«We have some bad hombres here»

jn20102016

We have some bad hombres here

Donald J. Trump

Light the match to ignite the wrath

Eminem

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Depois de O Jogo e o Expresso terem abandonado o Acordo Ortográfico de 1990 (no que diz respeito a esta prática, o Expresso é useiro e vezeiro), chegou a vez do Jornal de Notícias.

Agradeço a um excelente leitor do Aventar o envio desta primeira página do JN. Efectivamente, mais uma prova de que o AO90 apenas está a ser aplicado em certas cabeças — aliás, como acontece com a guerra, naquela canção do grupo do Muir (do Mike e não do Nathan).

“Nós levamos a sério a política. Nós levamos a sério o país.”

Rui Naldinho

O BE, o PCP e os Verdes andaram anos a zurzir nos partidos do chamado arco da governação sobre o denominado “tráfico de Influências”, ou na, “porta giratória entre interesses do Estado e os interesses económicos e financeiros”, ou em “ facilitadores e lobistas que saem da política e plantam-se no grandes grupos económicos muitos deles monopolistas”, criando “parcerias público privadas com rendas excessivas”, …

O tempo urge, daí haver necessidade nesta legislatura de se mudar quase tudo aquilo que eles próprios afirmaram como uma das chagas que levaram ao atraso o país. Nessa matéria estou de acordo convosco, “camaradas”!
Já se fez alguma coisa? Talvez, mas ainda assim é pouco.

Na passada terça-feira assistimos a um despudorado comportamento no parlamento, dos muitos que têm ocorrido da parte do PSD. Com os votos da bancada socialista chumbou uma proposta do PCP que visava limitar os vencimentos dos gestores públicos a 90% do ordenado do Presidente da República. A iniciativa contou com os votos favoráveis de PCP, BE e CDS, mas os votos contra de PS e PSD puseram um ponto final na discussão.

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Cimeira cidadã contra o Ceta reunida hoje no Parlamento Europeu

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Para elevar a nossa voz que está presa pelo fiínho da Valónia

Encontrado o guru de Jorge Jesus

Se havia dúvidas, ele aqui está: desvendado!

https://www.facebook.com/samuel.quedas/videos/10207887724371804/

Afecto não solicitado, aqui não, obrigado

Urge a criação de um Estatuto de Objector de Consciência dos Afectos para proteger o cidadão de manifestações indesejadas por parte do presidente da República.

Bilhete do Canadá – A vindima americana

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Vai atirar para Novembro, até ao lavar dos cestos é aposta. Talvez venha a dar a primeira água-pé no Natal. Só depois do Ano Novo o mosto assentará de vez e haverá vinho, talvez bom, talvez assim assim. Para já, está fechado o tempo da vindima. Segundo as sondagens, depois do terceiro debate em Las Vegas, que é terra de incerteza e jogo, Hillary ficou à frente com 52% e Trump levou 32% e foi um pau.  Debate metido em baias pelo moderador: não houve palmas nem assobios, bravos ou pateada. O auditório esteve sempre de trela curta e açaime. Apesar disso, Trump estendeu-se ao comprido mais duma vez.  Voltou às baixarias que são o seu natural.  Ontem, com ressonância mundial, o director da poderosa Harpers Magazine, de New York, John Rick MacArthur, afirmou displicente que considera Trump “um vadio milionário”. Eu, que não sou nada, penso que o Trump se pôs a jeito para ouvir destas.  Por isso, e porque a experiência aliada à inteligência faz boa mistura, Hillary brilhou. Nem sei se Trump ter dito que não aceitará os resultados eleitorais, se lhe forem adversos, terá mais importância do que o “irrevogável” dum caixeiro viajante que andou a brincar de ministro no governo de Passos Coelho.  Calhando, é só garganta. O pior é o mundo e os Estados Unidos com ele estarem cobertos de nuvens negras.  Tudo parece prometer borrasca. Não é garantido que Hillary, apesar de ter nos bastidores dois homens de peso, Obama e Bill Clinton, tenha altura para um sarilho destes. Mas nunca se sabe e como dizem os cauteleiros, “há horas de sorte”.  Oxalá que assim seja.

Morrinha

©Carla Olas

Quando começamos a subir o monte, aparecem os caçadores. Dois rapazes, com coletes militares. Sobem para uma pedra para que os vejamos, de espingarda ao ombro, estátuas desengonçadas a posar para os forasteiros. Costumam andar aos pares, acompanhados por três ou quatro cães, fazem ruído e assustam os bichos, mas raramente lhes acertam. Passam o domingo no monte, “andam entretidos”, como dizem as mães, com as espingardas de segunda mão e os camuflados. Seguem-nos com os olhos, sem disfarçar, quando passamos, e levantam bem alto o cano da espingarda para que os admiremos. Poderia um impulso infantil levá-los a apontar a arma na nossa direcção e disparar, só para ver se nos acertam, só para ver como caímos. As coisas que nos passam pela cabeça. (Uma vez, um homem de quem todos gostavam, o santo da vizinhança, de bochechas redondas e sorriso beatífico, levantou os olhos para o céu onde passava um avião, e com toda a naturalidade confessou que gostaria de vê-lo cair. A esse e a todos os que via passar.) Mas os jovens caçadores contêm-se, e passámos incólumes.  [Read more…]

Schiaparelli, um sucesso amargo

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Schiaparelli com o pára-quedas aberto

A missão ExoMars (Exobiology on Mars) conseguiu colocar na órbita de Marte a sua sonda atmosférica e realizou com sucesso, ao longo dos previstos seis minutos, “quase todas” as etapas de descida, na atmosfera marciana, do módulo de superfície. No entanto, quando o contacto com a superfície estava próximo, o centro de operações da ESA deixou de receber telemetria, sendo incerto o que terá acontecido. Mais detalhes no comunicado da ESA (em inglês).

Políticas de esquerda, salários de direita

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Se o critério que norteia o enquadramento dos salários dos gestores da CGD não permite reduzir a factura – ou pelo menos não a aumentar – do custo que o seu conselho de administração tem para o erário público, existe, a meu ver, uma solução: alterar o critério. Existem, inclusive, propostas do PCP e do BE para limitar os salários dos gestores públicos ao salário do primeiro-ministro ou do presidente da República. Se existem, aqui vai uma lapalissada: é porque pode ser mudado. [Read more…]

Transcrição completa do terceiro debate presidencial Clinton-Trump

Depois de o Armindo de Vasconcelos ter trazido os dois primeiros debates, eis o terceiro.

Os novos lesados bancários do rectângulo

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O Deutsche Bank, alemão que é, tem que ser, nem podia ser de outra maneira, magistralmente gerido. Se ultimamente tem dado problemas, tal encontra explicação nos focos de sovietização que se acendem um pouco por toda a Europa, e que, como se sabe, são nocivos para a saúde financeira de bancos responsáveis e plenos de valores éticos como o Deutsche, que ainda por cima é deutsche. Brincar aos especuladores não teve nada que ver com este assunto. É desígnio divino e não merece castigo. [Read more…]

Le Tour de France

Rui Naldinho
Le Tour 2017

Le Tour 2017

Um evento digno de uma peregrinação!

Declaração de interesses: Sou um maluco pelo ciclismo. Se vejo na televisão como a maioria dos aficionados, por vezes adormeço. Mas aquilo é como as telenovelas. Dez minutos de sesta e toca a ver o resto da prova. Se estou na disposição de ir ver ao vivo, faço como todos os crentes. Torno-me numa espécie de peregrino, mochila às costas, e espero pacientemente que desfilem as minhas divindades.

No passado dia 18 de Outubro foi apresentado em Paris, no Palácio dos Congressos, o “LE TOUR 2017.” A Volta a França é o maior evento desportivo anual do mundo em termos de impacto mediático. Note-se que outras grandes competições como o Mundial de Futebol e os Jogos Olímpicos, não são anuais, mas sim quadrienais. Logo, não são comparáveis.
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Prémio blogs do ano – Aventar

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Terminou a votação | Conhecer o Aventar

Os resultados serão anunciados a 27/10/2016. Ver também: todos os posts sobre o concurso.

Manuais escolares: o populismo decide, a sensatez paga

Santana Castilho*

O Governo escreveu e os jornais repetiram: a despesa com a Educação sobe 3,1% em 2017. Mas, não é assim. O que o Governo acaba de apresentar é o que estima vir a gastar em 2017, que comparou com o que previu gastar em 2016. Ora o Governo sabe que vai fechar as contas de 2016 com uma despesa bem superior à que estimou. Termos em que, com o que já se conhece, a afirmação é falsa.

Apesar deste expediente e dos artifícios que recheiam o OE 2017, fica desde já claro que prefiro a lógica que o informa à lógica dos que o antecederam. Posto isto, permitam-me que formule a pergunta de partida para abordar um desses artifícios: quais são as consequências da imposição de um modelo de gratuidade e reutilização dos manuais escolares? Como se pretende abordar uma indústria que, estima-se, move anualmente 100 milhões de euros, dá emprego a 2.000 pessoas e interessa a 1.600 livrarias? Poderemos ter, numa primeira fase, sob um pretexto político discutível mas que é bem acolhido pelo mainstream, uma iniciativa que poderá destruir, numa segunda fase, uma cultura que demorou décadas a desenvolver-se? Tratar-se-á de uma actuação movida por simples preconceito, que acaba abalroando, de modo centralista, interesses de editores, de autores e dos que trabalham na indústria da produção de livros? [Read more…]

Histórias reais – Uma proposta irrecusável

É pouco provável que algum de vós tenha conhecido o Mocambo. Fechou portas em 1958, depois de década e meia de glória no esplendoroso Sunset Boulevard, onde os argumentistas fracassados acabam a boiar nas piscinas. Com a sua decoração carregada de estereótipos de uma América do Sul de caricatura, e as paredes cobertas de jaulas de vidro com papagaios, catatuas, e pombos, devia ser um desses lugares em que tudo é genuinamente postiço. Ver e ser visto no Mocambo era um imperativo para as estrelas da época e nenhuma falhava. E actuar no Mocambo era o empurrão necessário para qualquer carreira musical. Poucos eram, porém, os artistas negros que conseguiam um contrato, numa época em que a segregação racial ainda era a norma.

Impunha-se, portanto, jogar uma carta alta para que uma cantora negra pudesse actuar no Mocambo. Foi necessário que a sua amiga e admiradora fizesse ao dono do clube uma proposta irrecusável. Se ele contratasse certa cantora, a quem apenas a mais preconceituosa burrice poderia cerrar portas, ela, a sua amiga e admiradora, estaria todas as noites na fila da frente do Mocambo, sorriria para as câmaras dos fotógrafos que não deixariam de seguir-lhe os passos e com isso faria ao clube uma publicidade tão esplendorosa que nem o Mocambo poderia desdenhar. [Read more…]

A ironia do geringoncismo

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A confirmarem-se as previsões, é possível que o ano de 2016 termine com uma grande ironia: o défice mais baixo das últimas décadas será conseguido por um governo socialista apoiado pelo PCP e BE. Na novilíngua do radicalismo neoliberal, um Processo Revolucionário Em Curso com vista à estalinização do país. Uma perigosa e infame Geringonça, preparada para instalar um totalitarismo soviético que espanta investidores, aumenta brutalmente os impostos e persegue impiedosamente o ensino privado. O precipício. [Read more…]

Parem as rotativas

A malta da direita, agora que as contas têm o inconveniente de estarem a correr bem, está à procura de inspiração além fronteiras. Veja-se bem, que até já são especialistas em grego e análise política da Grécia.

Não é que descobriram um escândalo? Só falta saber se é tão credível quanto a fotomontagem do pobre grego que não era grego ou das filas do multibanco, que não eram filas.

manipulação imprensa grécia

Astérix contra o CETA

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A VALÓNIA DIZ NÃO AO CETA

Era hoje que os ministros europeus queriam dar o ok ao CETA, passando por cima das significativas e comprovadas razões invocadas pelos cidadãos europeus contra o acordo com o Canadá. Mas eis senão quando, tal aldeia gaulesa, o parlamento de uma das três regiões da Bélgica, a Valónia, resiste à gigantesca pressão de todos os outros estados. Ao contrário do austríaco Kern, que já tombou para o sim, Paul Magnette resiste. Se assim se aguentar, o primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, que já anda sem paciência para os parceiros europeus, bem pode ter de desmarcar a viagem para Bruxelas na próxima semana, onde pretendia assinar o acordo juntamente com os outros líderes europeus.

Que não lhe falte da poção mágica, Magnette!

Blogs do ano

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Termina amanhã a votação do público na primeira edição do concurso “Blogs do ano”, pelo que é uma boa altura para se fazer um balanço, antes de serem conhecidos os respectivos resultados.

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«Segundo o JN apurou, a rutura é recente»

Se o JN lesse aquilo que se escreve, quer aqui, quer no Público, saberia que a ruptura é excelente e que a rutura, além de supérflua, não é recente.

Ninguém comparece ao meu rendez-vous

Assim de repente, lembro-me de quatro ou cinco malucos que desapareceram da cidade. Demoramos tempo a dar pela falta deles, só os vemos quando calha, mas sabemos quem são, que tipo de maluqueira é a sua, qual a melhor forma de tratá-los. Por exemplo, há dois que andam sempre a correr. Um com aspecto de corredor (perdão: runner) profissional, roupa desportiva, todo apetrechado, mas quando se olha mais de perto vê-se que a roupa está gasta de tanto vento e chuva que apanha, a faixa fluorescente à volta da cabeça é claramente excessiva, e a expressão dos seus olhos é de quem está para lá de Marraquexe. O outro, um velhote que suspeito sofrer de Tourette, sempre muito inquieto, o rosto convulso, sempre a correr como quem vai salvar os bens de uma casa em chamas, dá aflição vê-lo. Não sei que será feito deles. [Read more…]

Pedro e o embuste

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A propósito da sobretaxa do IRS, Pedro Passos Coelho usou a palavra “embuste” para rotular o Orçamento de Estado. Podia aqui discorrer sobre vários embustes com a marca do ex-primeiro-ministro, das cambalhotas fiscais até aos célebres embustes da saída limpa, do défice de 2015 que ia ficar abaixo de 3%que mais do que uma promessa, era uma questão de honra – ou do Novo Banco que não ia ter impacto directo no bolso dos contribuintes, mas hoje fico-me pelo embuste da sobretaxa. [Read more…]

O fim do Bloco e outras “zandinguices” de João Marques de Almeida

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Para um tipo que tem uma licenciatura, um mestrado e um doutoramento em Relações Internacionais, para além de ter leccionado e investigado na mesma área, João Marques de Almeida aparenta ter sérias lacunas analíticas. Pelo menos neste caso. Ou então é um daqueles que vende a honestidade intelectual por meia-dúzia de patacos. Talvez seja do ar que se respira na redacção do Observador ou, quem sabe, o facto de ter estado tempo demais exposto a Durão Barroso, de quem foi assessor.  [Read more…]

Jornalismo no Festival Utopia 2016

14717057_695211760630228_1226828883434477353_nSem a Utopia o que é o homem mais do que besta sadia, cadáver adiado que procria? Não foi bem isto que o Sebastião pessoano disse nessa sessão de espiritismo chamada Mensagem, mas serve, como veremos.

Tendo em conta a tentação ditatorial do predador que teimamos em ser, a democracia está sempre em perigo. Um dos maiores sintomas actuais desse perigo reside na desvalorização do jornalismo e dos jornalistas, espécie permanentemente ameaçada e um dos pilares da mesma democracia. Assim, aquilo que era um valor aparentemente seguro até há pouco tempo está perigosamente perto de voltar a ser uma utopia, esse não-lugar em que a palavra do jornalista não está a esforçar-se por permanecer à tona de uma enxurrada de infotainment, de exploração de estagiários, de afastamento de gente experiente ou da sobrevalorização de espaços de opinião vendidos e comprados por partidos.

Como apaixonado dos jornais e como admirador e amigo de muitos jornalistas, congratulo-me com o facto de o Festival Utopia 2016 ter como tema, ou melhor, como causa, o jornalismo. Saúda-se, portanto, a parceria entre a Átomo – Cooperativa Cultural e Social, a Junta de Freguesia de Campolide e a Comissão Organizadora do IV Congresso dos Jornalistas.

Para os que usam o facebook e querem saber mais, é só seguir a página. Mais abaixo, é uma fartura de cartazes com o programa musical incluído, que é festa!, e outras informações úteis e agradáveis. Utopia é no Jardim da Amnistia, no combate contra o cadáver adiado que procria, pois. [Read more…]

Mas… mas… mas…

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Querem ver que essas pessoas que fazem relatórios para a OCDE estão a fazer panelinha com a geringonça?

Segundo a organização sediada em Paris, o aumento da carga fiscal para os trabalhadores com baixos rendimentos cresceu perto de 1,5% em Portugal entre 2014 e 2015, liderando a tabela, enquanto na Áustria (a segunda maior subida) ficou perto de 1% e no Luxemburgo (terceira maior subida), que a OCDE também destaca, pouco acima de 0,5%

O aumento da carga fiscal sobre os trabalhadores com baixos rendimentos foi particularmente elevado em Portugal, onde o sistema de crédito fiscal foi tornado menos progressivo”, afirma a OCDE no relatório divulgado hoje [22/09/2016, lê-se no JN].

Ó sô dona Cristas, já que encenou o regresso do partido do contribuinte, apraz-lhe comentar a situação criada pelo seu governo?

Sobre as eleições regionais dos Açores

Rui Naldinho

Pedro Passos Coelho reconheceu no último domingo, dia de eleições nos Açores, que aquele não era dia de festa. Pudera! Com aquele resultado, só se festejassem a perda de um deputado do PS, que anda assim manteve uma maioria absoluta sólida.

Foto: PSD Açores

O PSD, ainda não percebeu que dificilmente voltará a ganhar um acto eleitoral enquanto não mudar o seu discurso, onde a narrativa do medo é constante. Parecem os tutores daqueles colégios internos na velha “Albion”. Mas isso não basta. Pedro Passos Coelho, cuja credibilidade está bem mais debilitada do que a da Geringonça tem de se afastar, levando alguns dos indefectíveis com ele, para que o partido se renove, e dê novas respostas aos anseios do seu eleitorado.

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A WikiLeaks incomoda

Julian Assange’s internet link has been intentionally severed by a state party. We have activated the appropriate contingency plans.

«La nouvelle orthographe figurera au cœur des discussions officielles»?

Não? Ah! OK: «les domaines de la formation et de la recherche», «les thèmes économiques et internationaux», «la politique européenne»… Oh!

As notícias da morte da Geringonça eram manifestamente exageradas

obs

Fazendo eco da propaganda reinante, há precisamente um ano, o Observador anunciava a morte da Geringonça por altura da negociação do OE17. Vinha aí uma nova crise política, apesar de, à data, não haver ainda registo de qualquer desavença digna do nome entre os partidos que davam e – pasmem-se – continuam a dar suporte parlamentar ao governo de António Costa.  [Read more…]

PSD em queda livre

ppc

As sondagens, é sabido, valem o que valem. Mas quando sucessivas análises revelam uma tendência comum, neste caso o afundamento do PSD nas intenções de voto dos inquiridos, torna-se difícil de ignorar os sinais. As eleições de ontem nos Açores foram apenas mais um desses sinais, que parecem demonstrar que os portugueses se afastam cada vez mais da letargia reinante no nº9 da São Caetano à Lapa.  [Read more…]