A operação Face Oculta ainda vai no começo e já tem uma particularidade. O único arguido preso é o "civil", o que tinha que fazer pela vida, tinha que facturar, pagar salários.
Como diz o seu advogado " eram operações de marketing", tentava abordar quem tinha poder de decisão, quem podia facilitar os negócios da sua empresa.
Se estas "operações de marketing" fossem feitas junto de empresas privadas, o sucateiro de Ovar teria cometido algum crime? Certamente que não! Almoçar e fazer negócios é o que fazem todos os empresários, tentam vender os seus serviços, os seus produtos, não conheço outra maneira de fazer negócios, chegam mesmo ao desplante de entrarem em nossa casa pela televisão, com conversa de "encher", tentam aliciar-nos com umas miúdas giras, com descontos , com mentiras sobre os produtos.
E alguém vai preso?
Então, este empresário que andava a contactar gente que lhe podia abrir portas para facturar e pagar salários, está preso porquê ? Porque pagava a gente que é governante e a gestores de empresas do Estado, assim viciando as regras a que o sector Estado está sujeito! Mas se pagava alguem terá recebido ! Se viciou as regras do Estado como o faria não estando lá "dentro"? Por intrepostas pessoas que estavam lá "dentro" e que tinham acesso aos comandos.
Então porque razão pode ele fugir e os outros, com uma carga de culpa muito maior, não podem fugir?
Então e os outros ?
, dando continuidade à rapariga que tornaria a ser mãe, como acontecera durante essa viagem.





























, epecialmente se vemos duas pessoas que se amam e a uma terceira só, na primavera da vida.
como um pedestal lavrado pelo melhor escultor do mundo que, na escultura que mostro de Luís Miguel, deveria ser Michelángelo, apesar de ter sido Marcus Aureliuis, na Roma de 115 da nossa era. Luís Miguel, como a imagem de Marcus Aurelius, foi chorada ao longo dos tempos. Como a da nossa novas pérdidas de esta semana, o brilhnate, calmo, sábio e sereno Claude Lévi -Strauss que conhecemos de esta maneira
Os dois sábios, retiram dos nossos sentimentos ese do aborrecimento e nos faz fixar os sentimentos de aussência no jovem da escultura, um Luís Miguel que tinha toda a sua vida em frente e que podia ser comparado com a vida mais do que feita do nosso também desparecido sábio. Luís Miguel e Claude Lévi-Strauss partilharam, sem se nunca conhecer, estes sentimentos: de amor, de alegria, de procura do saber e da criação de novas ideias para o mundo progredir. Há a frase que diz: quebrou com uma visão etnocêntrica da história e humanidade […] Em um tempo em que tentamos dar sentido a idéia de globalização, construir um mundo mais justo e humano, eu gostaria que o eco universal de Claude Lévi-Strauss ressonasse mais forte". Como soa mais forte a do Luís Miguel. Os dois nos fazem sofrer esta semana, mas a obra feita de Luís Miguel, nos seus 32 anos é, em devidas proporções, como a que durante 101 anos fez Claude Lévi -Strauss. Este, aos seus 32, namorava e trabalhava; o outro, também. Um teve imensa sorte, o outro, a moda
ainda, por louvor a esse saber que dá medo.







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