– o que vai ser daquele tipo que entrou ontem para embaixador?
– o
drrelvas tinha que fazer 4 cadeiras para ser licenciado e nem essas fez?
A questão está longe de ser administrativa – é política!
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
– o que vai ser daquele tipo que entrou ontem para embaixador?
– o
drrelvas tinha que fazer 4 cadeiras para ser licenciado e nem essas fez?
A questão está longe de ser administrativa – é política!
Foi isso que escrevi a 16 de julho:
Marco António no lugar de Miguel Relvas.
Dei por mim a pensar que a recusa do Marco António tem uma de duas razões: substituir Miguel Relvas no Governo ou então, estar prontinho para avançar como candidato ao Porto, uma vez que, ao que tudo indica, a candidatura de Menezes será mesmo ilegal.
Confesso que estando perto de acertar, palpita-me que a marcação homem a homem que o PSD tem que fazer ao Pedro Mota Soares é tão importante que começo a ter dúvidas. O sector social está a aguentar a desgraça total no nosso país e é nessa área que está parte do travão à explosão – o PSD não pode deixar tal capacidade na mão do inimigo e por isso Marco António não o pode deixar sozinho.
Dou por mim a pensar noutro nome – os sorrisos de um deputado na televisão são uma boa pista.
Ou será que Relvas fará parte da equipa que vai trazer para a minha terra?
Às voltas com o que por aí está escrito sobre relvas, na tal lógica de fazer a história – relvas e história, assim mesmo, com letra piquininas – cruzei-me com uma pérola que não resisto a destacar.
É de um deputado do PSD – parece que é ou era do Partido de Manuel Monteiro, foi eleito Deputado pelo PSD em Viana do Castelo e agora é um dos candidatos laranja a Gaia:
«Miguel Relvas está a ser alvo da mais brutal campanha que eu me lembre que alguém tenha sido sujeito, um ministro, nomeadamente nos tempos democráticos. Pedro Passos Coelho não é pessoa para mudar ministros ou fazer remodelações governamentais» em função da comunicação social.
E, tu Crato, vens comigo?
Concentração no Parlamento por tempo indefinido até à sua “libertação”. E depois? Um novo modelo organizativo “liderado pelo povo”.
Pedro Passos Coelho quer ir embora, largar aquele barco de Borges e de Gaspar, ser libertado da missão danada que chamou a si (e chamou-lhe histórica, imagine-se). Bastou ver como ontem se enervou no Parlamento (noutras circunstâncias, não seria o PS sem Norte de Seguro que haveria de irritá-lo assim) por causa do tema das eleições antecipadas, para sentir a insegurança, o medo que lhe cresce por detrás daquele tom autoritário, a exasperação a evidenciá-lo. Repare-se como ficou transtornado, como precisou de invocar a maioria absoluta, reclamando o mandato até 2015 no matter what – como se a governação democrática não requeresse diálogo, [Read more…]
Aceitaram pedido de demissão do homem que se diz “vitima de ataques mediáticos“.
Ligado ao PS, não consta que tenha pedido a demissão do partido.
Começar por arrumar a casa é uma boa ideia quando alguém pretende iniciar algo.
Faz, por isso, todo o sentido, que o Primeiro-Ministro Vítor Gaspar pretenda começar por arrumar a dimensão intrínseca do problema – o próprio governo, a Empresa mais problemática de toda a nossa economia. Como dizem os comunistas liberais que nos governam, o Governo de Vítor Gaspar é o alfa e ómega do país – tudo começa e tudo acaba no Governo.
É este o ovo de Colombo: acabar (e depressa!) com o governo, situado, ali mesmo, algures entre o alfa e o ómega.
Depois é só fazer a descarga!
Mas Passos não deixou…
O Chefe de Estado alemão C. Wulff demitiu-se na sequência de um escândalo de corrupção e tráfico de influências. Sentiu a pressão da opinião pública e não resistiu ao braço de ferro com os media. Finalmente, disse as palavras certas: “a confiança dos meus cidadãos foi abalada, pelo que não me é possível exercer as minhas funções”.
Faltando a confiança do povo que os elegem, o que estão lá a fazer? A cumprir o seu dever? Porque teimam em ser vaiados e criticados, fazendo ouvidos de mercador? A descida de popularidade é um sinal a que devem estar atentos. Refiro-me mais concretamente à polémica das despesas de Cavaco que atirou a sua popularidade para mínimos históricos. Não servirá este resultado para uma reflexão do nosso chefe de Estado?
Perdendo-se a confiança do eleitorado, o que os mantém no poder?
O próprio poder.
A 24 de Fevereiro de 2011, o Partido Socialista criou o domínio socrates2011.com, o qual está a ser usado para a próxima campanha eleitoral (à semelhança do socrates2009.pt, este desactivado mas os rabos de fora abundam).
Ora, precisamente a 25 de Fevereiro, um dia depois do domínio em causa ter sido criado, veio a público que Merkel “convidou” Sócrates para uma reunião em Berlim.
Coincidência? Ou a preparação das eleições começou em Fevereiro? Cada qual que tire as suas conclusões.
A seguir, detalhes obtidos pelo serviço whois (neste caso através do registar joker.com):
Se o governo estava ciente dos problemas que o chumbo do PEC IV traria ao país, como tantas vezes José Sócrates afirmou na semana que antecedeu a respectiva queda, porque razão o primeiro-ministro não colocou os interesses do país à frente do seu orgulho, não se demitiu e não procurou alternativas ao PEC IV?
Afinal de contas, apesar de se ter demitido, o governo está na mesma a aplicar parte das medidas do PEC IV, esse mesmo que tinha sido chumbado, e que terão «um impacto estimado nas contas públicas de 0,8 por cento do Produto Interno Bruto (PIB)» de 2011. Sim, deste ano.
Está tudo a correr tão lindamente, como tanto se propagandeou em Fevereiro, e afinal são precisos mais 0,8% do PIB já este ano?
Não se percebe. Excepto, claro, se a demissão foi apenas um pretexto para fugir aos problemas que estavam mesmo a chegar (défice de 2010 1.3 pontos superior ao anunciado; dois empréstimos gigantescos para Abril e Junho; falta de dinheiro em diversas empresas públicas). O que se percebe, isso sim, é que com todo este teatro, a coisa piorará.
Vamos a ver se não me engano. O chefe do Governo visita o Presidente da República e diz-lhe que não quer continuar a brincar, porque os outros meninos não quiseram jogar segundo as regras que ele tinha definido. Chamou-lhe ‘pedir a demissão’.
O Presidente demora dois dias até conversar com os outros meninos e com os amigos do chefe do Governo para perguntar o que se passou e como querem resolver a coisa. Todos quiseram uma eleição para saber se o chefe continua o mesmo ou se é outro.
Uma semana depois desta conversa, o Presidente chama um grupo de meninos mais experientes e habituados às discussões para lhes pedir uma opinião. Parece que se chama um Conselho de Estado. Horas depois diz que sim, que aceita a demissão e que é tempo de eleger o próximo chefe de Governo. Marca as eleições para 60 dias depois. Parece que há um livro que não permite que seja em menos tempo.
O mesmo livro indica que depois de escolhido o novo chefe, seja quem for, este só toma posse cerca de 30 dias depois. Até lá é o limbo. Reduzir estes prazos é que não. Não deve ser próprio de nações modernas. É coisa praticada, por exemplo, pelos anacrónicos britânicos.
O país continua adiado. Nada de estranho, é assim há uns séculos.
Sobre a demissão do Governo, a crise política, o sentimento de descrença dos portugueses em relação à economia, à política, à sociedade, à meteorologia, escrevo um destes dias. Quando me sentir capaz desse feito, equivalente praticamente a um dos doze trabalhos de Hércules. Aliás, não vejo ninguém aflito para escutar a minha opinião. Por isso, não há pressas.
Deixo apenas a frase mais certeira dos últimos tempos. Chegou-me, de mansinho, pelo Twitter de Ricardo M Santos (http://twitter.com/RicardoMSantos).
Diz ele…
Não temos os políticos que merecemos. Temos os políticos que somos.
Pimba. Nem mais, pensei. Se pensei, melhor o fiz: embrulhei a frase em papel de mata-borrão, porque não há dinheiro para melhor, fiz um laço de corda rafeira, e trouxe-vos esta frase para pensarem um bocadinho.
Feita pelo próprio, como é costume. Pode ouvir-se aqui.
Retenho uma afirmação: “O país não ficou sem governo.” Finalmente, Sócrates revela clarividência: não se pode ficar sem aquilo que não se tem.

Título: Portugal sob pressão
Título 1º gráfico: juros da dívida pública a 10 anos
Título 2º gráfico: aumento do risco associado à dívida pública (spreads em relação às dívidas públicas a 10 anos)
Fonte: Frankfurter Allgemeine Zeitung (tradução do Google)
O discurso de Sócrates em resumo:
«Bla bla bla bla bla está tudo a correr bem bla bla bla bla o défice de 2010 não vai ser nada 10% do PIB bla bla bla bla este PEC não veio ditado pela Merkel bla bla bla bla.
Bla bla bla este PEC não precisava de ir a votação bla bla bla e não foi a votação para forçar a queda bla bla bla contem comigo para trazer mais do mesmo bla bla bla bla.
Eu quero o melhor para o País. E o País sou eu.»
Umas notas a ter em conta:
Sócrates anunciou a sua demissão, para o dia em hora em que o PEC 4 for votado na Assembleia da República. Essa foi a boa notícia.
A má notícia: vai-se recandidatar.
Resta esperar que dentro do PS alguém lhe diga: já basta.
José Eduardo Bettencourt demitiu-se da Presidência do Sporting após a derrota em casa com o Paços de Ferreira.
E agora, quem irá assegurar os extraordinários momentos de humor com que Bettencourt nos brindava sempre que falava aos jornalistas? Nós a pensarmos que tudo tinha ficado resolvido com a saída da maçã podre para o FC do Porto, mas afinal os problemas continuaram.
Não, Bettencourt não devia sair. Bettencourt forever!
O primeiro-ministro é, de facto, uma figura desconcertante. Sem rumo e ideias coerentes, degrada, a cada dia e aceleradamente, a imagem de político. Um dia diz isto, e no imediatamente seguinte, proclama o contrário. Brinca com a vida económica e social do país, com o mesmo à-vontade utilizado para penalizar os cidadãos mais fragilizados.
Ao contrário do afirmado à saída da AR: “Nunca me passou pela cabeça ir embora”; hoje, segundo declarações do gabinete do PM à TVI, Sócrates diz-se disposto a demitir-se se o OGE para 2011 não for aprovado.
As referidas declarações são, já por si, negativas para a imagem do País. Mas as contradições de Sócrates não se ficam pelo que dizer que vai e que volta. Hoje, segundo entrevistas ao ‘The New York Times’ e ‘The Wall Street Journal’, o Eng.º Sócrates garante que as ‘medidas de austeridade’ foram tomadas para acabar com “dúvidas dos mercados”.
E eu pergunto: “O que é que os tais mercados pensarão de todo este desconcerto de declarações?” Que Portugal é governado pela irresponsabilidade – é uma certeza, não uma dúvida.
“Espero que todos os portugueses compreendam: eu aceito governar, apesar de todos os partidos, nenhum deles querer partilhar a responsabilidade de governar. O Partido Socialista, que ganhou as eleições, convidou todos os outros para acordos e para coligações. nenhum deles quer partilhar a responsabilidade da governação” disse Sócrates em Nova Iorque.
Sócrates aprendeu a partilhar? Ao que parece, em NY tudo é possível, if you can make it there, you’ll make it anywhere…
Alberto João Jardim acha que o melhor é não partilhar. Coitado, afinal só estava em Vila Baleira – cidade de que muito gosto (a contradição não é minha, nem da Wikipédia) – onde a música é outra:
O deputado do PSD, Bacelar Gouveia, rebelou-se. Incompatibilizado com Paulo Teixeira Pinto (PTP), que preside à comissão do projecto de revisão constitucional ‘laranja’, o demissionário acusa o citado presidente de prepotência e falta de respeito pelos pareceres de terceiros. Em particular, de manipulação da informação veiculada por PTP para Pedros Passos Coelho (PPC).
Seguidor de ideais afastados do republicanismo e da social-democracia, Paulo Teixeira Pinto era a pior escolha que Pedro Passos Coelho poderia ter feito para tamanha tarefa. E a história das divergências na comissão já vêm do passado, como então destacámos no ‘Aventar’.
Por muito que Miguel Relvas – o Vitalino Canas do PSD – queira disfarçar as divergências em matéria tão séria como o projecto do texto constitucional, são cada vez mais evidentes as dificuldades e incapacidades do PSD quanto à concepção desse projecto. Alegam ainda por cima ser vital para o país. Com estas demonstrações de inabilidade, a verdade é que pouco ou nada distingue PSD do PS de Sócrates. E queiram ou não, ambos estão condenados pela UE a entender-se sobre o OGE. Façam o ruído que quiserem. É folclore.
Tudo isto e muito mais me faz acreditar tanto no PSD como no PS; ou seja, rigorosamente nada.
Os motivos para desconfiar de ambos são inúmeros e eloquentes. Desde há 34 anos, quando se iniciou a saga do ‘bloco central’, em alternância ou coligada, assisti ao desmantelamento cavaquista da indústria – tarefa delegada no comissário Mira Amaral – da agricultura e das pescas; depois, ao esbanjar guterrista de avultadas somas de fundos europeus na continuação de incessantes obras de estradas, de auto-estradas e de outras faraónicas; Guterres acabou por se refugiar na ONU; veio o Barroso que, logo que teve oportunidade, também fugiu do pântano, a caminho da fama e do proveito pessoal (o país que se lixe!); tivemos o interlúdio santanista e, finalmente, viemos parar à governação de Sócrates, com o desfile das políticas desastrosas, que sofremos no dia-a-dia.
O Procurador-Geral da República, Pinto Monteiro, já não tem condições de se manter no cargo. Aquele que devia ser o garante máximo da Justiça, no que ao Estado diz respeito, mentiu descaradamente a propósito das escutas que envolvem o Primeiro-Ministro e agora «mete os pés pelas mãos» para parecer que o seu único objectivo não foi proteger José Sócrates. Mentiu e ainda continua a mentir
E um PGR não pode ser mentiroso. E não pode ser o advogado de defesa do Primeiro-Ministro. Quando muito, é o advogado máximo do Estado. E por muito absolutista que gostasse de ser, José Sócrates não é o Estado. «Non, l´État c’est pas lui!» (está bem escrito, deputada Inês de Medeiros?)
Façamos o que temos a fazer e comecemos a pedir, desde já, a demissão do Procurador-Geral da República. O Presidente Cavaco, por maior nulidade que continue a ser ao fim de 4 anos de mandato, tem de servir para alguma coisa.
Um militante do PS, Armando Ramalho, hoje no Público escreve uma carta aberta a José Sócrates de uma frontalidade desarmante. Tem 35 anos de militância no partido e trata o secretário- geral por tu.
“…Qualquer militante com alguns anos de partido recordará, no mínimo, que os dois últimos secretários-gerais, por razões diversas, abandonaram o partido e o país. É uma triste sina, de facto, ,só falta saber o que te levará daqui para fora, a Lei ou a tua consciência. Faço votos para que não sejas varrido da mesma forma que os socialistas italianos, fugidos à justiça”
“…sim,só eu e milhões de portugueses não sabiam nem sabemos até onde queres levar este povo…vais acabar mal, é mais do que certo, não sabemos até onde podes arrastar contigo a própria pátria. Basta, não queiras ficar como o último e único aprendiz de feiticeiro que a liberdade de Abril gerou.”
“Bettiino Craxi de seu nome, tinha outra agenda a cumprir, como mais tarde todo o mundo soube, paz à sua alma. E à do PS italiano e à do seu irmão-inimigo da democracia-cristã, tambem.”
“…não fabricas dinheiro, e esse facto tão banal vai virar todos contra ti, o povo é cruel, sem música não há festa, e a tua festa acabou.”
“Tecnicamente, é possível uma saída de cena digna e constitucional, artigo 195, alínea b) : a aceitação, pelo Presidente da República, do pedido de demissão apresentado pelo primeiro-ministro. Constituição da República. Para o bem do país e daqueles que dignamente e convictamente ainda acreditam na tua boa fé.”
O CDS apresentou uma proposta para limitar anualmente o endividamento da Madeira.
O PS votou contra.
Logo, o PS é contra os limites do endividamento da Madeira.
Após o jogo com o Mafra, terá havido confronto físico entre Sá Pinto e Liedson no balneário, com murros á mistura. Entretanto o preço parece ter sido a demissão de Sá Pinto e eventual castigo a Liedson. Sá Pinto volta aos velhos tempos, a lembrar a selecção nacional e Artur Jorge. É de leão!
Do Haiti, vão chegando notícias díspares, desde resgates com sucesso, passando por expulsão de jornalistas no aeroporto por banda dos norte-americanos, até ao desespero de muitos haitianos e a evasão por mar rumo aos EUA.
Por cá, fala-se em redução acentuada do preço das chamadas telefónicas . A ver vamos em que é que isso se traduz em euros a cada um de nós.
Os condutores podem trocar a carta nos CTT. Para evitar a imobilização em filas no Instituto da Mobilidade e Transportes Terrestres.
Nesta praça global, parece que já há escutas do processo “Apito Dourado” disponíveis na Internet, tendo sido anunciada a sua disponibilidade no Youtube.
Também é noticiado que a embaixada espanhola em Portugal estaria a ser usada por rede mafiosa, segundo a “Operação Trufas Odesa” – que mais nomes irão inventar para operações de investigação criminal?!
Por fim, continuam os sinais de que em Portugal não há aumento de criminalidade violenta. Isto dos juízes quererem aulas de tiro deve ser apenas uma questão de enriquecimento curricular. Vamos ver daqui a uns tempos se os magistrados serão tão exigentes com os seus pares como são com os agentes policiais ou os cidadãos habilitados quando recorrem a armas de fogo para sua defesa pessoal.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
Recent Comments