Sobre o projecto de visto prévio

Decorridos 41 anos sobre a conquista de uma democracia livre, o Estado não pode arrogar-se de ter competência editorial, impedindo ou condicionando o trabalho dos jornalistas, por qualquer via.

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O Filho do Ferroviário

Salgueiro Maia © Alfredo Cunha Salgueiro Maia © Alfredo Cunha

E já fazíamos outro

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“Meus senhores, como todos sabem, há diversas modalidades de Estado.
Os estados sociais, os corporativos e o estado a que chegámos.
Ora, nesta noite solene, vamos acabar com o estado a que chegámos!
De maneira que, quem quiser vir comigo, vamos para Lisboa e acabamos com isto.
Quem for voluntário, sai e forma. Quem não quiser sair, fica aqui!”
Salgueiro Maia, 24/04/1974

Sobre o excesso de poder executivo e legislativo

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É uma ideia que me ocorre recorrentemente. Os governos em Portugal, apoiados por uma maioria parlamentar, proveniente de um ou mais partidos, que controlam o Parlamento, o qual controla o governo, têm ao seu dispor demasiado poder sem contraponto.

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Caracol, caracol…

Tenho a caixa de correio no exterior da casa. Isso permitiu aos caracóis da zona descobrirem as qualidades gastronómicas da correspondência, que violam com entusiasmo e gula. Não raro, desde subscritos variados a publicidade sortida, os caracóis deixam a sua marca roendo deliciados e sem discriminação. Hoje era o extracto bancário, que não só estava severamente roído como ostentava o próprio caracol em plena acção. Francamente, oh desatinado gastrópode, também tu!

O Acordo Ortográfico de 1990 explicado pelo Expresso

Expresso, a dois meses de celebrar cinco anos de adopção assim-assim do Acordo Ortográfico de 1990, ilustra desta forma as “palavras que ficam ao gosto do freguês”:

Sector ou setor, característica ou caraterística, acumpunctura ou acumpuntura, caracteres ou carateres.

Acumpunctura? Acumpuntura?

Acumpunctura? Acumpuntura?

Acumpunctura? Acumpuntura?

Um jornal que chegou a “poupar letras” onde não devia, gasta letras onde não pode.

Em 17 de Junho de 2011, a presidente da Associação de Professores de Português, Edviges Ferreira, dizia: “a comunicação social já está quase toda a usar a nova ortografia”, o que “irá facilitar”.

Efectivamente, é muito simples.

Desejo-vos um óptimo fim-de-semana.

(página do Expresso, via Tradutores Contra o Acordo Ortográfico)

AO90 Expresso

 

Jorge de Brito, um banqueiro à portuguesa

jorge-de-brito-durante-o-seu-julgamento

Tropeço num grunhido do Henrique Mentiroso, afirmando que os bancos nacionalizados foram roubados. É a velha tese da extrema-direita, que se esquece da forma como na maior parte dos casos as fortunas que deram origem aos bancos foram feitas à pala do estado, sendo o próprio sistema bancário um gamanço institucionalizado.

E lembrei-me desta história contada por Silva Lopes a jornalistas do Público, que em tempos publiquei noutro blogue:

O Banco Intercontinental Português, o BIP de Jorge de Brito, “caiu” na secretária de Silva Lopes em 1974, quando este era ministro das Finanças do II Governo Constitucional. “Agora falamos destas coisas, mas comparado com o que o Brito fazia…”. “Estas coisas” são, como se entende, os casos BPN e BPP que nos últimos meses estão nas páginas dos jornais.

“O Brito utilizava os depósitos para os seus negócios pessoais. Tudo quanto ali se punha era para os seus negócios pessoais. Não emprestava apenas a si próprio. Emprestava também ao jardineiro, que era para ele, claro. Ele comprava de tudo: terrenos, palácios, arte… tudo. Depois, nas compensações do Banco de Portugal [o acerto dos cheques e transferências passados pelos clientes e depositados noutros bancos], o BIP estava sempre a descoberto. E o BdP aparecia-me lá quase todos os dias a dizer ‘mais um descoberto do BIP’. O BdP teve que adiantar nessa altura 10 milhões de contos, que agora corresponde a mais de 100 milhões [500 milhões de euros].” [Read more…]

Esta malta é doida

projecto de lei do PSD, PS e CDS que quer obrigar os media a apresentar planos prévios de cobertura de campanhas eleitorais a uma comissão mista, antes mesmo de terminar o prazo para entrega das candidaturas [P]

Isto já teve um nome: visto prévio.

PSD não olha a meios para ganhar eleições

Escrita por uma funcionária do partido e publicada pela editora da camarada Zita Seabra, “Somos O Que Escolhemos Ser” é a nova biografia de Passos Coelho, a sequela do compêndio de propaganda da Cabrita. Será que desenvolve a escolha da mentira?

Game of Greves

Pires Dread Lima(reparem na pose cheia de swag deste ministro)

Estranho. Em Dezembro, perante o aviso de greve na TAP, o governo não hesitou e decretou serviços mínimos. É certo que a greve estava marcada para o final de Dezembro, o que levantava constrangimentos óbvios, e o governo, forçado a agir, optou por esse caminho. Agora, face a uma greve que tem mais a ver com os interesses dos pilotos* do que com a empresa como um todo, uma greve que poderá custar cerca de 70 milhões de euros aos cofres cheios do Estado e colocar seriamente em causa a estabilidade da empresa, o governo cruza os braços e decide não fazer uma requisição civil. O mesmo ministro que fez “um apelo humilde” aos pilotos para que reconsiderassem a sua decisão e que acenou com o fantasma da ameaça à viabilidade e sustentabilidade da TAP diz-nos agora que “quem estaria à espera de uma requisição civil para poder emendar a mão vai ter muito que esperar“. Um estratega este Pires de Lima, um homem de muitos talentos. Será que é desta que o Efromovich leva a TAP mais barata que o BPN?

*em 1999 foi assinado um acordo entre o sindicato de pilotos e a TAP, acordo esse que recebeu despacho da tutela, mas que aparentemente não tem validade legal. João Cravinho, o ministro que na altura assinou o despacho, acusa agora os pilotos de “má-fé” e “dolo”. A TAP tem tido muita sorte com os ministros que a têm tutelado.

Loja da China

China

Está ali a SIC Notícias a dizer que na capa do jornal do incontornável Arquitecto Saraiva surge um titulo que vai mais ou menos assim: “Chineses já controlam 33% dos seguros, 45% da energia e 15% da banca”. Nem a Isabel dos Santos, duas irmãs e quatro generais têm pedal para os camaradas do Partido Comunista Chinês, que por sinal não estão sequer satisfeitos com a quantidade de multimilionários de que dispõem.

Quem deve estar entusiasmadíssimo com tudo isto é o deputado socialista Sérgio Sousa Pinto, entusiasta da ascensão chinesa mas pouco dado a outros desvios excessivamente esquerdistas. Deus nos livre do Sampaio da Nóvoa e vivam os camaradas que compram isto tudo!

Diz que Salazar morreu pobrezinho

(publicada no diário As Beiras, 23/04/2015)

Internado após a queda da cadeira em 1968, foi reservada a Salazar uma ala inteira do sexto piso da Casa de Saúde da Cruz Vermelha de Benfica, isto em tempos em que apenas um terço dos portugueses tinha alguma vez entrado num hospital.
No entanto, quando morreu a sua conta bancária estava próxima do zero, daí a lenda do Salazar que morreu pobrezinho, logo honesto. Mas a realidade é que a culpa de a conta bancária ter chegado às lonas é do próprio Salazar. Apesar de ter acautelado a sua reforma numa quinta do Vimieiro e de possuir uma conta bancária típica de um alto representante do regime, Salazar teve o azar de cair nas malhas da protecção social do Estado Novo. Depois de internado e incapacitado para governar, Salazar foi exonerado e substituído por Marcelo Caetano. Tecnicamente desempregado e com tratamentos dispendiosos para pagar, a conta bancária de Salazar ia esvaziando à medida que passavam os meses, a tal ponto que o presidente Américo Tomás aprovou legislação para que se pudesse pagar as contas dos tratamentos médicos do ex-Presidente do Conselho.
O que este episódio revela é que Salazar foi incapaz de montar um sistema de saúde e protecção social digno, sendo incompetente a tal ponto que foi vítima das próprias injustiças que criou, com a agravante de ter vivido os seus últimos anos à custa de milhões contribuintes pobres sem acesso a hospitais. Salazar não morreu pobre, Salazar morreu a 27 de julho de 1970 como um privilegiado do regime com governanta, chauffeur, residência e viatura de estado.

El metro de Oporto

Consórcio catalão assina contrato para gestão do Metro do Porto” (Público)

País governado por talibãs…

Proibem menores de consumir alcóol, felizmente que não vivi a juventude no tempo dos filhos da puta que actualmente governam a choldra, cumprindo directrizes do cartel de Bruxelas, limitam o consumo de tabaco e mantêm na ilegalidade a cannabis. Por mim não legalizava a cannabis, mas todas. Uma vez que também não legalizam a prostituição, talvez fosse altura dos talibãs criarem uma polícia de costumes. Ignorantes!
Um dia os cidadãos portugueses serão livres, até lá continuem vivendo, façam o que entenderem, os cães ladram mas a caravana haverá de passar. Era o que mais faltava um Estado dizer o que posso ou não fazer nestas matérias…

Este país (de cofres cheios) não é para pensionistas

MLA

 

Fotomontagem@Uma Página Numa Rede Social

Há algo que não bate certo em toda esta propaganda do milagre económico anunciado pelo governo. Por um lado temos uma dívida pública que não pára de aumentar, e que segundo dados recentes terá mesmo sofrido um agravamento de 9,3 mil milhões de euros durante os dois primeiros meses do ano, a que se junta uma trajectória errática dos juros, que ora descem pela mão de Mario Draghi, ora sobem porque uma cagarra espirrou nas Ilhas Selvagens.

Por outro lado, temos uma ministra das Finanças que anuncia ter os cofres do Estado cheios. Será que os encheu com os 9,3 mil milhões de aumento de dívida verificado no início do ano? Serão os euros do Partido Comunista Chinês e respectiva oligarquia? É difícil de perceber. Mais difícil ainda de perceber é a necessidade do governo Passos/Portas avançar com novo confisco aos pensionistasOnde está o primeiro-ministro que não ia cortar pensões? E o Paulo Portas do partido do contribuinte, que tantos idosos se prepara para beijar no circuito eleitoral que se avizinha? É caricato que as mesmas pessoas que apregoam o milagre dos cofres cheios se vejam novamente “forçados” a sacar mais 600 milhões aos pensionistas. Os cofres estão cheios, os bolsos dos pensionistas cada vez mais vazios.

Terrorismo Financeiro

Deutsche Bank paga 2000 milhões de euros por manipulação da Libor” (Público). Bom bom era arranjar uma prisão tipo Abu Grahib para enfiar estes gajos todos.

Custou mas foi

Há anos que designo os neoliberais que tomaram conta do PSD/CDS como extrema-direita. Tenho levado como reacção que é um exagero, onde meto o (inexistente) PNR, etc, etc.

Há anos que coloco o PS na direita, vá lá, centro-direita, como o social-liberalismo à moda de Blair que representa. Insulto, queixam-se uns, é de centro-esquerda, és um exagerado, levei como resposta.

Até que um dia os insuspeitos Abrantes falam de erro de paralaxe: “O que já vinha a acontecer na década anterior, e se aprofundou nestes últimos quatro anos, foi uma transformação do PSD num partido da direita radical, abdicando até de se reclamar da «social-democracia».” E segue-se que, depois de lido o documento macro-neoliberal do PS (austeridade com vaselina, submissão ao euro e à ortodoxia europeia), a extrema-direita lá chega, basta ler o Pedro Romano:

Francisco Louçã tem um excelente texto no Público, que toca mais ou menos nos mesmos pontos, embora de forma detalhada. Lido do princípio ao fim, penso que só divergimos na forma como encaramos a essência do programa do PS: Louçã com repulsa, eu com alívio.

O texto de Louçã realmente desmonta como o PS se prepara para mais do mesmo, pasokismo que o há-de partir ao meio; deixemos o governo grego sair do euro e demonstrar como algum tempo de sacrifício prova  haver alternativa, e valer a pena. A dívida é impagável, o euro é uma moeda alemã, o resto é conversa de treta.

Finalmente, obrigado António Costa, por outras razões, é certo, também fiquei  aliviado.

Tenham medo

semi-deus norte-coreano está armado até aos dentes.

A anedota do dia que não é uma anedota

escola islâmica australiana proíbe raparigas de correr para não perderem a virgindade. Está cada vez mais difícil de enviar um lote de 40 para o paraíso…

Sócrates bem tenta sair

mas os seus amigos não param de entrar.

Um juiz “totalmente disponível para tudo”

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Foto: António Figueiredo@JN

Já passaram alguns dias e fico com a sensação que pouco se tocou neste assunto. E não é um assunto qualquer. Os jornais falaram nisso, é verdade, mas não parece ter levantado a mínima partícula de pó.

O preso preventivo António Figueiredo, até há pouco tempo presidente do Instituto de Registos e Notariado, terá telefonado ao juiz Luís Vaz das Neves, presidente do Tribunal da Relação de Lisboa, e ter-lhe-à dito que desconfiava estar sob investigação e escuta da PJ. Perspicaz, o juiz respondeu:

Desde já lhe digo e lhe quero manifestar que tudo, mas tudo que o soutor entenda que possa ser útil, porque eu conheço o soutor, estou totalmente disponível para tudo” (fonte: Expresso)

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Grécia fora do euro II:

É para quando?

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Paula Teixeira da Cruz, a inacreditável ministra da justiça

Já foi chamada de mentirosa pelo Expresso. Insiste em falar de uns 80% de reincidência dos pedófilos, justificando-se com um estudo em que o respectivo autor já esclareceu publicamente que esse número não consta no seu trabalho.

É de lhe lembrar a recente campanha para sensibilizar os pais sobre as crianças serem vítimas de alguém da sua confiança. E não, portanto, de um estranho que possa viver na área da escola da criança, ao ponto dar a possibilidade dos pais irem à polícia exercer o seu direito à paranóia. Não, devem preocupar-se é com o círculo de relações da própria criança, onde se inclui a família e, espante-se, os próprios pais.

Depois da roda de mentirosa, era de esperar que a ministra caísse em si e saísse de mansinho. Qualquer pessoa sensata o faria. Excepto esta ministra justiceira.

“Isto foi dito e não foi desmentido”, declarou a ministra no Parlamento sobre o conteúdo do artigo de jornal. Para, logo de seguida, ser ela própria desmentida pelo deputado socialista Pita Ameixa: “Foi desmentido”.

“Está bem. Mas foi dito”, respondeu-lhe Paula Teixeira da Cruz [P]

Muito bem senhora ministra, ter-se-á ouvido das bancadas por parte do não menos inacreditável Carlos Abreu Amorim.

Alguém avise o primeiro-ministro que este é para pagar

Valor máximo da multa por atraso na entrega do IRS sobe para 15 mil euros.

Da natureza de classe

Leonidas-Bobolas
Leonidas Bobolas, um Ricardo Salgado grego do ramo da construção e dos media, cruzamento com Balsemão, portanto, recusou-se a pagar  1,8 milhões de euros ao fisco. Foi para o xilindró,  e pagou a correr umas horas depois. É a primeira vez que alguém da lista dos 50 mais ricos da Grécia é incomodado, o que diz tudo sobre as anteriores governações, e a forma como encaravam a separação de poderes.

Perante isto, como reage o verdadeiro liberal, versão séc XXI? ai jesus, é a Venezuela,  já andam a arranjar bodes expiatórios.

Um clássico, a defesa da benemérita classe que esconde o que deve na Suiça nunca engana.

A dúvida e a certeza

“Vem aí o caos e a anarquia! O Laos e a D. Maria! O ás de paus e a almotolia! Eu bem vos dizia, eu bem vos dizia. Papas à noite, fazem azia!”. Era assim que, há quase quatro décadas, falava, com non sense e com mau senso, uma personagem da peça “Portugal com P de Povo”, texto colectivo encenado pelo TEUC. Tal personagem (que caracterizava um conhecido general), como adivinham, tinha levado o chuto do poder para fora e anunciava, sem razões que se vissem, que, depois dele, seria o desastre.

Não foi. Mas ao ver a reacção do governo e a barragem (des)informativa montada pelos seus serventuários nos vários canais de televisão após a do apresentação, pelo PS, do chamado “Relatório para uma década”, lembrei-me daquela fala. Não vou aqui discutir agora os méritos ou deméritos das propostas contidas nesse texto. Todavia, e finalmente, vemos algumas das propostas que tanto se exigiam aquele partido. Elas merecem uma discussão crítica, seja qual forem as conclusões que cada um de nós retire desse debate.

Uma coisa é certa: embora se mantenham nesse conjunto de propostas eixos fundamentais que muitos de nós, desde sempre, rejeitamos, não é menos verdade que os elementos com que o PS se procura demarcar e tornar distinto do governo merecem atenção e, a serem aceites ou recusados, que o sejam por razões fundamentadas. O rol de declarações trágico-demagógicas, lembrando a retórica do poder nas “eleições” anteriores ao 25 de Abril, é absolutamente revoltante. A mentira e o disparate circulam, neste dias, com nervoso desespero. [Read more…]

Este título não é exacto

Ministra da Justiça ilibada de difamação no colapso do Citius

Mas o Ministério Público arquivou também este caso, como já tinha feito com o da sabotagem informática.

O anúncio do arquivamento do inquérito foi feito pela ministra na Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias onde a governante está a ser ouvida esta quarta-feira. Paula Teixeira da Cruz leu extractos do despacho de arquivamento, segundo o qual a ministra “não particularizou, no seu despacho, indivíduos ou sujeitos, nem formulou juízos de valor”. Pelo contrário, “perseguiu o exigível esclarecimento dos factos e actuou com consciência”. A ministra aproveitou também para se queixar das notícias sobre os problemas que que afectaram o Citius por considerar que estas atingiram o seu bom nome.  [P]

Corrijam-me se estou errado mas arquivar é diferente de ilibar. Para ser exacto, o título da notícia poderia ser “Ministério Público arquivou queixa de difamação contra a Ministra da Justiça”.

Só uma dúvida, como é que é mesmo a hierarquia do Ministério Público?

Liberland, o embrião do éden neoliberal

Liberland

Como se cria um novo país? Não faço a mínima ideia. Mas o senhor Vit Jedlicka sabe e encontrou a solução perfeita para os tempos conturbados que vivemos: decidiu criar o seu próprio país.

À procura de reconhecimento oficial entre os seus pares europeus, a Republica Livre de Liberland estende-se ao longo de 7km2 de um pedaço de terra que aparentemente ninguém reclama, na margem ocidental do Danúbio, entalado entre as fronteiras da Croácia e da Sérvia. Já tem Constituição, escudo, bandeira e hino. Só lhe falta mesmo existir.

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Contos para crianças VI: o milagre económico português

Juros da dívida grega disparam e arrastam juros portugueses consigo. Irlanda praticamente imune ao contágio.

Contos para crianças V: os cofres cheios

Divida pública aumenta 9 mil milhões em dois meses” (via Diário Económico).