Cada cavadela, cada minhoca!

Pedro Passos Coelho sobre Maria Luís Albuquerque: “Foi convidada para uma empresa que não atua diretamente sequer em Portugal, não negoceia com bancos em Portugal. Há outras empresas que o fazem e o fizeram, mas a doutora Maria Luís Albuquerque não está a trabalhar com essas empresas: está a trabalhar com uma empresa cotada em Londres e não intervêm diretamente no mercado português”

O que diz a Arrow Global Group sobre si própria? [Read more…]

O retrato oficial

cavaco

TYRONE: (He quotes.) “The fault, dear Brutus, is not in our stars, but in ourselves that we are underlings”. (He pauses — then sadly). The praise Edwin Booth gave my Othello. I made the manager put down his exact words in writing.

Eugene O’Neill, Long Day’s Journey Into Night

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Este retrato oficial «passará a integrar a Galeria de Retratos dos ex-Presidentes, no Museu da Presidência da República» e é da autoria de Carlos Barahona Possollo.

O pormenor mais interessante do retrato é a caneta que Cavaco Silva ostenta. Aquela caneta, note-se, nunca serviu para adoptar o Acordo Ortográfico de 1990. Efectivamente, aproveitemos este momento para recordar [Read more…]

Crónicas do Rochedo VI – Música

Jesus tinha dois pais, Maria Luís tem dois empregos

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Ora aqui está um cartaz que o Bloco podia fazer. Um cartaz a reforçar junto da opinião pública que significativa parte dos nossos deputados exerce funções paralelas que encerram em si conflitos de interesses. E a política portuguesa está cheia de exemplos desses. Eles são os deputados que integram a comissão de saúde de manhã e que aprovam aquisições de serviços a empresas da área da saúde para quem trabalham à tarde, outros que se sentam na comissão de obras públicas num dia, para no dia seguinte se sentarem no conselho de administração de grandes construtoras, enfim, toda uma festa de promiscuidade que se estende a todas as comissões parlamentares e que explica décadas de danças de cadeiras entre governos, Parlamento, bancos e grandes empresas nacionais e estrangeiras a operar em Portugal. E não se passa nada. [Read more…]

O tamanho do pénis de Donald Trump

Acontece na América.
Há um tipo com muito dinheiro que não tem mãos pequenas e que pode vir a ser próximo e último presidente dos Estados Unidos da América.
Incontestavelmente, um país onde todas as mais fálicas fantasias podem acontecer.

Maria Arrow Albuquerque

maria arrow albuquerque

Maria Luís: Desculpa!

Escrevi que terias mudado de emprego. Afinal foi só uma mudança de local de trabalho. Peço desculpa pelo lapso.

A morte assistida e a carta de Lincoln

Marquis_Warren_Samuel Jackson

Laura Santos

Quando não aguentar mais, vão dizer-me que não reflecti o suficiente?

O último filme de Tarantino, Os oito odiados, situado uns anos após a Guerra Civil americana, começa com uma cena em que, numa tempestade de neve assustadora, um caçador de recompensas negro, Major Marquis Warren (Samuel Jackson) [foto], pede “boleia” a uma diligência, de modo a poder levar no tejadilho os cadáveres de três criminosos à cidade de Red Rock. Dentro da diligência está outro conhecido caçador de recompensas, O. B. (James Parks), algemado a uma mulher que vai levar para a forca na mesma cidade
O.B. identifica o Major como sendo aquele negro envolvido na Guerra a quem o próprio Lincoln teria escrito uma carta de amizade. Devido a esta fama, dá-lhe de facto boleia, pergunta-lhe se leva consigo a carta e lê-a em silêncio. [Read more…]

A estreia de David Dinis como director da TSF

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Filipe Amorim/Global Imagens

David Dinis estreou-se ontem na TSF com um artigo de opinião a comentar o caso de Maria Luís Albuquerque se apoiar nos buracos da lei das incompatibilidades para ir para uma empresa onde, moralmente e legalmente, não devia trabalhar.

Não foi isto que o ex-director do O Observador disse, porém. Para ele, não há problema legal.

Não o digo porque seja ilegal. Olhando para a lei, o facto de ser “não executiva” na Arrow Global provavelmente iliba-a desse ónus.

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Os cofres cheios de Maria Luís Albuquerque

Devem estar agora mais cheios com o tiro certeiro na Arrow. Sem ponta de vergonha nas ventas.

Bilhete do Canadá – coisas que se dizem

Prós e Contras – esta semana discutiu os bancos. Ressaltaram três nomes de lucidez e coragem: Ricardo Cabral, Marco Ferreira Capitão e Carlos Firme.

José Vitor Malheiros  diz que  A UE não nos inspira nem nos mobiliza. Pelo contrário: cada vez mais envergonha-nos.

Dinheiro chinês para Diário de Notícias, Jornal de Notícias e TSF – haja maneira de os pôr de olhos em bico. Coisa gira.

Duarte Marques ataca  governo  pela demissão do presidente do CCB – este grunho de Mação sabe o que é Cultura?

Deputado Amaral (CDS) considera incorrecto o “empurrão” dado a António Lamas – perdeu a memória. Já se esqueceu do empurrão que deu, com o punho fechado, nas costas de Maria José Nogueira Pinto por esta ter posto o dedo no nariz do Portas.

Conselho Superior de Finanças Públicas  é independente  – é o que garante a imprensa dita de referência. Porque é que eu tenho a desconfiança de se tratar de um quarto independente com porta para a escada? No caso, Santana à Lapa.

Passos Coelho garante que fracasso do Governo não terá que passar por eleições –  Pois. Ele aparece  e o país inteiro, em delírio, entroniza-o. É assim que “eles” começam. Depois pensam ser o Napoleão.

Assunção Cristas está preocupada com o orçamento – assim declarou, entre bolinhos e copinhos, numa feira.  Enquanto ela anda entretida com esta preocupação, o Nuno Melo vai andando, caladinho,  e faz-lhe a cama à meia volta.

Marido de Maria Luís Albuquerque sem mãos a medir

ameaçou ir aos cornos de todos os utilizadores do Facebook que se atrevam a criticar a mulher.

João Soares, Maçónico e Ministro da Cultura, representa o que de pior tem a política em Portugal

Não vejo em João Soares uma única qualidade, tirando o facto de ser filho de Mário Soares, que justifique o convite para chefiar o ministério de um Governo em Portugal. Mesmo relativamente à ascendência, convenhamos que foi um excesso de linguagem falar de qualidade, como muito bem demonstrou a Clara Ferreira Alves aqui há atrasado.
Nada de novo. Se João Soares ganhou notoriedade no PS, substituiu Jorge Sampaio na Presidência da Câmara de Lisboa e, apesar de uma carreira sofrível marcada pelo fracasso, manteve-se na crista da onda até chegar ao Governo, foi tudo pela mesma razão.
Isso e o facto de pertencer à Maçonaria, claro.
E interessa-me pouco que o putedo socialista do costume venha com as alegações hipócritas da relação entre a vida pública e a esfera privada. Devem achar que arranjar tacho de 70 mil euros na Câmara de Lisboa para um filho sem qualquer experiência profissional faz parte da vida privada da personagem. Ou que andar a brincar aos aventais com aqueles que a seguir se nomeia para cargos públicos pertence à esfera privada. Isto porque hão-de conceder que os favores escandalosos feitos ao Colégio Moderno enquanto Presidente da Câmara de Lisboa nada têm de privado. Ou as movimentações quase clandestinas que fariam corar de vergonha alguém minimamente sério e que levaram à reposição da subvenção vitalícia dos deputados. [Read more…]

A saída da Mariazinha

é uma saída limpa?

Deus apresentou queixa?

Russo está a ser julgado por negar a existência de Deus.

Pergunta para um milhão:

– porque é que a Comunicação Social continua a tratar o Passos como primeiro, fazendo uma cobertura mediática de um deputado como se ele ainda fosse o que já não é?

Bendito o cartaz…

…e o fruto do seu ventre, Nuno Melo.

Maria Luís Albuquerque na ARROW GLOBAL GROUP

Ver aqui. Surge-me na cabeça a ideia: Banif

O Metro-Mondego é Portugal visto ao espelho

metro_mondego

Ao ler hoje o diário da república deparei-me com uma pequena resolução da Assembleia da República que é a perfeita imagem de Portugal (texto na imagem acima): um país pobre porque há um conjunto de pessoas que se esforça todos os dias para que assim seja. E, infelizmente, essas pessoas nunca recebem o merecido prémio que é serem responsabilizadas pelos seus atos. [Read more…]

João Soares e Summavielle pertencem ao GOL

E andam de avental!
Ao Gol? Lol!

«A nossa relação foi perfeita» – Klopp

Klopp

© Alex Livesey/Getty Images (http://bit.ly/1niTkfQ)

Efectivamente, no título do jornal da “silenciosa resistência” ter-se-ão esquecido do ‘l’, pois encontramos «A nossa reação foi perfeita» – Klopp. Lembremo-nos de Fação.

Quanto às reclamações, agradeço a disponibilidade do Presidente do Conselho de Direção (sic) da Escola, mas a culpa é de outrem.

dre332016

Reestrutura-te ou morre: o colapso anunciado do projecto europeu

UE

O projecto europeu está moribundo e recomenda-se cada vez menos. Refém de burocratas pagos a peso de ouro, alguns deles não sufragados e controlados pelos interesses das principais praças financeiras e grandes corporações, esse sonho que dá pelo nome de União Europeia já viveu melhores dias. A crise das dívidas soberanas de países que há muito perderam boa parte da sua soberania e consequente imposição de planos inúteis de austeridade cega, verdadeiros atentados ao crescimento da periferia e à sustentabilidade das próprias dívidas, veio aprofundar ainda mais o fosso entre as duas Europas que, desde o início, era sabido, sempre andariam a velocidades diferentes. O ressuscitar dos velhos fascismos, da Hungria à França, a ameaça do Brexit, com a qual Bruxelas lida com uma condescendência sempre negada aos desgraçados do sul, a crise na fronteira a leste e a incapacidade de lidar construtivamente com a vaga de refugiados sírios são sinais de que algo não está bem com a construção de uma união cada vez mais desunida. O risco de fragmentação é iminente e já poucos o conseguem negar.  [Read more…]

E esta? Também é digna de polémica?

Costa reconduz Santana Lopes na Santa Casa da Misericórdia de Lisboa“. O João Soares que saiba…

O Orçamento do Estado e a mensagem política

Com “invertendo a política dos últimos anos, perspectiva-se“, em vez de “invertendo a política dos últimos anos, perspetiva-se”, ficava tudo resolvido. Efectivamente: tudoTudo resolvido.

Uma pequena retrospectiva desencadeada por determinada “veracidade dos fatos constantes”

samuel west

Samuel West as Henry V: ‘Upon the king’ (http://bit.ly/24AVtoX)

O, be sick, great Greatnesse,
And bid thy Ceremonie giue thee cure.
Thinks thou the fierie Feuer will goe out
With Titles blowne from Adulation?
— Shakespeare, “Henry V” (Folio 1, 1623)

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Os “fatos constantes” portugueses nasceram em 2012, no Diário da República, mantendo-se actuais e com óptimo aspecto, apesar de indicados (isto é, denunciados) na página 7 de documento entregue na Assembleia da República, em Fevereiro de 2013.

Efectivamente, tivemos “os fatos constantes” quer em  [Read more…]

Pla,gi,ar é fei,o

Co,piar s,em re,fe,rir a fon,te e co,loc,ar a “par,te co,pi,a,da en,tre as,pa,s” é mui,to fei,o, Du,ar,te. E tam,bém é cri,me. Cha,ma-se plá,gio.

Maçonaria

Eu que não percebo nada disso, entrar na Maçonaria é tipo brincadeirinha com caloiros, não é? Tipo praxe. A diferença é que os praxantes andam de avental.

Donos disto tudo? E que andaram vocês a fazer na Segurança Social, Sérgio Azevedo?

DDT

O PSD entrou no linchamento do momento – nós por cá já tínhamos tirado a pinta ao mais recente boy de João Soares há quatro anos mas, lá está, isso somos nós que não temos que esperar pelo momento políticamente oportuno para fazer denúncias – e, pela voz de Sérgio Azevedo, nascido e criado nos prados verdejantes de Castelo de Vide, acusou o governo de António Costa de querer ser o Dono Disto Tudo, a propósito da nomeação de Elísio Summavielle para suceder a António Lamas no CCB[Read more…]

Com toda a naturalidade, a maçonaria controla o país

Mac

Long story short: está em cima da mesa a saída do Secretário-Geral dos Serviços de Informação da República Portuguesa (SIRP). Segundo o Expresso, o lugar que poderá em breve ser deixado vago está a ser disputado pelas duas principais ordens maçónicas, Grande Oriente Lusitano (GOL) e Grande Loja Legal de Portugal (GLLP), com a segunda a acusar a primeira de estar sobrerrepresentada no SIRP.

Mas quem é que deu a esta gente o direito de se intrometer nos assuntos do Estado, como se de estruturas democráticas e universalmente sufragadas se tratassem? E porque raio estão os nossos serviços secretos repletos deste pessoal obscuro? Será que não chega estarem infiltrados até ao tutano nas estruturas de poder, influenciando o rumo do país em função dos seus interesses particulares, e ainda se acham no direito de controlar os serviços secretos? Alguém corra com eles se fazem o favor. Já chega de pagar aventais com o dinheiro dos nossos impostos.

Ui que indignação se isto tivesse acontecido na Rússia ou na Venezuela…

jornalista da Time agredido com extrema violência por elemento dos serviços secretos norte-americanos quando tentava furar o perímetro de uma manifestação anti-Trump. O que vale é que eles por lá são muito democratas.