Pare, pague e deixe-se roubar legalmente

Não ponho as mãos no fogo pela veracidade da notícia mas, com a rapaziada delirante que governa, já nada espanta.

Este governo herdou o imbróglio das portagens virtuais, aquela coisa coisa em que não se sabe bem quanto se paga, onde se paga e quando se paga, especialmente se se é galego, andaluz, francês ou checo e se tem o azar de circular por Portugal. Naquele momento da deriva socratista a imaginação não dava para mais e o melhor que podiam era sempre a pior solução possível. Chegado o passismo, ainda fresco e “bem intencionado”, em vez de corrigir o que obviamente está mal pensado e não funciona, resolveu acrescentar um toque intimidatório e fascistóide.

Agora o condutor pode ser parado e intimado a pagar imediatamente, com “custos administrativos crescidos”, expressão politicamente correcta para gamanço e compressão de direitos civis. Não ponho as mãos no fogo pela exatidão da notícia, repito, mas já vou pondo os dedos. É que a estupidez contagia e o respeito pelas pessoas há muito se perdeu.

Criminalização?

Na Edição Especial da RTPN, esteve um painel em amena cavaqueira, tecendo o rol de desgraças que nos têm consumido.  A irada Tia Avilez conseguiu apresentar-se mais moderada e compreensiva e apesar do tom de sujeição dado pelos comentadores, um dos cavalheiros teve o topete de afirmar que a ida a Juízo dos desvios e da má administração dos dinheiros públicos, consiste num “passo perigoso a dar em Portugal”. Percebe-se a razão para esse desabafo e todos imaginamos quem e o quê poderão estar em perigo. Em suma, tal coisa jamais poderá acontecer, apesar dos claros indícios de que muito mal têm andado as contas públicas, para nem sequer se aventar a hipótese de roubo descarado. Mais de 90% dos institutos públicos jamais foram fiscalizados e se até agora os agentes mediático-políticos viveram obcecados com a Madeira – já repararam que desde a vitória de Jardim a coisa vai desaparecendo dos noticiários? – , os fiscais andam num permanente assédio aos pequenos privados, desde os gabinetes das médias empresas, até à tasquinha onde se servem uns copitos de tinto e umas cadelinhas. Sabem muito bem que não é aí que está o dinheiro “que se vê”, mas a fiscalidade não está para maçadas, evitando problemas. Existem por aí centenas de Madeiras que dão pelo nome de mordomias – a começar pela Belém dos 17 milhões €/ano e dúzias de assessores, não esquecendo os “ex-belenenses” -, Câmaras Municipais, “observatórios”, PPP – o erário público a oferecer dinheiro às empresas da partidocracia -, EP’s, fundações, pensões milionárias ao fim de poucos anos de “esforço laboral”, gabinetes e institutos de “estudos”, etc. Já agora, o governo poderia conquistar a compreensão de uma boa parte da opinião pública, se decidisse mostrar algo que fosse bem visível. Não, não se trata de vindicta ou inveja, mas daquele necessário sentido de equidade que infelizmente muito tem faltado a este regime.

É da mais elementar justiça, a própria Justiça do Estado zelar pelos interesses dos contribuintes que aos nossos senhores garantem o farto sustentoCom a devida criminalização, atinja quem atingir. Talvez “eles” ainda não tenham reparado, mas já há uns vinte anos acenderam o rastilho do barril de pólvora. Valha-lhes Santa Bárbara.

Se para comer e ter uma habitação digna, precisar de roubar e matar…o favor de contar comigo…

O título deste texto é copiado de um comentário à entrevista em que o imensamente cristão Bagão Félix declara temer que o “corte dos subsídios seja definitivo.” Depois do desbaste levado a cabo pelos chamados socialistas, o poder laranjazul vive em beatitude. Bagão, por exemplo, deve andar sem tocar no solo, como se caminhasse sobre as águas, e, todos os Domingos, tomada a hóstia, sorri, antevendo mais uma semana em que o povo se vai reduzindo àquilo que já foi e que nunca devia deixar de ter sido: pobre e agradecido. Ainda assim, antes de apagar a luz, depois de confiar que Deus ajudará o método da temperatura, Bagão não consegue evitar um arrepio de medo, ao pensar que, depois de 24, há sempre um 25 e que o povo pode ficar mal-agradecido.

Anúncio

Vocês lembram-se daquele anúncio de prevenção da SIDA…

‘A Ana foi para a cama com o António, que foi com a Joana, que foi com o Ricardo, que foi com o Silvino, que foi com a Marta… etc, etc.?…

Resolvi modificá-lo um pouco…

O Fernando é professor e ficou sem colocação, a mulher é funcionária das Finanças e viu o subsídio retirado e o ordenado diminuido, e os impostos aumentados… Eles despediram a empregada doméstica, que deixou de ir ao talho, o talhante deixou de comprar calçado para a filha, o dono da sapataria deixou de ir de férias, a agência de viagens despediu parte dos funcionários, os funcionários engrossaram o fundo de desemprego, que já não pode aceitar mais gente porque já não tem com que pagar, o governo aumentou os impostos para fazer face a mais despesa, os impostos não entravam porque a actividade económica diminuiu, o Governo resolveu aumentar os impostos sobre os funcionários das finanças, que deixaram de ir ao talho, o talhante não trocou de carro, o dono da concessionária abriu falência, retirou os filhos do colégio, que teve de despedir professores… chegaram até aqui?… ok, chega!… É pior que a SIDA, não há perservativo!!

Marc Candoso, via Aurélia Madeira no Facebook

Não roube os lugares reservados, urso!

Campanha do Metro de Lisboa

Como ficará Portugal em 2012? como está agora a Grécia

A mesma política em países com problemas semelhantes (a Grécia talvez tivesse mais corrupção, mas duvido), vai desmentir o que diz o neocon das finanças que deve ter estudado História Económica por correspondência (e não só, também conhece Portugal de binóculos: acreditar num aumento da cobrança do IVA em Portugal numa situação recessiva, só mesmo com um polícia em cada loja). Cada país é um caso, mas a mesma política em casos muito semelhantes dará resultados muito parecidos.

Da propaganda da mentira sempre fez parte diabolizar a Grécia (quantos não se indignaram a seu tempo porque íamos “ajudar” esses malandros). Este é o depoimento de “um jurista de Viena, que tem um apartamento em Atenas”. Sublinhados e comentário entre [] meus:

Há 16 meses que tenho casa em Atenas e vivi in loco esta situação dramática. Ouvem-se queixas de que os planos económicos não vão funcionar porque as receitas fiscais caíram. Põe-se em causa a vontade dos gregos economizarem. Que surpresa! Vejamos alguns factos:

Redução de salários e de pensões até 30%.

– Redução do salário mínimo para 600 euros. [algo de que estamos safos,  deve descer só uns 10%]

Dramática subida de preços (combustível doméstico + 100; gasolina + 100%, electricidade, aquecimento, gás, transportes públicos + 50%) ao longo dos últimos 15 meses.

Resgate da UE de 97% volta para a UE [Read more…]

Não podemos viver acima das nossas possibilidades, pois não?

As mentiras escondem-se, os segredos desvendam-se

Quase três vezes o défice de Portugal é quanto o Estado vai pagar à EDP e à Iberdrola, as concessionárias das futuras barragens na bacia do Douro, durante os próximos 70 anos.

Você sabia disto? leia. E o povo pá? vai deixar? se salvámos Foz Côa, porque deixamos matar o Tua? Diga-lhes no facebook. E assine esta petição contra o monopólio da EDP.

imagem fliscorno, baseada neste trabalho

Pornografia (6)


Sim, a pornografia é uma indecência.

E eu sou contra o Plano Nacional de Barragens. Já me roubaram que chateia.

Trampolineiro…

…é o gajo que destila tanto ódio ao Aventar e a alguns dos seus autores que nem tomates teve para dizer quem é o autor do vídeo em causa e de onde o linkou.

Esse, sim, é um verdadeiro trampolineiro e a sua atitude diz bem da sua natureza… O que vale é que teve de engolir um sapo que lhe ia cortando a jugular.

Pornografia (5)

Sim, a pornografia é uma indecência.

Uma explicação…

…que todos entendem:

 

Os cortes nos subsídios foram a forma encontrada para evitar o despedimento de mais de 100 mil funcionários públicos. Mais claro e frontal que isto, não era possível. Quem o confessou foi o Ministro das Finanças.

 

Semelhante decisão, despedimentos, seria uma catástrofe social.

E se fossem à m…

Hoje de tarde, entre as 14.30 e as 17.30, não houve, em Lisboa, ligações fluviais no Tejo.

Porquê?

Porque os Trabalhadores estavam reunidos em plenário para decidirem o que vão fazer.

Segundo a TVI, as pessoas desesperaram pelo transporte que não havia.

Ao ver a reportagem, tentei, mas a sério que tentei mesmo, descobrir entre as caras indignadas que protestavam, o rosto de Ricardo Salgado ou de Américo Amorim. Não consegui. Eram só pessoas simples com aspecto de quem precisava do barco para ir para o trabalho ou para voltar para casa.

Por isso, e porque se começa a perceber que para além das reclamações legítimas de quem sofre e vai sofrer na pele a austeridade, subsiste um paradigma sindical, perverso, hipócrita e egoísta, que se marimba nos próprios Trabalhadores e no País, gostava que os “gajos” da Soflusa e da Transtejo que pararam os barcos para se reunirem, fossem à MERDA!

Merkel, a grande federalista

Um dos enigmas deste tempo de apertos, consiste no insólito facto de quase todos aqueles que se declaram de “federalistas”, serem invariavelmente, ferrenhos inimigos da Chanceler Merkel. Uma estupidez.

As declarações que esta proferiu há algumas horas, atacam os suspeitos fervores soberanos dos “indignados” do momento, sejam eles os do “contra-tudo” ou aqueles outros que almejam substituir a CDU num poder europeu cada vez mais concentrado no Reichstag de Berlim. Um contrasenso apenas ditado pelo costumeiro oportunismo de umas elites sem eira nem beira, esta é a verdade. Angela Merkel disse que os Estados que têm atentado contra a letra dos Tratados assinados, devem ser punidos e entre os castigos, lá está bem nítida, a questão da soberania. No fim de contas, esta nova febre soberana dos “indignados”, vai totalmente contra os entusiasmos “internacionalistas” de outras eras, eivados de “solidariedades e amores fraternais entre povos” tradicionalmente inimigos de morte. Enfim, a necessidade impôs novas regras e na esfera da “União Europeia”, o Euro – ao qual o regime se agarrou como um bezerro á teta da vaca – foi um dos argumentos mais poderosos para a homogeneização do pseudo continente. Merkel é acompanhada por quase todos os países do norte, centro e leste europeu e este é um incontornável facto que a muitos custará aceitar. Houve quem não cumprisse o acordado e entre os participantes, o regime português é um notório perdulário – para não dizermos vigarista – que há muito teria sofrido exemplar punição, caso a economia que ele próprio há décadas destruiu, não fosse um mero resquício de outros tempos.  Quem é federalista, não pode ser anti-Merkel. [Read more…]

Orçamento de Estado 2012:

A tributação sobre os veículos ligeiros de alta cilindrada, as embarcações de recreio e as aeronaves de uso particular é agravada em 7,5%.

O limite de existência em sede de IRS é alargado, pela primeira vez, aos rendimentos de pensões, protegendo-se, desta forma, os pensionistas com menores recursos

Em resultado da renegociação do Programa de Assistência Económica e Financeira, o subsídio de desemprego, o subsídio de doença, os abonos de famílias e outras prestações sociais não serão sujeitas a tributação em sede de IRS.

Finalmente, um montante até 200 milhões de euros da receita adicional de IVA será alocado ao financiamento do Programa de Emergência Social, aumentando os recursos destinados ao auxílio das famílias portuguesas em situação de exclusão ou carência social.

Combate à fraude e evasão fiscais – os crimes fiscais mais graves terão as suas penas significativamente aumentadas. A pena máxima de prisão aplicável ao crime de fraude fiscal qualificada, nomeadamente pela ocultação de rendimentos através da utilização de paraísos fiscais, é agravada para 8 anos.

O prazo de prescrição das dívidas tributárias é alargado de 8 para 15 anos, sempre que estejam em causa factos tributários relacionados com a utilização de paraísos fiscais, e as transferências de rendimentos de capitais para entidades localizadas nestes territórios passam a ser sujeitas a uma tributação agravada de 30%.

 

Aumento em 50% do imposto sobre o tabaco – já me estou a preparar para comprar tabaco em barda antes do final do ano!

Palavras que desarmam.

Durante os últimos 30 anos temos assistido, complacentes, ao crescimento descontrolado do consumo. Desde casas, a carros, a aparelhos electrónicos. A noção de desenvolvimento interior tem vindo a ser substituída por uma estranha noção de relacionamento social baseada em demonstrações de conhecimento rápido e luxo fácil. Tudo aceitámos enquanto nos tocasse parte deste excesso desenfreado. Enquanto houve dinheiro (dos pais), emprego, gadgets, nada dissemos, nem fizemos. Em Portugal o país foi investindo dinheiro de todos em estradas e estradinhas, fontanários e chafaricas de rotunda. A corrupção (a cunha) tem estado por todo o lado e só é nociva quando não nos toca uma parte desse bolo que os medíocres têm comido, transformando o país numa papa regurgitada, entre pais, filhos, tios enteados e primos.

A única manifestação em que estive, recentemente, foi na linha do Tua. Apareceram poucos porque o Tua, além de não dar palha nem grão, é longe do Porto e de Lisboa e lá não há rede de telemóvel. Por tudo isto, aos indignados ou à geração (à) rasca que contribuiu para criar o país que temos hoje não tenho muito a dizer. Quem faz a cama, deita-se nela. Mas há palavras que desarmam qualquer um. E ainda bem que não sou eu quem as escreve. Provavelmente não me levariam a sério:

Em vez de sair à rua para o inútil folclore do protesto, ou ficar em casa a remoer a sua impotência, melhor seria que cada um deitasse contas àquilo que como cidadão aceita ou definitivamente recusa. § Essa, sim, essa é a escolha difícil, fundamental. Improvável, também, no Portugal que os portugueses ao longo das últimas décadas transformaram num teatro de irrealidade e fantochada. Escolha que se faz no íntimo, não na praça pública.

Rentes de Carvalho, em Tempo Contado: a “Manif”.

EDP – reação à crise social no facebook

Barragem do Tua: Quem fica a perder?

Fique a conhecer a fraude que são as novas barragens.

Quanto gasta a EDP em comunicação?

De uma vez por todas, aprendam: a democracia em rede é para democratas, o que não é o caso de uma EDP, incapaz de discutir por exemplo o Plano Nacional de Barragens (PNB) que impôs ao anterior governo, a este e a quem venha a seguir (em Portugal quem manda são os bancos e as grandes empresas que vivem à pala do estado que eles governam, naquele incesto do sai de ministro vai para administrador).

Quem não quer discutir não tem vícios, meteram-se na dróga e virou-se o feitiço quanto ao feiticeiro: um improvisado grupo de críticos do PNB e defensores dos comboios, com o apoio deste bloguezeco, está a dar-vos um grande baile. A crítica já passou para as facturas. Pode ser que aprendam, ou contratem alguém que saiba ler e escrever com um teclado. Isto é muito moderno mas não é para meninos e nunca deve ser tentado em casa.

Momentos EDP

Democracia EDP

Cobertura noticiosa

De Marco Marilungo Pictor, italiano, e muito a propósito (cuidado ao abrir a página, é explosiva).

Em defesa da Linha do Tua contra o chefe Mexia, o capataz Passos e o secretário Viegas (por ordem de importância)

Nestas coisas da Energia, já se sabe, quem manda em Portugal é o Mexia da EDP. O seu humilde capataz, o Passos – burro mas suficiente para o que é necessário fazer – lá vai executando, de gatas, as medidas do chefe. Quanto ao Viegas, entretido que anda a cobrar as entradas dos museus aos Domingos, ainda nem deve ter percebido muito bem que uma via férrea centenária quase única e uma paisagem Património da Humanidade também fazem parte do seu pelouro. Seja ele qual for.
Neste caso, nem sequer temos desculpa. O facto de sermos governados por um ignorante e iletrado, de quem nada se espera em termos de defesa do património natural e edificado do nosso país, não dá a ninguém o direito de cruzar os braços perante o atentado criminoso que se prepara para o Vale do Tua e a sua inacreditável linha ferroviária.
Para quem não sabe, a Linha do Tua foi equiparada, pelos mais reputados engenheiros, em termos de dificuldade, às Linhas ferroviárias dos Alpes Franceses ou Suíços. Pela sua beleza e rigor técnico, merecia ser classificada como Património Nacional ou, mesmo, Património Mundial da Humanidade.
Ao invés, querem destruí-la. Para dar lugar a uma Barragem, que representará menos de 4% da produção de energia existente de norte a sul. Uma Barragem! Um monte de betão, tão do agrado dos novos engenheiros de Portugal. Os pequenos economistas que hoje mandam no país [Read more…]

O Aventar, o jornal Público, a EDP e o Plano Nacional de Barragens

A Joana Couve Vieira conta a história toda aqui. A jornalista do Público, Susana Almeida Ribeiro, veio aqui e conta a história no seu jornal citando exactamente esta frase publicada aqui, referindo que a recebeu por e-mail.

“Nunca pensei que esta simples publicação no Facebook tivesse esta repercussão, mas fico contente que tenha acordado outros para o problema. Não me incomoda muito ter sido banida, incomoda-me sim o que a EDP anda a fazer a este país, às pessoas e à Natureza, marketizando mentiras, sem que nada seja feito para o impedir”.

Entretanto o Mural da EDP no Facebook foi inundado de protestos “eu não pedi um plano nacional de barragens” como se vê aqui. No entanto, faltou aqui um link (ou referência) para o Aventar. Não que nos preocupe. Nós andamos sempre por aqui.

ADENDA: Já depois de publicado este post, o artigo do Público foi transferido para aqui. Sem o tal link, é claro.

 

Pouco falta para não passarmos de um bando de Gregos.

GREVE GERAL

É MESMO DISTO QUE PORTUGAL PRECISA!
Força, p´rá frente co’a  paragem de toda a gentinha deste pobre País.
O último a sair que faça o favor de fechar a porta (por causa das correntes de ar).
ESTAS CENTRAIS SINDICAIS É QUE A SABEM TODA! (Excepto trabalhar, claro!)


Deus nos valha!
Segundo alguns “heróis”, é mesmo disto que Portugal precisa.
Haja pachorra!

Agua engarrafada, beba da torneira
refrigerantes, beba água
congelados e refeições prontas, coma produtos frescos e faça as suas refeições
espectáculos, vá menos vezes
restaurantes, vá menos vezes ou escolha os “low cost”
frutas e conservas, coma fresca
óleos e margarinas, use azeite e manteiga
etc.
aprenda a poupar e a fazer você mesmo, vai ver que resulta

.

Chaaaaaaarge!

edp

(Imagem retirada daqui.)

O Hino da EDP

As gravuras não aprenderam a nadar. A EDP, que agora mete comboios a flutuar nas suas barragens, também não.

Dia Nacional para a Propagação da Pobreza

Na edição em papel do Público de hoje, e comemorando o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, é publicado um texto de que transcrevo, aqui, o início:

O Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, hoje, 17 de Outubro, é o momento ideal para pensar além da crise financeira e das operações de viabilização, e para reflectir sobre a rápida deterioração da situação de quem enfrenta a pobreza e a exclusão social. A recessão atirou mais adultos e os respectivos filhos para a pobreza extrema e os serviços de apoio local estão a atingir as capacidades máximas devido aos dramáticos cortes orçamentais. Só em Portugal, quase 18% (acima da média da UE, situada em 16,3%) da população encontra-se em risco de pobreza e vive com menos de 60% do salário médio nacional, o que representa quase 1,9 milhões de pessoas.

É difícil discordar. O resto do texto, que tem como co-autores László Andor, Comissário Europeu do Emprego, e Pedro Mota Soares, Ministro da Solidariedade e da Segurança Social, constitui um elogio às medidas tomadas pela Comissão Europeia e pelo Governo Português no âmbito do combate à pobreza. Ficaremos a aguardar a invenção da fábula da raposa que se compromete a zelar pelo galinheiro.

A vida está cheia de ironias. A designação dada ao Ministério de Mota Soares é, só por si, uma dupla ironia, tal é a ausência de solidariedade e tão insegura é a sociedade criada por este governo. Para que a ironia fique completa, hoje é, também, o dia em que será entregue, na Assembleia da República, o Orçamento que garante o empobrecimento geral do país.

Europa, levanta-te e anda

bandeira europeia

Assim foi em 1789. As cabeças rolaram por causa da guilhotina. Foi a sangue e fogo, com crueldade e manifestos. E a França levantou-se, ajudou outros Estados a andar sem a opressão dos ricos, a ter o seu livre pensamento. O primeiro foi Mozart ao escrever e exibir em Viena, Maio, 1º, 1786, a sua revolucionária ópera Le Nozze di Fígaro. A acção desenrola-se no Castelo do

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As razões para a indignação são tantas que o difícil é saber por onde começar

O mundo anda indignado e faz bem. Ainda que não se saiba como vai ser, começa a perceber-se como não pode ser. Andaram anos a fazer-nos crer que o que é de todos não é de ninguém e foi assim que o comum passou a ser só de alguns, poucos, em todas as áreas e lugares. A começar nas nossas cidades, por exemplo, porque os privados, dizem eles, gerem melhor. Com cancelas, seguranças, aproveitamentos indevidos e aprovações tácitas. E com lacaios, claro, colocados nos lugares chave.

Gerem melhor o seu lucro graças ao nosso prejuízo, e riem-se, por enquanto.

O caso Jorge dos Santos/George Wright, a outra versão dos factos

Nestes últimos dias a comunicação social desdobrou-se em notícias sobre a prisão de Jorge dos Santos /George Wright diabolizando-o perante a opinião pública, sem informar sobre o contexto da realidade social e racial dos anos 60-70 nos EUA. Uma sociedade onde o racismo dominava e a comunidade negra vivia na pobreza, o que impulsionou activos movimentos de resistência e de lutas dessa comunidade pelos seus direitos. Edgar Hoover, o então chefe do FBI, estabeleceu como objectivo principal desta policia o desmembramento das mais activas organizações do movimento negro, entre as quais os Black Panthers uma organização que lutava pelos direitos da comunidade negra e instituiu um programa social de apoio à comunidade. Ao mesmo tempo outras organizações racistas eram toleradas pela polícia e desenvolviam frequentes provocações, espancamentos e linchamentos, nomeadamente os KKK (Ku Klux Klan). [Read more…]

Grande! Grande! O Grandioso Povo Da Cidade Líbia de Sirte! #ILoveKadhafiPeople

A Magnânima Ajuda Humanitária ao Povo Líbio! Este mundo deve Imaginar que as Pessoas da Cidade de Sirte São Imortais, Y, que desta destruição Ninguém Morreu! Os Habitantes da Cidade de Sirte Foram Caluniados – sucessiva, descarada Y constantemente -, pelos JORNALISTAS MUNDIAIS; rotulados  de MENTIROSOS, quando em desespero-apelo diziam que estavam a ser alvo de bombardeamentos indiscriminados. Lembramos  o cuidado reiterado de Saif al Islam em explicar Y esclarecer Y advertir que a População Líbia, nas últimas décadas, tinha sofrido uma grande alteração, dado os fluxos migratórios, sendo, portanto, composta também por PRETOS. Repito: Saif al Islam destacou por inúmeras vezes: são PRETOS a quem foi reconhecida a cidadania Líbia. Ainda hoje, quando abrimos os Jornais de referência Mundial, com Jornalistas de Referência Mundial que, no conhecimento, inclusive, aferido  pela Amnistia internacional, do LINCHAMENTO indiscrimindado de: homens, Mulheres Y CRIANÇAS, continuam impunes, soberbos, Y poderosas Máquinas de guerra Mediáticas a escrever MERCENÁRIOS! Y à conta da Palavra MERCENÁRIO, escrita por INSUSPEITOS jornalistas de RENOME MUNDIAL vão sendo degoladas Pessoas PRETAS, só porque são Pretas. São homens, Mulheres, Jovens Adolescentes Y CRIANÇAS! Y a cobro da Solenidade de Renome Mundial, O GENOCÍDIO é Paternalizado como Praxis de louvável Liberdade Rebelde sob a capa da Palavra MERCENÁRIO.“GROTESCO! GROTESCO! GROTESCO!” Já Não [Read more…]