
Com a brutalidade a que já nos habituaram, o regime neofascista de Israel e a autocracia americana em construção bombardearam e arrasaram a sinagoga de Rafi-Nia, em Teerão.
Duas notas:
1. Sim, existe uma comunidade judaica no Irão, de cerca de 10 mil crentes, que pratica livremente o seu culto.
2. Sim, isto aconteceu mesmo. As forças armadas israelitas já admitiram o “dano colateral”.
Agora supõe que, no lugar de Israel e EUA, a notícia era “Irão e Afeganistão bombardeiam e arrasam sinagoga”.
Consegues imaginar os trolls e avençados da embaixada de Israel e gritar “anti-semitismo!!!!”, enquanto rasgam as vestes manchadas de sangue palestiniano e libanês?
Eu sei que consegues.
Pode parecer, mas o anti-semitismo selectivo não é uma doença mental. É engenharia social e propaganda patrocinada pelos mesmos monstros que estão por trás do nosso empobrecimento, do regresso em força da censura, da polarização, do aumento da insegurança mundial e dos massacres no Médio Oriente. Não são adversários. São inimigos.

































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