As sondagens são um instrumento de acção política utilizada pelas máquinas políticas, que as usam tal como um outdoor ou um espaço nas redes sociais. Não sei se os Partidos conseguem condicionar a forma como a Comunicação Social as divulga, mas se o PSD parece conseguir condicionar a CNE…
Do ponto de vista formal obedecem a algumas regras, uma das quais exige a sua publicitação na Entidade Reguladora para a Comunicação Social.
Existe ainda uma dimensão de análise mais técnica que permite um olhar mais matemático sobre os dados disponíveis. O Pedro Magalhães ( Margem de Erro) é um dos melhores especialistas nesta área.
Vem isto a propósito da sondagem de hoje do JN sobre Matosinhos. Não sei se os dados estão martelados e por quem – não vou perder um minuto com isso. A minha pergunta é outra. Podemos ler, na publicação que “Foram efetuadas 838 tentativas de entrevistas e, destas, 123 (14,7%) não aceitaram colaborar no estudo de opinião.
Isto é, 715 pessoas poderá ser uma amostra representativa do concelho?
E o que dizer sobre “a selecção foi feita de forma aleatória na lista telefónica”?
Quem é que hoje tem telefone fixo com indicação na lista telefónica? A propósito, ainda há listas telefónicas?
governam há dois anos. Aliás, já antes das eleições, o 









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