A Linha do Minho no maior concelho de Portugal, 2012.
O Comboio em São Miguel da Carreira
A Brigada de Trânsito a Fazer Pedagogia…

Fotografia encontrada no que aparenta ser a página do facebook da Brigada de Trânsito (ou o que resta dela).
Parabéns aos responsáveis pelo sentido de oportunidade. E extenso sentido de humor.
O Sétimo Selo
Um filme de Ingmar Bergman, legendado em português, que tem como pano de fundo a Idade Média e que aborda de forma interessante a temática da Peste Negra e da forma como a doença afectou toda a sociedade europeia medieval.
ficha IMdB
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Da série Filmes para o 8.º ano de História
Unidade 4.3. – Crises e Revolução no séc. XIV
Também ganhei!
Os Jogos Olímpicos marcam estas férias de verão. A medalha de prata em canoagem sabe muito bem. Parabéns ao Emanuel e ao Fernando!
Este acontecimento desportivo e cultural tem muitos campeões: são muitos os atletas, muitos os países, que levam a medalha de ouro, de prata ou bronze.
Mas eu, uma simples espectadora, também ganhei. São admiráveis as suas marcas, os recordes mundiais e olímpicos batidos, a força (levantar 3 vezes o próprio peso, é dose!), a velocidade (Bolt, «o relâmpago» jamaicano), a destreza, a mestria, a beleza, etc. Tudo nos parece muito fácil e, no entanto, são horas de treino diário repetindo centenas de vezes o mesmo gesto, o mesmo exercício até ficar mecanizado.
Mas ganhei mais que isto. O jornalismo permitiu que conhecêssemos muitas histórias curiosas, o lado mais humano destes atletas que nem parecem gente comum, simples mortais como nós…
Não vou esquecer Nur, a grávida malaia de oito meses que não quis perder a oportunidade rara de competir nos Jogos Olímpicos; não vou esquecer a judoca saudita que acabou por lutou com hijab; que história essa a do nadador do Ruanda que teve como treinador principal um manual técnico de natação («Porque não? Tudo é possível», disse); e o cavaleiro japonês Hiroshi com 71 anos, o atleta mais velho a competir e ainda com vontade de ir ao Brasil (nunca deixou de se levantar às cinco da manhã para andar a cavalo, coisa que começou a fazer aos 12 anos); ou ainda o sul-africano Pistorius, o velocista que se tornou no primeiro duplo amputado a participar nos Jogos Olímpicos («a sua deficiência está na cabeça dos outros, não na dele»); etc. Só soube destas. Mas há muitas mais.
E os nossos atletas têm vida difícil também e muito fazem eles! Parabéns à comitiva portuguesa.
Quando a culpa é mesmo do mordomo
Palavras Cruzadas
Que prazer resolver estes «problemas» sentada à sombra de um guarda-sol, pés enterrados na areia quente, uma bola de Berlim sem creme («por causa da ASAE»), corpo fresco depois de um banho em praia portuguesa!
Horizontal e verticalmente se encontram significados, definições e sinónimos. Depois do problema resolvido, uma cabeça inteligente promete que encontraremos, inscrito, um provérbio ou o nome de um filme ou de uma obra, etc.
Derrama lágrimas. A parte superior das árvores. Teoria considerada normativa do bem e do dever. Conjunto de monitor´e teclado ligado ao computador. A pessoa ou as pessoas que. Fio metálico. Que lhe pertence. De modo irregular.
Entre tantos enunciados, não é que estava naquilo labirinto um belo provérbio? Quem chora, seu mal consola.
Mas neste verão eu descobri outra «palavra» para as Cruzadas, que não apenas o jogo, o passatempo, o fazer pensar em outras coisas que não o trabalho.
As palavras cruzadas podem ser uma solução para o reatar do diálogo que se interrompeu (há umas horitas) com alguém.
Depois de um atrito, a palavra custa a soltar-se da língua. A boca não solta palavra e o som parece-nos que vai sair horrível e pode ainda estragar mais a «coisa».
Então experimentei «quebrar o gelo», reatar o diálogo, mostrar que se quer esquecer o que aconteceu, «convidando» a dita pessoa a dar-me a solução do enunciado «Copo alto e estreito, usado geralmente para beber champanhe ou espumante».
E o problema (real), de insuportável silêncio e espera de resolução, começou logo ali a resolver-se «letra a letra»!!
Inter Rail 40 Anos
A fazer mais, muito mais, pela construção e fortaleza da Europa do que muitos, mesmo muitos, euroburocratas.
O futuro é o comboio… liberdade, liberdade, liberdade!
A Peste Negra
A presente unidade é leccionada no 8.º ano, embora em teoria faça parte do programa do 7.º ano. Aqui é abordada a crise do séc. XIV em Portugal e na Europa e a famosa trilogia fomes – pestes – guerras.
No caso das pestes, é de referência obrigatória a Peste Negra, que dizimou um terço da população europeia. O presente filme-documentário aborda as causas e as consequências da doença de forma muito acessível e interessante para os alunos.
Da série Filmes para o 8.º ano de História
Unidade 4.3. – Crises e Revolução no séc. XIV
Nada de confusões!
Esta medalha apenas a eles pertence. Não venham agora Belém e S. Bento trincar prata alheia., pois apenas poderão reivindicar os eternamente esperados resultados da bola, aliás pré-pagos com biliões em betões e outras habilidades em que o regime se especializou.
Estes rapazes sobem ao podium por único e exclusivo mérito próprio e de quem os treina. Os sacrifícios serão sempre muitos e apenas poderão contar consigo mesmos e com as respectivas famílias.
Para cada português, existem nove alemães, trinta americanos, outros tantos russos, cem indianos e duzentos chineses. Vivemos num mundo de “desportistas amadores”, onde a nacionalidade lhes garante pingues dádivas bastante profissionais. Estados Unidos, Rússia, China e Alemanha – entre muitos outros -, desde sempre investiram no desporto por questões relativas ao prestígio internacional e também, há que dizê-lo, como forma de escape para possíveis tensões sociais e prevenção de problemas de saúde pública. Em Portugal, o esquema vigente ficou-se pela bola e agora estamos precisamente naquele ponto a que inevitavelmente chegámos e de onde parece difícil obtermos algo mais.
Bem vistas as coisas, a subida da “verde-tinto” ao mastro, parece ser um escusado e abusivo oportunismo…
Curiosity, o Prazer de Explorar

A saga iniciada pelo rover Curiosity, na cratera Gale, Marte, promete larga excitação na nossa Espécie, em razão do que será possível apurar quanto à composição dos solos e à putativa confirmação de vida em Marte, a coisa mais natural e habitual do Universo, estou convencido. Não percebo o que há a temer na exploração do Sistema Solar. Do alto do seu laicismo, muitos há que alimentam tabus apocalípticos da mesma maneira outros, religiosos, há poucos séculos ainda, temiam a concorrência por parte da Ciência ao corpus de supostas inquestionabilidades da Fé, como se mesmo os conceitos de divindade e criação, precisamente graças à Ciência, não fossem passíveis de alargamento e enriquecimento. Quando a ciência é rara, haja pelo menos sabedoria.
No Internet Archive…
Mais de um milhão de filmes, músicas e livros, para fazer o download usando o seu cliente de bittorrent favorito.
SCP vs SCP – Os predadores e a força do dinheiro
Em Portugal, para um clube ser filiado nas Federações de Remo e de Canoagem, NÃO necessita de possuir uma única embarcação ou sequer um posto náutico. Quanto valem estas modalidades?Medalha de ouro para a Canoagem
Fernando Pimenta e Emanuel Silva ganharam a medalha de Ouro para Portugal.
Quer dizer, não ganharam porque realmente só ganharam a de Prata, mas o trabalho e o esforço são de ouro. E a capacidade de olhar para o que não se fez bem foi verdadeiramente espantosa!
Obrigado por estes momentos. E que grande mergulho o Emanuel deu!
Caça, feudalismo e Parque Natural

Anthocharis euphenoides
Mário Martins – Trepadeira Azul
Em 2000,após a aposentação, fixei-me no magnífico Vale do Mondego – Parque Natural da Serra da Estrela – REDE NATURA 2000, seduzido também pelo excepcional clima.
Desde sempre apaixonado pelo estudo e preservação da natureza, inicio, ajudado por dezenas de especialistas voluntários, a recolha da fauna e flora da região, em fotografia e vídeo.
Há mesmo uma reportagem feita por Luís Henrique Pereira para a RTP já emitida mais de uma dezena de vezes.
Logo surgiram espécies não dadas para esta zona ou mesmo não estudadas. Algumas ainda não foram identificadas nem sequer com o apoio de universidades estrangeiras.
Tudo isto levou a, internacionalmente, escolher este espaço para a realização de EUROPEAN MOTH NIGHTS – Noites Europeias de Borboletas Nocturnas.
Sem surpresa foi este o local onde foram registadas mais espécies e algumas com mais de 30 indivíduos numa só noite.
O espaço tem estado aberto a visitas de alunos das escolas e outras. (Tudo gratuitamente).
Depressa nos apercebemos que a preservação da natureza, mesmo dentro de um parque natural e Rede Natura 2000, colidia com os interesses instalados de alguns caciquelhos, construções em Reserva Agrícola, Reserva Ecológica, Domínio Público, Domínio Hídrico ou todos ao mesmo tempo mas também, e sobretudo, com os senhores da caça. [Read more…]
Joana d’Arc
A presente unidade é leccionada no 8.º ano, embora em teoria faça parte do programa do 7.º ano. Aqui é abordada a crise do séc. XIV em Portugal e na Europa e a famosa trilogia fomes – pestes – guerras.
Uma dessas guerras, provavelmente a mais mortífera do séc. XIV, foi a Guerra dos Cem Anos entre Inglaterra e França. É aqui que se enquadra Joana d’Arc, a Donzela de Orleans que deu um contributo decisivo para as pretensões francesas.
O cinema já narrou por diversas vezes a vida de Joana d’Arc e várias dessas versões estão integralmente disponíveis na net. É o caso do filme mudo de 1928 realizado por Carl Dreyer. É também o caso do filme de 1948, realizado por Victor Fleming. E do filme de 1999 de Christian Duguay. Ou do filme de Luc Besson, com Mila Jovovich como protagonista.

Da série Filmes para o 8.º ano de História
Unidade 4.3. – Crises e Revolução no séc. XIV
O Comboio Amarelo em Couto de Cambeses

O comboio que passa 50 vezes por dia entre Braga e o Porto. Couto de Cambeses, 2012.
Há um momento em que temos de ir para a rua
O Público de hoje traz um texto com declarações de vários professores, procurando equacionar a resposta da classe às
propostas do MEC sob o ponto de vista das redes sociais. Há declarações minhas, onde me assumo, como sempre, como Dirigente do SPN (FENPROF) e como elemento do Aventar. Além das minhas há declarações do Dirigente da FNE, Arlindo Ferreira, do Nuno Domingues, do André Pestana e do Paulo Guinote.
No caminho anti-sindical que tem marcado a prática do Paulo, tudo que aparecer com o rótulo FENPROF é para deitar abaixo – agora é o Purismo Divisionista. É curioso que me acuse de dividir quando ele se atira à FENPROF, que bem ou mal é a única organização que tem estado na rua. Será que as outras, as que têm lugar à mesa, são mais confiáveis?
E já agora Paulo, creio que já não faz sentido que me continues a atirar para um lado da FENPROF que tenho vindo a combater há anos. E tu sabes isso! É atirar areia para os olhos dos mais atentos. Sugeria uma leitura, no texto, destas linhas:
“Apesar de ser dirigente do Sindicato dos Professores do Norte, afecto à Fenprof, João Paulo Silva, um dos autores do blogue Aventar, partilha algumas das críticas feitas à actuação dos sindicatos,”
Quanto aos argumentos por mim utilizados, penso que não há nada de outro mundo na afirmação que a maioria dos professores votou neste governo e que uma parte significativa da classe recebeu bem o Ministro. É uma ideia que tem tanta validade como o seu contrário, mas ainda podemos ter liberdade de expressão ou não?
Mas que diabo, porque é que esta afirmação, meramente pessoal, é divisionista? Porque é que esta afirmação é assim tão dramática? Será que te tocou em algum ponto sensível? Sinal de falta de democracia da minha parte? Limito-me a tentar perceber o mundo à minha volta, nada mais. [Read more…]
Vamos comer, Caetano
Parabéns Veloso septuagenário.
A ouvir a explicação antropofágica da Adriana que comeu Caetano e virou rainha.
A tomada da Bastilha

Bem sabemos que o povo revoltado da França e de outros sítios do país não apenas tomou a fortaleza prisão das monarquias reinantes do, em esses tempos, Monarquia da França, bem como sabemos que derrubaram a monarquia Bourbom, Casa Reinante a seguir a de Valões no Século XVI, por causa do matrimónio de Margarita de Valões com o rei de Navarra, Henrique de Borbom. [Read more…]
Monárquicos: Estúpidos, ignorantes ou tenebrosos?
Por mais que me esforce, não conseguirei compreender nunca os argumentos em que se sustentam os defensores dos regimes monárquicos. É verdade que não tenho a bagagem intelectual de alguns vultos da nossa blogosfera e se calhar por isso é que não compreendo.
Curiosamente, tenho amigos monárquicos e já debati com eles inúmeras vezes. A conclusão é sempre a mesma. Por que razão alguém, só porque sim, há-de ser o representante máximo de um país? Que razões justificam que uma mesma família se perpetue no poder séculos a fio através da hereditariedade e que nunca seja sujeita ao crivo popular? Qual é afinal a diferença entre um ditador e um rei? Entre Kim-Jong-Il e Isabel II? E o que leva pessoas que são inteligentes a defender regimes em uso em países como a Arábia Saudita, o Qatar ou o Brunei?
Serão todos os monárquicos estúpidos, ignorantes ou tenebrosos? Obviamente que não. Porque são monárquicos, logo, de uma casta superior. Mesmo aqueles que militam em Partidos políticos que até pertencem ao arco da governação republicana. O CDS, por exemplo, está cheio de monárquicos.
Lá está. Sendo de uma casta superior, são incomparavelmente superiores. Tudo o resto – Esquerdistas em geral e a ralé comunista em particular – não presta. Quem me dera ser como eles…
Filmes para o 8.º ano de História
Dando continuidade à série relativa ao 7.º ano, volto à carga amanhã com nova série, desta vez dedicada ao 8.º ano de escolaridade.
A matéria do 8.º ano de História incide na chamada Idade Moderna. Começa com a crise do séc. XIV (que em teoria até pertence ao 7.º Ano) e acaba com a Revolução Industrial do séc. XIX e os movimentos sindicalistas com ela relacionados.
Pelo meio, os Descobrimentos portugueses e o Renascimento ocupam grande parte do programa. Quase no fim, as grandes revoluções, com destaque especial para a Revolução Francesa.
Como poderemos ver nos próximos dias, há muitos filmes sobre todas estas matérias que podem e devem ser usados na sala de aula.
Volta a Portugal em Bicicleta

5.ª Edição Cadetes, 2012, Roriz-Monte da Franqueira (Barcelos).
Ó Samuel, quem tem medo compra um cão
Diz o Samuel De Paiva Pires que só não o tendo lido posso meter a sua pessoa na prateleira da extrema-direita. Acometido da insanidade de que me acusa fui ler uma prosa onde apela estridente e pateticamente a que nenhuma pessoa de bem se passeie pela Festa do Avante, já que todos os comunistas pertencem a um de três grupos: “estúpidos, ignorantes e tenebrosos“, e eventualmente a patologia é contagiosa, através de simples contacto visual.
A pertença a essa fascinante escola de futuros quadros do actual regime que é a Juventude do CDS já me chegava para mais uma vez esclarecer que se BE e PCP são classificados como de extrema-esquerda por um mínimo de decência geométrica o CDS será de extrema-direita, e desta não saio nem dela ninguém me tira (enfim, se vierem armados não terei outro remédio).
Mas a indigesta leitura serviu para um diagnóstico mais apurado: extrema-direita doentia, incapaz de conviver com outros de sinal político oposto, destilando ódio, bisneta dos trauliteiros miguelistas, neta dos talassas de Paiva Couceiro e filha da Legião de Salazar.
Comentadores olimpícos
Em particular sobre o nosso homem do Ténis de Mesa, gostava de ter escrito isto.
A primeira foto a cores da Curiosity chegou
Jogos Olímpicos: A roupa em excesso
Já aqui tínhamos alertado para as múltiplas dimensões da diversidade olímpica, do basket ao volei, da Croácia ao Brasil.
O Público de hoje volta ao assunto porque em Londres a polémica vai alta em torno do equipamento das meninas do volei de praia, ou se quiserem, da falta dele.
Escândalo grita a Rainha! A Vitória, acrescento eu!
Depois admiram-se da modernidade árabe de ocultar o corpo feminino. São estas as mentalidades da era moderna? Acham estranho jogarem de bikini? Queriam que jogassem de burka?
Eu continuo a encontrar MUITO interesse na coisa olímpica, sendo que neste caso nem me parece ser essa a questão principal:
Então não dá para perceber que as meninas estão a jogar pedra-papel-tesoura? Parece-me uma tremenda falta de atenção ao próprio jogo. Das duas uma: ou jogam volei ou jogam pedra-papel-tesoura!
Se for esta a opção, pedra-papel-tesoura, seria melhor explicar à menina de azul que só pode fazer um gesto de cada vez: ou faz tesoura ou pedra. OK? Vamos lá ser rigorosos nestas coisas!













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