Novo Hino de Portugal

Dá pelo nome artístico de ±MAISMENOS± e acabou de publicar ± PORTUGAL 1143-2012 ± cap. I. Já há quem lhe chame o novo hino de Portugal

O Carro Sobre Carris de Vila do Conde à Póvoa de Varzim

Fotografia secular.

O caso Relvas, resumo da matéria dada

O caso Relvas não é um problema de pressão de ministro sobre jornalista: isso é rotina.

O caso Relvas não passa pela correspondência com a maior anedota da espionagem portuguesa, a anedota tem barbas.

O caso Relvas resume-se a isto: na Assembleia da República um ministro, sob juramento, mentiu. Não vou dizer que é original, mas foi o primeiro a ser apanhado.

Secou, escusam de regar. Demora muito a demitir-se?

Fotografia Portocovense

Cassino Royale (1967)

Um James Bond muito especial baseado no primeiro livro de Ian Fleming, e que dedico  à espionagem portuguesa para que aprenda esta preciosa lição: “de agora em diante, todos os agentes serão chamados de James Bond, incluindo as miúdas.

Realizado por Val Guest, Ken Hughes, John Huston, Joseph McGrath, Robert Parrish e Richard Talmadge, com Peter Sellers, Ursula Andress, David Niven, Orson Welles, Woody Allen, Deborah Kerr, Jean-Paul Belmondo e Richard Burton.

Legendado, Ficha IMDB

Scolari o mentiroso, passe o pleonasmo

É a primeira vez que vejo Vítor Baía sofrer um golo sem estar em campo.

Jorge Silva Carvalho, o espião que veio da tv

Fui visitar o perfil de Jorge Silva Carvalho, um local de peregrinação nos tempos que correm. Onze amigos em comum, diz o Facebook. Estarei a ser espiado?

(o herói do nosso espião. infelizmente naquele tempo ainda não havia computadores pelo que o episódio em que Smart, aliás Olho Vivo, pensa ter apagado o disco rígido sem ter apagado coisa alguma apenas se realizou em Portugal, ano da graça de 2012)

JS Carvalho, o Bicho Papa-Relvas

Reorganização Curricular para Totós II

A 26 de março escrevi que o MEC tinha voltado ao ataque com uma proposta de organização curricular diferente das anteriores e que se tornou mediática pelo fim do par pedagógico na disciplina de EVT, que aliás, se divide em duas novas disciplinas.

Dois meses depois o mesmo ministério aparece com uma proposta diferente – tal como o Paulo, também penso que a proposta mais recente não é igual à de março.

Vejamos o caso do 2ºciclo. Nuno Crato vinha com a teoria da “aposta” na matemática e na língua portuguesa – “agora até têm mais tempo para trabalhar”, algo que continuava na proposta de março. E esta análise surge apenas como exemplar da diferença entre uma proposta e outra, porque a reflexão deverá ser mais abrangente e não tão focalizada.

Pois bem, na proposta de maio, para Língua Portuguesa, História e Inglês há menos  40 minutos do que em março, tal como na área das ciências e da matemática, onde a redução é de 45 minutos.

No entanto, a nova proposta do MEC tem uma variável que pode tornar este cenário menos dramático. Vejamos. [Read more…]

Reorganização curricular para totós

O MEC apresentou, ainda no ano passado, uma proposta de revisão da estrutura curricular – seguiu-se um período de consulta pública e em março de 2012, foram anunciadas as principais linhas condutoras do currículo. No fundo trata-se de saber que disciplinas vão os alunos ter em cada um dos anos e qual é a carga horária de cada uma delas.

O tempo foi correndo e começaram a surgir todo o tipo de especulações sobre a demora do MEC em publicar a versão final. No fim da semana passada (25 de maio) foi finalmente divulgada uma obra de arteumas páginas soltas com uns quadros que indicam como vai ser, então, a organização do currículo.

Como alguém aqui da casa escrevia, os Professores falam TANTO… E não se percebe nada.

São várias as explicações possíveis – o emissor emite mal. O receptor recebe mal ou é mesmo um problema de conteúdo, já que o canal, o AVENTAR é pouco mais que perfeito! (este parágrafo é dedicado ao Mário!)

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Quem nos protege dos nossos protectores?

Segundo o cidadão, tudo começou quando um dos agentes lhe tira à força dois documentos negando devolvê-los. Indignado com o abuso, o cidadão insiste que lhe devolvam os documentos. O agente acaba por chamar reforços (1 carrinha + 2 ou 3 carros patrulha). O cidadão aflito chama o filho para o seu colo momento em que a polícia decide detê-lo.

Toda a Morais Soares assistiu indignada. Embora rapidamente afastados, até velhotes transeuntes tentaram impedir que separassem pai e filho.

Actualização: segundo a própria PSP o hediondo crime que justifica esta “abordagem” –  falar ao telemóvel enquanto conduzia -, e esse eterno clássico policial:  injúrias.  A justificação, publicada no Facebook, é todo um tratado, de contradição e língua portuguesa, que  aqui reproduzo: [Read more…]

O Medo nos CHUC*

Por Diogo Cabrita

Falo por ti minha amiga Lina que conheces o Hospital há mais tempo que eu.

Falo por ti Manuela, que tens limpo os espaços de trabalho e tens trazido a marmita diariamente.

Falo por ti Carlos que nunca fizeste compras maiores que o teu salário e com dificuldade consegues gasolina para vir todos os dias aos Covões.

Também falo de ti Josefa que te escondes do trabalho e de ti que nunca sabes e nunca queres aprender.

Falo porque sinto o medo que transversalmente vos afoga. O medo de não saber nada do futuro e a certeza que as decisões são feitas sem vos ter em conta.

Há um receio que atinge os bons, os imprescindíveis e os maus.

O medo como um perfume que nos tolhe a todos e sobretudo a vós, a quem os doutores desconhecem o nome, a vós a quem “os grandes” nunca nomearam além de “olhe”, “chegue aqui”.

Falo do medo do futuro, da insegurança sobre o futuro, da subserviência que o medo incute, do silencio cúmplice que vem do receio. [Read more…]

Bloggers on the Cloud

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Coimbra é uma lição

Ou Tudo em Família

A doença maldita

Por Noémia Pinto

Há doenças que são uma merda, perdoa-me a expressão. E tu és das piorzinhas que por aí andam. Atacas pela calada, matas lenta e silenciosamente. Apoderas-te de quem é forte e a tua cobardia leva-te a desferir sempre os golpes mais baixos, minando primeiro todas as formas de defesa dos teus inimigos e só depois dando a cara. És repulsivo. De repente, pessoas que tinham saúde transformam-se em marionetas, bonecos nas tuas mãos experientes na arte de matar. Pessoas que, na maior parte das vezes, nada fizeram para que as maltratasses tanto. [Read more…]

Teixeira dos Santos explica nacionalização do BPN

Uma comédia: hoje no parlamento. Começou com 20 minutos de atraso, está neste momento no ar. (Informação extensa sobre o caso BPN aqui e aqui.)

De que forma isto é diferente de terrorismo?

É Obama que dá ordem de morte a suspeitos de terrorismo.

Ó Ticas, vá à méda qrida

É por estas e por outras que gostaria de assistir ao extermínio dos pobres. Os ricos desapareceriam naturalmente: ao deixarem de ter a caridadezinha para se entreterem e exibirem aposto que se desvaneceriam no ar.

Ou como escreveu o Calimero que nos brindou com estas imagens:

 “Ajudar uma família ajudar os pobrezinhos, cantar-lhes fado e publicar as fotografias no Facebook.”

(e não me venham com a tanga de que aquelas pessoas precisam; eu sei que precisam, todos sabemos que precisam, mas quem exibe a sua “generosidade” desta forma também precisa de ter vergonha na cara)

via Paulo Guinote

Enorme blasfémia

profunda insurgência. Martirológio lusitano.

Merecemos muito mais!

Os portugueses estão mais pobres, mas nem por isso menos solidários: o Banco Alimentar reuniu 2 644 toneladas de alimentos. “Os resultados excederam em 13,7% os atingidos no ano passado por esta altura do ano, pese embora a evidente contracção do rendimento disponível e do poder de compra dos portugueses.”

Um povo assim merecia governantes à altura…

Só nos resta ser uns para os outros.

Só me resta continuar a votar em branco.

Palestina

Não há sol nos céus da Palestina não há luz nos olhos da Palestina roubaram o sorriso à Palestina

São de sangue as gotas de orvalho da madrugada e o vento só é vento quando as balas assobiam roubaram as manhãs à Palestina

O céu de chumbo esmaga as almas e os ossos e é de lágrimas a chuva quando cai não há sol nos céus da Palestina

Do ventre da lua cheia de aço e de amargura nasce a cada hora um menino com bombas à cintura mataram a infância na Palestina [Read more…]

Estado e Fornecedores:

linha de crédito para permitir o pagamento de dívidas dos municípios aos seus fornecedores (vencidas no prazo de 90 dias) é uma excelente notícia. É importante e imperioso que o Estado (central e local) cumpra os seus compromissos com as empresas suas fornecedoras.

 

Este acordo entre Governo e Autarquias significa um enorme balão de oxigénio para centenas de empresários. Ao mesmo tempo, é urgente que o Estado passe a cumprir religiosamente os seus compromissos. Que a criação desta linha de crédito seja aproveitada para “limpar” as dívidas a fornecedores e seja o início de um novo ciclo na relação do Estado com os seus fornecedores. Não se admite que a Administração Central e Local, que o Estado, tenha comportamentos de “caloteiro”. Que esta iniciativa seja o princípio.

Automotora de Fabrico Nacional na Estação de Carviçais


Pequena automotora de fabrico português (pós-II Guerra Mundial) na estação de Carviçais, Linha do Sabor.

RTP1 – Edição Especial – As Cobaias

Quinhentas e sete crianças, da Casa Pia, foram utilizadas como cobaias num estudo para determinar os efeitos neurocomportamentais da utilização de amálgamas contendo mercúrio nos dentes. Não deixe de ver esta reportagem.

“Não Sair” é a Expressão-Chave

Que se procure repisar obsessivamente o Affair Relvas, mas se escamoteie por grosso factos que explodem com o Estado Português, como as PPP, é que é trágico. Quanto ao affaire-ele mesmo, cumpre enumerar alguns dados: o espião Silva Carvalho foi nomeado pelo Governo Sócrates; o Ministro Relvas recebeu emails do espião agora na Ongoing a recomendar nomes para nomeações, mas não assentiu nem nomeou; o espião pediu para afastar uma «deputada chata» do PSD, Teresa Morais, mas Relvas não o fez e até a promoveu; o Ministro Relvas foi ao Parlamento para ser inquirido e respondeu a todas as perguntas; uma jornalista toda boa, com bons rabos de palha conectados ao bom Partido-Merda PS, ligou ao Ministro para fazer uma pergunta exigindo uma resposta em trinta e dois minutos; [Read more…]

Despedir é pecado

“Despedir é pecado”. “Despedir é pecado.”

Ouvi na rádio esta frase que ecoa até agora na minha cabeça: “despedir é pecado e uma grande falta de solidariedade”.

Estas palavras do padre missionário António Fernandes caiem em saco roto. Sabemos. Tudo vale neste mundo. Mas podemos substituir «pecado», palavra que não existe no dicionário de muitos patrões, por outras palavras que talvez ainda restem por lá (no dicionário e nas consciências, se é que a têm): despedir é desumano, é maldade, é crueldade, etc.

Penitência para eles!

As Cobaias da Casa Pia

Quinhentas e sete crianças, da Casa Pia, foram utilizadas como cobaias num estudo para determinar os efeitos neurocomportamentais da utilização de amálgamas contendo mercúrio nos dentes. Este estudo durou 8 anos, de 1997 a 2005, as crianças teriam entre 8 a 10 anos em 1 de Janeiro de 1997. O estudo foi conduzido, em conjunto, por elementos da Universidade de Lisboa e da Universidade de Washington. O paper que descreve este estudo, Neurobehavioral Effects of Dental Amalgam in Children (PDF em inglês), foi publicado no “The Journal of the American Medical Association“, um jornal científico, com peer-reviewing, que é um dos mais conceituados do mundo na sua área.

À primeira vista este estudo seguiu todas as normas, no entanto, o facto de usarem crianças para testes clínicos é desde logo bastante duvidoso. Ainda mais estranho, quando são do conhecimento geral os riscos para saúde que o contacto com o mercúrio pode originar, existem inclusive campanhas para proibir o uso de mercúrio nos dentes.

É assim, com alguma expectativa e ansiedade, que espero pelas 21 horas para ver na RTP 1 a reportagem de Rita Marrafa de Carvalho, no programa Edição Especial – As Cobaias, sobre este estudo e a forma como foi feito.

Edição: A reportagem está disponível aqui.

O Comboio no Apeadeiro de Moz

Moz, Linha do Sabor, anos 70.

Aluno que venceu concurso internacional viajou a expensas próprias

Jorge Moranguinho, o professor de António Gil Cucu, teve a gentileza e a frontalidade de comentar este texto, respondendo às dúvidas sobre o contributo financeiro do Ministério da Educação para a participação do aluno num concurso internacional. Passo a citar:

Nas anteriores participações em concursos semelhantes ao Certamen Horatianum, como o Certamen Ciceronianum Arpinas ou o Certamen Ovidianum Sulmonense, os professores e os alunos portugueses foram sempre a expensas próprias. Este ano, a coisa não foi diferente. Exceptuando as despesas relativas à estada em Venosa, custeadas pela organização do concurso, todas as despesas de viagem (Porto – Roma – Porto e Roma – Venosa – Roma) e de alojamento e alimentação em Roma foram suportadas por mim e pelo aluno. Em Portugal, o escândalo nunca é de mais, a verdade é que é de menos. Talvez, um dia, o Ministério faça alguma coisa pela Educação!

 A participação de um português em representação do país em qualquer concurso internacional, independentemente do resultado, deveria merecer do Estado, no mínimo, a ponderação sobre a ajuda financeira ou sobre qualquer outro tipo de contributo. Pergunto-me, a propósito, se Cristiano Ronaldo irá pagar o alojamento, enquanto estiver ao serviço da selecção nacional.

Não esperes piedade

 

Madame Lagaffe, benemérita das crianças nigerianas, afinal não paga impostos.

 

via Indignados Lisboa

Eles andam aí

Jean-Claude Trichet, sugere a perda de soberania económica para os países que ponham em risco outras nações da zona euro devido à incapacidade de aplicar recomendações das autoridades europeias.

Eu sugeria a Jean-Claude Trichet qua saísse mesmo do seu armário e assumisse a defesa da colonização do sul da Europa. Também lhe podia chamar umas coisas, mas não me apetece explicar porque é que um fascista é um fascista mesmo que não seja exactamente um fascista.

Isto depois da besta Lagarde ter mandado os pais das crianças gregas afectadas pelos cortes na despesa pública pagarem impostos (defendida pelo José Manuel Fernandes que aldraba:  “todos, na Grécia, devem contribuir para a solução dos problemas, começando por pagar os seus impostos” não tem nada que ver com a frase assassina, como é sabido quem foge aos impostos não são os gregos em dificuldades, são em primeiro lugar os armadores), leva a desconfiar que a França voltou a produzir os ideólogos, como de costume a Alemanha tratará do resto.