Só há um dia em que somos todos iguais – o dia das eleições. Seja o CR7, o Passos Coelho, o Belmiro de Azevdo ou o sr. Carvalho, que vive aqui na rua, todos iguais no momento do voto.
Esta marca da Democracia também nos transporta para um outro sentimento de justiça, na medida em que podemos penalizar o mau Presidente, o péssimo governo ou as políticas erradas ou, continuar a votar em quem governa bem.
Tal como o meu camarada de escrita, parece-me que a solução nas nossas terras ou no nosso país passa pela esquerda, enquanto espaço de resistência às políticas que nos têm desgraçado nos últimos dois anos. Mas, a Esquerda tem tido (sido) um problema – não consegue encontrar um espaço para o que têm em comum. PCP, Bloco e PS, tal como a CGTP, têm sido actores políticos que sublinham sempre as diferenças entre si, quando há tanto que os une.
No que diz respeito ao sistema nacional de saúde, o BE, o PC e o PS não tem mais coincidências do que divergências?
E quanto à segurança social? Ou nos apoios sociais?
E, de forma ainda mais clara – a Escola Pública? É ou não parte comum do património das Esquerdas? Será que o PS, o BE e o PCP não conseguem encontrar pontos comuns em torno deste pilar da nossa Democracia?
Tem que ser possível e aqui em Gaia há práticas nesse sentido.









Estou convencido, 






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