– (…) e os deputados lá arranjaram 600 000 aéreos a fundo perdido para criar uma sala de espectáculos.
– Esses gajos do teatro chulam tudo.
– Qual teatro? é uma discoteca como as outras.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
– (…) e os deputados lá arranjaram 600 000 aéreos a fundo perdido para criar uma sala de espectáculos.
– Esses gajos do teatro chulam tudo.
– Qual teatro? é uma discoteca como as outras.
Na sequência da apresentação, ontem, de «Pixote – A Lei do Mais Fraco», segue-se hoje o filme «Quem matou Pixote?», de José Joffily (1996). Um filme que retrata a curta vida de Fernando Ramos da Silva, o menino de rua protagonista de «Pixote – A Lei do Mais Fraco» e precocemente morto pela Polícia depois de entrar no mundo do crime.
Não sendo um grande filme, e tendo sido um fracasso de bilheteira, vale ainda assim por relembrar a triste história de um menino utilizado pela indústria cinematográfica brasileira que não soube lidar com a fama e com o sucesso e terminou a vida de forma trágica.
PS recusa cortar feriados e propõe acabar com banco de horas
Basta um partido ser oposição para o interesse dos cidadãos vir em primeiro lugar. Até a memória se esvazia. Devia, portanto, o governo sair dos partidos da oposição.

adaptado a partir do cartoon: Bennett/Christian Science Monitor
Este é o título de uma notícia ontem no Jornal de Negócios. Estaríamos perante a correcção de uma enorme injustiça – uma parte dos portugueses pagarem muito mais do que os restantes pela existência do mega buraco nas contas de todos – dizia, seria a correcção de uma colossal injustiça não se desse o caso de os juízes do TC que deliberarão sobre o assunto serem os que vão em breve ser nomeados. Outros, portanto.
Escreve Pedro Santos Guerreiro que «estas escolhas [José Conde Rodrigues pelo PS e Paulo Saragoça da Mata pelo PSD] podem ter sido feitas à medida, para inverter essa calamidade política. Não porque os escolhidos sejam manipuláveis. Mas por saber-se o que pensam. E terem sido escolhidos em função disso. E isso sim será manipulação. A suspeita é grave e recai em quem escolheu, não em quem foi escolhido». [Read more…]

Ou a incógnita sapiência do nosso Ministro da Educação.
O Rei de Espanha feriu a sensibilidade dos espanhóis. Partiu de férias quando não devia e em Monarquia, o dever é tudo. Pela primeira vez na história do país vizinho, um titular de um cargo político escusa-se por um erro. O Rei foi o primeiro a fazê-lo. É natural, por isso mesmo é o Rei.
Mas sendo nós portugueses, convém termos a consciência disto: já alguém, alguma vez lhe pediu desculpa? [Read more…]

Hoje, no Google.
Eu Sou Português Aqui
Eu sou português
aqui
em terra e fome talhado
feito de barro e carvão
rasgado pelo vento norte
amante certo da morte
no silêncio da agressão.
Eu sou português
aqui
mas nascido deste lado
do lado de cá da vida
do lado do sofrimento
da miséria repetida
do pé descalço
do vento. [Read more…]
A notícia de que duas raparigas terão sido espancadas por se recusarem a participar numa praxe em Coimbra indignou muita gente, mas não provocou os efeitos que esperava. O crime terá ocorrido em Outubro e, ao que parece, só agora um tal Conselho de Veteranos – haja paciência! – «abriu um inquérito» para apurar responsabilidades. Ler o resto AQUI
O episódio dos submarinos confirma a regra da impunidade portuguesa. A única coisa que o distingue de quanto coloca na berlinda essa espécie de político socialista no seu espavento burlão escondendo a grande saga de enriquecer o mais possível e o mais rapidamente possível, avidez recordista, arrivismo desastroso, é o facto de, por si só, o Caso Submarinos não acarretar a falência e o empobrecimento compulsório do Estado Português com a agravada e implacável desgraça dos mais pobres e vulneráveis dos portugueses. Não se ataca um caso. Não se atacam os demais. PSD/PS/CDS-PP unem-se nesta piromania corrupta que corrói o pecante projecto português de democracia e está na base do colapso de Nações, pense-se na bancarrota argentina e será suficiente compreender os antecedentes da nossa não muito diferente nem muito distante Tragédia. E tudo se anula na compita entre os vários episódios burlescos um após outro: Submarinos vs. Freeport + Cova da Beira + Independente + Face Oculta. É muito fácil dizer-se que todos os partidos, sem excepção, são cúmplices da falência executiva e moral do sistema de Justiça, se isso servir para escamotear o papel derradeiro e determinado do Partido Socratizado em anular-lhe qualquer vislumbre de eficácia e independência, comprometendo profundamente a paz social e a dignidade individual, quando a coisa tangia José Sócrates. Com que é que ficámos? O nosso Estado de Direito não o é. Com impunidade e descriminalização de políticos sem escrúpulos, como ele, ainda o é menos. De nada nos servirá não temer polícias nem juízes, mas assistirmos ao sorriso airoso de políticos que nos condenam e ainda ficam postos em sossego a ver de fora e de longe, pode ser Paris, o trajecto degradante da nossa desgraça, bomba-relógio que armadilharam para nós. Tal representa o fim da democracia e o começo de ainda maiores calamidades.

O presidente da ARSLVT, Luís Cunha Ribeiro, declarou em audição parlamentar:
O edifício da MAC não tem as condições a que as nossas grávidas têm direito.
Revelou ainda uma despesa de um milhão de euros para reparar o telhado e canalizações da maternidade. A seguir utilizou argumentos reveladores de falta de bom senso – ou de vergonha? – de quem é responsável supremo da gestão de unidades e actividades na Área Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo. Teve, por exemplo, as seguintes tiradas:
[…] o Hospital de Santa Maria perdeu partos, por causa da abertura do Hospital de Loures…
ou estoutra:
[…] a MAC faz cerca de cinco mil partos e o previsto para o Hospital de Todos os Santos são três mil. “Se hoje fazem 5400 partos, é possível irem todos as equipas para o futuro Hospital de Todos os Santos? Não me parece.”
Paremos aqui, porque o conjunto de topetes e incoerências já é suficiente.
Há alguns anos, tive oportunidade de consultar, na Biblioteca Municipal de Ovar, alguns dos contratos relativos à construção da Linha do Norte. Lembrei-me disso a propósito da questão da renegociação das PPP – Parecerias Público-Privadas e do magnífico exemplo que foi a nacionalização da Repsol na Argentina.
A história da Linha do norte, na qual a estação de Ovar se integra, juntamente com os apeadeiros de Válega, Carvalheira-Maceda e Cortegaça e a estação de Esmoriz, começa em 1852. Nesse ano, a 30 de Agosto, um decreto governamental autoriza a construção daquela linha.
Em 1857, é assinado um contrato com Sir Morton Pretto, que previa a construção da linha com uma série de obrigações para o construtor. Num momento da história de Portugal em que parece que o Estado se assume sempre como a parte mais fraca, no caso das grandes obras públicas, naquele caso as cláusulas contratuais eram bem onerosas para o concessionário: a obra só seria paga depois de a linha estar aberta à exploração; o empreiteiro teria de fazer a segunda via sem custos adicionais logo que fosse necessário; a empresa teria de ainda de assegurar a ligação ao Porto através de uma ponte, visto que inicialmente a linha só iria até Gaia.
Calculava-se em 509000$000 réis o custo anual da implantação da infra-estrutura, sendo que quatro anos era o prazo esperado para a sua conclusão. Por não conseguir cumprir com as condições exigidas, foi o contrato rescindido ainda antes do início das obras. [Read more…]
A maior parte dos peritos são uma nulidade, vêm-me impingir coisas que não são debatidas, que não discutem comigo, não vou admitir que uma pessoa em sociologia ou em psicologia me venha dizer como é que eu vou leccionar a Literatura ou o Português, porque eu também não me vou meter com a área dela.
E muito mais diz, no fundo o que um professor que se preze tem a dizer.
A política real, débil fruto de pobres mentes, transformou-se na endemia a que estamos condenados. Em Portugal, porque é do nosso País que falo, os principais agentes portadores e difusores de tal surto endémico são naturalmente os políticos, em especial destaque no Séc. XXI.
Manufacturados nas jotas, de Barroso a Sócrates, de Santana a Portas, de Passos a Seguro, temos um lote de enormes talentos da linguagem gestual e da palavra solta. Verdadeiros mestres a cuidar e bem das suas vidinhas, tramando a pacífica e bem comportada horda de infelizes, alguns dos quais, neste momento, se envergonham da pobreza para que foram arremessados.
Todavia, os ilustres ex-jotinhas não esgotam a actividade na mexeriquice interna. Gostam de viajar, falar com os homónimos estrangeiros e mostrar aos companheiros ou camaradas europeus que também são gente. Passos e Seguro, os dois chefes do ‘bloco central’ decidiram, pois, ir até Londres e Madrid – Portas, por inerência do cargo, tem as viagens de serviço asseguradas, como antes para a compra de submarinos. [Read more…]
No momento em que cresce o número de alunos do ensino superior a abandonar (devido à crise económica) o curso que sonharam e para o qual tanto trabalharam; no dia em que se torna pública a posição da Igreja sobre este assunto (receia que o ensino superior seja só para as elites); a comemoração do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios traz à baila a importância da cultura. [Read more…]

O Observatório Astronómico de Lisboa desenvolve várias actividades extremamente interessantes ao longo do ano relacionadas com a astronomia e com o próprio observatório (que só por si tem um enorme valor histórico). No próximo dia 28 vai haver mais um evento inserido no nas “Noites do Observatório”.
Depois do corte reproduzo o mail de divulgação desta actividade.
É considerado um dos melhores filmes brasileiros. Dirigido em 1981 por Hector Babenco, o mesmo realizador de Estação Carandiru, e contando com a participação da grande Marília Pera, «Pixote – A Lei do Mais Fraco» retrata o sub-mundo do crime em S. Paulo e sobretudo a delinquência juvenil. A personagem central é Pixote, interpretada por Fernando Ramos da Silva, um menino de rua transformado em actor propositadamente para o filme. Acabou por ter um destino trágico, assassinado aos 19 anos pela Polícia depois de ter seguido as pisadas da personagem que interpretou, ou seja, tornando-se um criminoso. Anos depois, viria a ser feito um filme baseado na sua história, «Quem matou Pixote?».
Está disponível na net o filme integral legendado em inglês, antecedido e intercalado por um breve documentário de contextualização do filme. O facto de estar dividido em 13 trechos torna-se irrelevante, neste caso, devido à importância da obra. Para os adeptos de outras línguas, está também disponível o filme completo dobrado em russo.


Sem sequer recorrermos às elaboradas teses velhas de séculos que consolidaram ou pelo contrário procuraram minar o poder real, parece-nos certo atalhar e colocar como padrão esta verdade insuspeita e indesmentível: o edifício monárquico do Estado é o mais justo, mais estável e aquele que propicia a melhor harmonia social.
O Rei João Carlos I cometeu um erro crasso, dando o gosto ao dedo no gatilho. Desde sempre a caça me pareceu uma coisa detestável e ainda criança, vivendo no paraíso cinegético que era Moçambique, sempre me recusei a esse tipo de “cretinismo escopeteiro”. No caso em questão, um disparate imperdoável, uma indecência.
Uma PPP, sabe-se, é suportada por contratos legais, fortemente blindados. Independentemente dos serviços abrangidos, vias de comunicação, transporte, unidades de saúde ou outros, é objectivo dominante o sector público garantir resultados lucrativos aos privados, sob esquemas e condições pré-estabelecidos na blindagem contratual.
Portugal, infelizmente, tornou-se um ávido e insaciável utilizador do modelo, desde os tempos de Cavaco Silva, apontado como excelente aluno de Margaret Thatcher, a fundadora e catedrática na matéria, na Europa e no Mundo.
Sabemos, pois, o que é de facto uma PPP e que esta não tem a mínima analogia com processos de nacionalização ou de privatização. Apenas por desconhecimento ou má-fé, se pode afirmar que renegociar PPP é equivalente à deliberação da Presidente Argentina nacionalizar 51% de capital da YTF, propriedade da Repsol. Mas a manifestação de falta de bom senso ainda se torna mais acentuada, quando o autor reincide num raciocínio idêntico em relação à Venezuela. A mistura de PPP com Petróleo Argentino já seria um combustível original, para fazer arder a paciência a alguém ajuizado. [Read more…]
XÁCARA DAS BRUXAS DANÇANDO
1.
Era outrora um conde
que fez um país,
com sangue de moiro,
com laranjas de oiro,
como a sorte quis.
Há bruxas que dançam
quando a noite dança,
são unhas de nojo,
são bicos de tojo,
no tambor da esperança.
Ventos sem destino
que dizeis às ramas?
Desgraça bramindo
é a nós que chamas.
No país que outrora
um conde teceu
com laranjas de oiro,
com sangue de moiro,
tudo apodreceu. [Read more…]
Escuso-me a fazer mais comentários, a situação é explicada de uma forma clara neste vídeo.
Ontem, depois de ouvir atentamente Zorrinho no Masturbódromo Parlamentar do PS, percebi que me precipitara no optimismo relativamente à por mim suposta reconversão interior zorrinhoniana. Afinal, não há um, senão dois ou talvez três Zorrinhos. E parecem virtualmente incompatíveis entre eles. O Zorrinho solidário com António José Zeguro existe, mas depois há o Zorrinho que faz discursos segundo a narrativa urdida pelos Órfãos de Zócrates. Ora, se são estes espécimens dissolutos a fazer-lhe as homilias, no fundo, levando o Carlos a dizer que estamos pior e ficaremos pior por causa da rejeição do PEC IV e da grande conspiração anti-PS levada a cabo por BE, PCP, Verdes, CDS-PP, PSD, Presidente da República, os media, a Banca, todos os broncos que espumam de raiva contra o Primadonna Playboy PPP Parisiense, toda a gente rasca, eu e quantos andam por aí, então isso quer dizer que temos um segundo Zorrinho em conluio com os que têm feito a vida do TóZé um inferno. Ora, se temos um Zorrinho ao mesmo tempo solidário com Zeguro, mas ainda dependente dos assessores unha com carne de Zócrates, demasiado íntimo do velho spin de falsificar, isso quer dizer que temos um terceiro Zorrinho. Um Zorrinho em que se não pode confiar: não podemos confiar nele, apesar de ser boa pessoa. Não pode Zeguro confiar nele, apesar de lhe ser solidário. Não pode Zócrates e os assessores de Zócrates confiar no tríplice deputado e líder de bancada, apesar de este lhes ler os discursos manhosos. Se Zorrinho fosse só um, não encabeçaria a tese-mofo das desculpas e justificativas socialistas pela devastação corrupta e endividante do Estado Português que o odioso zocratismo pariu em primeiro lugar. Como Zorrinho afinal são três, então que organize um torneio de Bisca. Sempre ganhará de todas as vezes.
A afirmação do título pretende transportar o leitor para um exercício teórico.
Imagine, caro leitor que um cidadão (podia escrever popular, contribuinte, eleitor, mas no caso concreto preferi recorrer à antítese) não tem qualquer relação laboral ou financeira com a autarquia ou com qualquer das suas empresas municipais. Isto é, quando o cidadão foi eleito Presidente da Assembleia Municipal não recebia e não trabalhava sob qualquer tipo de forma para a autarquia.
Depois de eleito Presidente da Assembleia Municipal passou a receber dinheiro das Empresas Municipais.
O que vos parece? Ilegal? Imoral? Um caso de polícia?
Parabéns. E se quiserem rever o original… I Ladri di Biciclette.
Claro que não! Então com ideias destas, quem ia fazer tal coisa?
Se calhar tens mesmo razão e este Homem é um senhor. A proposta é totalmente coerente com o pensamento do autarca, mas poderia ter alguns melhoramentos: [Read more…]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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