Boa Localização (está virada para Espanha).
Lugares para Estacionamento e possibilidade de construção (tem muita pedra).
Património Classificado (não impede a construção de um campo de ténis).
Favor ligar pra Lisboa.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Boa Localização (está virada para Espanha).
Lugares para Estacionamento e possibilidade de construção (tem muita pedra).
Património Classificado (não impede a construção de um campo de ténis).
Favor ligar pra Lisboa.
Sei que me estou a pôr a jeito e que vão chover epítetos que só constam de alguns dicionários, mas não me importo: sou uma besta, um primitivo, um primata. Além disso estou-me borrifando para uma certa ideia de Harmonia Universal Inter-Espécies, tipo coitadinho do tourinho, que mal é te fez o mosquitinho?
Lembro-me vagamente de ter entrado numa praça de touros (improvisada) na minha mais tenra infância angolana. Depois disso, nem praças de touros, nem garraiadas estudantis, nem largadas de touros. Provavelmente até nem gosto de touradas, coisa que está por provar pelo atrás exposto. Mas também não juro que não vá a uma se me apetecer, nem garanto que não goste, pelo menos de pormenores. Por ignorância e preconceito também destestava futebol. Era parvo, claro, mas estava convencido do contrário. Dupla parvoíce, portanto. Agora, que não cedo tão facilmente a preconceitos nem modismos, não me ponho parvamente a detestar touradas, tento perceber a minha estupidez antes de exercer o meu direito natural a ela e, por outro lado, há direitos que livremente dispenso. Também dispenso o Grande Livro do Pensamento Único, é um direito de que tomo conta e não prescindo.
Os direitos dos animais? Preocupam-me. Aliás, até percebo que um vegetariano radical odeie touradas. Aprecio a coerência, respeito-a. Agora um gajo que dia-sim-dia-não compra carne industrial no hiper-mercado preocupar-se com o sofrimento do touro? Um tipo que se esteja a marimbar na extinção da salamandra portuguesa vir acusar-me de barbárie? Um activista que desconheça a existência de grous em Portugal vir falar-me de incultura? Um fazedor de opiniões que não distinga uma cegonha preta de um perú e este de uma abetarda vir pregar-me o catequismo do amor pelos animaizinhos coitadinhos?
Sabem em que condições [Read more…]

Começou a estação parva. Este senhor diz que tem os poderes da Rainha de Inglaterra. Pois desde já advertimos Sua Excelência, que por um centésimo daquilo que ele diz, fez, ou pior ainda, não faz, a Rainha Isabel II já teria sido deposta.

é preciso distinguir entre aborto ritua e aborto economicista
1. Conceito.
É conhecido como impedir a vida de uma criança antes de esta ter nascido. Isso é designado como a interrupção voluntária da gravidez É ainda um delito punido com pena de prisão. É normalmente, uma decisão tomada por uma mulher por não ter um pai para essa criança em gestação, ou porque já tem muitas e tem dificuldade em cuidar delas e educá-las. Seja como for, a população infantil tem vindo a diminuir entre pessoas que não usam precauções para não engravidarem e darem vida a outra vida. Um facto que acontece em Portugal, na Espanha, na Itália, em etnias que vivem para além Europa. A diferença é que, na Europa e nas suas antigas colónias, o aborto é considerado uma perda de um ser humano punida por lei. Muito diferente é o caso dos Ba-Thonga de Moçambique estudados por Henry Junod em 1898 e por José Fialho Feliciano em 1998. O nascimento de gémeos coloca um problema: um deles deve casar, por obrigação cultural ou legal, com um descendente do clã de parentes. Apenas um. Se há dois pretendentes, um deles é morto, ou à nascença ou abortado mal se perceba que há dois no ventre da mãe.

A notícia: «Isabel Alçada quer acabar "gradualmente" com os chumbos», no Expresso
Imagem de fundo: Hunting Pages

(adão cruz)
O mais recente trabalho, que eu dedico à dignidade do ser humano.
Com boas vistas sobre um sítio longe de Lisboa, boa alvenaria e óptima exposição solar.
Projecto aprovado para garagem.
Favor contactar o Ministério da Cultura.
Foi um prazer escrever no Delito a convite. A todos os seus responsáveis, o meu Obrigado.
Fui jantar a um conhecido restaurante do Porto. Ao estacionar no respectivo parque de estacionamento deparo com um casal de velhotes. Estavam a um canto, um lugar estranho onde a pobreza grita. No meio deles alguns cobertores, várias tábuas e inúmeros pedaços de cartão castanho. Estavam a acender uma fogueira…continua AQUI

se eu for homem de fé, reagiria com violência ao afastamento do real que se faz com as criança
Nenhuma criança deve ser afastada do real. O adulto deve entrar na realidade, de mão dada com a criança. Os adultos que explicam merecem a criança. Os que mandam calar e sair do quarto, não merecem essa criança. Sentença inventada por mim
A morte é um facto. Acontece a todos. Donde, a morte é um facto social, não derivado da divisão social do trabalho conforme o mito. Temos um corpo que precisa de ser alimentado e para o alimentar, converte-se a matéria em bens que são mal pagos; o tempo gasto em salários, vai tirando força ao corpo, até este rebentar. Facto social cantado, pintado, escrito, referido. Em 1791, Mozart descreveu a morte em música, tal como fez Domingos Bomtempo em 1819, ou Franz Schubert em 1824, ao cantar a morte de uma donzela. [Read more…]
Teoria
Casos práticos
Exercícios

O submarino Tridente vai ficar fundeado em frente ao Ministério das Finanças: dali não sai nem mais um milhão.
Chama-se Tridente em homenagem ao trio partidário que o adquiriu. As instalações sanitárias foram batizadas Sala Portucale, por sugestão do líder do CDS, e serão inauguradas pelo seu conhecido apoiante Jacinto Leite Capelo Rego, ele mesmo, numa homenagem à sociedade civil e à forma como voluntariamente contribui para o financiamento partidário.

ideia impossível, a de saber perdoar
Este título não é brincadeira. Refere factos que aconteceram há 37 anos e que não consigo esquecer nem perdoar. Factos que mataram uma autoridade eleita pelo povo, para o povo e do povo. [Read more…]

Mário Bettencourt Resendes sempre me pareceu demasiado próximo do poder socialista. Daí que as suas análises políticas, na minha opinião, nem sempre tivessem o rigor e a isenção que são exigíveis a um jornalista. Nos últimos anos, quase que pedia desculpa quando tinha de criticar – ao de leve – o primeiro-ministro. A ligação ao «DN», órgão do regime, não terá sido um dos factores que menos contribuiu para isso.
Não significa que não gostasse de o ouvir – na SIC ou na TSF. Discurso fluente e escorreito, interessante alinhamento das ideias. Da mesma forma que não significa menor consideração pelo homem e pela perda que a sua morte representa.
A notícia: «FPF sem justa causa para despedir Queiroz» na RR.
Foto de fundo: Louis Vuitton “Soccer” Monogram Bag
(ou a Ministra da Incoerência)
“A Cultura é um elemento indispensável para o desenvolvimento das capacidades intelectuais e para a qualidade de vida, factor de cidadania e instrumento fulcral para a compreensão e conhecimento crítico da realidade.”
É assim a Cultura. Eu ainda sou do tempo em que a cultura em Portugal era uma coisa autêntica, das pessoas e dos sítios, ancestral. Depois criaram-lhe uma Secretaria de Estado da mesma cultura. Mais tarde, a Cultura passou a ser um ministério, o Ministério da Cultura. E eu a pensar que a Cultura seria sempre um insuspeito ministério, o dos artistas, sempre lá seu mundo de artistas, alheado das vagabundices terrenas, sublime, espiritual, etérea, cultural, a Cultura…
Foi-me preciso acordar na África Negra para descobrir uma Cultura que financia (via RTP) as touradas, que diz, à tarde, que o vale do Côa não é património de Foz Côa ou de Portugal, Foz Côa é Património da Humanidade!!!! (colocar ênfase lisboeta na leitura, pf) quando, de manhã, a mesma “Cultura” diz que a classificação do vale do Tua como monumento nacional não impedirá a construção de uma barragem que, ooops, apagará o vale em vias de classificação cultural…
Feneceu uma talentosa Ministra da Cultura. Ganhámos, ao menos, uma Mercenária by EDP. Vergonha…
Vende-se Pedra Monumental
(mesmo)
Favor contactar o insuspeito Ministério da… Cultura!

Toca piano e fala francês. É Ministra, mas não sabe de quê. Talvez seja Ministra… da EDP.
Paga para defender a cultura e o património nacional, é a primeira a vir garantir que o processo de classificação da Linha do Tua não impedirá a construção da Barragem. Podemos estar descansados: a Linha será Monumento Nacional, mesmo que desapareça.
E se é dramático Portugal ser dirigido por um ignorante iletrado, mais dramático é ter uma Ministra da Cultura inculta que pensa que está no cargo para defender os interesses da companhia de electricidade. Não, ela não é Ministra da Economia.
Se fosse, seria a substituta de Manuel Pinho, o tal que gosta de fazer cornos aos outros deputados.
Pois, por falar em cornos, já sabemos que a Ministra que toca piano e fala francês é uma aficionada. Sim, para ela a tauromaquia é cultura (uma Barragem também é cultura).
E se ela gosta tanto de touradas, e já vimos que não serve para dirigir seja que Ministério for, seja em que país (terceiro-mundista) for, só nos resta uma solução: teremos de a lidar, primeiro com a sorte de varas e depois espetando-lhe umas bandarilhas. No fim da lida, fazer-lhe uma pega como manda a tradição. Para terminar o espectáculo, à boa maneira espanhola, cortamos-lhe uma orelha e recambiamo-la para fora da arena. Olé!

o extâsis da procriação
1. O problema.
Sabemos que os Mandamentos, cristãos romanos, presbiterianos, ortodoxos, calvinistas; judaicos, ortodoxos, rabínicos, outros; muçulmanos de diversos clãs; teístas, ateus, agnósticos, monárquicos ou republicanos, são apenas Dez. Leis para o comportamento da interacção entre seres humanos e os bens. Daí, os Dez Mandamentos. Peça fundamental da nossa cultura ou formas de pensar para materializar as nossas ideias em pessoas, emoções, ideias, recursos. (…) Amarmos e sermos amados. É a síntese final dos Dez Mandamentos. (…) Amar e honrar os pais, é um antigo ditado correlacionado com as posses, as curtas vidas, a vida em família, e vizinhança certa. Épocas certas com relações certas em tempos certos. (…) O certo é apenas que a pirâmide das relações sociais virou do avesso. Aí onde sempre soubemos que a pater -maternidade era uma forma de amar e sermos amados. Tenho-o assim observado, ao analisar as interacções entre ancestrais e descendentes: esses que nunca mais morrem, esses que nunca mais crescem. E os Dez Mandamentos ficaram curtos demais para definir actividades autónomas, individuais e segredos, que a cultura da época de Moisés não pensou.
Isabel Alçada, actual ministra da Educação, promete iniciar a discussão sobre o fim das reprovações no Ensino. Sou-vos sincero ao afirmar que há já anos que não assistia a um tão coerente acto governativo – uma ministra que, pensando no passado recente mas sobretudo no futuro, vem garantir aos empregadores de Portugal que, doravante, como há já vários anos, os futuros escolarizados nada terão consigo que garanta que, de facto, sabem concretizar um pensamento, escrever um texto, um parágrafo, uma frase até, juntar letras…. doravante, o próprio Estado deixa de garantir mínimos na qualidade do ensino público e obrigatório. Acho muito bem este acto de coerência.
A actual situação é uma mentira pegada: é difícil um professor conseguir chumbar um aluno, é quase impossível um conjunto de professores chumbar um aluno. Ao menos assim, sabemos o que estamos a comprar: fruta com bicho lá dentro. Parabéns.
Este gráfico baseia-se num que encontrei no Blasfémias ao qual adicionei alguns elementos (as escalas e o bloco azul) para evidenciar uma coisa simples: o 10.8% do mês de Junho não está à escala. Manipulação grosseira no telejornal estatal.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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