
Será Braga a capital dos “factos alternativos”?
Parecem estar na moda.
No Índice de Transparência Municipal de que há dias se vem falando, Braga surge na posição 235 por entre 308 municípios – claramente, uma péssima prestação por parte da cidade onde o arcebispo convida os paroquianos a pagar propinas na sua universidade, da nanotecnologia, cidade do Desporto, dos Joões, das Malafaias e da Juventude Iberoamericana.
É possível dizer-se que Braga tem, nesta matéria, um péssimo desempenho sem o dizer? Aparentemente, sim, é possível. Basta fazer como o Correio do Minho: falar por omissão.
As classificações no Quadrilátero minhoto:
Vila Nova de Famalicão: 42
Guimarães: 61
Barcelos: 162 (±meio da tabela)
Braga: 235
Ora, onde entram os “factos alternativos”?
Precisamente no título do artigo com que o Correio do Minho brinda os seus leitores: Famalicão lidera no ranking (o que não deixa de ser verdade).
Mas não é estupidamente mais relevante BRAGA, até pela sua dimensão, Braga ter, de longe, a PIOR classificação?


Por João Branco e Natascha Figueiredo
O facto de se estar a discutir 

















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