FRENTE COMUM, FESAP,…

CGTP e UGT – será que ainda vão demorar muito a convocar a GREVE de TODA a Função Pública para dia 17 de junho?

Plataforma de Professores está de volta

A FNE decidiu juntar-se às restantes organizações sindicais de Professores – não estamos em tempo de procurar as vírgulas que nos afastam, mas de encontrar pontes e ligações que nos permitam reagir ao que aí vem. Nuno Crato acaba de entregar à FENPROF a sua proposta para aplicar a mobilidade, ainda que com outro nome, aos Professores, isto é, Nuno Crato desmente-se e abre a porta aos despedimentos: de acordo com a proposta, dia 1 de Setembro um Professor sem horário, entra em Mobilidade e perde uma boa parte do seu salário e o despedimento fica a um ano e meio de distância.

Só temos um caminho – a unidade na reacção e, claro, na acção! Não precisamos de caminhar para a Unicidade e fazer de conta que estamos todos pelas mesmas razões. Mas, conscientes das diferenças, vamos trabalhar para juntar as Federações de Pais à luta pela Escola Pública e, fundamental, procurar envolver os Directores no processo.

Subscrevo, também por isso, a ideia do Paulo: devemos juntar FORÇA à nossa luta e por isso faz todo o sentido que a FRENTE COMUM (CGTP) se deixe de merdas e procure entendimentos com as estruturas da UGT – no dia 17 de Junho há TODAS as condições para que a GREVE seja de TODOS!

Já e agora!

TODOS!

E a Foda Má Converteu a UGT numa CGTP B

Corrigenda: onde se lê FODA deve ler-se FADA.

Não é com prazer que digo isto, mas afigura-se-me que Carlos Santos ascendeu à liderança da UGT com um tom de ruptura que dá a entender querer converter a UGT numa CGTP B. O discurso do novo líder já se move pelas tóxicas águas enganosas do radicalismo populista de uma Esquerda desactualizada e nada nórdica na construção de acordos duradouros e robustos. Não se pense que o populismo seja uma maleita que acomete somente os líderes demagógicos e danosos dos governos ávidos que tivemos nos últimos 39 anos. Não. Pode ser um problema da linguagem sindical, especialmente quando pretende afirmar-se. A de Carlos Santos pretende ser mais radical que os radicais tradicionais.

Defender parlapatoriamente os trabalhadores, mas criar atrito negocial e todas as condições para a saída do Euro, para a turbulência dos mercados, para a irritação dos Poderes Globais que realmente põem e dispõem da nossa liberdade e democracia, da nossa soberania perdida porque sem dinheiro, esse é um caminho ínvio e que Carlos Santos, meu homónimo, não deveria trilhar. [Read more…]

O 2 de Março e a CGTP

O Tiago Mota Saraiva queixou-se, mui justamente, de como passou em sepulcral silêncio, na comunicação social, um facto inédito: Arménio Carlos “apelou a que nenhum trabalhador ficasse em casa no dia 2 de Março“. Eventualmente a CGTP terá nos idos de 75 “apelado de uma forma tão clara à participação de todos os trabalhadores numa manifestação em que aquela central sindical e/ou sindicatos filiados não fizessem parte da sua organização“, mas não também não me recordo que o tenha repetido.

Pois em silêncio absoluto, não fica. Agora é espalhar o vídeo, não chegamos a todos mas chegamos a muitos. E o que depois anda de boca em boca, é esse o segredo ó Relvas, a todo o povo entretanto chega.

Amanhã, às 15h

Para memória futura ficam as declarações de Nuno Crato:

“O Governo não está a discutir, o Ministério não está a discutir qualquer aumento do horário de Professores e muito menos de 35 para 40 horas. Isso não está em causa” (…) “Eu posso dar essas garantias para que as pessoas estejam tranquilas em relação a isso”

 

Estou tão tranquilo que amanhã, sábado, dia 16 de fevereiro volto à rua!

Antes ainda de 2 de Março

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Contra a Exploração e o Empobrecimento – é o mote da manifestação organizada pela CGTP para amanhã, Sábado, dia 16, em Lisboa. Começa às 15h00 no Príncipe Real e termina quando for, na Praça do Município. Para ir aquecendo a voz.

O Berlusconi da CGTP

Há uns dois ou três anos, uma graçola daquelas em que Berlusconi se tornou perito consagrado, colocou toda a gauche em polvorosa. Referindo-se a Obama, o berluscas dizia algo a respeito do habitante da Casa Branca e logo acrescentava que “ainda por cima já vem bronzeado”. Unidas as câncias e oliveiras de todo o comentadeirismo nacional, o italiano foi justamente arrastado para onde se sabe.

Parece que ontem o sr. Arménio proferiu um desabafo a respeito de Suas Majestades os Reis Magos, tomando como alvo o seu simulacro agora em portuguesa labuta. Oriundo da Etiópia e de imperial nome Selassié, foi topado como escurinho. Pelos vistos, o PC e os seus seguem á risca os prestimonsos ensinamentos dos tempos em que os estudantes negros na extinta URSS sofriam tratos de polé nas universidades, institutos e residências estudantis. É que isto das fraternidades não é para todos.

Tudo preparado para a Manif

É agora mesmo em frente ao Parlamento.

por Henrique Monteiro.

A Inaudita Guerra da Rua Correia Garção

Teria sido tudo tão simples se não passasse de gritar contra a Troyka e contra o Governo,
ouvir o Camarada Espingardante Fóssil Arménio e depois regressar ao sofá para ver as imagens, as entrevistas,
as velhas assanhadas agarradas a um cravo vermelho de papel de seda.

Mais dia, menos dia, teríamos pedras esvoaçantes nas bordas do Parlamento. Hordas minorcas à pedrada, o espectáculo que nos faltava. Para acertar em quem e obter o quê? Acertar em polícias, acicatá-los, sorver adrenalina grátis à falta pó de talco. Obter o efeito de cinema à hora nobre. Escudos furados. Viseiras visadas. Capacetes retinindo em seco a cada ricochete. Uma cena miserável, frouxa, patética, pouco ou nada portuguesa. Lapidar polícias? Nada mais estúpido! A Greve Geral foi, portanto, além de Restrita, destruída. De resto, não se poderia esperar impacto global numa greve feita pelos mesmos e para os mesmos, tendo como único alvo, não um Governo que decide manietado pelos cordéis constritivos com que os credores nos cercam, mas a generalidade dos contribuintes, na verdade aqueles que pagam o caos do passado e os remendos do presente. [Read more…]

As Pedradas Incendiárias do Desastre

«Passos, escuta, és um filho da puta!», ouvia-se ontem na rua. Muito bem, imbecis!
E Justiça contra as malfeitorias políticas passadas, não é cá servida?! Não!
E responsabilização justiciária de Mega-Ladrões?! Também não!

Sim, os direitos poderão ser, aqui e ali, atropelados e algumas ilegalidades poderão ser cometidas. Os homens falham. A tensão acumulada precipita actos impulsivos de consequências imprevisíveis e algumas aselhices policiais. É normal. Por cá, ninguém está habituado a explosões de sangue, gás, pedradas e balas de borracha. Quem, de dentro ou de fora, quiser incendiar Portugal poderá não ter nada mais a recolher senão cinzas. A CGTP está a pisar o risco, abrindo a porta a excessos contraproducentes num combate que deverá ser exemplar.

Muitos Portugueses ainda não olharam olhos nos olhos o problema crónico do País, os erros em que, sob governações socialistas, laborou por demasiados anos. Até há um ano e meio, vivíamos de crédito. Crédito ilimitado, infrene, acrescido, solicitado em escalada louca, migalhas para todos, comissões chorudas para políticos na mediação de negócios ruinosos para o Estado, isto é, contribuintes. Era o socialismo a cavar o nosso desastre. Nenhum alarme nas ruas. Nenhuma angústia. Nenhuma forma de censurar o rumo desastroso. Hoje, temos Victor Gaspar fazendo o contrário, segundo um paradigma correctivo novo: dívida equilibrada e controlada; défice definido nos Tratados respeitado; economia-PIB equivalente ou superior aos gastos públicos. [Read more…]

A Inutilidade de uma Greve

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A INUTILIDADE DE UMA GREVE QUE MAIS UMA VEZ FOI GERAL
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Nos tempos de hoje, a luta através da greve empobrece quem a faz e também a todos os outros para além de nunca atingirem os interesses dos que supostamente defendem nem dão esperança, excepto momentânea, aos desempregados, aos precários ou a quaisquer outros.

Esta greve, desta vez e mais uma vez geral, não vai trazer riqueza, antes mais desespero e mais austeridade.

Esta greve, grosso modo, custou ao País qualquer coisa como oitocentos milhões de contos, o preço dos dois submarinos do então Ministro da Defesa, o dr Portas, e alguém, todos nós na verdade, o vamos ter de pagar.

Esta greve não teve, como nenhuma outra alguma vez o terá, os seus mandantes e responsáveis à cabeça dos tumultos, insultando e atirando pedras e incendiando coisas, antes e sempre o sacrifício de alguns jovens, iludidos pelas parangonas partidárias e sindicais e pelas palavras de ordem incessantemente gritadas aos megafones, que, qual carne para canhão, dão o corpo ao manifesto, e por isso, recebem bastonadas e são obrigados a identificarem-se por via dos ataques que fizeram às forças da ordem. Com isto a revolta desses jovens cresce e alimentam ainda mais o “poder” desses partidos de esquerda e estrema esquerda e os sindicatos que à volta deles gravitam.

Esta greve, anunciada como uma grande e estrondosa vitória das classes trabalhadoras, foi uma enorme derrota, já que todo o País perdeu, e ninguém, a não ser os que se julgam melhores que todos os outros e estão sossegados nas suas cadeiras do pequenino poder que consideram ter ganho mais algum peso político, ganhou. A dívida vai ter de ser paga e a austeridade vai continuar e provavelmente aumentar nem que seja para pagar mais esta perda de dinheiro.

Tudo isto é uma enorme mentira e uma grande chuchadeira que interessa só a alguns, com o dar o peito às balas por parte de muitos.

O Sr Arménio Acusa o Governo de Usar a Polícia de Choque para Intimidar os Grevistas

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(video antigo)
Terá o sr Arménio razão nas suas acusações?
Para que servem e a quem servem os piquetes de greve?
E haverá quem não adira à greve? A que custo?
Que pensam as pessoas nas ruas?
A GREVE NA EUROPA
Tumultos por todo o mundo grevista.

A greve dos calões

Greve Geral europeia

Portugal, Espanha, Itália, Malta, Grécia, Chipre…

Há quem me diga que uma GREVE GERAL é uma GREVE política e que por isso e tal…

É exactamente isso – é um acto político!

Quem está com o Governo não faz GREVE!

Quem, como eu, como NÓS, está CONTRA o Governo e as suas políticas, faz greve!

Estão do lado de quem luta os que ficaram sem emprego, os que passam dificuldades, aliás, sem possibilidade de fazer GREVE porque não têm trabalho – até por eles a expressão da nossa luta faz ainda mais sentido. Acima de tudo por quem não tem trabalho faz sentido esta GREVE EUROPEIA! [Read more…]

14N: Agora é a hora!

Para uma parte significativa do nosso povo Portugal tem que pagar o que deve. E ponto.

Existem, depois, dois grupos, minoritários que têm vindo a fazer opinião:

– para o PSD e seus boys existe um caminho para ser percorrido e que está, ainda, a começar: tornar privado tudo o que possa dar algum tipo de lucro, ou seja, depenar o país de qualquer tipo de possibilidade de se safar. Eles dizem que Nós (o país!) temos que pagar porque esse é um negócio que lhes interessa, e muito!

– para o BE, para o PCP, para uma parte cada vez mais significativa do PS e, claro, para um conjunto cada vez mais amplo de pessoas, independentes e livres, da esquerda à direita, está hoje mais claro o caminho que isto está a levar. Já perceberam qual é a agenda que está em cima da mesa. Já compreenderam o que querem os boys de serviço. Continuam,  no entanto, sem apontar um caminho, sem dizer ” é por ali!”

Hoje, Silva Peneda, aponta um caminho: negociar e já!

Defendo essa exigência! É impossível continuar a pagar, quer os juros, quer a comissão à TROIKA, sem que isso signifique o fim do país.

Confesso que continuo a ter algumas dúvidas sobre o papel do CDS e de uma parte do PS que tendo percebido o que está em causa, continuam a vacilar entre o futuro do país e o futuro das respectivas carteiras – está também visto o que vão escolher quando tiverem que optar.

Neste quadro, meio estranho, onde os políticos se revelam incompetentes para resolver, tem que haver uma resposta das pessoas reais – de mim, de ti, de cada um de nós!

É um momento único este que vai ser vivido na próxima 4ª feira!

Uma EUROPA inteira a lutar!

Este é o caminho e poderá, desta unidade dos povos, das pessoas que trabalham, sair alguma coisa bem positiva.

Dia 14 participo na GREVE GERAL! E tu?

Greve Geral a 14 de novembro

São cada vez mais os sindicatos a aderir, muitos filiados na UGT: Função Pública, CTT, Fisco e muitos mais.

Cresce também pela Europa um sentimento de cumplicidade com a Greve Geral marcada para Portugal – 14 de novembro. Também por França.

É geral, de TODOS os que trabalham e vai ser estrondosa: TODOS a podem fazer.

E, sem margem para qualquer tipo de dúvida: Esta Greve vai ser uma Greve especial.

Quanto a isso, já não há dúvidas.

14n ficará na história como o primeiro momento de luta à escala europeia.

Alternativas: a CGTP

Em Portugal é um lugar comum dizer-se que não sou político e não quero ter qualquer relação com a política.

É, talvez, o maior dos nossos problemas. Se calhar esta ideia resulta da confusão entre política e partidos, até porque estes tomaram conta de parte significativa da nossa vida política, deixando pouco espaço para outro tipo de intervenções.

Querendo ou não querendo qualquer cidadão é um Político e com P dos grandes. E a afirmação da dimensão política de cada cidadão é anterior aos próprios partidos, isto é, cada pessoa antes de poder integrar um partido é um cidadão e por isso um político.

Nesta afirmação conceptual do que deverá ser a dimensão política da nossa cidadania, torna-se muito importante a intervenção nas diferentes organizações da nossa sociedade.

Os sindicatos são, também, um desses pilares da nossa democracia e têm nos últimos tempos procurado encontrar alternativas políticas ao caminho, errado, que o (des)governo de Passos Coelho insiste em percorrer.

Arménio Carlos apresentou uma conjunto de propostas alternativas à TROIKA, algo também feito há coisa de um mês.

Começa a ser hora de deixar de dizer que não há alternativas!

Há alternativas! Há outro caminho!

PS de AJS

Gostei da iniciativa do PS de comemorar o 5 de outubro. Há quem o considere dispensável – eu não penso assim e é claro que um partido de matriz republicana não pode deixar passar o 5 de outubro de uma maneira qualquer. Aliás, ontem foi um dia que muitos quiserem aproveitar:

– o Sr. Silva aproveitou para colocar a bandeira ao contrário;

– a CGTP iniciou a Marcha contra o desemprego;

– a FENPROF ( o dia 5 de outubro é o Dia Mundial dos Professores) fez tanta coisa que …;

– o Congressso das Alternativas aconteceu.

Mas vou voltar ao PS – a ideia de recuperar o 5 de outubro é brilhante! A ideia de reduzir o número de deputados é uma estupidez. É uma forma fácil de demagogia – é como reduzir concelhos, círculos uninominais e outras coisas que tais. O PS  com AJS tem e deve crescer mas não precisa de esmagar a sua esquerda na secretaria. Tem que convencer pelas ideias. Será assim tão complicado entender isso?

Manifestação CGTP Terreiro do Paço

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Lisboa, 29.Set.2012
© Sandra Bernardo

Duas leituras sobre o Terreiro do Povo

Tenham medo, muito medo… e quando a forma mata o conteúdo.

Quantos cabem?

Um país inteiro!

Proposta da CGTP como alternativa aos “sacrifícios e destruição da economia”

A ler aqui. Que comentários vos merece?

Apelo da CGTP

Passos Coelho, e que tal falar ao país no dia 27?

Como é que se luta contra estas políticas?

São quatro da tarde. Se tudo estiver a correr como o previsto, estou na Avenida dos Aliados. Deixo o post prontinho a sair para acompanhar os que ficaram em casa.

Do outro lado do Rio, aqui ao lado, em Avintes, nasceu a 9 de Abril de 1942, Adriano Correia de Oliveira que deu voz às palavras de Manuel Alegre na “Trova do vento que passa“:

“Mesmo na noite mais triste
em tempo de servidão
há sempre alguém que resiste
há sempre alguém que diz não”

E estas palavras explicam o que nos vai na alma hoje. Não tenho, não temos grandes soluções para o país apesar de me ter atrevido a deixar algumas dicas.

Resta-nos esta FORÇA de dizer NÃO!

Carta Aberta ao Fóssil Arménio

Meu caro Arménio Fóssil Carlos, o meu caro não pense que este que lhe escreve está incondicionalmente do lado das políticas de direita deste Governo como muito menos esteve aquando do desgoverno UltraDireita patrulheiro-trauliteiro socialista. Não. O que nos separa é o facto de eu pensar pela minha cabeça e o camarada Fóssil pela do Comité Central Ortodoxo milenarista. Mas, nesta carta aberta, a minha mensagem é muito simples e resume-se nisto: ainda está a tempo de desconvocar a peregrina Paralisia PseudoGeral de Quinta-feira. [Read more…]

Sinto-me Tenso com a CGTP e com a EDP

Na próxima Quinta-feira não sei se poderei ir trabalhar. O Metro do Porto falhou-me na última Brincadeira Geral com o Fogo e eu dependo inteiramente dele-Metro para complementar as minhas deslocações a pé diárias, para lá e para cá: 10km são duas horas. [Read more…]

Dizem que a CGTP vai tentar parar o País na quinta-feira

Com uma intenção destas, deve ser por coisa séria. Por isso, fui à fonte ler sobre os motivos das próxima greve geral. São:

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Concursos de professores Olímpicos: escolas privadas nos concursos públicos

Os concursos de Professores, como antes escrevi, são um acontecimento mediático ao nível de uns Jogos Olímpicos: são de quatro em quatro anos e o fundamental é participar.

Só consigo registar uma diferença: os Jogos Olímpicos são em ano bissexto e os concursos de professores, nem por isso.

Seguindo a natural esquizofrenia que alimenta a mente dos nossos políticos, qualquer equipa que tome conta do Ministério da Educação tem que mexer na legislação de concursos. E esta é a primeira nota a salientar – torna-se impossível gerir uma carreira nestas condições, em permanente mudança.

Na proposta que agora foi apresentada pelo MEC há duas questões que estão a monopolizar a discussão:

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Todos Contra Todos

Não Fui Eu Quem Propôs? Sou Contra!
Somos Um Povo de Rezingões
Ao longo dos dias, das semanas e dos meses, variadíssimas pessoas do governo, da oposição, das sociedades civis, anónimos cidadãos e outros menos anónimos, foram fazendo propostas para que eventualmente se melhore este ou aquele aspecto da nossa vida.
Por cada um que o faça, milhares de outros se manifestam contra.
Por cada medida que se implemente, milhares de pessoas, agrupadas ou sozinhas, dizem que não concordam, que é uma estupidez, que tudo vai ficar pior, que não pode ser feito assim, e as mais diversas opiniões e conselhos e exigências e ameaças são feitas por causa disso.
Por cada medida que se anuncie, uma greve é proposta. Por cada greve que se efective no actual estado económico do País, o País empobrece. [Read more…]

Um velho caminho para CGTP

A CGTP mudou!

Uma história que vai para o terceiro acto: congresso, manifestação e greve  geral!

Carvalho da Silva foi durante algum tempo – especialmente no último mandato – um dirigente que parecia valer mais que sua organização. Talvez por isso o PCP o tenha “suportado”, até porque os estatutos da Inter resolveriam o problema.

Entrou Arménio Carlos e chegou a hora de afirmar a diferença. A estratégia política da CGTP é hoje muito clara: mostrar que a CGTP voltou à casa mãe. Mais uma Greve Geral mostra bem essa realidade onde parece haver muito pouco (nenhum!) cuidado em ouvir quem trabalha. Alguém decide, marca-se e ponto final! Um erro porque leva a única organização de trabalhadores do nosso país para um canto que não é o seu!