ARTUR, Artistas Unidos em Residência, em Lagos

 

Por estes dias, no Laboratório de Actividades Criativas – LAC – em Lagos, começam a reunir-se os artistas que, em residência artística, integram um projecto que envolve alguns nomes da atual cena mundial da arte de rua.

Sete artistas vão, durante 20 dias, compartilhar o espaço da antiga cadeia de Lagos, criar trabalho, trocar experiências, intervencionar espaços, produzir instalações, etc.

António Farto aka Vhils, Jucapinga, Alexandros Vasmoulakis (Grécia), SAM3 (Espanha), António Bokel (Brasil), Jorge Pereira e Miguel Januário são os nomes que compõem esta residência, que culminará com uma exposição de arte urbana (curadoria de Sofia Fortunato) cuja inauguração ocorrerá dia 18 de junho, pelas 18:30 horas, no LAC.

A seguir de perto aqui, no Aventar.

cromos para a troika

O Externato de Penafirme, firme nos seus privilégios

O Externato de Penafirme “é uma Escola Católica, inserida institucionalmente no Patriarcado de Lisboa, de ensino oficial gratuito, público mas não estatal.” Ou seja, uma instituição religiosa sustentado pelo estado, contrariando a sua laicidade, e o mínimo de bom senso. Andava o Externato de Penafirme, ou seja uma instituição do Patriarcado de Lisboa, a distribuir este folheto, e hoje decidiram incomodar José Sócrates, demonstrando como um bom cristão também morde a mão que durante tantos anos lhe deu de comer.

Não se percebe porquê. O estudo encomendado pelo Ministério da Educação conclui:

Tendo em consideração que a área de influência deste estabelecimento de EPC é assumida, em termos territoriais, pelas freguesias mais ocidentais do Município de Torres Vedras (…), território onde a maioria dos alunos são residentes, e que os diferentes estabelecimentos de 2º e 3º CEB da rede pública estatal do Município se encontram com taxas de ocupação elevadas, a proposta passa pela manutenção do “contrato de associação”.

Sendo sugerida apenas a redução em 2 turmas do ensino secundário. Ou percebe-se: quem mama do estado (e a Igreja sempre o fez) não perde o vício. Perdem sim as famílias das proximidades o direito à educação os seus filhos fora da sotaina de uma instituição comprovadamente perigosa para as crianças.

Já agora, gostava de perceber a ideia de meter no papelucho a CDU como defensora do ensino privado. Nunca foi essa a atitude dos professores e sindicalistas ligados ao PCP. Deve ser um fenómeno de Torres Vedras.

imagem via Câmara Corporativa

A Europa das grandes ilusões

A situação parece adensar-se a cada dia que passa. Notícias da Grécia que já a ninguém surpreendem, manobras de diversão como o caso dos pepinos (não) envenenados e um país, este em que vivemos, onde todos os agentes políticos continuam numa normalíssima campanha eleitoral, como se nada de extraordinário se passasse.

Uma notícia quase despercebida, será um indício muito claro de um subterrâneo movimento de pânico que vai alastrando, mesmo naqueles países que exemplarmente geridos, em princípio escapariam aos tortuosos processos de aclimatização aos novos tempos de penúria. A Dinamarca é o exemplo mais recente e os seus ricos habitantes, tomaram a iniciativa de cortar o consumo, na esteira dos cortes operados pelo executivo. Outra situação inédita deste os tempos da II Guerra Mundial, consiste na actual situação grega, com uma rápida tomada de posição comunitária, pretendendo assumir a cobrança de impostos e o plano de privatizações dos activos do Estado helénico, sem descurar o previsível contratempo da reestruturação da dívida grega. Como bem diz Camilo Lourenço, o patamar parece já ser outro, pois se a condição de “Protectorado” parecia ter sido aceite tacitamente, hoje já podemos assumir uma nova forma de colonização. A U.E., ou melhor, a Alemanha, paga e assim pode exigir aquela implementação de reformas que reconduzam o todo europeu ao chumbado caminho do federalismo à medida alemã. Este é o verdadeiro cerne da questão, um antigo projecto que vem dos tempos do senhor na foto que abre este texto, o Kaiser Guilherme II, que numa carta escrita  em 1940 à sua irmã Margarida, dizia: …”a mão de Deus está a criar um novo mundo e a produzir milagres. Estamos a tornar-nos nos Estados Unidos da Europa sob a liderança alemã, um continente europeu unificado”. O mesmo tipo de pensamento era partilhado por Hermann Göring que muito a sério previa uma Europa a duas velocidades, mas infalivelmente unida sob a égide de Berlim. Importante nota de rodapé, “com ou sem a vitória” militar do III Reich.

[Read more…]

Catroga está a trabalhar atrás do biombo?

Aqui ou no Brasil, espero que Eduardo Catroga ou qualquer outro guru das finanças dos sociais-democratas esteja a trabalhar nos bastidores, em colaboração com o executivo, no acompanhamento da concretização das medidas acordadas com a troika, que têm de ser postas em prática no imediato e que serão auditadas de três em três meses. Espero que o governo, por seu turno, se escuse a jogadas tácticas e que não esteja a atrasar decisões ou legislação que lhe podem causar mossa nas urnas, empurrando responsabilidades para o próximo executivo. Espero, igualmente, que os formalismos sejam neste momento postos de lado e que as declarações dos líderes sobre quem comunicou a quem alegadas alterações ao memorando da troika e sobre quem ficou sem saber dessas alterações não passem de fumo branco lançado sobre uma negociação e um acompanhamento que estão, de facto, a ser feitos por todos os partidos que serão chamados, independentemente do resultado das eleições, a cumprir aquilo com que se comprometeram. Espero que a resposta evasiva de Belém – que pode ser lida na página 17 – sobre as informações disponibilizadas pelo governo junto do Presidente da República não queira dizer que, uma vez mais, o executivo deixou na ignorância agentes políticos fundamentais no garante de um solução futura. Espero que o partido que vencer as próximas eleições saiba que no dia 6 de Junho o cronómetro não está a zero e que tem à sua frente um contra-relógio. Espero que quem ficar na oposição não use o descontentamento da aplicação necessária das medidas de austeridade para galvanização política. Espero, desta forma, que os partidos ajam de uma forma em muito diferente daquela a que nos têm habituado. Espero que se superem.

Uma Maioria, um Governo, um Presidente!

Quando se vota no BE ou no PC, o resultado é o do “bom governo de Portugal”. Já imaginaram?

Recordar é Mudar #2:

Democracia em tribunal

O afastamento dos pequenos partidos dos debates televisivos não é apenas uma questão de estações televisivas. É bem mais do que isso.

É evidente que o domínio dos partidos políticos com assento parlamentar em sede de debate televisivo e respectiva exposição mediática, aos mesmos aproveita para garantirem a sua coutada. Todos, da Esquerda à Direita, pactuam nessa garantia. A campanha eleitoral é deles, mesmo quando ainda não há campanha. E mais deles se torna quando abre oficialmente a caça ao voto. Os pequenos não têm lugar à mesa, nem os comensais estão dispostos a “aturá-los”.

A mim não me interessa se os partidos políticos excluídos são de Esquerda, Direita, respectivas extremidades, ecologistas, esotéricos, etc. Interessa-me o respeito pela Constituição e a não capitulação da República a pactos de poder. O não permitir que continue a haver quem queira escolher por pór, decidir por nós, ajuizar por nós.

Digo-vos: quando a democracia é dirimida nos tribunais, muito mal vai o país.

13 razões (e mais uma) para não votar PS

Ana Tomás (Administradora das Estradas de Portugal) - 151.200 euros António José Pereira Luís (Presidente da NAV) - 109.531 euros Carlos Beja - Administrador da NAV (99.710 euros)   Alexandre Rosa (Vice-presidente do IEFP) - 79.140 euros Fernando Rocha Andrade (Administrador da REN) - 48 mil euros

Luís Patrão (Presidente do Turismo de Portugal) - 83.170 euros Luís Nazaré (Comité de Estratégia dos CTT) - 49 mil euros Ascenso Simões (Administrador da ERSE) - 188.839 euros António Castro Guerra (Chairman da CIMPOR) 285.384 euros Mário Lino (Conselho Fiscal da Caixa Seguros) - 26.821 euros

Fernando Gomes (Administrador da GALP) - 529 mil euros Guilhermino Rodrigues (Presidente da ANA) Alda Borges Coelho (Administradora da ANA) - 109.486 euros paulo campos e ana tomaz

Clique-se em um a um para ver o respectivo currículo (CV), num trabalho publicado pela revista VISÃO em Outubro de 2010. Destas 13 pessoas, algumas têm um CV OK, apesar de não ser algo tão galáctico que justifique tamanho salário. Outros não estão na sua área de especialização, outros têm mesmo um CV fraco e noutros vê-se que a a única ligação ao cargo é o elo político.

São gestores públicos, cargos de nomeação política. Porque é que precisa de haver nomeação política? Porque, dizem, “executam as políticas do governo e isso exige confiança política”. Mas a resposta é fraca pois não responde ao essencial: porque é que estes sectores têm que ser controlados pelo Estado? O que é que ganham os portugueses com isso? O que ganham estes portugueses, isso é claro. Ganham até 529 mil euros por ano mais benesses como carro, motorista, telefone, cartão de crédito, etc.

São os boys de topo, o estrelato das  nomeações. A baixo deles orbita uma prole de outros nomeados. É fala corrente dizer-se que seja PS, seja PSD, existirão sempre estas nomeações pornográficas. Para mim isso não passa de argumentário socialista, já que, apesar de o PSD ter feito o mesmo quando foi governo, o certo é que já foi devida e justamente corrido do governo por essa e outras razões. E Guterres até ganhou votos com essa limpeza que se traduziu na famosa frase “No jobs for the boys”. Viu-se o que foi. Pois agora é a vez dos socialistas provarem o fel depois de terem chupado anos de mel.

Quanto a mim, o problema resolve-se de uma maneira muito fácil. Termine-se a presença do Estado no sector empresarial e acabe-se com a infinidade de institutos, fundações e afins. Chega de proxenetísmo fiscal.

Um simples postalito para o nosso “packardemrodagem”:

Uma maioria, um governo, um presidente… e três vezes FMI

uma maioria, um governo, um presidente... e três vezes FMI

Comboio Internacional Porto-Madrid

Entre finais do séc. XIX e meados da década dos Beatles, existiu um comboio regular entre o Porto e Madrid via Linha do Douro (acredito que com interrupções durante as guerras mundiais e a guerra civil de Espanha); esta fotografia terá mais de 100 anos e mostra um desses comboios, descarrilado, na estação de (Caldas de) Moledo, poucos quilómetros a jusante da Régua. Por exemplo, em 1968 o horário em vigor era este.

Sobre as Barragens como 3ª PPP mais ruinosa e Convite para Debate

Interpelação

Aos Cabeças de Lista do BE, CDS-PP, CDU, PCTP-MRPP, PDA, PS e PSD pelos círculos eleitorais de Bragança e Vila Real.

Exmos. Srs.

O MCLT – Movimento Cívico pela Linha do Tua, emitiu no passado dia 6 de Maio um comunicado onde dava conta da bizarra situação do Plano Nacional de Barragens de Grande Potencial Hidroeléctrico constituir a 3ª Parceria Público Privada (PPP) mais cara, e não haver no entanto discussão nenhuma sobre tal facto. [Read more…]

A Alemanha tem as mãos sujas, também de pepinos

A irresponsabilidade de atribuir, sem provas, um surto infeccioso que se vai espalhando pela Alemanha a pepinos importado de Espanha é um episódio revelador de como vai a Europa.

Alguém imagina a Espanha a acusar sem mais nem menos salsichas alemãs pela difusão de uma qualquer doença?

A doença imperial de que sofre a Alemanha não tem cura.  A hipótese de afinal tudo não passar de um problema de higiene na manipulação alemã dos vegetais importados seria a suprema das ironias: a Alemanha tem as mãos sujas, já sabemos, e para isso a forma como está a lidar com a crise grega, e o mesmo fará a Portugal e à Irlanda, já chegava como prova. Não havia necessidade de uma doença fatal para darmos por isso.

O Facebook e a idade das trevas

Hoje escrevi este post pensando precisamente no fenómeno a que aí me refiro. Entretanto, mais tarde e a propósito do caso de violência adolescente que agita os media, ocorreu-me que o título se ajusta perfeitamente também a isso -o chamado caso Facebook- especialmente no que ao autor das filmagens concerne. Quero dizer: alguns podem ter Facebook (coisa de que não sou grande admirador, mas não diabolizo) e toda a tecnologia do mundo, que não é por isso que abandonaram a idade das trevas. Às vezes, até bem pelo contrário…

blogger convidado – Carlos Rebelo

1979 – FMI por José Mario Branco

E tu fizeste como a avestruz, enfiaste a cabeça na areia, “não é nada comigo…não é nada comigo”, não é?! e os da frente que se lixem, e é por isso que a tua solução é não Ver, é não Ouvir, é não querer Ver, é não querer Entender nada…

Não há Português nenhum que não se sinta culpado de qualquer coisa, não é filho?! todos temos culpas no cartório, foi isso que te ensinaram, não é verdade?! (…) A culpa é de todos, a culpa não é de ninguém, não é verdade?! Quer-se dizer, há culpa de todos em geral e não há culpa de ninguém em particular… [Read more…]

O branqueamento da máquina de campanha socialista feito na TSF

Parte dos 20 monovolumes em permanência na campanha PSDiário de campanha da TSF, pelas 19h10m de hoje. A reportagem diz que foi ver como funciona a máquina da campanha socialista de que se fala. Foi entrevistado o “Director de Caravana”, Rui Pereira.

O repórter começou por dar o mote. “Nestas legislativas o PS reduzudiu os meios em relação a outros anos. Força da crise, que obriga a contenção.” O entrevistado continuou e descreveu a dita máquina de campanha assim: “1 autocarro; cenário dos comícios; 3 automóveis; 6 carrinhas”. Acrescenta o repórter que “a comitiva, a chamada máquina, move-se no terreno a voluntarismo e militância” e complementa o entrevistado afirmando que há “algumas empresas contratadas nas funções técnicas (som, luz, essas coisas)”.

Nenhum destes meios foi referido:

  • 5 (cinco!) autocarros em permanência
  • 20 (vinte!) monovolumes em permanência
  • 1 camião TIR com palco, régie, ecrã gigante e 3 técnicos
  • 3 bancadas para 250 pessoas sentadas
  • 2 estruturas com som profissional
  • t-shirts, sacos de pano, canetas, calendários, chapéus, flyers, autocolantes, etc.
  • mobilização constante de dezenas de autocarros para levar “apoiantes” aos comícios

[Read more…]

Ou será, packardemrodagem, que preferes este:

Uma Maioria, um Governo, um Presidente!

 

Sinceramente, dia 5 o que prefere? Votar no PC ou no BE é indirectamente votar na gente do CDS e do PSD e contribuir para finalmente concretizar o sonho da direita –  nunca conseguido em 37 anos de Democracia: “uma maioria, um governo, um presidente!”. E o problema é você ter a consciência que assim é!

Testes de Virgindade: O Facebook e a idade das trevas

Enquanto muitos egípcios – usando o Facebook, as redes sociais e a tecnologia digital – procuravam uma revolução modernizadora que os catapultasse para a contemporaneidade, os militares mostravam como se pode viver na idade das trevas, mesmo com armas modernas na mão, telemóvel no bolso e coca-cola nos momentos de descanso.

O que eles querem é que não votes

A abstenção, o voto em branco e o voto nulo são o seguro de vida dos que nos (des)governam. Queres apoiar PS/PSD/CDS? fica em casa. A troika agradece.

Recordar para Mudar #1:

Taxa de desemprego em Portugal chega aos 12.6%

Taxas de desemprego na UE em Abril 2011

Fonte: Relatório OCDE, Abril 2011, via PÚBLICO

Zona euro (EA17)  = Bélgica, Alemanha, Estónia, Irlanda, Grécia, Espanha, França, Itália, Chipre, Luxemburgo, Malta, Holanda, Áustria, Portugal, Eslovénia, Eslováquia e Finlândia.

EU27=Bélgica (BE), Bulgária (BG), República Checa (CZ), Dinamarca (DK), Alemanha (DE), Estónia (EE),Irlanda (IE), Grécia (EL), Espanha (ES), França (FR), Itália (IT), Chipre (CY), Letónia (LV), Lituânia (LT), Luxemburgo (LU),
Hungria (HU), Malta (MT), Holanda (NL), Áustria (AT), Polónia(PL), Portugal (PT), Roménia (RO), Eslovénia (SI),
Eslováquia (SK), Finlândia (FI), Suécia (SE) e Reino Unido (UK).

Portugal está com uma taxa de desemprego de 12.6%. Mas atenção, há pujantes economias como as da Estónia, Eslováquia, Letónia e Lituânia que estão piores do que as nossas! E temos a solidariedade da Espanha (com um histórico de altas taxas de desemprego desde há muito) e da Grécia e da Irlanda (a braços com o FMI).

E no entanto aí temos o campeão da defesa do Estado Social que nos governou 13 dos últimos 15 anos. E que ainda em 2005 usou como argumento para ganhar as eleições a deixa “7,1% de taxa de desemprego são a marca de uma governação falhada e de uma economia mal conduzida”. Será preciso fazer um desenho?

Sócrates declara que irá impor medidas de austeridade

Sócrates promete: “Não serão precisas mais medidas de austeridade”

Aprender línguas exige algum trabalho, mas a prática permite, verdadeiramente, a criação de uma segunda natureza. É por isso que, ao fim destes anos todos, consigo ler com fluência em Inglês e é também graças à prática que estou apto a perceber o que, efectivamente, quer dizer José Sócrates.

Confesso que nem sempre foi assim: há uns anos, por falta de atenção, pensava que as acções de José Sócrates iriam corresponder àquilo que prometia. Ao fim de pouco tempo, percebi que o ainda Primeiro-Ministro prefere exprimir-se através de um mecanismo semelhante à ironia: promete o contrário do que irá fazer.

Tal defeito na linguagem poderá derivar de desonestidade, de mitomania ou poderá ser apenas um problema na fala que terá como única terapia a derrota nas urnas. É por entender plenamente a linguagem do líder socialista que tenho alguma esperança quando o ouço dizer que vai ganhar as eleições.

Declaração de Voto: PORTUGAL A VOTOS NO DIA 5 DE JUNHO

Manuel Oliveira

Este texto que se segue é de um cidadão preocupado, consciente da situação actual, sonha com uma mudança profunda. Apartidário, apela à reflexão séria e profunda, evitando tendências de esquerda ou de direita, evocando verdades que facilmente conseguem ser corroboradas através de uma curta pesquisa no espaço global virtual, relembrando situações há muito ocorridas, que nos continuam a assombrar…

são estes os factos que nos têm acompanhado a par e passo nas últimas décadas:

DÉFICE
O défice para 2010 de 8,6%, muito responsabilizado pela nacionalização do BPN, apoios ao BPP e a inclusão no perímetro das Administrações Públicas de três empresas de transporte – a REFER, o Metro de Lisboa e o Metro do Porto.
Estamos, e iremos pagar o resultado da gestão danosa, correndo de uma ponta do PS, terminando no PSD – recordo que um dos administradores do BPN era o conselheiro de estado do Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva.

EMPRESAS PÚBLICAS
Metro de Lisboa – presidente Francisco José Cardoso dos Reis, tem no seu currículo a presidência da CP – Comboios de Portugal, EP, e durante o Governo de António Guterres foi Presidente da REFER, cargo que se demitiu após vitória do PSD nas eleições legislativas de 2002. Já agora, e referente à REFER, o seu lugar foi sucedido José Braamcamp Sobral (PSD), que após derrota do PSD em 2005, preside de momento Luís Filipe Pardal, filiado do PS… coincidências! [Read more…]

Declaração

Declaro que não me responsabilizo por dívidas contraídas ou a contrair por estes senhores
roubado no facebook a um submarino amarelo

 

 

Vieira da Silva descobre a pólvora

veira da silva descobre a pólvora

Vieira da Silva acusa Marcelo Rebelo de Sousa de apelar ao voto

Uma Maioria, um Governo, um Presidente!

Em 1986 Álvaro Cunhal confrontou-se com a inevitabilidade da opção entre a candidatura de Freitas e a de Mário Soares. Para ultrapassar o melindre da situação convocou um Congresso Extraordinário do PC, recalcando o ódio quase ancestral que dedicava ao PS e a Mário Soares. Desse congresso saiu a deliberação de votar em Soares, traduzida na expressão “quando forem votar, tapem a cara com a mão esquerda e votem com a mão direita”. Neste momento enfrentamos um dilema em tudo semelhante. Ou votamos no PS e teremos um governo dirigido por Sócrates, ou votamos outra coisa qualquer e teremos um governo presidido por Passos Coelho concretizando o sonho da direita de “uma maioria, um governo, um presidente”. A decisão acaba por ser simples.

Tempos de austeridade

O que pensará a Troika-Regente acerca de todo este aparato? De onde vem a “massa”?

A máquina está bem montada,com sandecas, refrigerantes, autocarros, velhas gaiteiras, boa segurança “parte-megafones dos outros”, bandeiras extra-large, etc. As máquinas de propaganda dos camaradas da Internacional Socialista, os Ben Ali, Mubarak e Zapatero – não, não são “tudo a mesma coisa” -, estavam firmes que nem rochas e naqueles países não tão distantes, os chefes também chegavam ás festas, a bordo  de limusinas do governo.

Onde estacionam agora?

No espelho até poderá ser verdade…

portas à esquerda mas no espelho

 

Descodificação: êta-lê-lê, ki-bê-lêza…