A uma boa pergunta, nem sempre se segue uma boa resposta. Ou antes, a resposta até pode ser a correcta, mas…
Afinal o homem está por aqui, sempre na sombra, onde é eficaz e feliz.
Votem PaF, que é como quem diz Votem MACatrás.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
A uma boa pergunta, nem sempre se segue uma boa resposta. Ou antes, a resposta até pode ser a correcta, mas…
Afinal o homem está por aqui, sempre na sombra, onde é eficaz e feliz.
Votem PaF, que é como quem diz Votem MACatrás.
Estava em todas e agora ninguém o vê. Será que se tornou tóxico para a campanha? Ou andará a tratar de canetas e bandeiras na Webrand?
Ontem o jornalista Sérgio Figueiredo escreveu, no Diário de Notícias, mais uma vez, um excelente artigo de opinião que faz uma análise da campanha eleitoral, analisando o triângulo político Pedro Passos Coelho, António Costa e o agora “regressado “ José Sócrates.
Sempre com uma grande lucidez e pragmatismo escreveu que António Costa
perdeu o amigo do peito. Não deu o peito às balas. Também não fez amigos por isso. Só da onça: a sonsa, os patetas, os alegres de sempre e os ratos do costume. Do Largo do Rato sempre fugiram quando a água entra. Costa mete água, muito PS mete nojo. Cambada de camaradas! E, para eles, a caminhada para o dia 4 de Outubro foi-se tornando cada vez mais penosa. Pior que as sondagens, que os castigam, só as imagens de um candidato que perdeu o brilho e a cor.
O processo eleitoral interno, a sua eleição atribulada e a saída de António José Seguro deixou marcas para o seu futuro político, pelo meio teve a detenção e todo o processo judicial que envolve José Sócrates que na passada sexta-feira deixou o estabelecimento prisional de Évora passando para o regime de prisão domiciliária. Agora que entramos no último mês de campanha verifica-se que António Costa é um homem sozinho, que não uniu os socialistas em torno do seu projecto político, a dinâmica de vitória parece que desapareceu, perdeu toda a sua auréola política de vencedor que o acompanhava, desde a Câmara de Lisboa, e o seu principal adversário, Pedro Passos Coelho, com quem esperava debater o futuro do país “ desapareceu “ da campanha eleitoral. [Read more…]
No dia 23 de Abril de 2015 apresentei na minha página pessoal no facebook uma denúncia pública, que enviei para a Procuradoria Geral da República, para o DCIAP para a Polícia Judiciária, relativamente ao porta-voz e vice-presidente do PSD, Marco António Costa. Entretanto esta denúncia deu lugar a um inquérito, confirmado publicamente pela PGR, através de uma notícia na TVI, no dia 15 de Maio. Também como foi tornado público pela comunicação social este inquérito corre termos no DIAP do Porto, encontrando-se em segredo de justiça.
Ontem ao ler aqui o texto do J. Manuel Cordeiro veio-me logo à memória o que passei com a criação de perfis falsos no facebook. O mecanismo que ele relata foi exactamente o mesmo pelo que passei e ainda passo nessa rede social. Esta é a arma dos cobardes que não têm outros argumentos.
Após abertura do inquérito pela Procuradoria Geral da República para investigar Marco António Costa foram usados e criados a um ritmo rápido e crescente perfis falsos, curiosamente com indícios que levantavam fortes suspeitas de terem ligações ao PSD, com o único objectivo de tentar descredibilizar a minha pessoa atingindo o meu bom nome e a minha honra com um chorrilho de puras mentiras.
Neste meu caso chegou a tomar outras proporções, algumas pessoas, através de perfis falsos, tentaram e continuam a tentar intimidarem-me fazendo ameaças veladas à integridade física e à vida da minha família e da minha pessoa, sendo que as minhas empresas são também alvo, destas mensagens privadas.
Porém este fenómeno da criação de perfis falsos não se resume ao facebook. É também prática comum noutras redes sociais, blogues e fóruns de discussão, sendo que o efeito pretendido, por este tipo de gente, é mais fácil de obter nas redes sociais, pela rápida partilha dos posts pelos ” amigos “.
Costuma dizer-se que a estupidez tem limites, mas a sabedoria popular, tal como a honestidade e a ética, parece ter perdido o seu espaço na actual cadeia de comando do PSD.
Marco António Costa, destacado líder do PSD, homem forte de Pedro Passos Coelho, suposto líder de uma rede tentacular de tráfico de influências e péssimo gestor publico que contribuiu de forma decisiva para o afundamento das contas da autarquia de Gaia, uma das mais endividadas do país, foi à Universidade de Verão falar com os seus jotas. Terá sido workshop sobre alpinismo político? Não sabemos nem interessa muito para o caso.
[Read more…]
Marco António Costa esteve, hoje, na Universidade de Verão do PSD, em Castelo de Vide. O porta-voz e vice-presidente do PSD afirmou perante uma plateia de cerca de 100 jovens que ” os contos de crianças dão por norma lugar a mais resgates “ referindo-se implicitamente ao Partido Socialista.
Efectivamente concordo que a governação do PS e de José Sócrates levou o País praticamente à bancarrota, tendo sido obrigado mesmo a pedir ajuda externa para fazer face aos compromissos imediatos do estado e ao funcionamento da economia.
E quais foram os resultados dos ” contos de criança ” de Marco António em Gaia? Como é possível Marco António Costa “dar ” aulas a jovens falando sobre dívida pública e gestão de dinheiros públicos? Será que já se esqueceu quando exerceu, entre 2005 e 2011, as funções de vice-presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, tendo a seu cargo o Pelouro Financeiro, foi o principal responsável pela gestão ruinosa da autarquia?
Aliás, Marco António Costa recebeu dez juízos de censura ao longo do relatório final da auditoria do Tribunal de Contas às contas do município de Vila Nova de Gaia entre 2008 e 2012. Segundo este relatório da auditoria o então vice-presidente da Câmara de Gaia é responsabilizado pela “gestão orçamental desequilibrada, caracterizada pela completa ausência de sinceridade e fiabilidade na previsão de receitas, de racionalidade e prudência na efetivação dos gastos”.
Na sua página de Facebook, o deputado do PSD Rodrigo Ribeiro publicou esta fotomontagem com a legenda “Nós não esquecemos nem perdoamos…NÓS PAGÁMOS.“. Dedicado ao deputado, deixo aqui uma selecção de abraços e outros momentos de ternura, testemunhados por Santos, Estrelas e por todos os portugueses ao longo dos últimos anos. Estou certo que a esmagadora maioria dos portugueses não esqueceu, não perdoou mas, como vem sendo habitual por cá, pagou e não bufou. José Sócrates, António Costa, Cavaco Silva, Dias Loureiro, Pedro Passos Coelho, Alberto João Jardim, Luís Filipe Menezes, Marco António Costa, Teixeira dos Santos, Durão Barroso, Vítor Constâncio, Paulo Portas… Quanto pagamos nós por todos estes abraços?
Um abraço senhor deputado!
“A Política sem risco é uma chatice, sem ética uma vergonha“
Caro Presidente do PSD, Dr. Pedro Passos Coelho,
Começo por esclarecer que não sou candidato a candidato a Deputado à Assembleia da República. Tenho profissão, sou empresário, possuo uma licenciatura em Ciências Sociais, uma pós-graduação em Sociologia: Sociedade Portuguesa Contemporânea e um master em Marketing Digital. E sinto-me mais útil ao nosso País como administrador de empresas.
Nos últimos tempos, como militante do PSD há cerca de 25 anos e cidadão português, com 43 anos, pai de uma filha com 7 anos, tenho-me batido pela moralização da vida pública e politica portuguesa.
Por isso, não consigo entender nem perceber algumas das opções e escolhas que tem feito, nos últimos tempos, como Presidente do PSD. [Read more…]
Mais cedo ou mais tarde saboreiam o beijo do escorpião.
Pensavam que o cerco ao imperador tinha chegado ao fim? Nada disso! Miguel Carvalho da Visão está de volta com mais uma peça onde aquele que é conhecido como Big MAC nos corredores do PSD se vê associado a mais um conjunto de “anomalias”. Responsável pelas finanças da CM de Gaia durante 4 dos 5 anos que lá passou como nº 2 de Luís Filipe Menezes, Marco António Costa viu a sua acção governativa “censurada” por 19 vezes num documento do Tribunal de Contas alusivo às contas de uma autarquia que é uma das mais endividadas do país. “Gestão pouco prudente“, “falta de sinceridade, transparência e fiabilidade na previsão de receitas“, “falta de racionalidade e prudência na efetivação dos gastos” ou “falta de cumprimento atempado dos compromissos assumidos, acumulando dívidas a fornecedores” são algumas das expressões que surgem neste relatório onde nem os famosos swaps faltaram: 13 contratos que geraram perdas na ordem dos 2,3 milhões de euros. O cerco aperta-se.
Paulo Vieira da Silva denunciou Marco António Costa.
A vida continuou, a justiça entrou em acção, e com o habitual dinamismo da sociedade portuguesa agora o denunciante escreve isto na sua página do Facebook.
No seguimento da denúncia efectuada, por mim, à PGR, PJ e DCIAP, relativamente a Marco António Costa, e com o decorrer normal do processo de investigação, as perseguições e ameaças à minha pessoa e à minha Família têm aumentado nos últimos dias.
Estas perseguições e ameaças têm sido denunciadas junto das entidades judiciais competentes e juntas ao processo de inquérito.
Nos últimos dias tenho também sido avisado por diversos amigos e leitores para tomar cuidados acrescidos. Por isso, peço-vos desculpa, mas por uma questão de segurança da minha Família e minha, deixarei de escrever, temporariamente, nesta minha página.
Como se de um favor ao país se tratasse, a coligação PSD/CDS-PP anunciou a intenção de reduzir os gastos com a campanha para as próximas Legislativas de 4,6 (valor gasto em 2011) para 2,8 milhões de euros. Porque num país afundado numa dívida gigantesca, a terceira maior da Europa, gastar 2,8 milhões de euros em coisas tão prioritárias como bandeiras, cartazes de publicidade enganosa, tempos de antena repletos de aldrabice e falsas promessas ou canetas com logótipos de partidos é uma necessidade imperativa sem a qual Portugal não pode passar. Pedro Mota Soares colocou a situação nestes moldes:
Não passou nada Pedro. Vocês ainda estão no governo e ainda são governados pelo outro Pedro, o tal que aldrabou o eleitorado no ano em que, apesar de já estarmos em crise e a fazer sacrifícios, vocês gastaram 4,6 milhões de euros em comícios com porcos no espeto, música pimba e camiões que entopem as estradas e os nossos ouvidos com poluição sonora da mais rasca que pode haver. E será que o país precisa de viver tempos difíceis, que é basicamente a história da nossa história, para que percebam que gastar 4,6 milhões de euros em lixo eleitoral é um absurdo e uma afronta a quem verdadeiramente passa dificuldades neste país?
Foto@Jornal de Negócios
Passaram nove anos entre a primeira denúncia do Caso Freeport (2005) e a detenção de José Sócrates no ano passado. Durante todo esse tempo, o agora prisioneiro nº 44 do estabelecimento prisional de Évora conseguiu aguentar com os inúmeros casos em que foi sendo implicado até que uma decisão judicial envolta em polémica o colocou atrás das grades. Desde então, e entre autocarros de apoiantes e hinos de agradecimento, tem havido uma autêntica romaria das mais destacadas personalidades socialistas até ao cárcere onde o “menino de ouro” de Dias Loureiro se encontra detido. O futuro é incerto, mas suspeito que não há-de demorar muito até estar cá fora e, quem sabe, vir ainda um dia a exercer funções em Belém. Se Cavaco Silva lá passou dois mandatos, não vejo motivo para que Sócrates não o possa fazer também.
Vem isto a propósito de um seu par com nome de imperador, Marco António Costa (MAC), enfrentar por estes dias uma denúncia que vai assumindo contornos de caso de polícia com potencial para adaptação cinematográfica. Após a denúncia pública de Paulo Vieira da Silva (PVS) sobre uma alegada e complexa rede de tráfico de influências comandada por MAC – Marco António Costa – O Alpinista Político, os SHM (Seus Homens de Mão) e a sua rede – que seguiu para a PJ e para a PGR, o cerco vem-se apertando em torno deste que é um dos homens fortes (SHM?) de Pedro Passos Coelho e a quem é atribuída a célebre frase “Ou há eleições no país, ou há eleições no PSD“. Acabou por haver eleições no país, Passos Coelho subiu ao poder e levou consigo MAC, a quem entregou uma secretaria de Estado onde viria a ser substituído por Agostinho Branquinho, um dos alegados “homens de mão” de MAC e personagem envolta numa imensa neblina que começa na Webrand, passa pela Ongoing e pela loja maçónica Mozart e termina num hospital privado em Valongo, autarquia onde MAC começou a sua escalada. Voltarei ao discreto Agostinho Branquinho numa outra ocasião. Há ali matéria para escrever um livro.
Marco António Costa fala em “ambiente excepcional” e na inexistência de problemas no seio da coligação mas não há meio da malta do CDS aparecer na apresentação da biografia encomendada do Passos. Será que mandaram SMS a agradecer o convite?
À carreira profissional de Marco António Costa e seus homens de mão.
“Pedimos ao PS que não tenha hesitações em submeter à UTAO o cenário macro-económico”, disse. Mas “caso não o faça, será a maioria a tomar a iniciativa de o pedir”, afirmou. [P]
Quem é Marco António Costa? Esta é uma pergunta que algumas pessoas me fazem com alguma regularidade. Se me pedissem uma resposta rápida e em duas palavras eu diria que é um “ alpinista político ”, mas infelizmente tenho muito mais para dizer.
Conheci Marco António Costa (MAC) há cerca 20 anos na JSD, apesar de ele ser mais velho do que eu 4 anos. Era um jovem de origens humildes, vivia em Valongo e trabalhava, se bem me recordo, numa empresa na área da captação de águas. Estivemos juntos em algumas batalhas políticas, ficamos amigos e até esteve no meu casamento.
Entretanto com a minha decisão de abandonar a política e os caminhos que Marco António começou a trilhar a vida foi-nos afastando. Penso que não estamos juntos, nem falamos a alguns anos, mas quero que fique claro que nada de pessoal me move contra ele. Reconheço que é um político trabalhador, inteligente e muito ambicioso levando a que algumas vezes não olhe a meios para atingir os seus fins. E este sim é o seu grande defeito que nos coloca no plano dos princípios e dos valores em lados completamente opostos.
A sua carreira política profissional começou como mero adjunto do presidente da Câmara de Valongo, Dr. Fernando Melo, mas rapidamente passou a ter muito poder na autarquia. Foi vereador, presidiu a diversas empresas municipais, tendo chegado mesmo a ser o vice-presidente da Câmara. [Read more…]
Foto: Fernando Veludo@Público
Houve um tempo em que Marco António Costa (MAC) era o nº 2 de Luís Filipe Menezes na CM de Gaia, um tempo em que a gestão camarária do PSD enterrou a autarquia em dívidas, quais socialistas a gastar acima das suas possibilidades. Desse tempo ficam as memórias de esquemas mil, e um nome salta à vista: Webrand, a empresa de comunicação no epicentro daquela a que a revista Visão chamou “A Face Oculta do PSD“, e que envolve não apenas Menezes e MAC mas também a referida empresa, o suspeito secretário de Estado Agostinho Branquinho, a NTM e a Gaianima.
Depois de terem escolhido ir além da troika, optando por metas mais agressivas do que o acordado, e de terem por estratégia equilibrar as contas públicas através a redução de rendimento dos portugueses, vem o PSD/governo/CDS dizer que discorda da troika.
“Nós respeitamos sempre as
opiniões de todas as instituições. É
sabido que eu tenho há muito
tempo uma divergência latente com
muitas das posições do FMI.
Discordo frontalmente dessa
opinião do FMI sobre o salário
mínimo”, declarou Marco António
Costa à Lusa.O chefe de missão do FMI Subir Lall
afirmou na segunda-feira ser
“prematuro especular sobre o
aumento do salário mínimo”. Uma
declaração que mereceu resposta
por parte do vice-primeiro-
ministro, Paulo Portas, ao reiterar
a disponibilidade do Governo para
discutir o aumento do salário
mínimo no momento em que o
programa de assistência financeira
está a terminar. [P]
Acredita quem quer que isto não é conversa eleitoral por parte do partido liderado por aquele que declarou estar-se nas tintas para as eleições.
Goste-se ou não, isto não é para todos: desde o início oficial da campanha, Marco António Costa passou por cerca de 30 concelhos dos distritos da Guarda, Braga, Castelo Branco, Lisboa, Santarém, Viseu, Porto, Viana do Castelo e Leiria.
Estou convencido, caro JP, que no próximo Domingo a passividade e o desânimo nacionais não vão ter demasiadas razões de excitação ou contraste, aconteça o que acontecer, dada a constrição económico-financeira do País e sobretudo dada a espessa incerteza europeia em que vivemos.
Os dados estão lançados, hoje, na Alemanha. Alguma mudança no horizonte? Népias. O nosso País está muito além do protesto e muito aquém da esperança, mas a Política, enquanto pretexto para o insulto frustrado e a esperança fundada ou infundada de aperfeiçoamento e progresso, deve concitar das pessoas a importância que realmente merece. Imensa.
Nesta medida é que duvido sinceramente que o voto nestas autárquicas exprima essa tal dimensão nacional em que insistes. A família, o bairro, a vila, a cidade, têm aspirações muito radicadas na classe e competência dos bons candidatos locais os quais não podem pagar pelas borradas que pautaram especialmente os anos de baderna socialista-socratista, onde não faltaram malícia e lógicas fascistas de fabricação de factóides publicitários e propagandescos longe, muito longe da verdade. [Read more…]
Marco António Costa, meu caro João, não está de todo em causa, no próximo dia 29. O pior que nos aconteceu e acontece, pela mão devastadora da Política, não se erradica, erradicando os marco-antónios, porque Portugal é um País de marco-antónios, sobretudo quando se faz um excepcional marco-antónio, isto é, quando se articula e corporiza uma formiguinha excepcional da política. Marco António é bom, excepcional, no seu papel de psicólogo de massas e mobilizador político. Lamento, João.
E se até concedo que por isso mesmo ele não terá tão pesada cruz, como sugeri, liderando a campanha de um PSD, que nas circunstâncias presentes é apenas o Polícia Mau do Poder Político [em contraponto com o Polícia Bonzinho e Distraído PS] apenas porque esse PSD tem cofre para milhares e milhares de euros de Quim Barreiros e Emanuel, em Gaia, está para nascer Povo Português que não misture o espírito da festa da Padroeira com o da campanha eleitoral e onde os pobres e remediados não agradeçam quaisquer ganhos compensatórios mediante o grande festim pelos poleiros locais. É preciso ser excepcional, ímpar, denodado, para se acompanhar a passada decisória e estratégica de Menezes. Eis Marco António. [Read more…]
Moreira da Silva, Ministro do Ambiente e vice-presidente sistémico do PSD, mostra-se demasiado comportadinho para meu gosto e completamente assimilado ao politicamente correcto. Talvez tenha sido por isso que não demos por ele nos dois anos mais pesados da intervenção externa, enquanto vice-presidente do PSD em regime exclusivo. Marco António, pelo contrário, que leva a cruz de organizar a campanha autárquica do PSD, não pode dar-se ao luxo de não falar a linguagem do óbvio que todos falam: o FMI é cínico. Está no seu direito e no seu papel. O papel de um vice-presidente do PSD é o de abrir a boca e arriscar o informalismo da crítica e da polémica, ao contrário de Moreira que nunca teve nada para dizer que se ouvisse, espantalho mudo e quedo, quando, no período 2011-2013, foi mais necessário mobilizar e moralizar as tropas para dar sentido e alento à etapa mais asquerosa desta disciplina austeritária só para alguns. Marco António tem muitos defeitos, mas é insubmisso e de um Norte que não amocha. O Norte que faz falta. Para além de tudo, dispensava-se agora um Partido em conveniente e artificial polifonia, a desafinar na estratégia e na retórica.
Segundo a Lusa, o Bloco de Esquerda deverá votar contra o Orçamento do Estado para 2014 (OE2014), pois prevê que este irá seguir a mesma linha dos anteriores (OE2012 e OE2013). Sendo esse o caso, apoio a iniciativa do Bloco de Esquerda: não me parece que “o terceiro OE de Pedro Passos Coelho vá ser diferente dos anteriores” e, lembro-me bem, até cheguei a recomendar o chumbo quer do OE2012, quer do OE2013.
Por seu turno, Marco António Costa lamenta que o secretário-geral do Partido Socialista ameace votar “contra um orçamento que ainda nem sequer conhece”, apelando “a que, em sede parlamentar, e depois de conhecido o texto concreto do OE [2014], o PS possa definir a sua posição”.
Aceito o desafio, em forma de apelo, lançado por Costa e garanto que, se o OE2014 respeitar o estipulado na lei, ou seja, o preceituado quer no Decreto n.º 35 228, de 8 de Dezembro de 1945, quer no Decreto-Lei n.º 32/73, de 6 de Fevereiro, com o concomitante abandono da vergonhosa anarquia causada pela inacção de quem manda (para juntar ao rol, no Diário da República de ontem, lá vinham “documentos comprovativos dos fatos indicados no currículo” e duas ocorrências de “contato telefónico”, no de hoje, de novo, os “fatos indicados no currículo”), aí, sim, já terei condições para reflectir acerca de uma revisão da minha posição.
Não ter que o aturar por aqui é uma Excelente notícia. Mas por outro lado ter que o aturar no Governo…
É só uma proposta, diz a Teresa Caeiro, mas não deixa de ser um grande exemplo.
A tal proposta é uma atitude muito altruísta da parte do governo, em especial de Homens de grande estatura como o Pedro Mota Soares e o Marco António Costa. Julgo mesmo que se trata de um comportamento exemplar que fará escola, na área das políticas de antecipação.
Políticas de antecipação são aquelas que acontecem antes do tempo.
Brilhante explicação terá pensado o leitor que chegou a este ponto do post. Calma. Eu explico a estupidez em forma de explicação acima apresentada.
Políticas de antecipação são aquelas em que o político, enquanto responsável governamental, trata da vidinha dele para depois, de volta ao activo, não ter grandes problemas de adaptação.
É aqui que entram os dois exemplos de grande altura política: o Pedrinho e o Marquinho.
Ao baixar o subsídio de desemprego estão a preparar o terreno para que, no regresso à vida activa depois de deixarem o governo, não sintam grandes dificuldades.
377. [Read more…]
O comentar Marcelo lançou o nome de Marques Mendes para a Praça, logo este é para riscar.
Aceitam-se apostas, mas não deve andar longe do Marco António Costa, que se colocou fora de Gaia, apesar do empurrão do sr. Presidente – candidato – ao Porto.
Com a porta aberta para Ministro, fica a cadeira de Gaia vazia para quem a apanhar. O vice Firmino Pereira “afastou-se” do governo e parece querer ganhar a dianteira, sabendo que tem de se demarcar do desastre governativo para não ficar preso à penalização que o PSD vai sofrer.
Há mais candidatos, mas há uma coisa que é muito clara para todos: é que todos juntos não fazem um!
A decisão de privatizar o Centro Infantil de Valbom e afastamento de todo o pessoal parece ter, antes de todos, a chancela de Marco António Costa, essa personagem sinistra que se move nos bastidores da política como poucos e que, não adianta escondê-lo, é o verdadeiro Ministro da Segurança Social.
a pequena história que aqui deixo diz algo sobre Marco António e sobre o deslumbramento que o poder provoca nas pessoas.
Quando foi Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Segurança Social, no Governo de Santana Lopes, Marco António fez questão de se instalar na sede do Centro Distrital de Segurança Social, na rua António Patrício, no Porto.
No entanto, pareceu-lhe que a importância do cargo não lhe permitiria ocupar um gabinete normal. Vai daí, requisitou para si e para a sua equipa (metade para cada) o Grande Auditório do edifício – um espaço amplo, com vistas magníficas, que até aí estava destinado à realização de cerimónias e de espectáculos relacionados com a Segurança Social.
Deixou de estar enquanto Marco António ocupou o cargo de Secretário de Estado. E o Centro Distrital de Segurança Social do Norte deixou de ter qualquer espaço para a realização dessas actividades.
Este episódio vale o que vale e tem a importância que tem, mas não deixa de ser elucidativo quando queremos saber mais sobre aquele que acaba de decidir a privatização dos infantários da Segurança Social.
O título do meu post «Só não se privatizam a si próprios porque ninguém os quer» podia ter vários destinatários, mas a Marco António encaixa na perfeição.
A luta contra a privatização do Centro Infantil de Valbom ne o afastamento de todo o pessoal (que deverá passar à lista da mobilidade) conta agora com um novo blogue: Não privem o CIF
É refrescante saber que há políticos que dizem a verdade: Marco António Costa reconhece que este Governo “não aceita lições sobre sensibilidade social”. Efectivamente, este é o governo que quer resolver o problema da dívida privada (ou contraída por gente privada de seriedade, usando dinheiros públicos) custe o que custar, apresentando a factura aos que não contraíram a dívida, retirando-lhes direitos, cortando-lhes salários e aumentando preços.
Marco António é Secretário de Estado da Solidariedade e da Segurança Social, o que constitui um outro exemplo de sinceridade, porque da designação do cargo transparece que está solidário com os interesses privados e que é seguro que, em termos sociais, a diferença entre ricos e pobres continuará a aumentar.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?

É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
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