Relativamente ao exame da 4.ª classe (ontem foi o de português e na próxima 6ª feira terá lugar o de matemática) poderemos ver as coisas de diferentes prismas:
– por um lado, a dimensão organizativa que a equipa de Crato levou a cabo;
– a existência de um exame no 4.º como instrumento de avaliação.
No que diz respeito à primeira dimensão – a segunda parte fica para um post posterior – importa denunciar de forma clara mais uma desigualdade: houve crianças nas escolas públicas que tiveram de fazer uma viagem de vários quilómetros desde a sua aldeia até à escola sede do Agrupamento, normalmente colocada na vila ou na cidade mais próxima. Há casos públicos de viagens superiores a 40 quilómetros e não são quilómetros feitos na A1.
Houve também milhares e milhares de alunos que ficaram sem aulas para que as suas salas fossem usadas nos exames.
Pergunto: não teria sido tudo mais fácil e mais barato se o exame tivesse feito, como sempre, nas respectivas escolas? [Read more…]


tem qualquer enquadramento pedagógico, mas que é muito bem aceite pelo sr. Senso-comum, que, infelizmente, também é parte importante da reflexão de muitos professores. Neste ponto, infelizmente, a ignorância de quem manda é acompanhada pelo desespero de quem trabalha.















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