgentes. [Read more…]

Primeiro pensei que fosse uma brincadeira da Uma Página Numa Rede Social. Um gráfico destes só podia ser gozo. Depois li o texto até ao fim e descobri que este gráfico não só existia como até figurava no Documento de Estratégia Orçamental do governo PSD/CDS-PP. Entre um delírio destes e a previsão de colocar Portugal entre as 10 economias mais competitivas do mundo, venha o Diabo – ele bem avisou que o gajo ia andar aí – e escolha.
#gozarPortugalaserio
Segundo o Público, «Governo, afinal, entregará mais tarde a informação em falta no OE». Óptimo: convém melhorar o OE2017.

Como o indivíduo na imagem, muitos foram os que subiram na vida pela outrora farta escadaria do BES. Hoje, mil esquemas a falcatruas depois, o BES já não existe. Existe um Novo Banco, onde foram despejados quase 4000 milhões de euros dos nossos parcos impostos para limpar o rasto de porcaria que os donos disto tudo deixaram para trás, que não vê solução à vista. Um buraco, mais um, nas aspirações deste país em sair do buraco. Quanto aos tipos que subiram na vida, muitas vezes montados nas costas de políticos servis e corruptos, nada de particularmente grave lhes aconteceu. Estão todos em liberdade, vivem desafogadamente, apesar da maçada que foi passar o património para o nome da esposa ou dos filhos, e continuam a pavonear-se pelo pútrido circuito social de tias e botox, entre a ocasional caridadezinha e os fins-de-semana na Comporta, onde brincam aos pobrezinhos. Podiam estar todos presos sem um tostão furado no bolso? Podiam, mas não era a mesma coisa. O que é uma pena.
Portugal holds investment-grade rating at DBRS in key win https://t.co/XMLvvBT2Yv
— Financial Times (@FinancialTimes) October 21, 2016
Falhanço em toda a linha para os esganiçados que asseguravam, não necessariamente por esta ordem, que a execução orçamental iria falhar, que um novo resgate estava a caminho, que a DBRS iria meter Portugal no lixo, que não seria possível aprovar os orçamentos para 2016 e, muito menos, para 2017, que o objectivo do défice iria falhar e que o Diabo chegava em Setembro.
Uns derrotistas, com amplo palco na comunicação social, que tiveram como única aposta a desgraça de todos para regressarem ao poder.
Afinal, foi possível não cortar nos salários e nas pensões, aumentando-os até, pouco, sim, mas não os cortando, como fizeram os pafiosos, o que passa a ser muito. E sem trazer o Diabo, ao mesmo tempo que se acabou com o discurso bafiento do sair da zona de conforto, do desemprego que era oportunidade e do viveram acima das possibilidades. A quem não chegar, olhem, que emigrem.
É tempo de engolirem sapos e que o PAN os perdoe.

Enquanto o veredicto da agência de terrorismo financeiro canadiana não chega, falemos sobre a mais recente aparição do Diabo no paraíso à beira-mar plantado. Apesar do silêncio dos devotos da Igreja do Neoliberalismo da Catástrofe dos Últimos Dias, Portugal foi em peregrinação aos mercados internacionais na passada Quarta-feira, em busca de perdão, salvação e financiamento, e colocou 1250 milhões de euros em Bilhetes do Tesouro a 3 a 11 meses, tendo conseguido um juro de -0,012% no prazo mais baixo e 0,006% nos títulos que vencem em Setembro de 2017. Nada mau para um país a braços com um novo PREC, em processo acelerado de sovietização.

Mêmo, mêmo dos bons. Portugal é dos países mais pobres e desiguais da OCDE [RTP, 21 de Maio de 2015].

O Deutsche Bank, alemão que é, tem que ser, nem podia ser de outra maneira, magistralmente gerido. Se ultimamente tem dado problemas, tal encontra explicação nos focos de sovietização que se acendem um pouco por toda a Europa, e que, como se sabe, são nocivos para a saúde financeira de bancos responsáveis e plenos de valores éticos como o Deutsche, que ainda por cima é deutsche. Brincar aos especuladores não teve nada que ver com este assunto. É desígnio divino e não merece castigo. [Read more…]

© Rui Gaudêncio (http://bit.ly/2dhUUdi)
Well I keep seeing this stuff and it just comes a-rolling in
And you know it blows right through me like a ball and chain— Robert Allen Zimmerman, “Brownsville Girl“
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Eis um Governo que sorri e encolhe os ombros, enquanto “aguarda serenamente“, mas depois é apanhado a entregar documentos de duvidosa qualidade técnica. Aliás, na senda daquilo que aconteceu com o OE2012, o OE2013, o OE2014, o OE2015 e o OE2016.
Antes de passarmos ao Relatório do Orçamento do Estado de 2017, debrucemo-nos muito rapidamente sobre exemplos da Proposta de Lei: [Read more…]

Foto: Família Sequeira (http://bit.ly/2easZOl)
Και τώρα τι θα γένουμε χωρίς βαρβάρους.
Οι άνθρωποι αυτοί ήσαν μια κάποια λύσις.
— Κωνσταντίνος Π. Καβάφης(E agora que vai ser de nós sem bárbaros/ Esta gente era alguma solução)
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Não se percebe: «já tem uma das mais elevadas faturas de pensões no orçamento»? Em português europeu, sff: «já tem uma das mais elevadas facturas de pensões no orçamento». Exactamente, um pouco mais de rigor, sff. Obrigado, Público.
Quanto ao sítio do costume, não há novidades:

Ao contrário daquilo que o Nobel da Literatura nos diz/canta/escreve, things haven’t changed.
Nótula: Texto revisto e muito ampliado, cerca de uma hora depois da publicação.
Ah! «Na área dos contratos»! Peço desculpa: por momentos, pensei que estava a ler o Diário da República.
Ontem ficámos a saber que quem não cumpriu as obrigações fiscais ficou, mais uma vez, em vantagem relativamente aos restantes. Os incumpridores não viram as contas bancárias e os ordenados penhorados, nem tiveram a casa de habitação vendida. Valeu-lhes a pena fugir às obrigações, o que não está ao alcance de todos. Trabalhadores por conta de outrem não têm a menor hipótese de não pagar os impostos, já que estes são retidos na fonte e, quando não o são, há o ordenado para penhorar. Trabalhadores por conta própria e pequenas empresas, sem avultados meios judiciais e sem acesso a offshores, também rapidamente caem nas malhas do fisco. Sobram os tubarões, aqueles que têm os meios para enfrentar o monstro.

Pajak / diskon (imposto / desconto), num cartoon indonésio
(via kompas.com)
Rui Naldinho
Há cerca de dois meses, o Dr. Carlos Paz, economista e professor do ISEG, afirmou sem quaisquer pruridos num canal de televisão, infelizmente não generalista, que cada um escolhe a terminologia que prefere atribuir aos eventos sociais e económicos que se sucedem no nosso dia a dia. Deu como exemplo uma afirmação do Presidente da CIP, António Saraiva, que considerou “Reformas” às medidas tomadas por Passos Coelho no anterior governo da PAF. Desde os cortes nos salários ao aumento dos escalões do IRS e diminuição do IRC, à desregulamentacão da contratação colectiva, à facilidade nos despedimentos, a precariedade, etc, tudo foram “Reformas” para o presidente da CIP.
Como dizia, e bem, o Professor Carlos Paz, uma “Reforma” pressupõe um consenso muito alargado da população, que acolhe sem grandes reservas as alterações propostas. Uma verdadeira maioria apoiada pelos partidos, pelas confederações patronais, pelos sindicatos, Ordens Profissionais, e demais associações com relevância na decisão a tomar. Caso contrário isso nunca será uma reforma, mas sim uma reversão das leis em vigor. Ou, no mínimo, uma alteração do equilíbrio de forças dentro das várias actividades. Mas o Prof Carlos Paz dizia mais: Tem-se tentado passar uma ideia de reversão, das “Reformas” produzidas na anterior legislatura, que nunca o foram. Quando muito pode falar-se de reposição do equilíbrio entre partes, ou entre sectores de actividade, mas nunca em reversão.
É neste contexto que entram os Joao’s Vieiras Pereiras, os Camilos Lourenços e os José’s Gomes Ferreiras deste país. Essa casta de iluminados que almoça com a CIP dia sim, dia não, vivem com ordenados muito acima daquilo que recebem a maioria dos profissionais do sector da comunicação social, enfim, pagos para dizer e escrever aquilo que os seus mandantes lhes pedem. Mas o mais caricato é afirmarem-se de vítimas. Denunciam que estão a ser pressionados pelas redes sociais e outras entidades que não descriminam, para não dizerem e escreverem aquilo que pensam. Mas será que eles pensam mesmo?
É preciso ser um grande lambe botas para se queixar do bullying das redes sociais!
vem aí a super-bolha imobiliária chinesa. Bancos do mundo, preparai-vos para ser resgatados.

Foto: Greg Murray
A antiga comissária europeia da Concorrência Neelie Kroes foi directora de uma companhia offshore sediada nas Bahamas durante parte dos mandatos que exerceu em Bruxelas. [Público]
Concorrência, Comissão Europeia, Offshore, como manteiga em nariz de cão. É a escola Junker, do capital sem pátria, feito pela política que aumenta o fosso entre os que têm menos e os mais abastados.
Os números indicam que de 2009 a 2014 os rendimentos dos portugueses tiveram uma quebra de 12% (116 euros por mês), mas mostram também que os 10% mais pobres perderam 25% por cento do rendimento enquanto os 10% mais ricos apenas perderam 13%. [Público]
Kroes é apenas uma das envolvidas em mais um caso de fugas de informação sobre lavagem de dinheiro, o Bahamas Leaks. A roda já rola por Inglaterra, Espanha e Portugal. Percebemos que o status quo não mudará tão cedo quando os próprios que têm o poder de o mudar fazem parte do esquema.

O Departamento de Justiça dos EUA pretende multar o Deutsche Bank em 14 mil milhões de dólares pelo seu envolvimento numa série de atentados terroristas que culminaram na crise financeira que afundou a economia mundial, levando países como Portugal e a Grécia na enxurrada. A jihad neoliberal arrasou tudo à sua volta, exceptuando, claro, as elites que tão bem souberam aproveitar o sangue nas ruas para comprar propriedade, como aconselhava em tempos um famoso terrorista venerado pela seita. [Read more…]

Banco francês Natixis vai criar 600 postos de trabalho em Portugal e estudo da consultora Mercer revela que metade das empresas inquiridas, sobretudo multinacionais, se preparam para contratar neste e no próximo ano.
Entretanto, algures na São Caetano à Lapa, uma reunião maçónica de profetas da desgraça, munidos de bons aventais e várias cópias do livro de São Cipriano, invoca, sem sucesso, o Doutor Belzebu. Pobres diabos.

Do outro lado da fronteira, a cerca de 100km de Portugal, existe uma central nuclear que, segundo o Consejo de Seguridad Nuclear, labora com peças defeituosas, produzidas por uma empresa acusada de fabrico de componentes de qualidade duvidosa desde 1965. Não obstante, e apesar do elevado risco que o seu funcionamento acarreta, não só para os espanhóis como também para muitos portugueses, não se perspectiva que a central de Almaraz venha a ser encerrada. É fazer como Assunção Cristas e ter fé. Até ao dia. Porque nesse dia, a fé não nos valerá de nada.
Não bastavam os exagerados impostos sobre o alcóol e tabaco, ávidos por taxar qualquer indústria pretendem agora os socialistas arrecadar mais impostos em nome do que consideram socialmente aceitável. Uma coisa é rotular, colocar informação ao consumidor, outra é procurarem que todos os indivíduos sejam iguais, como um rebanho ou manada… Sempre que o PS está no governo surge um qualquer disparate do género, ainda não esqueci o sal no pão…
Já nem é uma questão de esquerda ou direita. O governo anterior era mau, não reformava e aumentava impostos. E que dizer do actual? Bem podem vir Costa, Centeno ou até o inenarrável Galamba com justificações, a triste realidade é que preparam com a cumplicidade dos parceiros que suportam a geringonça, mais um assalto à carteira da classe média e média baixa. Porque os rendimentos mais elevados há muito que se puseram a salvo desta (e das anteriores) trupe. E ainda se admiram que exista economia paralela e fuga ao fisco? Convém relembrar os mais distraídos que o cada vez menor rendimento disponível ainda será taxado sob as mais diversas formas e pretextos…
Em entrevista à Antena 1, o economista norte-americano Joseph Stiglitz explicou ao jornalista da Antena 1, Frederico Pinheiro, que não existem condições políticas na Europa para se fazerem as reformas necessárias. Stiglitz refere que é melhor para Portugal sair do euro. [Antena 1]
Há isenção [de IMI] para [a igreja católica, partidos, sindicatos,] representações diplomáticas, instituições de Segurança Social e previdência, associações de agricultores, comerciantes e industriais, associações desportivas, misericórdias, IPSS, colégios privados, ONG… [Expresso]
Vamos a ver e no fim só nós dois, o leitor e eu, é que pagamos o imposto. Aliás, os impostos, pois zé-por-conta-de-outrem não tem direito a ófechores.

Estás a brincar. Ainda pagas impostos? É nostalgia, não é?

Existem enormes paralelismos entre um eucaliptal e a banca. Desde logo, ambos secam tudo à sua volta, a água no primeiro caso, o dinheiro dos portugueses no segundo. Registam o pico de ocorrências no calor da época veraneante de Agosto, como se constata com o incêndio do BES, a 3 de Agosto de 2014, e com as labaredas à vista na CGD, a 25 de Agosto de 2016. E é quando tudo arde, na floresta e na banca, que se ouve o chamamento pelo salvamento público e se descobrem miríades de peritos com diagnósticos e soluções que, quando apenas sobram cinzas, logo caem em esquecimento. É ainda neste período de desgraça que se constata que aqueles com a responsabilidade para prevenirem a catástrofe não o fizeram, apesar dos sucessivos sinais de perigo.
[Read more…]

Sempre que se fala em reestruturação ou perdão de parte da dívida portuguesa, um golfinho falece nas águas quentes e cristalinas de um paraíso fiscal caribenho. Indignada, a clique neoliberal coloca-se imediatamente em bicos de pés e vaticina um qualquer fim do mundo que há-de estar próximo. Honrar compromissos e pagar a quem nos emprestou para mostrar que somos pessoas disciplinadas e de bem são palavras de ordem nas paradas do nacional-liberalismo.
Coisa diferente acontece quando uma empresa, que durante anos distribuiu milhões por administradores, accionistas e afins, alguns deles ligados ao sector político que melhor se desenrasca no jogo das cadeiras, decide, ela própria, optar por um plano de reestruturação financeira e consegue um perdão parcial da dívida, em parte à custa dos contribuintes portugueses. Instala-se o silêncio absoluto no edifício do ministério da propaganda.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
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