Nada se sabe ainda sobre os mercados de verei, verás, verá, veremos e vereis. Exactamente.
Duas notícias: uma péssima e uma óptima
A péssima é que Jardel pára. A óptima é que, apesar dos boatos, o jornal A Bola não adopta o AO90.
Eutanásia, o boomerang português
[Francisco Salvador Figueiredo]
Parece um assunto bastante complicado, mas só o deve ser para as pessoas que sofrem e que a querem. Não é fácil alguém decidir se vai acabar com a sua própria vida ou não. Nem sequer é justo. Mas para se chegar a este ponto é necessário ter havido bastante sofrimento. O corpo e a vida de cada um de nós apenas ao seu respetivo dono diz respeito.
Da mesma forma que temos um carro, um quadro ou um aquecedor, temos o nosso corpo e a nossa vida nas nossas mãos. Ao longo do nosso crescimento, fazem-nos acreditar que não precisamos de ninguém para alcançar o que queremos, que temos de lutar, que temos de chegar aos nossos objetivos.
Com que direito o Estado impede que uma pessoa possa optar pelo futuro da sua vida? Nenhum. O Estado não tem o direito de impedir uma pessoa de querer colocar um fim à sua própria vida. Pior do que o Estado querer ou não despenalizar a Eutanásia são aquelas pessoas que apoiam o Estado a não despenalizar a mesma. A Eutanásia sendo legal dá liberdade de escolha às pessoas. Ao ser legal, ninguém está a obrigar doentes que sofrem a morrer. Apenas lhe dão o poder de decisão. [Read more…]
No governo Bolsonaro indígenas brasileiros passam fome
Cerca de 64 famílias da etnia guarani-kaiowá que moram no Mato Grosso do Sul não recebem mais as cestas de alimentos que eram entregues com o apoio da Fundação Nacional do Índio (Funai). A noticia foi dada pela BBC News Brasil.
Varias etnias indígenas brasileiras estão sofrendo com o atual governo classificado como anti-indígena e que só atende as demandas de fazendeiros e grileiros. Bolsonaro chegou a declarar que durante seu governo não demarcaria novas terras a indígenas, mesmo as que já estão em processo como é o caso da aldeia Pyelito Kue ocupada pelos indígenas em 2011.

Presidente da Funai Marcelo Augusto Xavier, é ligado a bancada do agronegócio no Congresso.
Como parte de uma política agressiva aos indígenas o presidente brasileiro designou para presidir a FUNAI ( Fundação Nacional do Índio), Marcelo Augusto Xavier que é ligado à bancada do agronegócio no Congresso , e que obviamente, atua pelos interesses desse setor.
A media soma-se a outras ações do governo como incentivar a evangelização de tribos isoladas como denunciam vários indígenas e indigenistas. O massacre de indígena continua.
A Constituição de 1988 garante aos indígenas o direito de manter sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições — e também os direitos sobre as terras em que sempre viveram. É papel da União demarcar essas terras e protegê-las, segundo a atual Constituição brasileira (art. 231).
Fonte. BBC News Brasil, Brasil de Fato.
Vergonha, disse Ventura

São Ventura, que desceu à Terra para nos salvar do políticamente correcto, do marxismo cultural, da ideologia de género e do resto das fábulas do papão comunista, que o tio-avô salazarista nos contou em pequeninos para comermos a sopa toda, continua o seu percurso exemplar de dignificação da democracia. Ontem faltou a votações no âmbito da aprovação do OE20 na especialidade, incluindo votações de propostas do próprio Chega, do qual André Ventura é o único representante. Agora é que isto vai para a frente.
O sentido de justiça

Há uns dias, em conversa com um amigo alemão já velhote, desde sempre activo na política e na cidadania e membro de uma série de conselhos de direcção de entidades sem fins lucrativos, dizia ele que a justiça na Alemanha se vinha cada vez mais afastando do que era o sentido de justiça do cidadão comum – à custa de questões processuais como a legitimidade do acesso a provas ou as prescrições – e que essa era uma das razões que atirava as pessoas para os braços da extrema-direita (AfD).
Faz-me sentido. Claro que me ocorreu logo Rui Pinto e o modo absurdo como “em Portugal a Justiça preocupou-se com a invasão dos computadores, mas não com a evasão fiscal e com a desonestidade desportiva (o caso e-toupeira só convence ingénuos).” [Read more…]
A Bronx Tale
In such a language as German or Latin the adjective would have one definite ending indicating more or less distinctly gender, number, and case, but all of these are left indefinite in English combinations like a heavy sleeper, the dirty clothes-basket, a public schoolboy, a practical joker, etc.
— Otto JespersenI think that it is the obligation of the people that have created, and perpetuate and benefit from, a system of oppression to be the ones that dismantle it.
— Joaquin PhoenixSONNY
You’re worried about Louie Dumps. Nobody cares. Nobody cares!
— A Bronx Tale
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Em Janeiro, estive no Bronx, o borough nova-iorquino onde ainda não pusera os pés. Nos últimos anos, não encontrara ainda pretexto para me deslocar ao território dos Yankees — além disso, o Chez Bippy e afins ficam em Queens. Aproveitei uma manhã triste, de chuva, no dia do regresso a Bruxelas, para andar a passear por ruelas e parques, passando à porta da Rafael Hernandez Dual Language Magnet School, descendo a avenida Jerome, subindo a avenida Shakespeare, virando para a rua 167, na direcção da avenida Woodycrest, olhando com um sorriso para os turistas que faziam acrobacias na escadaria do Joker — alguns dos acrobatas retratavam-se (efectivamente, sem cê) e retratavam outros como eles, aperaltados e maquilhados a rigor, enquanto davam pontapés no ar, equilibrando-se com segurança naquele recanto sujo do Bronx profundo. O Five Boro Bike Tour não passa por aqui. A rua 166, mesmo ao lado, também tem uma escadaria, mas ninguém lhe liga. Cá está ela.

Foto: Francisco Miguel Valada (Bronx, NYC, 4 de Janeiro de 2020)
Terminada essa agradável manhã no Bronx, voltei para Manhattan e desenferrujei os dedos no piano do Port Authority Bus Terminal. Chegado a Bruxelas e lida a correspondência do Natal, verifiquei que nada mudara: o Acordo Ortográfico de 1990 continuava a fazer vítimas, na leitura e na escrita, e os responsáveis por esta situação continuavam no faz-de-conta habitual.
E hoje, primeiro dia útil de Fevereiro, mudou alguma coisa? Efectivamente, nada mudou.

No sítio do costume, como é óbvio, está tudo exactamente na mesma.
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Quem nos defende da DECO?

A DECO é uma organização que, supostamente, devia defender os consumidores. Pois bem, agora precisamos de alguém que nos defenda da DECO.
O spam na caixa de correio é constante. Mails e mais mails, sempre com promoções e ofertas.
Muitos incautos vão na onda, aliciados com um pagamento baixo no primeiro ano e com uma oferta de inscrição, que ultimamente tem andado entre o smartphone e o tablet. A oferta chega sempre a casa, o problema é que ao fim de duas ou três semanas já avariou. É assim há anos.
Quando temos problemas com alguma instituição ou empresa, podemos contar com eles. «Consulte os nossos especialistas», dizem. E nós consultamos. E esperamos. Sentados, de preferência. Porque geralmente a resposta nunca chega.
No final, para além de uma revista que faz testes a produtos que não nos interessam, voam todos os meses 15 euros da conta. É a única coisa que, na DECO, nunca falha.
Perante tanta incompetência e inoperância, se calhar vou fazer queixa à DECO. Sentado, claro.
Dia do Caminho de Ferro e dos Ferroviários
Está para assinar uma petição a favor da criação do Dia Nacional do Ferroviário.
Do Caminho de Ferro e do Comboio, digo eu. Façam o favor.
As infra-estruturas e o fato
I follow Lakoff and Johnson’s definition of a conceptual metaphor as an underlying association that is systematic in both language and thought and explains something new or abstract in terms of something familiar or concrete. Although the focus of my analysis is on metaphor, I also relate to metonymies and similes, which function in similar ways (Lakoff & Johnson 1980 : 36).
— Marta NeüffMÉNÉLAS
Les déesses furent rapides à exiger de toi le prix du sang.
Le fait d’avoir vengé ton père ne t’est-il pas compté?
ORESTE
Pas encore, et pour moi le retard équivaut au refus.
— Eurípides, “Électre/Oreste” (trad. Marie Delcourt Curves)
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Efectivamente, enquanto houver quem ache este salgueiro

melhor do que este,

não há qualquer problema.
Todavia, enquanto houver quem ache que agora facto é igual a fato (de roupa), o problema é grave, pois pode levar a isto:

De igual modo, [Read more…]
Rui Pinto: Os próximos leaks

Não faltará muito para os próximos leaks virem a público: Vistos Gold, Escom, BES…
Claro que não servirão para nada. Tudo obtido ilegalmente. Tudo obra de um criminoso que rouba e trunca. Tudo para guardar na gaveta.
Os poderosos não devem ser incomodados…
Matem o mensageiro, ele é o culpado. O resto não interessa. Roubaram milhões e continuam em liberdade? Mataram? Violaram e ameaçaram de morte?
Tudo coisas de somenos. De pouca importância. Pedir dinheiro em troca de silêncio a uma sociedade mafiosa sediada em Malta, isso sim, é muito mais grave do que matar, violar, roubar milhões.
Prisão preventiva.
Prisão perpétua.
Pena de morte.
Quando o Rui Pinto acordar enforcado na prisão, dirão que foi suicídio. E aí sim, o país poderá dormir descansado. Todos os seus males terão sido expurgados. Os portugueses dormirão em paz.
Esclareça-nos, Dr. Rui Rio
Esta saiu mal a André Ventura…
Joacine Katar Moreira avançou com uma iniciativa que me parece descabida de razoabilidade, mas sendo uma proposta política, merece naturalmente a meu ver reprovação política. André Ventura na busca de protagonismo avançou com uma resposta parva e xenófoba, ao afirmar que a deputada eleita pelo Livre deveria ser deportada para a sua terra. Aguardo próximos deslizes do deputado eleito pelo Chega para perceber se além de xenófobo, também é racista. Não tenho qualquer dúvida que a sua tentativa de graçola saiu totalmente ao lado, acabando por funcionar como idiota útil para Joacine, que além de vítima neste episódio, ganhou força na disputa que o partido mantém com ela, tornando mais difícil que lhe seja retirada a confiança política.
Do país de origem aos testículos ou contributos para uma retórica reaccionária
Nem todos podemos ser pessoas civilizadas: uns não receberam educação em pequeninos, outros fundaram o Chega. Sendo pouca a esperança de que estes pobres desgraçados cheguem à civilização (nada que, ao longo da história, os tenha impedido de chegar ao governo), é nosso dever, cristãmente, deixar alguns contributos para que possam exercer ainda mais cabalmente a sua incivilidade, para que possam continuar a sonhar com o direito a acabarem com os direitos dos outros.
Joacine Katar Moreira defendeu que Portugal deveria devolver património às ex-colónias. André Ventura, por discordar, propôs que, em vez disso, Joacine fosse “devolvida ao país de origem”. É natural que André Ventura, sendo orgulhosamente reaccionário, não se aperceba verdadeiramente da desproporção entre o teor da proposta de Joacine e o conteúdo da sua crítica. Uma qualquer desconfiança ainda o levou a dizer que referência à deportação era ironia.
É claro que, para um reaccionário, país e origem são conceitos muito simples e, no caso em apreço, nem sequer é importante saber que Joacine é cidadã portuguesa ou que as nossas origens são tão incertas que nos arriscamos a ter antepassados africanos, nórdicos, asiáticos ou outros, numa provável mistura que faria vomitar um reaccionário, se perdesse algum tempo a pensar no assunto, deus nos livre e guarde e salazar nos proteja, sempre vigilante. [Read more…]
O Estado português não pode investigar o Luanda Leaks
As provas foram obtidas ilegalmente.
Rui Pinto, o denunciante do Luanda Leaks
Comunicado de Imprensa
Os advogados abaixo assinados declaram que o seu cliente, o Sr. Rui PINTO, assume a responsabilidade de ter entregue, no final de 2018, à Plataforma de Proteção de Denunciantes na África (PPLAAF), um disco rígido contendo todos os dados relacionados com as recentes revelações sobre a fortuna de Isabel DOS SANTOS, sua família e todos os indivíduos que podem estar envolvidos nas operações fraudulentas cometidas à custa do Estado angolano e, eventualmente, de outros países estrangeiros.
Rui PINTO procurou, assim, ajudar a entender operações complexas conduzidas com a cumplicidade de bancos e juristas que não só empobrecem o povo e o Estado de Angola, mas podem ter prejudicado seriamente os interesses de Portugal.
Rui PINTO esclarece que entregou este disco rígido, no cumprimento do que entende ser um dever de cidadania, e sem qualquer contrapartida, depois de tomar conhecimento das missões realizadas pela organização PPLAAF, permitindo que usassem os dados como entendessem.
Rui PINTO está satisfeito por ver que, graças ao intenso trabalho do consórcio de jornalistas ICIJ, todos os dados foram explorados, verificados, validados e, portanto, encabeçaram as revelações que necessariamente levarão à abertura de investigações criminais em muitos países, incluindo Portugal. [Read more…]
Espaço político não socialista…
Optei esperar pelo congresso do CDS/PP para escrever este post, sobre o espaço político não socialista. Se preferirem, espaço político à direita do PS, pessoalmente não me revejo na dicotomia esquerda/direita, fruto da revolução francesa, já lá vão mais de 2 séculos.
Após as últimas legislativas, que resultaram na vitória e reforço político do PS, liderado por António Costa, o panorama político português alterou-se de forma substancial. Se é para ficar ou foi mera conjuntura, veremos o que nos reservam eleições futuras. Para já o que temos é um governo liderado pelo PS, com maior ou menor grau de influência dos partidos à sua esquerda, sem alternativa política de governo. [Read more…]
Era uma vez um Irão democrático

Uma das primeiras postas que rabisquei num blogue, há quase 10 anos, falava sobre Mohammed Mossadegh, o homem a quem é atribuída uma frase que diz muito sobre o homem que foi: “if I sit silently, I have sinned”.
Mossadegh foi primeiro-ministro do Irão entre 1951 e 1953. Tinha taxas de aprovação popular altíssimas e aproveitou-as, juntamente com o poder de PM, para lançar um programa de nacionalização da indústria petrolífera do seu país, ocupada pelo Reino Unido e outras potências ocidentais, que, quais sanguessugas, parasitaram os recursos do Irão durante décadas, com o beneplácito da elite local. [Read more…]
Há quem confunda interdisciplinaridade com a Feira de Beja
Não é o caso de António Carlos Cortez: Quem deve leccionar Português? Um contributo
Ao contrário do que escreve o Expresso, não é
Francisco Assis quem «lança Ana Gomes para a Presidência contra Marcelo». Efectivamente, quem «lança Ana Gomes para a Presidência contra Marcelo» é João Mendes. Ai, Expresso, Expresso… Em última análise, Assis pode apoiar.
O verão, o hão-de ver, o vereis e o heis-de ver
O AO90 e o jornal A Bola explicam a novela Bruno Fernandes/Manchester United et al.: «se ele não sair agora, vai certamente sair durante o verão».
Sim, mas gera riqueza e cria empregos!
Os novíssimos indignados com Isabel dos Santos andaram, andam e andarão a desculpar circunstancialmente todos os países ou empresários que quiserem vir para Portugal pagar baixos salários e/ou lavar dinheiro.
Manuel Pinho, por exemplo, antes do episódio dos corninhos, aconselhou o investimento em Portugal porque os salários são baixos.
Rui Machete, então Ministro dos Negócios Estrangeiros, pediu desculpa a Angola porque a Justiça portuguesa cumpriu o dever de investigar a possível corrupção de figuras do regime angolano em Portugal.
De uma maneira geral, desde que exista, no mínimo, a ilusão de que poderão “gerar riqueza” ou “criar empregos”, qualquer milionário estrangeiro tem as portas e as pernas abertas para fazer o que lhe apeteça, o que, aliás, faz parte do espírito de uma aberração como os Vistos Gold.
Paulo Portas, ainda ministro, chegou a afirmar, diante das críticas ao regime angolano, que não tínhamos lições de democracia a dar a outros países, o que é próprio de quem prefere os negócios às pessoas.
Isabel dos Santos é uma flor nauseabunda que muitos garantiram cheirar a rosas. Não sei se o poder que manda hoje em Angola é melhor do que o anterior, mas não deixa de ser curioso assistir a eternos cínicos disfarçados de moralistas, depois de terem recolhido o pólen.
Isabel dos Santos e o empreendedorismo parasita

A empresa estatal angolana SODIAM juntou-se dois fundos sediados na Suíça e na Holanda, detidos por Isabel dos Santos e pelo marido, Sindika Dokolo, e criou a empresa Victoria Holdings Limited, em Malta. Esta última pediu um empréstimo de 132 milhões de euros ao EuroBic, detido por Isabel dos Santos, para comprar a joalheira Suíça De Grosigono, que se tornou num dos mais rentáveis investimentos da filha do cleptocrata, empréstimo esse que foi garantido pelo Estado angolano, comandado, à data, pelo referido cleptocrata.
Empresas públicas manipuladas, fundos abutres sediados em paraísos fiscais, empréstimos assegurados pelo Estado, concedidos e recebidos pela mesma pessoa, que, nem de propósito, é filha do chefe de Estado. Eis a receita do empreendedorismo de Isabel dos Santos, tão admirado e aplaudido, durante largos anos, pela mesma elite financeira e empresarial portuguesa que agora assobia para o lado, como se não tivesse nada a ver com o dinheiro sujo do saque de décadas ao erário público angolano, um dos países que ocupa o pódio da mortalidade infantil. E não, ninguém pagará pelos crimes do regime dos Santos. Nem os gangsters angolanos, nem os seus lacaios portugueses ou os seus amigos da City ou de Wall Street.
P.S. O capitalismo desregulado (aquele que Margaret Thatcher ajudou a criar) dura até acabar o dinheiro dos outros.
Davos – bailando com os vampiros

Lá começou hoje pela 50-ésima vez o Fórum Económico Mundial em Davos – o “Baile dos Vampiros” como o sociólogo suíço Jean Ziegler o denomina – onde os CEOs das multinacionais e gigantes “abutres”, como a operadora de activos e gestão de riscos Blackrock, se encontram com os políticos dos governos pressurosos em abrirem as portas a negócios chorudos. Isabel dos Santos, afinal, não vai lá estar, mas não faltará gente que conhece bem e aplica, sempre que possível, idênticos estratagemas.
Há quem defenda que, especialmente numa época em que o multilateralismo está periclitante, o Fórum é importante para juntar actores que não têm outra ocasião de trocar ideias; acrescenta-se ainda, que o Fórum se abriu à sociedade civil, pertencendo, este ano, um terço dos 3.000 participantes a organizações como a Oxfam e Greenpeace. O lema deste ano: Responsabilidade e Sustentabilidade. [Read more…]






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