BPP – 600 milhões foram à vida!

Primeiro eram 300 milhões de euros agora já vai nos 600 milhões. Lembram-se que a massa que lá entrou depois das tropelias do Rendeiro foi garantida pelo Estado, o mesmo que nos vem agora ao bolso aumentando os impostos? Pois é, quem paga é cá ” a malta” a tal que não pagaria mais impostos, segundo esse grande estadista que dá pelo nome de José Sócrates!

Os accionistas, que achavam que podiam receber o dobro de taxa de juro, andam agora de candeias às avessas a mover acções em tribunal contra o João Rendeiro  que jura, sem se rir, que vai pedir uma indemnização ao Estado! E o mais certo é ganhar ou pelo menos ficar com um trunfo para a troca. Eu deixo cair a acção e tu pagas! Mas o Diogo Vaz Guedes que tinha lá muita massa, vai processar não só o Rendeiro, mas também o Estado, o Banco de Portugal,, auditorias e a actual gestão do BPP!

E porquê? perguntarão vocemecês. Porque as suas propostas de viabilizar o banco não foram aceites!

Off shores a 5%

Já sabe só paga impostos porque quer. Quem sacou a massa e a escondeu nos off-shores agora pode lá ir buscá-la, lavá-la e investi-la. Paga 5% !

Quem tem lucros nas empresas e os mostrou, clarinhos como a água doce, paga 25%! E a pergunta é: se você tivesse muita massa num off-shore, escondido, sem possibilidade de lhe mexer, ou para lhe mexer ter que pagar por baixo e por cima comissões e silêncios, não pagaria 25% para ter o dinheirinho de volta?

Feita à medida para  resolver a “Operação Furacão” a tal que envolve grandes e importantes empresas, e que, como se vê , passou num ápice de um caso de prisão para um caso de receita para o Estado.

A iamginação é um instrumento poderoso na governação dos Estados modernos…

Aguiar em branco – assinaturas falsas?

A Direcção do PSD, na campanha de deitar abaixo de uma vez por todas o partido, lança esta suspeita para os jornais. Só 400 das 1200 assinaturas necessárias, estão correctas!

PEC – Programa de Extermínio dos Contribuintes

Diz o Miguel Sousa Tavares e o Nicolau Santos no Expresso acrescenta: Indecente, imoral e estúpido!

O Governo vai concretizar a redução do déficite à custa de um brutal agravamento da carga fiscal sobre as famílias portuguesas. Os que já pagavam vão pagar mais e os que não pagavam vão passar a pagar. Os pobres, claro! Vai com esta medida retirar dinheiro às familias e assim diminuir o consumo interno. Lá se vai a economia que, segundo as autoridades financeiras internacionais, não crescerá mais de 2,3% nos próximos 3 anos! Corta no investimento público, o que vai tambem desacelarar outro motor da economia.

Cortar no TGV é uma boa notícia mas seria necessário incentivar o investimento em projectos que dessem retorno a curto prazo em postos de trabalho. Sócrates andou a jurar que não aumentava os impostos nem cortava no investimento, mas como sempre faz, não cumpre ! Ele não sabe mais!

A caminho de um país de pobres e velhos, eis a gloriosa herança do PS de Sócrates!

A Jaula

A nossa economia é uma jaula de onde não se sai por meios próprios.Ou somos ajudados pelo exterior ou então vamos empobrecer ainda mais. Como se percebe não há nenhuma política coerente, voltamos ao mesmo de sempre, aumentar impostos, que Sócrates jurou não aumentar, congelar salários…

Com Sócrates, crescemos sempre abaixo das outras economias europeias e ao fim de uma maioria absoluta a nossa posição é muito pior do que quando ele começou. E não se diga que é da crise porque não é, a crise começou em em 2009 e ele está lá desde 2005. Enquanto a Espanha e a Alemanha não arrebitarem nós nada ou muito pouco podemos fazer. O tecido empresarial é o mesmo, nem sequer se aproveitou para inovar, modernizar…

A receita que se vai obter com o aumento dos impostos é igual ao dinheiro que se meteu nos bancos, ninguem sabe para quê, não há posição nenhuma conhecida e ninguem os quer. As privatizações são os anéis a saírem dos dedos, depois disto pouca coisa o Estado tem para vender, talvez as Berlengas…

É uma situação de desespero que leva a estas privatizações mas a pior notícia é que o dinheiro arrecadado vai desaparecer nas mãos dos boys e das girls, não vai ser utilizado para relançar a economia, modernizar o tecido empresarial. A pobreza é o futuro dos portugueses, pela mão “deste animal feroz”.

O PS é isto, um Estado nas mãos das corporações que mamam sem cessar, gastar o que há e o que não há, não sabe criar riqueza! Em vez de um prepotente  e arrogante político (qualidades dos incapazes) deveria haver, uma vez por todas, um consenso alargado entre Empresários, Sindicatos, Partidos, associações sectoriais, sobre as actividades e os “clusters” em que o país tem vantagens competitivas e estabelecer um plano estratégico a dez anos e cumpri-lo. É a isto que se chama governar!

Uma coisa é certa, entre muitas outras, as empresas de tecnologia que estão a ser criadas e desenvolvidas em Portugal, face à pobreza da nossa economia vão ser compradas por empresários de economias mais fortes e que sabem para onde vão!

Um desastre, o que temos pela frente!

O Museu da Cidade

Instalado num belo palácio da primeira metade do século XVlll, conhecido como Palácio Pimenta ou por Palácio do Campo Grande, é um edificio notável com uma bela fachada e com uma  bela decoração azulejar.

Em 1942 foi alojado no Palácio da Mitra e transferido para o Palácio Pimenta em 1979, conserva importantes colecções que mostram a evolução histórica nas suas vertentes urbanística, social, simbólica e social da capital portuguesa. Em particular na domínio da pintura, desenho,gravura, cartografia, cerâmica,azulejaria, arqueologia e outras.

Uma maqueta de grandes proporções representativa de Lisboa de antes do Terramoto de 1755, dá-nos uma ideia global da cidade, identificando os mais importantes edifícios, praças e ruas.

Reconstituição de uma das alas da Praça do Rossio, que se insere numa importante colecção europeia de gravuras sobre o terramoto e os projectos pombalinos de reconstrução da cidade.

Cerca velha, ainda se reconhecem a monumentalidade e solidez das muralhas que foram durante séculos a única defesa da cidade, estendendo-se desde o Castelo até ao Rio.

Protegendo-nos do bulício da cidade e completando o Jardim do Campo Grande, ainda podemos visitar o Jardim Bordalo Pinheiro, magnífico, com importantes obras gigantes dos famosos animais cerâmicos do grande artista.

O Aqueduto das àguas Livres, com os seus planos e projectos de chafarizes, cujo monumentalidade ultrapassa o carácter funcional, remetendo para a Lisboa Barroca.

Educação – punição rápida de agressores

Os sindicatos e o ministéro andam novamente a fazer de conta que estão a trabalhar para uma escola melhor. Esta de não haver distinção entre faltas justificadas e injustificadas mostra bem que as reuniões e os acordos e as decisões não passam de medidas avulso sem qualquer política coerente que as sustente. Quer dizer o pessoal vai se quiser é assim mesmo, é bom para todos, até os professores têm menos trabalho em marcar faltas e fazer relatórios sobre alunos cábulas, isto é que teria sido bom para mim, mas não, na minha altura chumbava-se por faltas.

A punição rápida dos agressores foi proposta por mim em “Professoes exemplo de incapacidade” é tão evidente que nem sequer é preciso ser professor ou burocrata do ministério, é assim, ponto final!

Só os cérebros da Educação é que acham que agressor e agredido devem continuar na mesma escola!

O meu pai tambem foi minha mãe

O dia do PAI é um belo dia, faz-me pensar em quem me deu o ser e quem me deu umas palmadas, uns abraços, gozou com a altura da minha primeira namorada (é pá, para ela te dar um beijo tem que se pôr em cima dum banco), chateava-me por eu jogar futebol federado, queria que eu estudasse e me deixasse de futebóis, era o único que dizia que eu não sabia jogar.

Um dia disse-me ” meu filho a minha maior alegria foi quando tu nascestes, mas nunca pensei que me ías dar o desgosto de seres do Benfica”, porque lá em casa eram todos dos “Andrades”, até chamava ao meu irmão o “Jaburu” celebre avançado do FCP que marcava golos em série. Tive pouco sucesso ao tentar explicar-lhe, a ele que andou toda a vida com a casa e os filhos às costas, que nós devemos “ser” da terra que nos recebe, mesmo transitoriamente, porque a terra onde nascemos é que é mesmo uma circunstância, não foi nosssa escolha.

A minha mãe deve ter sido das primeiras mulheres em Portugal que tomou a iniciativa de se divorciar, o meu pai em troca quiz ficar com os filhos todos, foi meu pai e minha mãe, cozinhava para nós, deixava a comida embrulhada em jornais para não arrefecer, e nós lá íamos para a escola enquanto ele estava no trabalho. Era funcionário público, representava o Estado na Direcção das grandes obras públicas, como os quartéis das Caldas da Rainha, de Abrantes, Trafaria, Castelo Branco…

Uma das conversas que teve comigo foi que ele e o pai do ex-Presidente Eanes ( que nessa altura seria um estudante da Academia Militar) eram as duas únicas pessoas sérias naquelas obras mas tambem eram as únicas que eram pobres. Como se vê já naquela altura as obras do Estado davam para fazer fortunas rápidas, um dia, era eu adolescente, fui esperado por um adulto que me disse : “diz ao teu pai que se não quer fazer a vida deixe os outros fazê-la”  e eu com o gajo a apertar-me o colarinho ainda perguntei:” mas o que quer dizer com isso? “, diz-lhe que ele sabe! foi a resposta.

Eu até julgava que o meu pai andaria metido com a mulher dele mas depois quando contei ao meu pai , disse-me que sabia quem era e que não tivesse medo, e assim fiz, andei sempre com gajos a chatearem-me porque o meu pai não os deixava roubar, e quem tambem me chateava eram as viúvas que queriam saber coisas da vida do meu pai, mas aí confesso que nunca deixei que alguma se aproximasse dele.

Mas um dia o meu pai teve que ser operado aí no Porto, num hospital qualquer coisa “… da Ordem Terceira” será? e antes de o operarem ele disse-me, olha vai ali ao jardim ao fundo desta rua , está lá uma senhora sentada num banco, o primeiro do jardim, e diz-lhe que está tudo a correr bem, e que tu és o Luís…

As mulheres do Porto a quererem roubar-me o meu pai…

Blogue local – Praça da República

O Praça da República está muito enxofrado com o mail que recebeu lá em casa, estilo inquérito e que termina a pedir o voto para Rangel. Diz o Praça da República que até pode ser legal mas é muito, muito feio!

O nosso Fernando tambem acha que sim, que não se faz. Como temos esta sintonia de posições aqui está o blogue local da semana. Bem merecido!

Falta dizer que é de Beja e que tem uma bela fotografia de uma praça tipicamente Alentejana, cheia de sol, de árvores e de reformados ao Sol! Não deixem de visitar !

Golos SCP: Costinha afasta Ismaielov ?

Ismaielov um dos titulares indiscutíveis do Sporting nem no banco se sentou hoje, no jogo frente ao Atlético de Madrid.

Razões disciplinares estarão na origem do afastamento! Num jogo de tão grande importância se isto é verdade bem razão tem aquele sportinguista que diz ” que se o sporting comprasse um anão este ao fim de uma semana começava a crescer”.

A defesa do Sporting sofreu dois golos evitáveis, é uma má defesa mesmo quando joga com os habituais titulares, não ganhará nada sem rever toda a defesa.

Violência em alvalade!

Depois de um almoço na Ericeira com a água a beijar-me os pés rumei a Alvalade. onde encontrei violência à solta, por causa da boca do dirigente do Sporting que quer os adeptos a receberem mal o Simão.

Uma multidão, tudo à porrada, e ainda tinha que pagar 25.00 Euros. Não estive para apertos, iniciei um passeio a pé e dei comigo à porta do Museu da Cidade. Um palácio lindo, jardins maravilhosos com a arte de Bordalo Pinheiro, quadros, azulejos, manuscritos, estátuas, desenhos e arquitectura de Lisboa centenária (noutra altura vou contar)

E o faccioso trocou a loucura clubistica pela pacatez e beleza do museu. Saiu-me a sorte grande, belo fim de tarde.

Escravidão – as alegrias da globalização

Máfias do Leste Europeu controlam redes de escravidão sexual de milhares de raparigas que se aventuraram à garipagem do ouro que não existe.

Trabalhadores do Leste Europeu são escravizados trabalhando sem qualquer garantia, de sol a sol com vencimentos miseráveis, é vê-los a serem escolhidos como gado, de madrugada ali em Entre- Campos, quem não se mata a trabalhar ou não se porta bem, para a próxima não é escolhido.

Portugueses são escravizados na vizinha Espanha,  na Holanda e Inglaterra como animais, presos, famintos, cheios de porrada, levados pela ambição de uma vida melhor e por bandidos sem escrúpulos.

Empresários gananciosos transferem para oriente as suas fábricas para manterem a escravidão de crianças que trabalham por 1/5 do salário de um trabalhador Europeu e, nós, os consumidores compramos esses artigos ajudando à miséria.

Um mundo sempre igual, na miséria, na injustiça, na escravidão do homem pelo homem! É isto que queremos deixar aos nossos filhos?

Hoje soubemos que um português há vinte anos a viver na Venezuela foi assassinado com 14 tiros, no que parece ser uma vingança  por não pagar a “dízima”.

Há coisa mais triste que morrer longe da terra natal?

Professores: a estabilidade factor de êxito

Já aí está novamente a discussão entre sindicatos e ministério. Não me vou meter por aí porque as coisas podem demorar muito tempo mas acabam por ir ao sítio.

Mas esta questão da estabilidade do exercício dos professores, extravasa em muito a escola, é comum a todas as organizações e, por isso, “não vou levar reguadas”. Começo por contar um facto da minha vida profissional. Jovenzinho saiu-me a sorte grande, fui contratado para uma multinacional com capitais americanos e espanhóis, que além de me pagar bem, ensinou-me muito, fez-me viajar muito e aprender nas várias fábricas e aviários que tinha por esse mundo. [Read more…]

A Saúde está doente…

Prefiro pagar taxas moderadoras a reduzirem os serviços prestados, diz o holandês espantado pela recusa da enfermeira.

E com razão, afinal eram tratamentos que lhe já tinham sido ministrados e que tinham contribuído de maneira muito eficaz para a melhoria da sua situação. A que título retiraram um tratamento que estava a surtir efeito?

Como se vê não é só cá que as coisas correm mal…

Mas a melhor de todas ( a melhor frase) na área da saúde é esta da Isabel Vaz que é a Presidente do Grupo Saúde do BES: “os hospitais públicos mandam doentes para casa para pouparem! Desculpe? Então a senhora nem sequer os deixa entrar!

Isto chegou ao fim, temos que pedir ao Miguel e ao Carlos Fonseca para nos explicarem em “obundu” o que é que isto quer dizer. Será que a dra (bem gira por sinal) quer que os doentes passem a ir aos hospitais do Grupo BES para o Estado poupar? Será que o seu grupo deixa entrar os doentes sem seguro e sem o Estado pagar? E quando acaba o seguro continua com os tratamentos? Palavra?

Ou o Estado não recebe os doentes que transitam do seu grupo porque não têm seguro ?

O que uma frase pode esconder!

Holly sexual confessionário

O padre no Brasil acusado por um jovem de o ter obrigado a fazer sexo oral vem justificar-se dizendo que se trata de um caso de “confessionário” e como tal, não pode revelar a ninguem o que se passou nem ninguem pode quebrar o santo segredo!

O rapaz é que não esteve pelos ajustes e já deu uma entrevista a dizer que o padre, no ambiente da “confissão” lhe disse que lhe perdoaria os pecados, não com dez Avés marias e trinta Padres-Nossos ( o que diga-se é uma chatice, ) mas com um broche!

Faz-me lembrar aqueles filmes pornográficcos em que a “artista” não vê os homens mas chupa o que eles metem num buraco na parede. A santa instituição está sempre a actualizar-se e não perde nenhuma das novas inovações!

Estes assopram no balão?

Depois deste opíparo jantar, com a polícia a saber que estão com uma grande narsa ,que nem um cacho, mandava-os parar e assoprar no balão? Claro que não! Os motoristas não bebem em serviço! Como vêm basta “meter” ao serviço um motorista e nenhum de nós será incomodado! E muito menos levar um tiro!

Fácil, simples e barato!

Podem é andar a fazer colonatos e a roubar a terra dos habitantes mas isso, com o diabo, não se espere que quem está com uma narsa faça coisa que se veja .Porque será que o Joe Biden,cheio de bombas noutras partes do mundo, aqui não muge?

Um milhão de euros para ir para casa

Este boy come da nossa empresa PT ( não me façam cócegas que eu não aguento) mais de um milhão de euros, só relativos a 1999!

Os impostos vão aumentar e os salários congelar! Quem é mentiroso quem é?

u k e k e isto :-)

A vida apresenta-se renovada sim, mas no essencial muda pouco. No outro dia uma das nossas leitoras comentou com uma frase que só tinha uma palavra. O resto eram letras, sinais , espaços…

Muita gente está preocupada porque isto é sinal que os alunos não sabem português, e vão em mau caminho. Será, mas a verdade é que isto só tem de novo ser prática de telemóvel que nos anos sessenta não havia. Quem passou pelo Instituto Comercial de Lisboa e pelo ISEG andou anos e anos a escrever assim ou muito parecido. Eram raros os livros e a matéria era ditada pelo professor que não esperava por ninguem, o aluno só tinha tempo de escrever para apanhar o máximo possível e mais tarde completar com os colegas

Alguns de nós tiraram Estenografia, curso de 3 meses se bem me lembro, e a escrita era do mesmo tipo. “Naturalmente” saía “natu——” , “que” era “q”, “, aumentar, crescer” , “subir” era “/” ( uma seta a apontar para cima) “descer”, “diminuir” era ” /” ( uma seta a apontar para baixo) “mais” era “+” , “menos” era ” _”, “de acordo”, “parecido”, “igual” era “=” e usavamos as expressões utilizadas na Matemática. “S…”, que era “se e só se” , “implica”,determina”, “obriga” ( uma seta para a frente), enfim cada um com a sua própria escrita!

Depois havia os arrumadinhos que “passavam a limpo”, e completavam com a ajuda de outro(s), letra circular para poder ser passada a fotocópias e ganhar dinheiro com a venda ou para emprestar às miúdas. O meu amigo Joaquim Martins da Silva era (é) um campeão entre as miúdas por causa dos apontamentos. Nada disto impediu os bancos se encherem de quadros e as empresas industriais de directores e administradores, resultado da talvez  única vantagem que a minha geração teve em relação à actual. Emprego à saída da escola.

Outra das “capacidades” que tínhamos que desenvolver era “a leitura em diagonal” e conseguir reter o essencial. Ou fazíamos isto bem, controlando os reais problemas que existiam na empresa ou outro o faria. Ou ainda pior ninguem o faria. Isto mostra que saber português não é importante? Claro que não, para se chegar aquele nível de “interpretação” eram precisos muios anos de trabalho no português ( só o facto de gostar muito Luis de Camões é que me aguentou na poesia, depois de ter que “dividir as orações” dos Lusíadas).

Estes sinais dos jovens não são catastrofistas, bem ao contrário, mostram a capacidade das novas gerações em se adaptar às novas tecnologias, nas comunicações, na informática, quem consegue dominar estas técnicas vai tambem conseguir evoluir e acompanhar o futuro.

Trocar apoios sociais por salários

Se uma empresa tem condições para continuar a laborar, ou se após investimentos tem condições de estar no mercado, porque não a Segurança Social apoiar nessas vertentes em vez de pagar a desempregados?

Só tem vantagens. Desde logo porque não fica mais caro ao Estado, depois porque permite que a empresa se adapte e se torne competitiva, e não de menos importância tira às pessoas essa sensação de inutilidade de quem está desempregado.

Claro que isto tinha que ser com conta, pois não se pode de maneira nenhuma estar a conceder apoios a empresas que sempre viveram a pagarem salários de miséria e o mesmo para as que não têm mercado ou foram ultrapassadas por novos produtos e estão absoletas.

A flexisegurança ( permitir que os empregados transitem entre a empresa e a Segurança Social) que é uma medida que vai na esteira da que estamos a tratar, embora não sendo a mesma, tem contribuído bastante para que os Estados do norte da Europa se defendam bem desta crise que está longe de acabar e que vai gerar ainda mais desemprego.

As vantagens são evidentes em termos de produção e sociais ! E com o desemprego acima dos 10% vamos ter violência e problemas sociais se nada se fizer para tirar as pessoas das tabernas e dos bancos dos jardins.

Barragens tambem não!

Contra as barragens no Tâmega, Tua e Paiva, porque  a sua contribuição é muito pequena para a energia necessária, não substituem a importação de petróleo e têm um impacto irrelevante ao nível da emissão de poluentes. Por outro lado, uma vez construídas, as barragens não vão contribuir para manter postos de trabalho. O problema é que dizem o mesmo para todas as barragens mas  todas juntas terão as vantagens que não se reconhece quando  se analisa uma só!

Podemos viver sem barragens? A água, como se sabe vai ser ainda mais uma necessidade estratégica no futuro, sem água não vamos a lado nenhum, não podemos deixá-la correr livremente para o mar, porque recuperá-la custa muito dinheiro (dessalgar por osmose inversa) em energia que temos que importar.

Implica uma destruição ambiental imensa, milhares de hectares de reserva agrícola e ecológica vão ser submersos, a qualidade da água vai deteriorar-se, o sistema piscícola será alterado e os lobos deixarão de poder movimentar-se. Bem, a pata do homem, neste caminho que nos leva a ter muitas coisas materiais, foi e será sempre um factor de destruição da natureza. Os próprios desenhadores das grutas do paleolítico (neolítico)? de Foz Côa foram os primeiros a deixarem a sua marca na paisagem. Não há como evitar isto mas, evidentemente, devemos lutar para que as coisas se façam com conta, peso e medida.

A primeira opção é saber se estamos dispostos a trocar o confortozinho pelas belas paisagens. Eu acho que a coisa mais bela, são as margens de um rio, mas não sei se as posso ter todas assim selvagens, ou se tenho que contentar-me com menos.

Mas sei que não podemos deixar a água perder-se no mar !

A canalhice é verde

Corre por aí que o Carlos Carvalhal vai ser substituído pelo André Vilas-Boas.

Numa altura em que a equipa joga como há muito não jogava e mais do que isso marca golos e ganha jogos, é deveras curioso que se dê esta substituição como adquirida, sendo certo que não há um sócio que tenha sido sondado ou que esteja de acordo. A verdade é que se vão perder seis meses de trabalho, de mútuo conhecimento, de confiança, de métodos de trabalho que estão a dar resultados. Que dizer disto?

Há quem diga que os agentes só ganham dinheiro se houver movimento, que se não há movimento não há jogadores bons na agenda ou podem fugir para outras bandas. E sem movimento de jogadores e técnicos não há movimento de dinheiro e sem movimento de dinheiro não há comissões. Aqui não entra o interessse do clube, dos sócios ou da “colectividade”, (como se diz na gíria das colectividades de dança e recreio), aqui o que há é o carcanhol, e portanto não interessam nada pormenores como os de a equipa estar ou não a ganhar.

Desta vez ( a ser verdade) a canalhice é verde, mas já teve outros tons como se sabe, praticamente todo o arco íris, mas aqui na lagartagem usa-se e abusa-se. Basta lembrar quando o Sousa Cintra despediu o Mr Robison que ia em primeiro, o Pintinho foi buscá-lo e o Porto ainda foi campeão nesse ano.

E o mister inglês foi despedido porque apesar de ir em primeiro no campeonato perdeu um jogo em Viena por uns quantos de que me não lembro bem. E assim o Sporting de uma assentada perdeu o campeonato, a taça Europeia e o treinador tudo numa decisão inteligente!

Mas a memória é curta!

Um aluno suicidou-se! Coitadinha da escola!

um dia destes não precisamos de burocratas!

“Para entender é preciso esquecer quase tudo o que sabemos. A sabedoria precisa de esquecimento. Esquecer é livrar-se dos jeitos de ser que se sedimentaram em nós, e que nos levam a crer que as coisas têm de ser do jeito como são. (…)”. Ruben Alves

O suicídio de alguem é algo de pavoroso, chegar ao ponto de só assim, neste acto último, conseguir chamar a atenção para si e para os seus problemas é algo que aflige, que nos deixa sem esperança.

Num acaso, particularmente infeliz, deram-se dois suícidios e ambos no âmbito da escola pública. Um professor incapaz de aguentar rapazes e raparigas sem vergonha, que o atormentavam com piadas para as quais não encontrava saída digna, escolheu a morte. Um jovem, justamente pelas mesmas razões, optou pelo mesmo caminho pondo fim à vida.

As razões são as mesmas, não vale a pena fazer de conta que não são, a mesma falta de atenção, os mesmos energúmenos, a mesma incapacidade de se fazer ouvir, a escola que nem sequer se apercebeu do problema ou que não soube geri-lo. A incapacidade de uma organização resolver ou prever um problema desta dimensão, mostra-nos tambem a que distância a escola pública está de se poder considerar uma organização eficiente e eficaz.

Mas é esta escola pública que é defendida com unhas e dentes por quem encontra nela a razão do seu poder. É esta escola pública que é considerada inamomível, onde toda e qualquer tentativa de mudar é acompanhada por um ruidoso coro de senhores muito importantes, que representam, são a voz, de uma massa amorfa de pessoas que se acomodam a troco de quem trave os combates que não têm coragem de travar.

E então de quem é a culpa? Do estatuto do aluno porque foi longe demais e do estatuto do professor porque não chegou aonde nós queríamos! Mas isso tem um rosto? Tem, a Maria de Lurdes ! Mas a Maria de Lurdes esteve no Ministério 5 anos e a escola pública há vinte que é má! Há gente que esteve sempre a tomar decisões durante todo esse tempo, mas esses não têm culpa! Os burocratas do ministério estão lá desde sempre, os burocratas dos sindicatos estão lá há pelo menos  30 anos, mas não têm culpa.É que esses entendem-se, são cá da gente!

Tudo muda menos a mudança! Mas não é verdade, a escola pública tambem não muda!

Os professores e os seus sindicatos não deixam! E os burocratas do ministério tambem não!

Porque será?

Passos Coelho está preparado.

O que se pode concluir é que Passos Coelho está preparado, há anos em que se rodeou de uma equipa e tem ideias sobre o que quer para Portugal. Isso nota-se muito na forma como é mais concreto nas medidas e políticas preconizadas. na economia é o único que percebeu que sem uma rede de Pequenas e Médias Empresas viradas para a inovação e para a exportação, o país não sairá deste caminho que conduz à pobreza.

Ter um Estado que se conluie com os grandes grupos económicos “absorsores” das mais -valias produzidas pelo resto da população, até porque operam no mercado interno, leva-nos inexoravelmente para o abismo, o que está mais que provado como se vê pelos resultados dos últimos anos. Os sucessivos de grandes projectos públicos cada vez são marginalmente menos eficazes e rentáveis e a dívida pública explica o resto. Hoje pagamos 6% do PIB em juros lá fora o Sistema Nacional de Saúde representa 8%.

Nisto, Passos Coelho é o único que tirou as devidas ilações e está apostado em criar uma industria inovadora, uma agricultura e pescas que substituam importações e possam exportar. Não há outra maneira de tirar o país da miséria. Nunca de Sócrates ouvimos tal, bem pelo contrário, até á última defendeu os megainvestimentos e ignorou a dívida. As instituições financeiras internacionais obrigaram-no a dar o dito por não dito.

Pedro Passos Coelho tambem defendeu o “Estado Social” como é de tom na “social-democracia” o que não pode deixar de ser num país tão pobre, onde 2 milhões de pessoas são pobres e 40% vivem directa ou indirectamente, à conta do Estado.

E, mais do que tudo, que se saiba não tem curso tirado ao domingo, nem inquéritos mal explicados!

Escola : exemplo de incapacidade

Hoje mesmo num lanche em casa do meu afilhado, a mulher que é professora contou o que se está a passar directamente com ela. Um dos seus alunos, já acompanhado por um psicólogo há algum tempo, deixou à mãe uma carta a dizer que não suporta escola e que se vai suicidar. É vítima de um colega que perante as risadas de um determinado grupo, o espanca sempre que o vê.

Pode ser um caso de mimetismo mas um índicio destes nunca se pode analizar com ligeireza. A Tereza chamou o Director e em presença da mãe do aluno, informou-o do que se estava a passar. Num caso destes a primeira coisa a fazer é quebrar o vínculo físico, isto é, arranjar forma de os dois alunos não se encontrarem. Se não for possível com ambos a frequentar a escola então, o agressor, deve abandonar a escola até que uma solução seja encontrada. Logo vieram os do costume que isso ía prejudicar a vítima porque o agressor vingava-se. Então? Formar uma comissão para analisar o assunto!

E no centro das preocupações deixou de estar o aluno para estar a tal comissão, que enquanto não se forma (terá senhas de presença?), analisa e decide o que vai fazer, enquanto o pobre do aluno vai ter que esperar para ver se suicida ou não!

É isto que falta nas escolas, todos arrumam para o lado, não há uma hierarquia decisória, alguem que devidamente assessorado possa tomar medidas disciplinares e se responsabilize pelo problema. Pois se são todos iguais, pois se são democraticamente eleitos, podem lá tomar decisões? E se as decisões não acolherem a simpatia dos seus iguais?

Perde o lugarzinho! E o aluno, a vítima? Muda de escola ou fica em casa porque o energúmeno tem todas as garantias que nada lhe acontece. Mais ou menos como os ladrões presos em flagantre e presentes ao juiz. Saem sem acusação nenhuma!

Os polícias bem se queixam que não vale a pena! Os professores não, acham que assim é que está bem!

Professores: O educando nunca tem a culpa…

um dia destes não precisamos de professores !

No meu tempo de aluno a filosofia de quem ensinava era esta: “Numa má educação o educando nunca tem a culpa” . Isto além de ser verdade ( o aluno é a parte passiva do acto de ensinar) mostrava uma grande generosidade por parte dos professores, assumiam a sua responsabilidade de profissionais, e por isso eram profundamente respeitados e socialmente valorizados.

Agora, é o contrário disto tudo. O que temos são os professores, arregimentados por sindicatos ideologicamente muito bem definidos, que co-governam a educação há 30 anos. É preciso ter coragem para dizer. Os sindicatos comunistas a quem o povo português nunca deu mais que 8% em eleições democráticas, governam, juntamente com a classe política a educação, e são tão responsáveis pelo estado a que chegou a escola como  os sucessivos governos.

Mas o que na verdade me preocupa não é aquela evidência, bem pior é admitir que os professores não têm culpas, isso seria  passar-lhes o maior atestado de incompetência.  É como dizer, na verdade estares na escola ou não estares é a mesma coisa! Não se nota, não vales nada, o teu trabalho não tem consequências. Ora isto é falso, porque o trabalho do professor é determinante na qualidade do ensino. Mas só pode ser positivamente determinante se o professor reinvindicar para si próprio a responsabilidade que a sua função exige. Não é o que se vê . As reinvindicações não passam do ganhar mais, de chegarem todos ao topo da carreira, de não aceitarem a avaliação, de não terem responsabilidades.

Se não concorrem para a resolução dos problemas esperam que a escola mude ? É por ganharem mais que os alunos passam a ser melhores? É por chegarem todos ao topo da carreira que iremos ter alunos competentes? Eu que não sou professor e que pago esta merda toda, vou estar a favor dos professores e dos sindicatos porquê?

Afinal o argumentário é igual ao dos politicos: o mal está no povo! Mude-se!

Freeport : O triângulo das luvas…

Freeport : investigadores ignoram novos índicios

A Sábado trás em exclusivo mais uma notícia sobre o Freeport, envolvendo num triângulo rigorosamente equilátero José Sócrates, Pedro Silva Pereira e Rui Gonçalves (ex-secretário de Estado do Ambiente no tempo do Ministro Sócrates).

Manuscrito revela eventuais subornos, o autor nega ter feito pagamentos, relata a revista e acrescenta: Em Janeiro, Sócrates, Silva Pereira e Rui Gonçalves estavam numa carta rogatória para quebrar os seus sigilos bancários em Londres. Mas a carta acabou por seguir sem os nomes”.

Ministério Público quis saber se Sócrates surgia nos movimentos bancários do BES Londres. Paes Faria e Vitor magalhães os investigadores do processo foram a Inglaterra e encontraram novos indícios contra José Sócrates.

Charles Smith terá telefonado para londres a pedir luvas para “gabinetes de ministros”. Rick Dattani, do Freeport, escreveu que Smith lhe pediu 2 milhões de libras para subornos.

O que falta? Foram enviadas duas cartas rogatórias para Londres e faltam as respostas; estão a fazer-se as reinquirições e preveêm-se mais arguidos ; relatório final; acusação, de onde poderão ser retiradas certidões para outras investigações.

PS: isto é tão interessante que a Sábado publica o exclusivo na página 58 com chamada à primeira página. Em letra pequenina…

Rui Pedro Soares – o elevador social

Este rapaz por ser um boy do PS e sobrinho de quem é chegou a administrador da maior empresa do país aos 32 anos, sem curriculum, pois a PT é a única empresa que conhece e entrou de imediato para Director aos 28 anos, tudo num país onde, jovens de grande qualidade com curriculum académico e profissional relevantes, têm que abandonar o país para não cair no desemprego.

Um dos aspectos mais importantes para se avaliar a capacidade de um país no que ao mérito e à justiça social diz respeito é a igual de oportunidades. A capacidade que a sociedade e a economia de um país oferece aos seus cidadãos para, montados no mérito e mas capacidades individuais desenvolvidas, possam ascender socialmente. Portugal tem vindo progressivamente a perder esta capacidade! À emigração dos anos 60 formada por mão de obra não qualificada junta-se agora a emigração de gente qualificada.

Um país assim não tem futuro, andamos a treinar e a formar gente que custa muito dinheiro a todos nós para depois irem produzir para outros países que oferecem essas oportunidades de “ascenção social”. Quem nasce rico e em família rica e poderosa arranja emprego obscenamente remunerado, quem nasce pobre, mesmo que seja muito bom, a sociedade não lhe dá oportunidade para “apanhar o elevador social”!

Os amigos do rapaz e os boys e os que têm pretensões a boys e mesmo os que não sendo boys não vêm mais do que a cor do grupo, olham para estas críticas como se nada mais revelassem do que “inveja” ou confrontos partidários, fazendo crer que tudo isto é natural e quando as coisas mudarem tambem mudam os boys e as girls e adiante com a marinha. Mas não é assim, isto revela a incapacidade do país se desenvolver, de segurar os seus melhores, a injustiça social acentuada, a tendência para o empobrecimento.

Quem não percebe isto não percebe nada!

Chile – Novo terramoto de grau 7,2

O nosso aventador Prof. Raúl Iturra, nascido no Chile e com grande parte da sua família a viver na terra natal, sofre os horrores de saber uma notícia tão dramática e não conseguir contactar a família.

Não sendo um homem de fé, interroga-se como coincidem no tempo, um terramoto político com a investidura como Presidente de um ex-ministro de Pinochet, 41 anos depois e a série de terramotos da mãe natureza que está zangada com o Chile e ninguem sabe porquê.

11 de Março – eu estava lá!

O diálogo  salvador (de boina capitão Sebastião Martins; de frente em cabelo capitão Diniz de Almeida; à esquerda um dos militares de Abril que entretanto chegara e a TV em directo-mulher)

Ao tempo vivia ali em Alvalade para aí a dois kms em linha recta do Ralis. Estava habituado aos aviões do aeroporto próximo mas aviões militares e bombas a deflagrar distinguiam-se bem. Fui à janela os aviões rasavam o Ralis e ouviam-se disparos.

Meti-me no carro e fui para lá ver o que se passava enquanto os aviões militares abandonavam o local, forças furtivas tomavam posição nas escadarias dos prédios próximos e nas galerias exteriores. Paraquedistas, via-se pelas boinas verdes, armados de G3, a arma por excelência naquela altura, capaz de disparar tito a tiro ou em rajada. Procurei o comandante da força, tinha saído há pouco tempo da “guerra” ainda me lembrava como se procedia para não levar um tiro, mesmo que ocasional.

A minha surpresa foi enorme, o comandante da força era um amigo meu do Liceu, um tipo muito popular, generoso, poderoso fisicamente, mas do melhor como pessoa. Fiquei logo a saber que com o Sebastião, à força, íamos todos para o “galheiro” ele era destemido como poucos, mas com cuidado ele era um coração grande. [Read more…]

Jardim nunca aceitará esta ajuda!

A Ordem dos Arquitectos e a Ordem dos Engenheiros pela escrita dos respectivos Bastonários, vêm dar uma série de conselhos técnicos a Alberto João no sentido deste não tornar a cometer as barbaridades de Urbanismo e Construção que cometeu no passado.

O drama da Madeira como já aqui escrevemos é uma oportunidade , como o Prof. Ernâni Lopes logo dois dias após, ensinou. O Turismo pode ser melhor, ter mais qualidade e mais-valias que atraem o turista que fica e consome.

Estes três técnicos credenciados colocam à disposição da Madeira e do seu povo conselhos que têm todo o sentido, até pelos resultados que, infelizmente, estão aí à vista de todos. Não se pode construir em leito de ribeira nem de cheia, não se pode construir em falésias que atraem o desastre, não se pode encher de betão uma ilha que se quer única para atrair turistas de qualidade e, sem medo da palavra, ricos!

Mas é certo e sabido que o Presidente da Região olha para esses conselhos como alguem que lhe quer tirar o poder de fazer sem olhar às consequências, são cubanos cheios de prosápia, mandem lá no “contenente” que na Madeira mandam os madeirenses, leia-se o Alberto João e os amigos! Quando saiu da toca, passada que estava a intempérie, aí estava ele para as televisões ouvir ” tudo túneis que foi o que se aguentou, não vou em conversas…”

Pois, o grande mal é não saber em que conversas deve ir…