Operação Pretoriano: o Polígrafo estará a exagerar um bocadinho e a massacrar em demasia?

Sabe-se que

#Recorde Em muitos “tweets” há quem recorde a polémica da Tese de Mestrado do líder dos “Super Dragões” que supostamente padece de várias falhas. O Polígrafo pediu uma análise gramatical do texto a Manuela Gonzaga, consultora linguística.

Como?

Porque o Facebook do Polígrafo o disse:

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A miséria

Há dias, durante a manifestação em Lisboa que reuniu cerca de uma centena de fascistas, nazis e apoiantes do partido de André Ventura em geral, gritou-se por Salazar.

Este saudosismo, sempre presente nos comícios e conclaves do CH, é um alerta autoexplicativo sobre o que nos espera caso a extrema-direita chegue ao poder. O próprio slogan do Estado Novo, “Deus, Pátria, Família”, foi orgulhosamente apropriado pelos seus apoiantes.

Torna-se, por isso, importante recordar o que foi o Estado Novo. O que foi o salazarismo.

As vezes que forem necessárias.

E o salazarismo foi, essencialmente, um tempo de miséria. [Read more…]

Exercícios de aperfeiçoamento

Ontem, pela primeira vez, assisti a um debate com o Ventura, na íntegra, sem ter proferido um impropério sequer.

Para a semana, entro para o mosteiro zen.

Um subsídio que é um risco

Ontem foram os guardas prisionais, hoje os bombeiros sapadores. Amanhã é a vez das prostitutas exigirem subsídio de risco.

Inês Sousa Real fez a festa brava com André Ventura

O PAN diz-se contra a tauromaquia, mas juro-vos que ontem vi a Inês Sousa Real tourear o André Ventura como um Ribeiro Telles.

Reparem neste olé:

  • O PAN com 1 deputado aprovou mais iniciativas parlamentares que o CH.
  • Mas isso é porque vocês se colaram ao PS.
  • Mas os senhores votaram mais vezes ao lado do PS do que o PAN.

Esventrou-o todo sem usar bandarilhas.

O André recebe donativos do sistema, recruta nos partidos do sistema e ainda vota ao lado do sistema.

Mas há quem garanta que é contra o sistema.

Poucas coisas ilustram tão bem o atraso estrutural deste país como haver quem acredite nesta farsa, que se assemelha mais a uma seita do que a um partido político.

Quem confronta André Ventura com os seus aliados?

Na entrevista que deu à Fox, Trump teceu rasgados elogios a Xi Jinping, que considerou:

Smart, brilliant everything perfect.

Importa estarmos atentos. E questionar os neosalazaristas em ascensão, para lá da instrumentalização da luta dos polícias e da gritaria sobre casas de banho mistas.

A extrema-direita contemporânea, onde se integra o CH, tem um fascínio por líderes autoritários e totalitários. Não admira que Orbán continue a ser o emissário de Putin no Conselho Europeu, de onde regressa directamente para o mesmo bolso onde estão Le Pen, Salvini ou Tino Chrupalla, os amigos de André Ventura. [Read more…]

Todas as faces de uma grande participação

                 HÓQUEI INDOOR GARANTE ELITE

A Federação Europeia de Hóquei (EHF), tendo em consideração a candidatura de Portugal à organização do Eurohockey Indoor Championship II, competição em que o nosso país iria participar, concedeu esse privilégio à FPH que, oportunamente, havia negociado com o município de Paredes a sede da prova.
Tratando-se da segunda divisão europeia, Portugal, no entanto, era o país com melhor ranking (11.º) para um eventual wild-card se alguma das selecções apuradas para a divisão A viesse a desistir da prova. Foi o que aconteceu com a recente desistência dos Países Baixos, selecção classificada em 3.º lugar no ranking absoluto, que, em boa hora, abriu as portas do principal campeonato aos nossos Linces.
Manteve-se a prova em Paredes, sem Portugal, e seria ganha pela Irlanda.
Com um grupo de muita qualidade, alicerçado em atletas dos melhores clubes nacionais, atletas que jogam actualmente nos melhores campeonatos da Europa (Holanda, Bélgica, Alemanha…) e ainda com a presença dos dois irmãos luso-belgas, Laurens Halfmann e Quentin Halfmann, Portugal partiu para Lovaina, na Bélgica, com algumas fundadas expectativas. Como objectivo primeiro, a manutenção no principal escalão da Europa (uma espécie de purgatório a permitir o sonho de chegar ao paraíso, que seria uma classificação até ao 4.º lugar, que garantiria a presença no próximo Campeonato do Mundo. [Read more…]

O equívoco de Pinto da Costa

Os amigos são para as ocasiões mas ser Presidente do FC Porto é para todas as situações. E se um amigo de Jorge Nuno Pinto da Costa ameaça/agride sócios do clube numa assembleia do mesmo e, alegadamente, faz candonga com bilhetes do FC Porto, então o Presidente do FC Porto, o máximo representante de todos os sócios não percebe a importância e a razão do cargo que ocupa.

Açores: a escolha que se impõe

Os açorianos foram chamados a decidir a nova composição do parlamento regional e, mais deputado, menos deputado, ficou “tudo como dantes, quartel-general em Abrantes”.

A AD, que congrega PSD, CDS e PPM, consegue 26 deputados. Em 2020, PSD tinha conseguido 21, CDS 3 e PPM 2. Ou seja: 26 deputados.

O PS perde 2 deputados, o BE perde 1, a IL mantém o deputado que tinha e o CH consegue mais 3.

Contas feitas, as alterações na aritmética parlamentar são insignificantes.

E, sobretudo, não mudam o essencial: sem maioria, José Manuel Bolieiro deve encontrar uma solução para garantir a governabilidade da região autónoma dos Açores.

Espero que essa solução não passe por acordos com a extrema-direita.

E que o PS esteja à altura dos tempos que vivemos e se abstenha de chumbar os orçamentos da AD.

Porque quando a escolha é entre a democracia e o retrocesso iliberal, conservadores, liberais, social-democratas e socialistas estão na mesma trincheira. E devem saber entender-se para a preservar.

Foi assim que se derrubou a extrema-direita na Polónia.

É assim que se impede a extrema-direita de chegar ao poder em França.

E talvez seja essa a solução para impedir o regresso da marioneta de Putin à Casa Branca.

Acima de tudo, é essencial preservar a democracia.

Porque sem democracia, as diferenças ideológicas não contam.

São todas suprimidas.

É este o “valor mais alto que se alevanta”.

Democracia.

PSP e GNR têm razão

É um erro tremendo, parece-me, concluir que o que move milhares de polícias são as maquinações de um qualquer Ventura.

É óbvio que a extrema-direita quer instrumentalizar o protesto, mas as reivindicações das forças de segurança são antigas e bem anteriores a criação da unipessoal neosalazarista que dá pelo nome de Chega.

É importante não ignorar as muitas razões que os agentes da GNR, PSP e guardas prisionais tem para protestar. Viaturas a cair aos pedaços, equipamentos obsoletos, esquadras sem condições e salários a anos-luz das responsabilidades que carregam aos ombros são algumas. E não são poucas. Atribuir-lhes o suplemento que reivindicam é o mínimo que se exige ao Estado português. [Read more…]

No silêncio… mas na história…

… a explodir e a exigir respeito institucional

A distribuição tem nome

Os agricultores estão na rua a lutar pela sua sobrevivência. A comunicação social fala na ministra, nas políticas ambientais europeias, nos custo de produção e na “grande distribuição”.

Essa tal “grande distribuição” é a grande responsável pela asfixia dos agricultores. E essa tal de “grande distribuição” tem um nome. Um, não. Vários: Modelo Continente, Pingo Doce, Mercadona, Lidl, etc. Sim, é preciso que a comunicação social largue o chavão “grande distribuição” e chame a coisa pelos seus nomes. Para que o consumidor saiba que o Continente, o Pingo Doce, Lidl, Mercadona e tantos outros com a sua política de preços asfixia os agricultores. A ministra é uma incompetente? É. As políticas europeias são hipócritas? São. O preço do petróleo é um problema? Claro que sim. Estes três exemplos são a ponta do iceberg. O corpo da coisa que asfixia os agricultores: a grande distribuição.

Cujos actores são nossos conhecidos. Diariamente. Seja na publicidade com que alimentam a comunicação social, seja por serem o sítio onde vamos comprar as verduras, a fruta ou a carne. A grande distribuição que matou as mercearias ou os talhos e que agora tenta matar os cafés e os restaurantes. Enquanto asfixia os produtores. Continente, Pingo Doce, Mercadona ou Lidl, entre outros. Sim, os seus vizinhos.

A direita mete nojo

Só sabem falar mal e criticar. Não se calam com a Saúde, a Educação, a Justiça, a Polícia, a Agricultura, a Habitação, a pobreza, os impostos, a TAP, a corrupção, o TGV, o aeroporto, as contas marteladas, etc. Até parece que está tudo mal. Não está. É óbvio que não está. Não está tudo, caramba. Tem de haver alguma coisa a funcionar bem. Não me lembro de nenhuma, mas de certeza que há.

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Vamos falar de memória?! De traição?! A sério?!

A história não é benevolente com quem não reconhece
a sua evolução e se mantém refém do passado” (José Maria Pedroto)

Créditos: sapo.desporto.pt

Começo a estar farto dos Alvarinho, dos Koehler, dos Lobo, dos avençados haters do Facebook, ou à espera dos Rio e dos Pinto da Costa, pai ou filho, para não ir mais longe. Apadrinhar um demarcado candidato da oposição tornou-se, no meu clube de paixão, um crime de lesa memória ou de injuriosa traição. Vamos falar de memória?! De traição?! A sério?!
As redes sociais, patrocinadas e protegidas por obstinados, chegaram também às eleições do FC Porto. Do mais soez ao mais escabroso, tudo é possível dizer. E escreve-se! Estranhamente, contra um único candidato, André Villas Boas. Este tornou-se o superlativo inimigo público a combater e derrubar. Todos, entre já assumidos ou porventura prestes a assumirem, preparam o festim se ele não vencer as eleições de Abril. Porquê? Porque partiu à conquista final da verdadeira cadeira de sonho, contra o sistema (de que fazem parte os actuais detentores do poder no Dragão, mas também aqueles que se perfilam, por interesses inconfessáveis, numa tácita aliança com JNPC, à boa maneira de outros palcos alegadamente menos asseados que o desporto, contudo criadores de mimetismos peregrinos no santuário desportivo).
Chega-se ao ponto de insultarem quem, ao sabor da sua forma enviesada de ver a coisa, terá estado no Dragão, contra o Moreirense, unicamente “para apoiar os clubes da capital, ver o Porto perder para poderem dividir”.
Surreal!

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A lebre do regime

Quem não tem vergonha, todo o mundo é seu

Dois vídeos carregados de mediocridade, com especial destaque para o pretendente a estadista, Pedro Passos Coelho.

No primeiro vídeo, Coelho é muito rápido a criticar António Costa, talvez um dos demissionários mais felizes da história, depois de ter conseguido meter água em muita areia, ao ponto de ficar metido num lodaçal de todo o tamanho. No mesmo vídeo, surgem outros dois artistas pimba: José Sócrates defende Costa (como se Costa já não tivesse, por culpa própria, problemas suficientes) e André Ventura secunda Passos Coelho.

No segundo vídeo, o mesmo Passos Coelho recusa-se a comentar o caso de Miguel Albuquerque. O vídeo não está completo – na realidade, Coelho escuda-se no facto de ter sido primeiro-ministro e presidente do PSD, não querendo, por isso, intervir, adoptando uma pose conciliatória.

Tudo gente sem vergonha na cara. Tudo gente que confirma o velho ditado de que somos capazes de ver o argueiro no olho do vizinho, ignorando a tranca que trazemos no próprio olho. A democracia portuguesa tem as virtudes próprias no único regime legítimo; os defeitos que tem são todos destes figurões que vão governando em simpática alternância, sendo a rivalidade uma aparência consubstanciada em frases medíocres e resultante da disputa de alguns tachos, mais distribuídos do que disputados. [Read more…]

Estatuto quê?

Todos lemos e ouvimos. Todos? A excepção é um canal de televisão cujo estatuto editorial pode ser lido aqui.

A Coreia do Norte tão longe e aqui tão perto…….

Ah! A culpa é da CS de Lisboa! Sim, porque nós somos dragões!

 

O Porto Canal a ser Porto Canal

Hoje, isto. Há uns tempos, foi aquilo. E ninguém se queixa. É porque gostam.

It’s the End of the World as We Know It

Ao que parece a PJ e o MP decidiram agir e o líder dos Super Dragões, Fernando Madureira (Macaco) foi detido. Vamos então aguardar as cenas dos próximos capítulos.

Certamente, o Porto Canal será uma boa fonte para se acompanhar todo este processo. Além de ser o canal do clube, é o canal da nossa Região e tudo isto se passa na sua esfera de influência. Eu sei que, por agora, só temos visto a SICN, a CNN, a CMTV ou a RTP3 a falar sobre o tema mas acredito que o silêncio é tão ensurdecedor que não vai durar muito. Eu acredito na liberdade de imprensa.

Dedico isto aos fãs dos Coldplay (com pipocas e, obviamente, sem ensaio)

Depois de Martial, eis André Gomes

Ihr naht euch wieder, schwankende Gestalten,
Die früh sich einst dem trüben Blick gezeigt.
Goethe

***

Há dias, houve aquela notícia sobre Martial.

Hoje, temos esta sobre o excelente André Gomes.

O mesmo padrão: pára e redação.

Efectivamente, o AO90 só atrapalha.

É, não é?

É.

***

 

Um pai. Um avô. Um slogan nazi.

Rui Paulo Sousa, deputado do partido de extrema-direita CHEGA e também bibelô em todas as aparições do Quarto Pastorinho na têvê (ou nas deslocações do Presidente da República ao estrangeiro), decidiu adoptar, numa publicação na rede que é o pináculo da liberdade, um slogan da Alemanha nazi.

O outro diz que é pai. E é também avô. Por conseguinte, concluiu o outro, é também fascista. Depois, desdisse-se, com a ajuda e conivência do Querido Líder. É esperar a desdita sobre este slogan nazi, sabendo de antemão que o fascista, que afinal também não será fascista, se deve ter enganado na redacção daquele spot publicitário.

Slogan nazi: Uma nação. Um império. Um líder.

Mera coincidência, pois claro.

Literacia básica

1 – O Estado quase só tem e quase só angaria dinheiro por confisco; as situações em que isso não acontece são absolutamente residuais e, infelizmente, insignificantes; a tese esquerdista que a nacionalização proporciona “lucro” para o Estado é uma imensa falácia que a história implacavelmente desmente; o que a realidade nos tem dito é que as nacionalizações vão implicar ainda mais confisco para permitir equilibrar (temporariamente) as empresas que se tornaram públicas;

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Rota da Sede

Música: Co-autoria Rui Reininho e Rui Maia
Letra: Rui Reininho

Nadinha a ver

Foto: Homem Gouveia/Lusa

Obviamente que o que se passou ontem na Madeira não se compara ao que se passou com o Costa.
Desde logo, na “operação influencer” as buscas foram feitas numa 3ª feira. Ontem foi 3ª feira? Foi? Não, claro que não. Ontem foi 4ª feira, caramba.
Só os muito mal intencionados podem dizer que há semelhanças.

“Rais parta” o País em que os seus governantes, pior que acharem que estão acima da lei, se acham acima da coerência, da congruência e da lógica. Mais, estão convencidos (e as eleições dão-lhes razão) que o poder lhes concede o direito divino a criar as suas próprias realidades alternativas que os outros têm obrigatoriamente de “comer”.

Estranhas formas de escrita

New vision and new language
To camouflage the fall (*)

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Give me mercy
A new language (**)
— Ian Astbury

***

Como me escreve o excelente leitor do costume, eis

Um espetáculo, com espectadores.

Efectivamente.

No meio deste turbilhão, outro excelente leitor enviou-me esta notícia:

Exactamente: pára e redação.

Ou seja, uma redação com pára.

Das duas, uma: ou redacção com pára ou para na redação (credo!).

Tertium non datur.

No sítio do costume, como é óbvio, temos hoje mais do mesmo.

Calma, já lá vamos. [Read more…]

RAP expõe a fraude do avô fascista em 2 minutos

Para mais informações sobre o avô fascista do partido André Ventura, façam o favor de consultar esta posta.

E, para mais motivos para não votar no partido André Ventura, podem consultar esta.

Netanyahu, o “nosso” Putin

Netanyahu é um Putin a quem permitimos as maiores atrocidades, para não prejudicar o business as usual. Como de resto permitimos ao Putin verdadeiro durante duas décadas. A desumanidade dos alegados democratas será o seu fim.

O “descrédito total” de Miguel Pinto Luz

Miguel Pinto Luz, vice-presidente do PSD e da CM de Cascais, nascido e criado em Lisboa, será o cabeça de lista da AD pelo distrito de Faro, ao qual não tem qualquer ligação relevante.

Não é o primeiro e, seguramente, não será o último. No PSD e noutros partidos, como o PS, em que a aritmética e a ambição por lugares elegíveis são quem mais ordena.

Mas este é o mesmo Miguel Pinto Luz que, em 2009, falava em descrédito total para caracterizar um militante de um partido, julgo que do PS, que foi “de paraquedas para o algarve para ser deputado”.

Que triste figura.

O sonho do “alucinado”