
Vamos imaginar (um “suponhamos”) que as aspas foram para a calinada.
Actualização:
O autor complementou a sua nota com este texto:
PS: mandaram-me uma mensagem privada a chamar a atenção que estaria um erro ali no verbo supor. Não está. Se eu quisesse ‘suponhamos’ teria escrito ‘suponhamos’ – mas eu queria “suponha-mos” (e as aspas estão ali a fazer alguma coisa). Se nunca ouviram ninguém a pronunciar “suponha-mos” quando queria pronunciar “suponhamos” então parabéns, vivem na bolha certa.
Por acaso, está lá um erro, sim senhor, mesmo que intencional. Como estamos sempre a aprender, acabo de descobrir que o meu ouvido é demasiado duro para distinguir “suponha-mos” de “suponhamos”.
A municipalização da educação é mais um meio utilizado por este governo, num processo iniciado anteriormente, para desresponsabilizar o Estado numa área estratégica em que deveria ter um peso muito forte, livre das pressões do lucro ou das ingerências dos caciques autárquicos.




Passos Coelho tem a qualidade fundamental para se ser político: falta de vergonha. Como qualquer bom político, e ao contrário, quiçá, da maior parte da humanidade, Coelho é imune àquele sentimento que muitas pessoas normais e alguns tarados sexuais resumem na frase “se houvesse um buraquinho, enfiava-me lá dentro”.















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