Calma, a Geringonça não caiu. Foi no Brasil.
Temer: Ninguém melhor do que a mulher para indicar ‘desajustes de preços no supermercado’.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Calma, a Geringonça não caiu. Foi no Brasil.
Temer: Ninguém melhor do que a mulher para indicar ‘desajustes de preços no supermercado’.
Ao que o PÚBLICO apurou, Paulo Núncio criou empresas na Zona Franca da Madeira (ZFM), para a qual trabalhou durante dez anos, como fiscalista. Este dado é relevante uma vez que a publicação de dados sobre a Madeira foi a única dúvida oficial levantava por Núncio para não publicar dados sobre offshores.
(…)
Paulo Núncio foi, entre 1997 e 2007, advogado fiscalista da MLGTS Madeira Management Investment SA, uma empresa do universo da sociedade de advogados Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva Associados, que continua a operar no Funchal e que prestava serviços de assessoria jurídica às empresas sediadas no Centro Internacional de Negócios da Madeira (CINM). Nessa época, era o responsável pelo escritório local da MLGTS e, apurou o PÚBLICO junto de empresas do sector, esteve ligado ao registo de cerca de 120 novas sociedades, numa altura em que zona franca madeirense funcionava também como praça financeira. [PÚBLICO, MÁRCIO BERENGUER e LILIANA VALENTE, 12/03/2017]
Ah!, afinal a cavaleira da triste figura já saiu em defesa dos seus moinhos de vento. [Read more…]
que não é pelo conteúdo que se distinguem os jornais gratuitos dos pagos.


Os factos alternativos vestidos de azul.

No passado Dia Internacional da Mulher, o vereador da Cultura da Câmara Municipal da Maia, Mário Nuno Neves, escreveu um post na sua página de facebook onde, entre outras coisas, disse o seguinte:
Na maioria das retóricas sobre o Dia da Mulher não consigo deixar de perceber um paternalismo camuflado. Nada que me espante. O que me faz pasmar é o ar de felicidade bovina da maioria das mulheres quando escutam estas baboseiras. Filha minha dava-lhes com a cadeira na cabeça.

Eis a CGD do Armando Vara e do Joe Berardo, bem como do saco azul para o fundo de resolução bancária, só para citar dois casos recentes. É muito giro lembrar o buraco da Caixa sem lhe colar os nomes dos malfeitores do CDS, PSD e PS.
Mas há mais na capa de hoje do Público. O inamovível Carlos Costa, esse que Passos reconduziu e que agora defende, dizendo-o alvo de perseguição por parte do Governo, levou mais uma estocada por parte de um colega. O Utra-rico puxou da luva branca e desafiou-o para um duelo para repôr a verdade. Infelizmente, a parte do duelo é inventada e, portanto, não contém com livrarem-se de um deles em breve.
Outra noticia é sobre o caso dos refugiados, que continua a dar que falar. Mas, atenção, estamos a falar do dinheiro que se refugiou no Panamá. [Read more…]
A falta de “verdade democrática”, seja lá o que a senhora quis dizer com isso, deve ser combatida. Afinal de contas, se falta verdade, é porque alguém nos anda a mentir. Mas não é com sugestões de conluio entre Ricardo Salgado e Mariana Mortágua que a coisa lá vai. Tal como não vai lá com manipulação de dados sobre a pedofilia ou com a utilização de funcionários públicos para fins eleitorais. Mas é sempre interessante ver Paula Teixeira da Cruz dar estas belas lições de disparate e parvoíce no hemiciclo. Poucas intervenções são tão representativas do estado a que chegou o PSD.
Carlos Costa deu uma entrevista sobre o que podia ter, ou não ter, feito quanto ao BES. Enfim, é o rescaldo da reportagem da SIC “Assalto ao Castelo“.

Defendeu, novamente, que o enquadramento legal de então não lhe permitia retirar a idoneidade a Ricardo Salgado. Mas teve os pareceres jurídicos dos técnicos do BdP e do jurista Pedro Maia a dizer que sim, que podia retirar a idoneidade ao presidente do BES. Argumentou, ainda, que só o poderia fazer, na altura, com sentença transitada em julgado. Mas isso não foi impedimento para que, antes, Filipe Pinhal, Christopher Beck, Tavares Moreira, João Rendeiro e Armando Vara (*) vissem a sua idoneidade retirada e, consequentemente, fossem impedidos de exercer actividade bancária. [Read more…]

Disseram-lhe para ele ir estudar e ele foi. Estudou um bom esquema. Ide ler o artigo da Visão mas atenção às dores de estômago. Ler aquilo resulta em valentes murros.
Da autoria do grande Luís Vargas, directamente da infame Geringonça.

O deputado Duarte Marques não gostou que a perigosa Catarina Martins acusasse o seu partido de “varrer” 10 mil milhões de euros “para debaixo do tapete” e decidiu reagir. Felizmente, porque a malta vive em democracia e até um tipo destes consegue chegar a deputado, o ex-líder jota lá decidiu meter os pés pelas mãos para nos entreter, não sem antes furar os membros inferiores a tiro de caçadeira de canos serrados. Subir a escada da jota e auferir balúrdios do erário público sim senhor, mas há que contribuir para o humor nacional. Segundo Duarte Marques, “o Governo que o Bloco e a Catarina Martins apoiam” foi o mesmo “que retirou o Panamá da lista negra dos offshores“. Grande Duarte! Haja quem denuncie esses esquerdalhos comunas! [Read more…]

Sim, as sondagens valem o que valem. Segundo as sagradas escrituras da Igreja do Neoliberalismo da Catástrofe dos Últimos Dias, mais não são do que jogadas conspirativas orquestradas pela esquerdalhada que domina o mundo e oprime os bravos guerreiros da liberdade especulativa. Mas elas sucedem-se e o padrão mantém-se. E o padrão vem confirmar que o barco laranja continua a afundar, que os passistas continuam a tocar violino à beira dos botes salva-vidas e que o discurso da direita parlamentar, cego e catastrofista, não tem impacto. Pouco mais lhes restará hoje que a sua base fixa de eleitores. E mesmo essa parece em risco. E o diabo que insiste em não dar o ar da sua graça… [Read more…]
Face a este improvável cenário, proposto pela sra. Le Pen, imaginem Portugal caso a esquerda forçasse a saída do Euro…
Ortografia para tudo. Só não parou a asneira do CM que, escreveu “pára” no lugar de “para”. Jornal que, supostamente, segue o AO90.
Nota: este post está escrito de acordo com o AO90, não sei se terão reparado.
A legalização estará cada vez mais próxima, é muito dinheiro em jogo…
Estão espelhados neste vídeo. Tal é a redoma onde se encontram fechados que nem lhes importa que todo o país assista.
Podia ser diferente? Sim, mas não era a mesma coisa. Ainda poderiam acabar a falar sobre como é que acabámos a transferir boa parte dos nossos rendimentos para os diversos bancos que temos salvo, cá e lá fora (sim, que factura dos irmãos limão, entre outros, também cá chegou).
1 Porque nenhuma reforma se compadece com a duração de uma legislatura, o que se ensina e o modo como a escola se organiza para ensinar deveria ser fruto de um amplo entendimento partidário, que não dos impulsos de quem manda em cada momento. Apesar disto obter fácil aprovação geral, seria preciso muito papel e muita paciência para fixar em texto a sucessão de alterações que escolas, alunos e professores têm sofrido nos últimos anos. Mais ainda, a leviandade com que se decide afirma-se, ad nauseam, sem consequências, que não o gáudio dos levianos, a escravização dos professores e a instabilidade dos alunos e das famílias.
“Garantir a estabilidade do trabalho nas escolas, o que pressupõe reformas progressivas, planeadas, negociadas e avaliadas” é um fragmento frásico, promissor, que retirei da página 102 do programa do actual Governo. Mas mudar a pontapé a avaliação dos alunos, como fez o ministro Tiago Rodrigues, a meio do ano, com a trapalhada de os confrontar com três modelos distintos, garantiu estabilidade ao sistema? Mas as “alterações profundas”, que o secretário de Estado João Costa anunciou, virando do avesso os planos curriculares vigentes, são progressivas? Mas a pirueta que a secretária de Estado Alexandra Leitão deu, depois de ter afirmado que os professores da rede privada não podiam concorrer em paridade com os da rede pública, foi negociada com alguém? Mas quem avaliou a experiência da municipalização da educação, para que o Governo a generalize, porque sim? [Read more…]

Que muitos de nós, já estávamos a contar as horas para vermos sair pela “porta dos fundos” do palácio de Belém, o mais polémico Presidente da República da democracia portuguesa. E não digo o pior, porque esse julgamento será sempre feito pela História e não por um qualquer escriba armado em dono da verdade, que se queira substituir a ela. O enfadado Aníbal Cavaco Silva acabava assim o seu estágio remunerado de político não profissional, depois de vinte e dois anos a bulir em prol do Regime.
O ar que respiramos desde esse dia, parece ter ficado mais Aventar(ado), despoluído, fruto da (des)crispação introduzida na atmosfera politica pelos dons afectuosos do professor Marcelo Rebelo de Sousa. [Read more…]

O Dia Internacional da Mulher foi estabelecido a partir da data de uma greve de operárias nova iorquinas, em 8 de Março de 1857. Ou talvez não. Rezam algumas crónicas que patrões e polícias trancaram as mulheres dentro da fábrica, lançaram-lhe fogo, e 129 morreram carbonizadas.
Embora factos como este tenham sucedido mais de uma vez num século XIX liberal, quando os patrões faziam mesmo o que queriam, existe um misto de lenda e história na escolha da data.
Prefiro outra lenda, a do Pão e das Rosas, por vezes misturada com as do 8 de Março, que tem origem num poema com o mesmo nome da autoria de James Oppenheim, publicado em Dezembro de 1911, e oferecido às “mulheres do Oeste”. Está geralmente associado a uma greve do sector têxtil em Lawrence, Massachusetts, em Janeiro-Março de 1912, e que ficou conhecida pela Greve das Rosas e do Pão. A greve de Lawrence, que uniu dezenas de comunidades imigrantes foi, em grande parte, conduzida por mulheres. Muitos afirmam que, durante a greve, algumas das mulheres transportavam um cartaz que dizia Queremos pão mas também queremos rosas! Não existem provas fiáveis que o confirmem, e esta afirmação foi rejeitada por alguns veteranos da greve de Lawrence, provavelmente homens, está-se mesmo a ver.

No caso de Miguel Macedo concordo completamente. Sempre poderá vir a ajudar a pagar os processos (imagem: Visão).
Já agora, o título da Visão é um engodo, pois Macedo não está a receber a pensão devido, possivelmente, a excesso de rendimentos. A pensão está, isso sim, atribuída e será paga se os rendimentos do ex-deputado passarem a ser inferiores a 1 263,96 euros (três vezes o valor do Indexante dos apoios sociais).
Ao fim de 3 décadas, voltou a ser o maior representante de Portugal na Europa do futebol. Força, Benfica!
Le Russe: Les modernes talents que je cherche à connaître
Devant un étranger craignent-ils de paraître ?
Le cygne de Cambrai, l’aigle brillant de Meaux,
Dans ce temps éclairé n’ont-ils pas des égaux ?
— Voltaire
Ó Inácio, não sejas Inácio!
— Rodolfo Reis, 21/2/2016
***
Hoje, há contatados.

Efectivamente, no sítio do costume.
Nótula: O excelente João Mendes aguarda com expectativa a reacção indignada de Ricardo Costa. Pessoalmente, aguardo, sem grandes expectativas, diga-se, que alguém pegue naquela *fachospére, enfie um agá exactamente entre o o pê e a vogal seguinte e aponte aquele acento com cê um bocadinho, só um bocadinho, para a esquerda, não, isso é para a direit…, sim, para a esquerda, isso, mais um bocadinho, exacto, mais para a… foi de mais…, agora, sim, OK, está bem assim, muito bem mesmo, aliás, está com óptimo aspecto: fachosphère. Merci bien.
***
Desculpa meu caro João, mas não posso de forma concordar contigo. Jaime Nogueira Pinto que nem sequer é um radical por aí além, tem inteira legitimidade para expressar as suas opiniões. Olha, ele até pensa e defendeu a tese num medíocre programa de televisão, que Salazar foi o maior português de sempre. Uma enorme quantidade de imbecis concordaram com ele e não satisfeitos com a eleição do ditador, ainda foram eleger o aspirante a ditador, Álvaro Cunhal, como o 2º maior português de sempre. O que também revelou uma monumental ignorância sobre uma história quase milenar. No entanto jamais me passaria pela cabeça, mandar calar Odete Santos. É que entre o Tarrafal e um qualquer gulag, venha o diabo e escolha. Posso até brincar como fiz há dias, quando referi que Bernardino Soares considerou em tempos a Coreia do Norte uma democracia. Mas jamais defendi que o PCP deveria ser proibido ou ilegalizado. [Read more…]

Por duas vezes, há uns anos, o fisco tentou que eu pagasse coisas que já tinha pago ou que achava que estavam pagas fora de prazo. Como tinha os recibos de pagamento, nada paguei a mais. A justificação que me deram nas finanças é que, na dúvida, o fisco volta a pedir o pagamento. O ponto chave é na dúvida, a qual não existiu para os milhões que foram para os offshores. Ainda muito há para saber quanto a este assunto. Mas, igualmente importante, é evitar que isto volte a acontecer.

No calor da polémica que envolveu a página de Facebook Os truques da imprensa portuguesa e o director de informação do grupo Imprensa, Ricardo Costa colou a página a Trump, Bannon e à “fachospére” (sic), acusando-os de quererem uma “imprensa subjugada”, como se grande parte dela não o estivesse já há muito. [Read more…]
Marques Mendes requereu ao tribunal não ser ouvido presencialmente no caso Vistos Gold.

… porque este é definitivamente mais bolos (e parabéns, RTP. Apesar de tudo).
Então, já chamaram o Voltaire?
Sérgio Ramos. Duas cabeçadas, dois golos. Não é efectivo nem bonito mas nasceu com o dom de marcar no momento da verdade.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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